Chuva que cai sem parar

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Cumprindo a promessa da matéria Revival Games cá estou eu de novo para falar de videogame de fato, não jogos de Facebook, saudades MAA, etc.

Adquiri recentemente um PS4 como havia adiantado na matéria acima e num primeiro momento não comprei FFXV, tinha saído recentemente uma versão completa do jogo chamado Royal Edition e o preço andava salgado e como Final Fantasy não tem o mesmo público cativo de PES da vida, infelizmente, em questão de meses seria possível comprar a mídia física, sim, esse jogo eu queria ter em mãos, por um preço mais acessível. Demorou um pouco e ainda não falarei dele aqui, porque joguei bem pouco.

Nesse tempo de espera consegui junto a aquisição do PS4, três meses de PSPlus, que alguns falavam tão mal e para mim e um grande achado, experimentar jogos mesmo que temporariamente se desabilitar sua assinatura pode ser um grande acerto, muda gêneros e economiza, afinal o valor da PSPlus dividido pelo número de meses da assinatura dá um média R$ 10,50 por mês. Que jogo você compra com esse dinheiro?

No início de julho, se não me falha a memória veio como jogos brindes, Absolver, que eu não curti tanto, mesmo porque minha falta de experiência não me permite ingressar no campo multiplayer, e o modo solo do jogo é um tanto quadrado de mais para o meu gosto e Heavy Rain, que dá nome a essa matéria. Um jogo antigo, outro revival que não tinha jogado por ter praticamente pulado duas gerações de consoles, um point e click, sem grandes aspirações, um jogo em capítulos, próprio para jogar 1 ou 2 capítulos semanais e não sem incomodar por deixar várias subquests de lado.

A história envolve quatro personagens, uma que demora um pouco mais para aparecer. São eles o pai traumatizado (vou evitar spoilers aqui); um detetive investigando o caso motriz do jogo, o assassino do origami por conta própria; um policial do FBI e por último uma jornalista. Em cada capítulo você vai jogando com um deles e tomando decisões que além de lhe dar os clássicos troféus dos Playstation mudam para onde o jogo vai e altera os possíveis finais. A meta resolver o caso e manter os quatro personagens vivos.

Já adianto que falhei no fim e só mantive metade viva. Uma por decisões equivocadas, com pitadas de ironia na tomada de decisões e o último por apertar um bendito botão um segundo atrasado na hora errada.

O que dá vontade voltar automaticamente ao jogo para mudar caminhos e tentar completar o objetivo maior. Um jogo simples, bem roteirizado e gostoso de jogar. Que não precisa de pressa e é uma ótima porta de entrada.

Infelizmente para quem assinar a Plus agora, ele não estará mais disponível, espere alguma promoção ou veja quem tem e curta a experiência.

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