CONTO DAS SOMBRAS – ANJO CAÍDO  

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Agora que os ataques são de conhecimento geral, o grupo após conversar com Akim e descobrir que Aztaroth trocou de lado segue para a Biblioteca de Hanes onde há marcas do recente ataque dos demônios, lá a única adaga nova que conseguiram no Santuário da Água liberta uma porta com uma Mandala que traz nova lembrança do grupo que abriu os portões e menciona uma nova raça criada surgida através de uma doença.

Para ganhar tempo eles resolvem se dividir em dois grupos menores, enquanto Anya e Hentel saem da Torre do Grupo Épico em sua primeira missão juntos ao lado dos mocinhos.

CONTO DAS SOMBRAS

=== Arthlong/Kratos, Mugen, Órfão, Rin &Leon ===

Mugen: — Meus olhos estão me enganando ou o desenho apareceu sozinho?

Leon: — Exatamente isso. A marca diferente dos outros apareceu no seu corpo logo que entrou na Igreja ou é algo relacionado a fé que tem e o paladino não, ou quem sabe um mistério do seu passado.

Órfão: — E então, é só isso? Chegamos aqui, então vamos embora? Acho muita complicação para tudo isso. Gente, símbolo é só uma imagem. Porque precisamos vir até aqui para fazer isso? Não poderíamos ter desenhado isso onde estávamos?

Rin D. Law: — Também não entendi muito bem… mais deve haver um motivo … – fala pensando no fato

Padre: — Minhas instruções são para usar o rosário para marcar os escolhidos, mas… realmente não sei por que o desenho apareceu sozinho. Algum de vocês tem o pentagrama além do padre Jin para que eu possa comparar.

Órfão: — O que é um pentagrama?

Mugen: — Padre e tal ponte que atravessamos, como ela funciona só com todos os marcados ou não?

Rin D. Law: — Eu tenho…. – mostra para o mesmo

Padre: — Esse desenho parece igual é como uma estrela de cinco pontas, tem significado religioso para o bem ou mal.

Leon: — Acredito que não precisamos de todos. Antes seguimos a Torre sem Abraão que estava longe com Arthlong.

Órfão: — Acho que não tenho isso. Eu tenho poucas coisas.

Padre: — Exatamente com os pentagramas e adagas dentro de uma Igreja de Gamla podem criar a ponte, mas…pelo que fiquei sabendo do meu companheiro de fé de Maksla o grupo de marcados já contava com quatro pessoas, onde estão os demais.

Órfão: — Os outros foram atrás de outras coisas.

Rin D. Law: — Sim somos só nós no momento… mais creio que podemos resolver né? – pergunta levantando levemente a sobrancelha

Mugen: — E ainda devemos procurar pistas sobre as Botas de Wulgan, o item mais difícil da lista antes de ir para o Santuário, com as adagas liberadas nossas chances de sucesso devem aumentar.

Rin D. Law: — Sim, mas por onde começamos?

Órfão: — O importante é saber o que está acontecendo e resgatarmos os sumidos.

Padre: — Wulfgan é o deus com maior número de templos, há pelo menos um em qualquer estrada de uma cidade a outra. Com sorte devido ao caos no mundo poderão encontrar uma pista do paradeiro das botas.

Leon: — Tudo está ligado meu jovem monge. Os desaparecimentos na verdade são parte de algo maior que só pode ser resolvido se juntarmos as adagas e fizermos os rituais.

Órfão: — Eu aprendi coisas, uma delas foi que para a maioria dos problemas tem mais de uma solução, assim pode haver outra maneira de se conseguir isto sem as adagas. Mas já estamos tentando resolver com elas, então vamos continuar. – sorria de leve enquanto se volta a ligação das igrejas e pergunta – — Em todas cidades atacadas, ouve alguma igreja a qual nunca foi atingida?

Padre: — Que eu saiba, a Igreja de Hanes do último ataque estava vazia antes do ataque, as duas Sacerdotisas responsáveis por ela sumiram sem deixar notícias. Além de lá só existia Igreja em Chateau Plaza e a mesma foi destroçada pelos eventos do primeiro ataque que só chegaram aos nossos ouvidos agora. Então… não sei responder.

Rin D. Law: — Bom, ainda me pergunto por onde começamos? E ainda preciso forjar ou comprar armas novas…

Leon: — Pelos templos. Posso fazer isso sozinho se desejarem e você e o Arthlong se focam em seus ofícios. E Mugen fica aqui para ver se tem algo diferente com sua marca. Só você que não sei o que recomendar monge.

Rin D. Law: — Pode vim comigo… se quiser.

Órfão: — Eu falei isso porque se for um tal deus que esteja fazendo isto suas igrejas devem estar intactas mesmo com os ataques. Mas é melhor ficarmos juntos. Já nos dividimos de mais, a cada vez que se divide algo acontece.

Rin D. Law: — Okay, se vocês quiserem permanecerem juntos tudo bem, mas se entrarmos em combate novamente… minhas armas quebraram.

Órfão: — Mais um motivo para eu não gostar de armas.

Rin D. Law: — Mais preciso delas… me acompanhe depois achamos os outros. Você que sabe eu preferia forjar minha arma mais terei que comprar somente para acelerar o processo depois eu melhoro a mesma.

Leon: — Então vamos procurar Arthlong e ir ao templo mais próximo daqui até Minge, a capital.

Órfão: — Deixe para fazer estas melhorias quando estiverem todos juntos como estávamos, se tivesse dito teria apoiado, mas agora separados ambos devemos nos esforçar para alcançar o objetivo.

Mugen se levanta. – — Se vão todos juntos depois descubro por que o desenho surgiu do nada, já coleciono perguntas sobre o meu passado mesmo, uma a mais não irá mudar nada.

Padre: — Boa sorte, quando estiverem juntos se quiser usar a Igreja de Gid´eon para atravessar a ponte é só retornar. Que Gamla derrame sua luz sobre vocês, qual seja suas crenças.

Órfão: — Contanto que essa luz não seja uma luz que vá nos feri obrigado. E nosso padre, perguntas é a única coisa em que podemos confiar, pois as respostas podem mudar, mas elas não.

O grupo sai da Igreja e vê Arthlong retornando ainda com mais peso do que tinha antes, cada desaparecimento do lobisomem, ele parecia colecionar equipamento que nunca revelou.

Arthlong: — Pronto pelo menos uma cidade sem tratado de paz e agora que Akim nos deu passe livre comprei material para reforçar minhas armas, se quiser posso dividir com meu companheiro de raça, escutei seus pensamentos de longe.

Rin D. Law: — Haha, depois forjamos então…. vamos seguir em frente…, mas para aonde mesmo? – Esperando Leon tomar alguma iniciativa.

Leon: — Todos juntos conheço a estrada. – Ele o guia para fora da cidade, da área gramada, para uma área de terra batida andando até que o sol se ponha e chegando a uma construção sem portas na estrada – o templo de Wulfgan.

Rin D. Law: — Devemos entrar? Digo… entrar sem chamar ninguém? – Pergunta confuso.

Órfão: — Acho melhor batermos antes de entrarmos. Não é nossa casa.

Mugen: — Alguém em casa? Sou um padre de Gamla. Estou com meus companheiros e precisamos saber pistas sobre algo relativo que pertence a sua divindade.

Arthlong levando sua mochila com esforço entra no templo na frente sem esperar respostas. – — Pessoal lugar vazio só com o desenho que o Akim falou uma trilha de pegadas na direção contrária.

Órfão: — Humm direção contraria, então é para entrarmos pelo fundo? – Até antes de alguém responder dava a volta na igreja buscando a entrada dos fundos.

Leon: — Imaginei que com os acontecimentos somados a Ascensão e a Grande Lufada nem sabemos se existem clérigos de Wulfgan para tomar conta dos seus templos.

Ao fundo havia outra entrada que só mostrava o mesmo, o templo vazio, abandonado há alguns dias pelos sinais e com o desenho na parede.

Rin D. Law: — Que jovem impulsivo… – se referia ao menino Tigre – — Vamos entrar logo… pela frente – Segue entrando no templo.

Rin avista o monge do outro lado, duas entradas para o centro do templo.

Rin D. Law: – – Vai analisar os desenhos na parede… – — O que rolou aqui?

Não havia sinais de ataque, só de abandono mesmo, algo rápido por que o pouco que tinha aqui, comida armazenada, objetos religiosos ficaram todos para trás.

Órfão: — Humm! Começa a entrar no templo devagar olhava aos lados buscando alguém – — Licença estou entrando. Onde está o sapato deste deus?

Leon e Mugen entram junto com os demais, mas só veem o mesmo.

Leon: — Sem os templos não faço ideia de como encontrar as Botas.

Rin D. Law: — Legal… o que faremos agora? Voltamos? Tentamos encontrar outro?

Órfão: — Eu faço, só procurar, esse tal deus pode ter vindo aqui e perdido as botas, onde wulf perdeu as botas. Começa a procurar na igreja algo que pareça um calçado.

Estranhamente haviam roupas – túnicas, cajados, chapéus, camisas e roupas de baixo, mas nada de calçados.

Órfão: — Não tem sapatos? Tem tudo, menos sapados? – Tenta tirar aquilo do lugar para ver se encontrava.

Leon: — Talvez seja a pista de que as Botas não estão ou nunca estiveram aqui? Mas respondendo o senhor Rin não tenho ideia de onde ir, os próximos templos são distantes e não conheço pessoalmente para teleportá-los. Acho que o ideal é reagrupar e ver o que o grupo conseguiu.

Rin D. Law: — Sim, onde encontramos eles mesmo?

Leon: — Isso eu posso fazer com minha magia e levá-los lá. Vou procurar por Dante que como conjurador tem uma aura mais fácil de se encontrar.

Órfão: — Ou por que elas estão aqui, estão guardadas em um lugar de destaque já que os ditos padres reverenciam tudo que são de seus deuses. Deixa eu ver se encontro algo na forma de tigre! – Se transformando volta a buscar porem tentando achar algo a mais! Como quase sempre otimista.

Mesmo em sua foram de tigre, o templo não tinha nada oculto.

Rin D. Law: – Ele insiste nisso né? Sussurra para Leon.

Leon: — Os achei. Quando estiverem preparados me avisem que os levo lá.

Órfão: — Roar roar grr… ” Talvez não tenha nada ou não tenha cheiro a bota, de toda forma podemos ir! ” – Rosnava como se falasse para Leon enquanto “pensava” no que estava falando.

Rin D. Law: — Estou pronto…. vamos.

Leon: — Espero que isso seja um sim monge? Para Ekstulsen. – Ele abre o grimório, fala longas frases na linguagem dos magos e um túnel de luz azulado surge ao lado do clérigo da magia.

Órfão: — Roar roar, rorogrr. ” Vamos lá, acho que vou comer um pão quando chegar lá! ” Adentrava o portal.

Outra cidade vazia. Sem guardas dessa vez, logo conseguem ver o grupo Dubhe, Dante, Sasaki e Abraão.

Órfão: — Roar grroaw grogrogroar. ” Será que eles acharam os sapatos?

Rin D. Law: — Olá pessoal! Tudo bem com vocês?

Mugen: — Sasaki pareceu uma vida longe de vocês? Algum progresso, fiz a minha parte. Mostrando a marca no pulso. — Por mais que ela tenha surgido antes do padre desenhar.

Dante: — Está falando sério?

Sasaki: — Obrigado Mugen também senti sua falta e dos demais. Tivemos algum progresso consumindo toda a energia de Dante e com certas tentativas falhas até um sucesso.

Mostra que todos estão com bandagens nos dedos e perto dos braços.

Dubhe: — Estamos bem Rin e acho que descobri o que precisa fazer para destrancar o poder de sua adaga? Trocamos e depois eu falo.

Órfão: — Roar ro roagra groarg? “Não achamos a bota, e vocês?”

Sasaki: — Novamente não entendemos você nessa forma monge. Poderia voltar ao normal? Como adiantei fomos a todos os templos e as reações foram as que conhecíamos de antes, adagas com aura vermelha e os números 3 e 4. Depois além das botas restavam os ingredientes humanos por assim dizer: unhas e pedaços de pele. Todos tentaram e Dante conseguiu com a sua adaga. Desculpe Dubhe acho que passei na sua frente… Da adaga dele só falta as Botas.

Arthlong/Kratos: — Essa bota é de quem mesmo?

Dubhe: — Ela explicou tudo. Sussurrado – chata. – — Aqui está sua adaga Rin quero a minha que tem algo de especial de volta.

Leon: — Botas de Wulfgan. O Deus das Viagens.

Rin D. Law: — Não tivemos sorte… não encontramos nada… o que podemos fazer é continuar procurando em templos.

Órfão: Voltava ao normal. — O mestre do monastério que era meu amigo me entendia sempre. Parecia triste, mas logo fica normal e diz — O deus que viajava, ele deve ter tido muitas botas, de tanto andar, achar uma não deve ser difícil.

Arthlong/Kratos: — Interessante – se imaginando na forma de lobo correndo por aí com uma bota que não permitia que o cansaço chegasse no seu corpo.

Dante: — Os templos devem estar vazios, visitamos três desse deus e nada.

Arthlong/Kratos: — Se for assim melhor, existem várias vai ser mais fácil achar do que somente uma.

Órfão: — Mas se ele fica ou ficava viajando, então ele nunca parava em seus templos para deixar a bota nos mesmos.

Dubhe: — Estava tão calma antes sem pessoas tão confusas como as desse grupo… brincadeirinha. Rin! Esticando a adaga para trocar. — Se quiser fazer o que dissemos tente arrancar uma unha… é um guerreiro não vai sentir muito.

Arthlong/Kratos: — Claro que parava, onde você acha que ele trocava por botas novas?

Órfão: — Humm, botas novas, mas onde ele arrumava as botas novas? Se eram dele?

Será que alguém fazia as botas dele? Seria mais fácil procurar esse alguém.

Dante: — Algo de errado meu amor. Ignorando as perguntas dos dois e fazendo carinho em Sasaki?

Rin D. Law: — Posso arrancar unha mais a prata me faz mal… enfim toma. Entrega a unha.

Arthlong/Kratos: — Os clérigos dele que faziam, ou você acha que para que um deus vai querer um clérigo para trabalhar para ele.

Sasaki: — Acredito que sim. E não tem a ver com os grupos reunidos, itens do ritual, deixa para lá.

Órfão: — Então os clérigos que sumiram faziam as botas dos deuses das viagens que parava nos templos para trocar de botas, então em quase todos templos deveria ter um par, mas no ultimo não havia nenhum tipo de calçado. Não acha isso estranho?

Rin arranca a unha e Dubhe antes de trocar deixa que a mesma esbarre na adaga do companheiro que ressoa vermelho e número 3 fica visível, a aura vai sumindo e adaga se torna dourada por um instante.

Arthlong/Kratos: — Se você fosse o guardião de um item mágico ia deixar ele dando sopa por aí?

Órfão: — Claro que não, quem da sopa são pessoas boas que dão sopa ou restaurantes, mas eu imagino que eles não deixariam assim a vista por isso procurei quase tudo lá.

Dubhe: — Viu estava certa sua nova adaga destravada pela minha.

Leon: — Pessoal uma adaga conseguimos completar o ritual, falta só a bota…podemos deixá-la para depois e ir ao próximo Santuário.

Sasaki: — Não…por favor, agora não… Grita Sasaki arremessando sua mochila para longe.

Arthlong/Kratos: — Você desarmou alguma armadilha? Passou por alguma passagem secreta? Consegue enxergar coisas invisíveis. Se olhar o que passamos para pegar cada item, pode esperar que esse também será complicado para conseguir, nada de só dar uma vasculhada e já pegar ele.

Quando um cone de luz surge e no chão surgem cruzados os símbolos da ampulheta e do crucifixo.

Dante: — SASAKI!!!

Mugen: — Meu Deus por ela? Por que agora? Se ajoelhando.

Dante: — Estavam discutindo sobre o que mesmo? – Olhando diferente para os demais e indo em direção da mochila de Sasaki.

Rin D. Law: — Que estranho…agora admito fiquei com um pouco de medo.

Leon: — Ampulheta e crucifixo, por que dos dois símbolos juntos?

Rin D. Law: — Isso eu não sei…, mas o que faremos agora?

Dante: — Deve ter algo aqui, uma pista… ela estava estranha sabia de algo e não nos falou. Tirando tudo da mochila de Sasaki.

Órfão meio assustado ainda mais porque estava distraído não argumentava sobre os símbolos e sim a ação dela. — Será que ela sabia de algo que não sabíamos? Ela falou gritou e conseguiu jogar a mochila antes de sumir.

Dubhe: — Calma aí Dante com Nathan foi assim também e com Mikaela… é isso.

Arthlong/Kratos: — Monge reze algo para ela descansar em paz.

Órfão: — Monges não fazem isso.  Falava ao lobisomem. — Ela sumiu também, vamos achar ela, já aconteceu antes eu avisei.

Rin D. Law: — Sei lá será isso um adeus ou um até logo?

Depois de mexer em tudo, Dante separa o símbolo sagrado, o arco de Sasaki que estava dobrado e afivelado sendo flexível e uma carta com um selo de um dragão em forma de serpente.

Arthlong treme um pouco. — Vamos entender o que acontece com esses símbolos aproveitando que estão recentes.

Dubhe: — Ela devia saber por que Mikaela e Nathan estavam com ela no desaparecimento coletivo de Arancione, o primeiro deles. E os dois sumiram. Mas por que agora?

Órfão: — Vamos aos de sempre fazemos? Os que tem adagas tocam o símbolo daí algo acontece.

Rin D. Law: — Pois é vamos testar Dubhe?

Novamente a busca de magia só revela que não é um teleporte e não tem sinal de onde é a fonte.

Dubhe: — Ainda trocadas ou quer a sua? Aproveitando a deixa.

Rin D. Law: — Tentamos dos 2 jeitos…. Vamos do jeito que está agora. Toca no símbolo.

Mugen se aproxima de Dante. — Não adianta se desesperar.  Dante afasta sua mão.  — Deve ser a carta, a abre e lê… ela realmente sabia e por não me disse queria o meu sofrimento eu só segui com vocês por ela, se não fosse isso minha promessa com Claude estaria quebrada muito antes, não sei nadar, não sei lutar direito, iria morrer, mas por ela eu morreria quantas vezes fosse necessário. Ele começa a cantar.

Nenhuma reação dos símbolos com a adaga de Dubhe.  E da sua com a amazona.

Órfão “O sumiço dela está fazendo reações diversas, mas foi uma péssima perda, se fosse eu pelo menos saberia algo! ” Vai ao símbolo e se coloca no meio e dá uns pulinhos como se foce para reativar.

Arthlong/Kratos malditos como ousam desafiar os meus poderes, quando minha magia retornar pagaram um preço alto.

Nenhum efeito da tentativa do monge, enquanto Dante cantava mais alto.

CANTO DE DESEPERO

Arthlong/Kratos “como é bom estar de volta” Puxando forte ar para os pulmões.

Dubhe, Abraão, Leon e o monge tombam no chão enquanto faziam suas ações de pé só Rin, Mugen e Kratos.

Arthlong/Kratos olhava rapidamente ao redor para entender a situação.

Rin D. Law: — Que estranho… – olhava os caídos – — Deveríamos fazer alguma coisa?

Dante se levantava. – — Três pior cenário que eu imaginava, mas fazer o que? – Ele fala algumas palavras e aponta o dedo para Rin.

Dante: — Maldição!

Rin D. Law: — O QUE??? Fica confuso.

Dante: — Lentos vou aproveitar disso.  Novo dedo apontando para Rin.

Mugen ainda tentando entender o que houve com Dante.

Vendo que o ataque falhou novamente. Ele começa a virar fumaça e some na frente de vocês.

Rin D. Law: — Que merda está acontecendo aqui? Alguém me explica? Fala ficando nervoso.

Mugen: — Deve ter algo na carta. Se aproximando com cuidado…e voltando melhor ver o que aconteceu com os demais. Seguindo até o monge.

Arthlong/Kratos: — Mais um traidor, esse grupo é todo errado.

Dante surge no chão perto de Dubhe tentando guardar algo na roupa.

Arthlong/Kratos: — Vão todos pagar por isso.

Vendo que apareceu ele saca sua adaga e começa a voar com asas de anjo que vão ficando negras.

Rin D. Law: — Estou pasmo vou acabar te matando hein Dante! Olha com olhar de susto.

Arthlong/Kratos: — Vamos testar. Se concentrando, esfera da luz eu invoco seu poder, mirando em Dante para gerar um feixe de luz nos seus olhos e lhe cegar.

No processo de conjuração da magia, Arthlong tentando voltar acaba fazendo o mago lançar a magia próxima de seus olhos, o cegando.

Rin D. Law: — Kratos… posso nocautear ele?

Arthlong/Kratos: — Não precisa nem perguntar.

Dante novamente aponta o dedo para Rin e ao mesmo tempo parece conjurar outra magia mexendo os dedos da outra mão.

Rin D. Law: — Dante… eu te avisei…. Saca suas espadas e corre contra Dante tentando atingir seu abdómen.

Dante está fora do alcance de Rin e temendo que sua melodia perca o efeito e os outros levantem em breve. Ele tenta lançar as duas magias, a de antes que ainda não acertou em Rin e a segunda que conjurava nos três.

Ao lançar sua magia correntes surgem do seu corpo e anulam o segundo efeito. Consumindo sua energia mágica por completo.

O monge e os demais inconscientes despertam.

Rin D. Law: — Galera ele enlouqueceu e está me atacando… posso matar ele? Pergunta tacando no ar.

Órfão: — O que aconteceu? Os saltos funcionaram?

Arthlong/Kratos: — Monge consegue acertar o cara que está voando?

Dubhe, Abraão e Leon se levantam e tentam entender o que aconteceu ao ambiente,

Mugen aponta para Dante.  – Por que ele faz isso, não sei como reagir?

Arthlong/Kratos: — Vamos testar essa então. Esfera da metamagia eu lhe invoco, concentrando seu poder ao redor de Dante tentando criar um pequeno vácuo para ele perder altura de voo.

Órfão: — Humm, certo tentarei deter ele! Saltava na parede com velocidade ampliada em direção ao rapaz sacrificava seus outros ataques +4, concentrando o golpe +5, mirando em sua cabeça para que o mesmo desmaie!

Kratos não consegue mirar sua magia devido os pontos borrados em sua visão e o monge não consegue saltar tão alto.

Dante acorrentado vê que não irá concluir seu objetivo e voa para longe o mais rápido que consegue. Quando uma espiral no ar surge e no céu três pessoas – uma criança, a mulher ruiva e o homem sem face que Lougan viu no navio, como a face de Nathan.

Todos emanam forte aura mágica, não são demônios, mas tem algo semelhante aos mesmos. De História não sabe nada específico.

Nathan: — Parece que tem algo do nosso interesse, temos uma vaga em nossas fileiras e objetivos semelhantes que tal uma aliança.

Órfão: — Porque ele faria isso? Será que eles queriam nossas adagas? Continua a olhar os mesmos dali enquanto checa seus pertences principalmente o seu japamala.

Arthlong/Kratos: — Dizer que são vocês seriam um começo muito melhor que esse. Vejo que consegue modelar seu rosto, controlador de demônios da doença.

Criança: — O convite não é a vocês…

Rin D. Law: — Então, é para quem?

Ruiva: — Exatamente Dubhe e Rin. É para aquele que se libertou das amarras… Dante.

Dante: — Eu aceito.

Dubhe: — Sua maldita. Procurando pela adaga de Rin….  — Onde ela está?

A espiral cobre os quatro e os mesmos somem no ar, antes de reação de Dubhe.

Órfão: — Então foi isso mesmo, eles queriam as adagas? Neste caso foram duas adagas?

Arthlong/Kratos: — Eles queriam algo do Rin, se é a adaga ela tem algo de especial que as demais não têm, caso contrário iria querer todas que temos. Posso ver a adaga Rin?

Rin D. Law: — Claro.  Entrega a adaga.

Dubhe: — Rin sinto muito como não destrocamos perdemos a sua adaga e a que estava com o traidor. Essa aí é a minha.

Órfão: — Mas Dante tinha uma adaga. Ele parecia boa pessoa. Mas eu tive uma ideia. Pegava a máscara e pensava no Dante.

Arthlong/Kratos pegando a adaga e tentando sentir todas suas propriedades.

Kratos sente uma forte aura na adaga e sente que a mesma quase o repele a soltando ligeiro.

O monge se torna fisicamente como Dante.

Arthlong/Kratos: — Isso parece praga, nada está dando certo.

Órfão: — Agora se funcionar, vamos ver o que ele tinha! Olhava o bolso do mesmo.

Duas adagas além dos eu equipamento, além do arco de Sasaki e o seu símbolo sagrado.

Órfão: — Pelo que vi ele levou as adagas, o arco e isso aqui que estava com a Sasaki

Mugen vendo que o grupo não tem muito que fazer volta a se aproximar da carta que estourou de vez a fúria de Dante.

Leon: — Quatro, cinco fala das pontas douradas. Parece que a maré virou contra nós.

Arthlong/Kratos: — O que seriam essas amarras que a criança falou? Aquele tal de Dante já tinha sido infectado pela doença?

Mugen pega a carta e lê em voz alta a mensagem e o ps. “Imaginei desde o dia que Mikaela sumiu e logo depois que Nathan e com tudo que descobrimos que minha hora chegaria, Mugen já pode seguir seu caminho sem uma tutora agora, aprendeu tudo que podia ensiná-lo. Dante meu sentimento por você não diminui em nada com a distância, qualquer que seja. Aos demais boa sorte e saibam se tudo que descobrimos é verdade eu estarei segura”

P.S.: Nakayama é o sobrenome que eu e me avô abandonamos, por que minha vó trouxe vergonha a família por pegar em armas rompendo tradições, nossa família perdeu posses e sofreu preconceito do vilarejo que vivíamos, como meu avô era nascido no continente central voltamos para cá, meu pai e minha mãe não terminaram a viagem, acreditamos que eles foram envenenados pagando pelos pecados de minha avó. Deixamos nosso sobrenome naquela terra e passamos a ser só Sasaki e Claude.

Dubhe: — Até onde vi ele estava preso em algo, a frase daquela vadia não faz qualquer sentido.

Órfão: — Então eram aqueles os inimigos? Será que tinha o Dante na parte da foice no local … droga, ele sabe do local, e agora sabe como entrar. Não é mais seguro.  Se é que foi um dia.

Leon: — Até onde sei Dante estava livre da doença.

Dubhe: — Eram o tal Clã maligno que contaminou algumas das adagas e agora tem outras duas. Rin é justo que fique com a minha até que eu possa devolver a que lhe pertence.

Arthlong/Kratos: — Se ela está segura quer dizer a ampulheta agiu antes do crucifixo, sua avó deve ter deixado alguma herança para ela, o fato de quebrar uma tradição e usar armas, essas armas devem ter sido usadas para algum tipo de guerra igual a que estamos enfrentando, encontrar esse tal Claude pode-nos das mais reposta.

Órfão: — Quem mais aqui é traidor? Não é o primeiro. Isso está se repetindo muito.

Arthlong/Kratos: — Pergunta inútil jovem monge o traidor não iria se revelar.

Órfão ainda transformado — Você não se revelaria se fosse traidor? – Perguntava a Arthlong.

Arthlong/Kratos: — Nenhum traidor se revelaria, isso é idiotice, ou… poderia ser um plano para lhe confundir psicologicamente…. A primeira opção é a menos complicada então será o que a maioria iria fazer. Contaminou com o que?

Órfão: — Ta bom, queria uma forma de saber isso. Tira a máscara e amarra novamente em sua roupa.

Arthlong/Kratos: — Mugen parece ser o mais chegado nela, quem seria o tal Claude? Sabe onde encontrá-lo?

Dubhe: — Na Torre, aquela que não foi. Piscando para ele. — Descobrimos que 3 adagas foram contaminadas pelo inimigo, seus rituais foram realizados, mas elas se tornaram armas malignas.

Mugen: — Ela era minha tutora. Sinto triste, mas diferente de Dante, Gamla não me deixaria cair em tentação das trevas. Claude é o seu avô um historiador, posso tentar lembrar onde ele vivia, não vai ser fácil com a minha memória.

Arthlong/Kratos: — Não sabe como foram contaminadas, isso seria de extrema importância para evitar fazer o ritual de outras contaminadas

Órfão: — Dante conseguiu e sabe como entrar em todos locais os quais sabemos, então nenhum lugar é seguro. Mas porque estão atrás das adagas?

Arthlong/Kratos: — Temos nome, sobrenome, historiador, então deve ser conhecido, não deve ser difícil encontrar, sugestão que sigamos ao templo de Tutte, as respostas sempre estão lá. Pelo mesmo motivo que vocês estão, apesar de não saber qual. Se as adagas abrem a biblioteca, deve ter algo de valor guardado lá que eles devem querer.

Dubhe: — Sei só que lemos lá. Mas acho que é fácil diferenciar uma contaminada de uma pura, afinal estivemos com várias adagas puras.

Órfão: — Humm, não sei, elas tecnicamente dizem algo sobre os sumidos. Deve ser isso, eles querem os que foram guardados que não podem ser contaminados por algum motivo eu creio.

Leon: — Eles querem manter seus planos com a Grande Lufada e nós queremos restaurar o equilíbrio.

Arthlong/Kratos: — Querem manter o atual panteão e vocês restaurar o antigo.

Órfão: — Eu só estou nisto para ajudar os desaparecidos, não sei desta onda de deuses.

Leon: — Isso não sei responder. Falei o que sei como Dubhe disse antes. É estranho suas perguntas excessivas, Arthlong partiu não é…. é por isso que parecia conjurar magias antes.

Arthlong/Kratos: — Da biblioteca só sei que tem a arma que mata demônios, se eles criaram uma doença que transforma seres em demônios, tal arma seria um problema se usada contra eles. Parece que está começando a identificar caro clérigo.

Órfão: — Nenhum deus ajudou em nada no monastério, nem em qualquer outra coisa que conheço. Porem os outros estão destruindo cidades e atacando pessoas boas isso é ruim.

Arthlong/Kratos: — Seu monastério faz preces a algum deus?

Mugen: — Vamos ficar discutindo como sempre perdemos dois companheiros de formas diferentes. Eu também creio que a verdade que nos contada é a de fato e que Sasaki esteja bem, mas o monge tem razão todos os lugares agora que visitamos, itens dos rituais e etc não são mais seguros e aí o que faremos, esperar, agir ou lutar. Eu escolho lutar. Sacando sua katana.

Dubhe: — Eu vou lutar e me vingar daquela ruiva maldita e dos demais. E devolver a adaga de Rin.

Arthlong/Kratos: — Sigo com o que disse anteriormente, vamos ao templo de Tutte, para saber sobre o passado de Sasaki, pode nos dar pistas do que procuramos.

Órfão: — Porque não vamos atrás de um dos inimigos o pegamos e vemos o que descobrimos?

Arthlong/Kratos: — Outra providência é falar com Akim para guardar aquela biblioteca, se eles conseguirem alguma adaga e quiserem usá-la para abrir alguma porta de lá.

Órfão: — Antes de irmos lutar então, temos que nos preparar, eles voam, ou lutamos em local fechado ou temos que arrumar uma forma de pega eles.

Arthlong/Kratos: — Com essa onda de ataques, alguém tem como contatar Akim, para saber onde tem um templo de Tutte com seus seguidores?

Mugen: — Akim aqui é Mugen que fala. Não tenho boas notícias?  Falando ao rádio.

Akim: — Akim na escuta.  Já sabem do último ataque?

Arthlong/Kratos: — Acabamos de ser atacados e perder 1 aliado e duas adagas, mas onde foi o último ataque? Consegue localizar um templo ativo de Tutte para nós?

Akim: — Aliados, adagas, Tutte? O ataque foi em Shussan nos desertos dessa vez não sei por que não afetou muitas pessoas, só que Gilan e Rickmond meus companheiros lá que investigavam o sumiço de magos de esfera de fogo e terra sumiram também e nada de símbolos por causa da areia.

Órfão: — Fale a ele que mesmo não gostando disto tudo, temos que partir para algo mais ofensivo.

Arthlong/Kratos: — Dante se soltou de umas amarras que não sei o que significa e se tornou um inimigo, a adaga de Rin e a dele foi levada, Sasaki também foi levada, mas pela ampulheta, estamos querendo saber o paradeiro do avô dela Claude, no templo de Tutte provavelmente iram no informar. Sabe com o que as adagas foram contaminadas, Dubhe falou que foram mais não sabe como.

Mugen: — Ele te escuta é só falar.

Órfão: — Akim, isso já me cansou, temos que fazer frente ao que está acontecendo, atacar eles de alguma forma. Melhor morte dos maus do que morte dos bons. Se não agir terei que fazer algo por eles, eu não suporto tanta dor e sofrimento é horrível.

Akim: — Ok. Por partes sei como entrar em contato com Claude sem precisar de um templo. Se deseja algo ofensivo podemos conversar, lembrando que não temos garantias nem em números nem em forças.

=== Azaroth ===

Algum tempo antes onde a história de Aztaroth parou.

Aztaroth: — Akim o que houve? E quem e você garoto?

Akim: — Agora estou melhor, mas vi minha morte de perto.

— Eu sou … não sei … não tenho nome ainda.

Aztaroth: — Como assim viu sua morte? Quem fez isso a você? Diga eu irei te vingar custe o que for. Sacava sua kusariadaga. — Ei sem nome, de onde você é?

Akim: — Foi ele que me levou para algum tipo de plano elemental, mas não teve culpa. Pensa como uma criança e seu corpo era protegido daquele lugar. Ele surgiu da mesma forma que eu criança e a tal de Serena, numa fogueira na cratera de Arancione.

Aztaroth: — Você deveria ter mais cuidado Akim, diga qual nossa próxima missão.

Akim: — Você parece bem da batalha, mas Golwen não está. Irá continuar sozinho?

Aztaroth: — Creio que sim não podemos perder tempo, me perdoe, mas Golwen está ferido por que não fui rápido o bastante, e como sabe que foi uma batalha?

Akim: — Shimogawa me avisou logo que voltaram e fui buscar o menino. Não especificou contra quem e como se deu. Só que lutaram e o elfo estava mal. Se está bem vou fazer o seguinte… vá novamente a terra dos anões para uma última busca lá que seria o próximo destino enquanto eu penso em algo melhor.

Aztaroth: — Tudo bem. Estou indo então. Teleportava

Voltando a terra dos anões que continua com objetos abandonados, botas em frente a muralha, mas vazia.

Ao chegar lá sente algo e vê longe dali um homem entrando na biblioteca de Hanes…

Aztaroth teleporta para o ponto de origem da visão.

Um MaDon anda pelas ruas de Hanes, ele entra na Biblioteca, quando do nada sua pele começa a cair, linhas negras surgem e ele se torne um pilar de trevas que estoura o telhado do lugar e espalha rapidamente a infecção. Os clérigos do templo de Wulgan, Tutte e Gamla somem levados pelos Shinpxs que saem do quarto portão.

Sem guardas a cidade não tem como se defender, mas ao atacar os novos demônios, maiores e mais fortes, eles começam a fazer perguntas de história, charadas, perguntam de deuses e demônios, sem respostas dos seus alvos, eles não sofrem qualquer tipo de dano, parecem imbatíveis.

Aztaroth olhava o portal do qual as criaturas saiam, e tentava ir fechar o mesmo.

Demônios gigantescos saíam dali. Eles paravam na sua frente e ao invés de atacá-lo perguntavam em coro – Qual é o primeiro que caiu entre os deuses?

Aztaroth: — Não sei, porém não sou como os outros. Sacando sua kusariadaga.

Como a cidade está cheia as criaturas o ignoram pegando um dos passantes e perguntando o mesmo. Outros vão andando e cortando pedaços dos pilares de sustentação da biblioteca com suas garras.

Aztaroth mirava no portal jogando a kusariadaga na boca de um deles saltando para as costas e usando a corrente de enforcadeira e girando o corpo do mesmo o arremessando contra o pilar usando do corpo grande para destruir o alvo.

Com as bocas abertas consegue acertar em um que segurava um homem e o joga no chão, o homem não consegue se levantar suas pernas estão quebradas. A outra corrente não consegue pegar o pescoço do alvo, mas o acerta sem feri-lo, na hora da força é você que se puxado pela força. O demônio o encarando de novo repete a pergunta. “Qual é o primeiro deus que caiu?”

Demonio

Aztaroth olhando para ele. — Não importa você vai morrer aqui e agora. Repetia todos os feitos.

Ele mesmo com os golpes acertando não parece sentir nada. O demônio avança contra você atacando com uma única garra.

A garrada passa longe de sua defesa, mas seus melhores ataque não infligiam dano, as pessoas eram infectadas a sua volta, outras que não respondiam também eram atacadas, as que falavam algo ou tentavam a sorte não…

Ao se atirar contra o homem seu corpo esquenta ao extremo e a doença encubada vai curando infinitas infecções que o preenchem é como se flutuasse e o tempo parasse, ao abrir os olhos só resta destruição e corpos pela cidade, pessoas realizam uma busca tem um símbolo igual à da capa de Akim.

=== Anya & Hentel ===

Anya: – Você é muito esperto! Tem vezes que não dá para saber porque você gosta de mim…. Seguindo ele até outra porta, e olhando o lugar com bastante atenção, mesmo vazio, poderia ter algo que fosse um tanto imperceptível à primeira vista.

Sem marcas no chão, desenhos na parede ou palavras como na outra sala. O chão de madeira não deixava pegadas, nem mesmo sujeira.

Hentel: — E tem como não te amar.  Fala de supetão enquanto procurava.

Anya olhava para ele com um sorriso, ele era lindo quando se declarava. Mas então seguia para a próxima sala, tinha que ser esperta que nem ele.

Havia outras duas portas abertas próximas, a que tinha o número 11 e da final do corredor. Direita ou esquerda eram as opções mais próximas.

Ela ia para a porta da direita. Outras descrições de rituais.

3º Ritual – Símbolo de Club alterado + Cabeça de Hidra + Penas + Livro de Capa Branca + Máscara de Disfarce + Unhas

4º Ritual – Símbolo de Wulfgan alterado + Botas de Viagem + Livro de Capa Branca + Penas + Passar por três templos de Wulgan + Pedaço de Pele

Hentel: — Reparou o padrão…

Anya: – Essas salas só têm rituais… odeio isso… Se tremendo toda, e lia sobre botas. Alec….espero que o pedaço de pele não tenha que ser dele! E pelo que vi… todos precisam desse livro de capa branca e penas… não é?

Hentel: — Alec o ele tem a ver com isso. O padrão segue o livro, as penas, visitas a templos e itens divinos.

Anya olhava em volta, chegava perto do ouvido de Hentel e falava. – Eu achei ele, perto da cratera, ele fala estranho, e dizia que as botas haviam levado ele até ali. E Akim falou que ele seria importante. E esse ritual faz menção a botas de viagem!

Hentel: — É pode ter razão, outro motivo para até segunda ordem mantê-lo longe desse grupo. Só que fiquei curioso penas tem relação com anjo, mas queria ter esse livro branco em mãos. Será que conseguíamos isso com a ajuda de Akim? Dando um beijo inesperado.

Corando com o beijo dele. – Olha… assim eu vou gamar mais em você do que já sou! E realmente, não quero Alec muito envolvido nisso… ele é um menino bom. Indo para a outra sala. E penas… bem, Serena tinha asas… pensei que talvez fossem as penas dela!

A sala a frente é vazia como a outra e fica do mesmo lado da marcada com o número 11, atiçando sua curiosidade do por que daquelas do lado direito do corredor falar dos rituais e do lado esquerdo não ter nada pelo podiam perceber.

Anya: – Estranho isso, não é? Será que essa adaga quebrou? Todas desse lado (apontando para o direto) tem os rituais e do outro não…. Pera…pera…pera… será que fizeram os rituais daquelas que talvez tivessem naquela sala? E por isso as inscrições podem ter sumido? Olhando Hentel, afinal, ele sabia mais sobre isso que ela.

Hentel: — Acredito que não. O Clã não teve acesso a esse lugar descobriu dos rituais do conhecimento de Marco de Lucca sobre os pergaminhos de todos os conhecimentos.

Anya: –Não falei do clã…. Mas é… aqueles tapados do grupinho maravilha não devem saber muito o que fazer…. Mas agora amor, só falta a que a adaga nos mostrou, vamos?

Hentel: — Ainda tem a porta aberta ao final do corredor, mas tenho medo de ver o que tem lá. Lembra é a sala dos retratos dos desaparecidos, incluindo os marcados com a foice.

Anya: –Porque medo? Olhando para ele. – Olha a medrosa aqui sou eu tá… nem vem com essa! Sorrindo para acalmá-lo. –Tem certeza, que não quer ir?

Hentel: — Vamos na porta que desconhecemos e depois para a última com os retratos.

Anya: –Como o meu futuro marido desejar! Entrando na sala indicada.

Ao se aproximar da sala com o número 11, a adaga volta a brilhar mais forte e uma corrente de prata sai atravessando o número, a porta e a porta some. Revelando algo que flutua no centro da sala.

Anya olha aqui, e fica meio pasma, mas sem pensar duas vezes, ela entra e se aproxima do que brilha.

O item em questão é uma Chave com as cores branca, preta, amarela, azul, roxa e cinza se misturando, como se estivessem vivas dentro da chave.

Achando aquilo tão bonito, Anya sem querer fica um tanto hipnotizada, e coloca a mão no objeto.

A sala some e pessoas gigantescas podem ser observadas cinco delas conversando, Hentel está ao seu lado de mãos dadas e ouve atentamente.

Na criação.

Cinco homens gigantescos sob seu ponto de vista aparecem como sombras sob o céu noturno, parados ali flutuando no espaço.

Cyéus: – Tem certeza disso? Não acha arriscado começarmos algo desse ponto de vista.

Shiro: – Não. Acho que assim as nossas criações terão forças para lutar contra tudo que existe, já nos preparamos para uma rebelião entre nós, criando tudo que os Cinco Antigos pediram. Agora é hora de prepararmos o futuro.

Aliester: – Eu concordo é melhor que eles sejam fortes mesmo.

Dario: – E quais serão as regras?

Shiro: – Iremos conversar com calma, não pode ser algo muito fácil e também nada impossível, não cabe aos humanoides atos impossíveis.

Arthur: – Então vamos definir tudo isso antes de começarmos a criação…

Algum tempo depois disso, Aliester aponta o dedo e dele sai uma forma humanoide, seu Avatar.

Aliester: – Dessa vez seremos nós os responsáveis e você o guia, a primeira tentativa foi frustrante espero maiores avanços dessa vez.

Maego: – Já escolheu as almas?

Aliester: – Quatro delas e mais uma guia.

Ele caminha até um grande lago tira uma gota de água e assopra, virando uma bolha branca e arremessa a um planeta.

Aliester: – Que inicia sua nova missão de recrutamento Maego.

Maego: – Que assim seja!

Maego salta na terra próximo a pirâmide.

Ela aperta um pouco a mão de Hentel, e fica ouvindo o que eles falavam.

A visão continua… algumas pessoas entre elas os irmãos Bulan, Henrique e Maisa surgem como se viessem de dentro de um espelho.

Anya: – Mas…. Somente fala isso e continua a observar.

Lougan: — Segundo avatar que vejo, além de vários deuses, isso virou rotina.

Shaka: – Carambaaa… já vi pessoas saindo de tudo que é lugar…. curioso…

Lougan caminhando até a pirâmide, quem sabe não encontro a pergaminho do conhecimento

Shaka vai andando junto com Lougan.

Maego: — Vejo que completaram sua jornada. Finalmente chegaram na última memória, daqui para frente é descobrir o resultado de tudo que fizeram.

Lougan: — Quem foram os 5 escolhidos Maego?

Maego: — Gorgov, Dan, Noah, William e Adelaide. Isso faz tanto tempo para vocês que talvez nem os tenham conhecido. Com exceção da guia que conseguiu um bom grupo para completar a missão.

Lougan: — Quem são esses 5 ancestrais que os supremos falaram?

Maego: — Althorus, o Deus da Morte. Cosmus, Deus do Espaço. Tempus, o Deus do Tempo. Mafeen, Deusa da Vida e Silverbolt, o Deus da Lua.

Shaka: – Temos um deus da Morte e outro da Vida… um do tempo e estamos perdidos nele curioso não?

Lougan: — Não estamos perdidos Shaka, já disse que estamos visitando o passado.

Maego: — Eles não são deuses desse mundo que conhecem. São de outros. Foram os criadores de nossos criadores. Por tudo é um ciclo infinito. Para daí vem a lição dos ciclos de quase 100 anos.

Lougan: — A missão desse jogo qual era, nos deixar forte, fortalecer o laço das raças, mas porque isso qual o objetivo final?

Shaka: – Agora por que esses deuses estão fazendo isso conosco?

Lougan: – Para nos sacanear ou porque não tem mais o que fazer, essa seria a resposta do dançarino – ahahahaha.

Maego: — O objetivo final talvez não venha rápido. Vai depender do que aprendeu com as memórias e do retorno de vocês ao seu tempo. Os deuses quiseram prepará-los, por que os mesmos não estavam quando se mundo entrou em conflito por causa dos atos de Kevin Luminaire.

Shaka: – Então nós fomos treinados para combater o Luminaire?

Maego: — Luminaire deveria estar preso. Só que ele acabou tendo sua essência libertada, porém alguém muito antigo o conteve. Alguém que conhecem.

Lougan: — MJ a mando de Silverbolt.

Maego: — Isso. Na verdade, fazendo um favor para Silverbolt, mas em parte por sua escolha. E não Shaka o objetivo não era combater Luminaire.

Pengikut Bulan / Luna Bulan: — Bla… a competência de poucos nem sempre é o suficiente para suprir a incompetência de muitos! O meu objetivo está claro. Deuses não mais são necessários! Superá-los e eliminá-los devemos para o nosso próprio bem. Falava Pengikut! Enquanto Luna dizia. — Eles deveriam ser perfeitos, mas não, só reconhecerei novamente caso reconheça a sua perfeição.

Lougan: — Foram que disseram ao prender MJ, Luminaire e seus antepassados.

Maego: — Eliminar os deuses gerou todo esse ciclo. Se acha que esse é o melhor caminho mesmo com as memórias falhamos em nossa mensagem. Os Supremos prenderam Luminaire, mas não Mothan Joefhi, sua história é antiga mais antiga, outra história de um deus sendo destituído de seus poderes.  Algum de vocês tem mais alguma dúvida? A hora se aproxima.

Pengikut Bulan / Luna Bulan: — Destruir um deus criou isto… eu digo em destruir todos! Diz Pengikut.

Lougan: — Já sabemos dessa história de Mothan, dúvida?? Quem sabe uma dessas, como destituir um deus de seu poder ou como retirar os poderes das esferas de poder de alguém que as possui

Maego: — Sobre os deuses sou proibido de falar isso é um tabu para os Supremos. Das esferas não há solução. Só o cárcere.

Lougan: — Como os colocar nesse cárcere então?

Maego começa a se tornar um borrão.

Hentel: — Parece que vivenciamos uma memória dos heróis

Anya: –Eu não entendi uma coisa… MJ é mau? Tirar os poderes dele? As esferas do poder… ele as possui é isso? Um tanto confusa com essa última parte.

Hentel: — Acho que MJ é bom dentro dos princípios comuns de bem e mal. Pelo que entendi. E as esferas devem ser a esferas mágicas que criaram os Magos das Esferas.

Anya: – Acho que entendi.. Posso ficar com a chave? Já pegando a mesma.

Anya: –Vamos explorar mais um pouco desse lugar! Guardando a chave na bolsa.

Resta só a porta dos retratos ao final do corredor. Quatro colunas… no primeiro o símbolo do portão com Akim, Serena, Rufio e mais duas pessoas.

Depois o símbolo da ampulheta com Nudriel, Mikaela, Nathan e Sasaki, entre outros.

Seguido do símbolo do crucifixo com Sasaki e outros desconhecidos.

E por fim a coluna com os pilares: Finnias, o camaleão, um halfling, um Madon, um humano e no final Hentel e você…

Anya: – Vo…Você é um pilar? Olhando para ele, respirando fundo para não chorar.

Hentel: — Imaginei que eles trocariam minhas funções, sair do clã não seria a troco de nada. O jeito é pensar numa forma de reverter tudo isso.

Anya: –Vamos falar com MJ…. Ele falou que ia tentar me curar, pode tentar curar você também. Nem comecei a viver com você… está proibido de me deixar.  Abraçando ele. – Você ainda me deve dois filhos! Uma casa linda no campo, e morrer velhinho ao meu lado!

Hentel: — É o que desejo, mas há pessoas manipulando tudo, precisamos lutar contra eles. E sinto muito adiantado pelo que vou dizer, mas acho que precisamos nos aliar ao grupo maravilha para isso.

Suspira. – Hentel… eu faço tudo para que você fique eternamente ao meu lado. Fazia uma carinha triste. – E entenda uma coisa, se você morre, eu morro junto. Não há nenhum mundo que eu consiga viver, se você não estiver lá. Pegando na mão dele. Se é o que precisa, não vou mais arrumar confusão com eles, eu me aliarei a eles, e farei tudo que for necessário para você deixar de ser uma arma para aqueles caras!

Hentel: — Vamos primeiro sair daqui e voltar até Akim. Depois pensamos nisso. Um passo de cada vez, ele vai querer saber sobre o que vimos aqui com a adaga contaminada. E falando nisso sei como reverter a contaminação só que algo extremamente perigoso a se fazer.

Anya: –Podemos tentar, e fazer tudo isso. Mas… podemos ir ao templo de Aphnes? Depois disso, realmente não quero mais perder tempo algum com você! Meio triste, não sabendo se ele queria cumprir a missão primeiro e deixaria os desejos de menina dela um pouco de lado. Ela sabia que estava sendo egoísta com isso, mas não resistira.

Hentel: — Vamos ao de Gaetano. Quem sabe o povo de lá com coragem não fugiu.  Sem querer pensar em mudar o foco.

Abraçado ele. – A Gaetano. Os teleportando para lá.

A cidade não parece vazia como as outras. Lá nada mudou, os crimes nas ruas, os animais junto ao público. Anya se lembra de sua visita anterior com Joseph e Serena. E a sua frente está o templo de Apnhes.

Anya: –Você me espera no templo? Volto bem rápido!

Hentel: — Ok. Minha senhora…  Rindo e entrando no templo, mesmo com tudo que viu e sabia que iria acontecer, parecia o Hentel que conheceu em seus primeiros dias aqui.

Anya sai meio apressada, indo a uma loja, comprando um vestido branco, como era tradição, o vestia, e prendia os cabelos um pouco. Afinal era o casamento dela, não tinha ninguém, mas ainda assim, iria casar com o homem de sua vida, se lavava bem rápido na loja, e comprava algumas flores. Se esqueceu completamente das alianças, mas isso não importava para ela. Logo colocava a capa por cima, diziam que dava azar ele ver antes do matrimônio o vestido. E ia para o templo encontrar Hentel. -Amor?

Ele a aguardava com vestes melhores que as que pegou no armário e um conjunto de pulseiras iguais. — Acho que faz mais o nosso estilo essa joia do que alianças. O que acha?

Anya: – Eu acho perfeito! Dando um selinho nele. – E o padre?

A sacerdotisa de antes que falou sobre a criança está ali e lhe dá taças de vinho, colares de flores e amarram um cordão na cintura dos dois. Rezando, cantando, dançando, festejando, bebendo e no processo os casando.

Eles agora casados, ela já tinha mostrado o vestido, e um colocava a pulseira no outro. Mas feliz do que hoje Anya achava que não poderia ficar nunca mais. – Agora sim, podemos voltar para o quartel de Akim! Falava sorrindo, depois que os dois estavam saindo dali. Já está tarde, devemos retornar! Beijando ele mais uma vez, e indo para o quartel.

Hentel: — Na na nina não. Tem uma outra promessa a cumprir antes de ir e que o mundo nos aguarde. Precisamos terminar essa celebração.

Anya: – Como? Olhando para ele, ainda sem entender tudo. O que mais havia para terminar?

Hentel: — Na última noite falou que só poderíamos ficar juntos de fato depois de casados. Aqui estamos.

CASAMENTO

RITUAIS

1º Ritual – Símbolo da deusa da morte alterado + Templo + Penas + Braseiro + Livro de Capa Branca + Sangue

2º Ritual – Símbolo do deus da forja alterado + Forja + Espada de Lâmina Vermelha + Sementes + Livro de Capa Branca + Penas + Fios de Cabelos.

3º Ritual – Símbolo de Club alterado + Cabeça de Hidra + Penas + Livro de Capa Branca + Máscara de Disfarce + Unhas

4º Ritual – Símbolo de Wulfgan alterado + Botas de Viagem + Livro de Capa Branca + Penas + Passar por três templos de Wulgan + Pedaço de Pele

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