CONTO DAS SOMBRAS – NOVOS DESTINOS

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

O grupo no Santuário das Águas vence a Hidra de Gelo e consegue a cabeça necessária para um dos rituais das Adagas. Depois de uma rápida passagem por Maksla vão ao encontro de Akim que informa que o mundo já sabe dos ataques devido a divulgação de um jornalista que estava em Hanes durante o acontecido.

Hentel é acolhido com Anya na Base do Grupo Épico e aproveitam o tempo de descanso antes de voltar para a batalha agora como traidores do lado inimigo.

CONTO DAS SOMBRAS

=== Abraão, Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki ===

Akim aguarda seus companheiros e espera por algum questionamento.

Órfão: -- Porque outros não podem saber, deixe que eles saibam assim estarão mais precavidos, temos que focar é em acabar com isso, no nosso caso é encontrar os sumidos, que precisa antes achar as adagas.

Akim: -- Certos assuntos ao ouvido de todos só gera caos desnecessários, algumas cidades só tem aventureiros a protegendo, mas com certeza a paranoia de não saber quando e onde serão esses ataques só irão aumentar.

Uma porta na sala se abre e Shimogawa, o MaDon oriental e Pietro a Makkyn-na padre chegam a Sala de Reuniões.

Órfã: -- Bem, o que temos que ver agora é como vamos ir a sala das portas se esta tudo destruído?

Akim: -- Eles mencionaram algum tipo de visão onde viram o grupo que abriram os portões e disseram estar num lugar onde só poder divino funcionava, isso lhe diz algo?

Pietro: -- Fala de Hanes não é? Vamos pensar nisso daqui a pouco o ideal é focar.

Shimogawa: -- Falando nisso. Todos viram essa visão podem dar mais detalhes. 

Órfão: -- O próximo passo seria voltar a sala secreta para abrir nova porta ou ir atrás dos próximos elementos para os rituais? Detalhes... não é isso, eles estavam lá chegaram e fugiram dai apareceram novamente dentro do espelho e os que acabaram de fugir voltam pelo espelho e parecem querer lutar.

Shimogawa: -- Isso que viu deve ser uma passagem deles pelos portões... pareciam estar numa cena em que não deveriam estar, saíram do espelho ou algo assim, como se fosse uma cortina. Talvez seja importante para o futuro da missão saber disso. E como mencionou só poderes divinos funcionando deve ser Fahrzeug, Majien ou Symia que tem áreas anti-magia.

Órfão:-- Estranho, porque não funcionam magia nestes locais?

Shimogawa: -- Isso vem da criação do mundo. São áreas anti-magia naturais, talvez pelo avanço tecnológico ou algo que a tecnologia faça como barreira. Ou poderia ser o contrário, a tecnologia se desenvolve ali pela falta de magia para suprir certas necessidades.

Akim: -- Nossa que bom que tem vocês para explicar. Do outro grupo parece que tem muitos como eu, que são como cegos no meio de uma batalha quando se trata desse tipo de assunto.

Órfão: -- Estranho, os magos devem achar isso muito ofensivo. Magia não existir em uma área ou ser bloqueada. E eles não poderem tirar coelhos dos chapéu nem abrir portais dimensionais.

Dubhe: -- Sei que a visão parece não dar em nada agora que tal os outros assuntos, o menino Rufio, não é isso? E o que mais falou pelo rádio em Maksla.

Órfão: -- Radio, não sei disto. Mas ajuda dizer que fomos levados ao fundo do oceano onde tinha varias bolhas para pegarmos uma adaga e lutamos contra uma hidra marinha?

Akim: -- Ok vocês falaram do menino, falo nele primeiro depois dos símbolos.  Como disse esse Rufio é igual a mim e Serena, que apareceu em Inpergoh sem saber de onde, eu ainda bebê, com a marca do portão naqueles símbolos da biblioteca. Ele parece vir de algum lugar com conhecimento do que acontece aqui, mas como restrições e tem poderes sobre elementos.

Órfão: -- Humm, eu também não sei de onde vim, viro um animal e acho que não tenho marca, mas praticamente somos iguais não? - Sorria.

Shimogawa: -- O que falam é do segundo santuário do oceano não é? Pelo que posso ver conseguiram a adaga e estão todos aqui, já é um excelente resultado. Que marca que fala menino sem nome?

Arthlong/Kratos: -- Se não entendeu eles vieram de um lugar diferente dessa terra, você vira animal, é da sua raça, uma raça terrena igual a minha.

Órfão: -- Seila o Akim que falou! - Muito tentado coloca a máscara imaginando copiar o Akim e então repete o que ele diz - -- Como disse esse Rufio é igual a mim e Serena, que apareceu em Inpergoh sem saber de onde, eu ainda bebê, com a marca do portão naqueles símbolos da biblioteca. - Retira ela e a guarda novamente.

Akim: -- De onde veio isso monge?

Pietro: -- É a máscara do Disfarce de Qlub?

MÁSCARA DE DISFARCE
Órfão: -- Isso? Eu ganhei no fundo do oceano. Mas entendeu que simbolo ele falou né? Sabe algo me tomou e tentou me comer derretendo e absorvendo, é legal né? Gostei dele.

Arthlong/Kratos: -- Deve ser uma água viva.

Órfão: -- Água viva? Pensei que a água era só algo que se bebia e não tinha vida como pedra. Vish, eu podia ter morrido?

Akim: -- O símbolo que mencionei são aqueles dos desaparecimentos e surgimentos: a foice, a ampulheta, o crucifixo e o portão. Sou do símbolo do portão, Serena e Rufio também.

Arthlong/Kratos:- - Não pense em nada estranho não exista, a magia torna isso possível.

Órfão: -- Foi  o que falei também, eu sou igual a você mas acho que não tenho nenhum símbolo no corpo. Eu fui deixado no monastério. Dai começou esse desvirtuar da conversa. Hehehe.

Shimogawa: -- É ela mesmo, os Santuários estão guardando item importantes como o braseiro, a forja e espada de Zarpho e agora a Máscara dos Disfarces do deus das Diferenças. Encontraram outros itens em sua jornada que desconhecem, posso ajudá-los a identificar?

Arthlong/Kratos: -- Onde esta essa forja e esse braseiro que todos falam, eu quero vê-los.

Abraão McHearth: -- Eu fora a adaga não tenho nada.

Dante: -- Estavam no primeiro santuário, mas preferiu ficar longe do grupo.

Mugen: -- Eu achei o rosário, mas acho que entendi o que faz. Obrigado de qualquer forma?

Órfão: -- Eu achei esta máscara, não vão querer tirar de mim né? Eu gostei dela. Bem, eu de item importante para mim atualmente só é um, o Japamala de alguém importante para mim.

Arthlong/Kratos: -- Será que eu preferi ficar longe, ou vocês que preferiram não nos acompanhar?

Akim: -- Então enquanto veem se tem os itens vou falar dos doze símbolos divinos alterados até o momento. E depois explicamos como voltar a Hanes...agora talvez seja até mais seguro que antes pelo menos a vocês...

Arthlong/Kratos: -- Quem esta com esses dois itens? Quero vê-los.

Órfão: -- Eu queria achar logo as pessoas, e acho que ir em busca disto foi o certo! Falava para Arthlong.

Dubhe: --- Você e o paladino foram para longe enquanto continuamos acho que é a resposta é só essa...

Mugen: -- Eles ficaram no santuário Arthlong? Rin nem sequer conseguiu se aproximar da espada em segurança, acho que o mesmo aconteceria com você.

Arthlong/Kratos: :-- Foi uma retorica, eu não preferi nada, apenas fiz algo que tinha que ser feito e não cabe ficar me jugando como se eu tivesse ido lá porque não estava afim de andar com vocês, assim como Dante parece insinuar.

Órfão: -- Discutir isso não vai mudar muita coisa, porque não vamos a biblioteca destruída e vemos se conseguimos ter acesso a parte secreta novamente?

Arthlong/Kratos: -- Eu sou O FERREIRO, a forja não ira me recusar!

Akim: -- Sobre os símbolos. 

Zarandhes - Novo símbolo do Deus da Morte - Foice com uma corrente brancas a envolvendo

Zarpho - Um x vermelho sobre a forja e a espada

Qlub - O símbolo da hidra com cabeças de raças comuns, tem uma nova cabeça entre elas – uma cabeça negra sem olhos

Wulfgan agora tem pegadas na direção contrário

Juren Lei, a máscara rachada ao meio por um relâmpago 

Sagramor todos os dez brasões banhados a sangue. 

Pesphen: Uma pessoa doente recebendo uma colher de um frasco marcado com veneno – a colher está derretida e o veneno caindo no chão.

Guzzler: Uma panela e um chapéu de cozinheiro – Líquido negro saindo da panela e o chapéu com chifres.

Torben: Uma máscara de mergulho, uma bola e uma asa delta - Todos os itens estão com características demoníacas, e a bola é a cabeça decepada de um anjo.

Aphnes: dados e cartas de baralho  - Dados de ossos e lâminas sangrentas

Nordeaur: A nuvem dourada – Um nuvem de insetos negros 

Aled: Um homúnculo  - O homúnculo com doze braços diferentes

Shimogawa: -- Com isso ficam ciente de tudo que mudou nesses quase dez dias longe. E fico tranquilo a máscara surgiu no seu caminho é sua menino sem nome.

Pietro: -- Como Akim disse a cidade não está sob efeito de infecção, está livre sem guardas, sobre a proteção de membros menores de apoio a Brigada que vão deixá-los entrar na biblioteca para verificar se algo mudou.

Órfão: -- Os símbolos são bem interessantes, o do dono desta máscara do tal deus dos disfarces algo assim, o Qlub agora tem uma cabeça nova de hidra. E lutamos contra uma hidra, sera que tem algo haver? A é esqueci de dizer que fiquei preso em uma bola de uma das bolhas. Tinha uma bolha a qual eu fiquei preso e me mandou para o que seria o passado, porém era como um pensamento do que tinha sobre o passado dai apos falar com os que estavam fora eu sai de la.

Shimogawa: -- Vou anotar isso para analisar junto as outras informações.

Dubhe: -- Se tiver tudo certo posso levá-los a biblioteca.

Arthlong/Kratos: -- Dubhe pode me emprestar aquele braseiro novamente?

Órfão:-- Então é esse o destino novamente, o estranho é que já achamos estas adagas de todas as formas possíveis. Uma ate saiu de dentro da Dubhe. Outra no fundo do oceano, outra em uma torre a qual formos por uma igreja enquanto a outra fomos pelas salas. Só posso dizer uma coisa, estamos tendo muita sorte.

Dubhe: -- Não lembro se o braseiro estiver comigo depois vejo isso, melhor não mexer nisso agora. Posso ir a biblioteca?

Órfão: -- Vamos logo, os outros já estão pensando para onde vamos né? 

Dubhe pega a adaga dá um sinal de adeus para quem fica e a gira falando algumas palavras. - -- De volta a Hanes...como sempre.

Estão de frente a porta principal da biblioteca, a cidade não tem ninguém a vista, o símbolo da foice com o número 4 está bem próximo do acesso principal da biblioteca, e eles se lembram vagamente do ritual que viram nas bolhas - quem estava presente na bolha quando o monge retornou de sua prisão no passado.

Arthlong/Kratos: -- Foice? Morte? Demônios.... cabeças irão rolar.

Órfão: -- Então, vamos começar a buscar, eu lembro que tinha duas entrada uma dentro a qual esta destruída é logico, e uma fora, temos que achar esta do lado de fora que era no chão.

Dubhe: -- Estranho. Antes conseguiu teleportar para os corredores subterrâneos, será efeito do ataque ou do símbolo no chão.

Leon: -- Pelo que entendi esse lugar só marca onde os portões dos demônios se abrem ao ataque da doença, dificultando as defesas da cidade.

Arthlong/Kratos: -- O caminho a se seguir deve ser aberto pela nova adaga, vamos ver pra que lado ela reage.

Órfão: - Junta todas elas.

Dubhe: -- Não vou fazer isso, faremos do modo difícil. Abrindo a porta com um chute.

Dante segue a furiosa companheira com Sasaki e Mugen.

Leon: -- Tem o tal alçapão não é? Acho que isso que o monge e Dubhe estão falando. Seguindo.

Órfão: -- Eu tentei fazer isso, mas é coisa magica esta porta! Só abre com a adaga. E sim é como uma porta no chão vimos ela quando a biblioteca estava fechada e viemos, durante a noite até se não me engano.

Arthlong/Kratos: -- Agora sim estão falando minha língua. Avançava na porta chutando a mesma com força também.

Quem vai na frente, vê que o lugar parece ainda mais destruído agora que quando o monge derrubou metade das estantes. E seguem até próximo ao alçapão, Dubhe e Mugen retiram suas adagas e uma luz cobre a todos os levando para o corredor subterrâneo, com suas 10 portas, 5 de cada lado e a porta final com os desenhos. Quatro abertas até agora. Uma quinta reage a adaga nova e mostra o número 5 nas mesmas. Se lembrando do ritual anterior ele aponta a adaga e uma corrente de prata sai da adaga e faz a porta desaparecer.

Arthlong/Kratos com um reação natural se afasta da corrente extintivamente.

Órfão olhava como sempre não gostava de entrar na frente, principalmente por caso entre na frente não possa salvar os outros caso seja uma armadilha.
Mugen e Dubhe vão na frente vendo que o grupo sem reação.

Dante, Sasaki e Leon vão em seguida e falam algo sobre um objeto flutuante como o "cubo" de antes.

Órfão olhava pela porta dentro da sala, evitando entrar de primeira vista, como o seu recuo até hoje só o beneficiou assim como outros ele decide mantê-los.

Arthlong/Kratos segue analisando o caminho para evitar armadilhas.

Nada de armadilhas, só um disco de madeira divididos em 4 cores: vermelho, azul, verde e amarelo.

MANDALA
Arthlong/Kratos analisando o disco para ver o que seria.

Leon: -- Da última vez que tocamos um objeto aqui visitamos aquela memória. Posso fazer o mesmo?

Órfão: -- Claro, pode ir, se algo pular em suas costas e te agarrar e tentar te amassar até a morte, eu te ajudo.

Abraão McHearth sabendo que sua adaga tem o poder de ver o futuro... Pega a adaga e levanta para tentar saber sobre o futuro.

Leon: -- Obrigado de qualquer forma monge.

Abraão vê uma cidade cheia...diferentes das atuais vazias, um elfo andando pela rua rápido e o mesmo grupo de antes - da outra visão espalhado pela cidade.

Outros respondem positivamente e Leon toca na Mandala.

O grupo novamente desaparece dos subterrâneos e surgem no meio de uma cidade movimentada. Costeira, com um torre de sino ao centro, uma grande área comercial. Um elfo anda pela rua rápido seus cabelos são naturalmente vermelhos. Ele chega a taverna e procura Brennan.

Órfão: -- Então, vamos procurar não é?  Sorria de leve.

O elfo chega a taverna.

Elfo Ruivo: – Olá Brennan?

Brennan: – Você o que está fazendo aqui? Já tive problemas há pouco tempo e agora que tudo se acalmou. 

Elfo Ruivo: – Vim ajudar nossa amiga Adelaide a levantar o escudo?

Brennan: – E só?

Elfo Ruivo: – Claro que não. Vim visitar os amigos. 

Brennan: – Amigos?

Elfo Ruivo: – Você, Adelaide, o seu segurança ali, os que sobreviveram. 

Brennan: – Não deseja missões, não é?

Elfo Ruivo: – Já tenho muitas missões. Tenho uma para você. E logo terei de ir procurar nossa amiga, não posso falar mais que isso. Tome! - Tira e lhe entrega uma pedra vermelha com um símbolo. -- Há pessoas presas nesse lugar contaminadas por uma doença nova.

Brennan – E tenho cara de curandeiro?

Elfo Ruivo: – Sei que pode achar um curandeiro e curá-lo. Antes que a mesma se espalhe e tenhamos uma nova raça.

Brennan: – O que está dizendo?

Elfo Ruivo: – Um mago chamado Marco De Luca criou uma doença de laboratório com a ajuda dos cientistas de Imansiz. 

Brennan: – E como uma doença pode criar uma nova raça?

Elfo Ruivo: – Boa pergunta. Eu ainda não tenho a resposta. Iria pedir ajuda a nossa amiga invocadora, mas ela tem feito o papel de guia muito bem feito. Contando com a ajuda do grupo de Liu. Ela penou, mas talvez consiga concluir sua missão. 

Brennan: – E o tal escudo é para que?

Elfo Ruivo: – Proteger seus empregados e os tesouros da mansão?

Brennan: – Tesouros?

Elfo Ruivo: – Coisas escondidas aos olhos dos curiosos.

A cena se conclui. E o elfo está ao lado de Juan. Morgana e Pengikut na mansão. Lougan pela cidade. Henrique e Maísa acabam de chegar a taverna. E Shaka de comprar seus itens.

"Juan o que ouvi agora a pouco foi você? Pareciam outras vozes? Quem está falando que pareceu ressoar em sua mente."

Juan Stark pegou o copo, seus olhos se apertaram. Ele estava controlando a sua fúria. A vontade era de esganar aquele elfo de cabelos vermelhos. "Volkatz, isto tudo que ouviu, está acontecendo aqui, agora em minha frente. Um elfo Ruivo está conversando com Brennan, sobre tesouros escondidos na Mansão de Adelaide, suponho. Uma aventureira que estava em nosso grupo, mas morreu. Não sei o que faço, a minha vontade é arrancar a cabeça deste elfo do pescoço dele".

"Não sei se escutei direito, mas o elfo parece ajudar os infectados, não é culpado de nada.

Juan Stark: "Volkatz, sim, eu percebi isto. Ele está tentando impedir esse Marco De Luca. O que não entendi são esses tesouros na mansão de Adelaide, ele comentou sobre ela estar fazendo bem o papel de guia, me sinto manipulado."

"Disso não sei já ouvi falar da mesma, mas sem detalhes. Zero e Merick também não me passaram muito sobre ela antes de partir."

Elfo Ruivo: -- É comigo que está falando o da bebida amarga aí?

E Lougan chega a taverna onde já estavam Henrique, Maisa e Juan.

Juan Stark: -- Como é que sabe? - Juan olhou para o copo torceu a boca. - -- Você nem tomou. Juan pegou e deu mais um gole em seu drink.

Elfo Ruivo: -- Já tomei tudo que esse cara aí fez.

Juan Stark:  -- Não até que eu fiquei enfurecido. E você, o que é? E este cabelo vermelho, você tem cara de ser de algum lugar do norte. 

Elfo Ruivo: -- Eu sou um elfo clérigo de Kiuni e mago dos cinco escudos. Vivo em Versch atualmente que fica ao norte. 

Juan Stark:-- Me fale mais sobre esses 5 escudos, o que são esses escudos? Elfo Clérigo e Mago, nossa, quanta coisa.

Elfo Ruivo: -- Cinco escudos é uma denominação para as cores da magia. E agora não aceito nada, obrigado de qualquer forma. Preciso partir e tentar salvar a vida de uma amiga. Ainda que não saiba como.

Juan Stark: -- Hey, calma. Eu poderia lhe ajudar?

Elfo Ruivo: -- Acho que não. O lugar é perigoso prefiro salvar vidas a perdê-las. E nem te conheço direito, já me ofereceu bebida, e agradeço a cortesia, mais que isso seria abuso.

Juan olhando o elfo se levantar avista Henrique e Maísa na Taverna também. - -- Ok então, boa sorte em sua missão. Juan levantou sua mão e acenou. Assim que viu o elfo virando as suas costas, foi correndo em direção a Maísa e Henrique.

Arthlong/Kratos: -- Armas, interessante. Seguia o tal que foi comprar armas para conseguir alguns metais. Aquele clérigo que vi na cidade, o que ele esta arrumando por aqui?

Arthlong segue Shaka até a loja de armas. Arthlong/Kratos tentava se comunicar com o dono da loja.

O dono do lugar não parecia te ouvir.

Órfão continua olhando enquanto imaginava o que era aquilo! Uma memória, uma visão ou alguma outra coisa.

Dubhe: -- Será que essa doença aí não é a que dos ataques de agora, se sim faria sentido vermos as memórias dos heróis do passado.

Arthlong/Kratos tenta pegar algum metal por ali.

Leon: -- Marco de Lucca é um antigo vilão do grupo pelo que sei que sobreviveu a batalha de Darjeeling. 

Sasaki: -- Isso mesmo é um mago poderoso que foi mencionado em algumas partes da história recente, mas que não tem origens certas e depois sumiu.

Arthlong não consegue tocar os itens como se fosse um fantasma.

FANTASMA
Todos voltam a sala da biblioteca, a mandala que flutuava cai no chão aos pés de Arthlong.

Arthlong/Kratos: -- Essa tal de magia é uma coisa realmente irritante, nos levando de um lado para o outro. Pega a mandala e começa a mexer, vai funciona.

Nenhuma reação além de um calor vindo do item. O item parece perigoso pela análise de Arthlong.

Leon: -- Outra memória agora mais esclarecedora que a outra. Como só coletamos uma adaga parece que agora é procurar pelos ingredientes restantes.

Órfão: -- Eu pensei um pouco, será que as pessoas valiosas que não podem se infectar podem estar dentro daquele troço que foi entregue para o rapaz achar a cura?

Sasaki: -- Pode ser que sim. Aquilo seria uma chave para encontrá-los, ou só curá-los. Mas até onde sabemos quem foi levado não foi infectado. Não é isso?

Órfão: -- Eu não sei disto, pode ter acontecido, pelo que entendi seria isto, mas em todo caso pode ser algo parecido pelo menos.

Leon sai e volta de porta em porta para ver se tinha algo na sala do cubo, ela estava vazia, depois segue para as portas com os rituais para ver o que seria mais fácil de buscar agora.

Órfão: -- Eu vou ver se mais alguém apareceu na lista! Vai ate a lista de pessoas para ver se havia novas pessoas.

Arthlong/Kratos: -- Isso parece perigoso, então é melhor levar com a gente para evitar de alguém mal intencionado usar. O que acham?

Na sala final do corredor a única mudança a primeira vista nas imagens era que Aztaroth não estava mais ali nos desenhos...seria ligado ao fato de Akim mencionar que ele tinha se afastado dos inimigos.

Dante: -- Quem vai entrar aqui sem adaga, se é perigoso mesmo é o melhor lugar para ficar.

Órfão: -- Tem algo diferente aqui. Será que ajuda em algo? Fala para o corredor e os daquele local ouvirem.

Dubhe: -- Leve se é o que acha?

Mugen: -- Algo diferente onde? Mostre-nos.

Órfão: -- Acho que algo mudou aqui, acho que foi alguém que conheço.

Mugen e Dubhe o acompanham até a sala do final do corredor. Leon e Sasaki verificam as salas com os rituais. Abraão e Rin só aguardam...sem ação.

Arthlong/Kratos ia seguindo os demais levando o item e tentando se acostumar com a energia emitida.

Órfão: -- Ta vendo falta algo desda ultima vez se não me engano.

Leon: -- Pessoal pelo que entendi a tal Bota de Viagem deve ser um item como o braseiro e a máscara referente a Wulfgan, o deus das viagens, ou seja, o item mais difícil até o momento e os mais fáceis continuam sendo as visitas aos templos com símbolos profanados. Deveríamos focar nisso. Se confiassem as adagas travadas a mim e um grupo menor poderíamos fazer mais coisas ao mesmo tempo. A adaga de Rin ainda pede o símbolo de Qlub alterado, penas que é simples e unha não especificado de quem. A de Dante tem as tais botas que mencionei.

Sasaki: --  O desenho de Aztaroth, ele deixou de estar entre os da foice. Talvez Akim tenha dito a verdade e a porta nos mostrou isso.

Órfão: -- O que ele disse sobre esse tal Aztaroth?

Arthlong/Kratos: -- Se esses itens estão aqui e teoricamente pertencem a um deus, quer dizer que esses deuses são os caídos?  E perderam ou esconderam seus itens para os outras não pegarem?

Sasaki: -- Disse que Aztaroth abandonou os inimigos de fato e agora atua ao lado da brigada.

Órfão: -- Então quer dizer que todos que estão na foice são inimigos? Olhava para aquela lista tentando ver as faces para não ter surpresas.

Dante: -- Parece que sim, só que esses itens o cubo e a Mandala não estão nos itens do ritual. Temos de focar nos outros. Tenha uma proposta. Que tal dividir e fazer uma troca...

Dubhe: -- A foice representam aqueles que são sacrificados entre os inimigos para trazer a doença as cidades e ampliar os infectados.

Mugen:  -- Que proposta?

Órfão: -- Mas ele não foi, sacrificado pelo que falaram então muitos podem estar por ai.

Dante: -- Eu, Sasaki, Dubhe e Leon num grupo e os demais no outro. Trocando a adaga de Dubhe pela de Rin só por enquanto, assim poderiam ir aos Santuários ou Igrejas e marcar o padre como é necessário enquanto realizávamos essa parte do ritual que só toma tempo e mais nada. Com as adagas 3 e 4.

Arthlong/Kratos: -- Prefiro seguir com Leon.

Abraão: -- É melhor o mago ficar e eu ir no lugar. Prefiro essa parte mais movimentada.

Leon: -- Não sou mago, mas tudo bem...

Órfão: -- O importante é todos estarem seguros, pelo menos em teoria, principalmente as mulheres, se tivermos baixas nos abalará bastante, vendo que nenhum lugar é tão seguro né, e lembrem o que aconteceu com o nosso colega que sumiu no cemitério. Não esqueci dele, e não posso desistir do mesmo. Por isso não quero que outros sumam de nenhuma forma.

Arthlong/Kratos: -- Quem sumiu no cemitério?

Órfão: -- O nosso mago, ele abria uma porta que dava em outro lugar.

Dubhe: -- Sou forte o suficiente para defender e provar que o que fiz de errado na sua visão vai ser apagado. Cuido de Sasaki pode deixar e ainda tenho Abraão que é um bom guerreiro e sabe magia e Dante que um grande fonte de informações. Vamos realizar os passos menores dos rituais e nos reagrupamos.

Órfão: -- Humam... tudo bem, não sabemos o que outros planejam então quanto mais rápido melhor. Vamos resumir então, o grupo o qual vou vai atras dos rituais e os seu, vai atras das igrejas por informação e provavelmente rituais possíveis também?

Dubhe vai até Rin. - -- E aí de acordo em favor a troca temporária, sabe como essa adaga é importante para mim. Ela saiu do meu ventre é como um filho, mas o tempo urge e os ataques estão acontecendo num período mais curto a cada vez então...

Rin: -- Troquemos então. Estendendo sua adaga.

Arthlong/Kratos: -- Saiu do seu ventre? Mas que merda é essa?

Dante: -- Isso marquem o padre com o pentagrama, procurem sobre os Santuários e informações das botas e deixem o resto conosco.

Órfão: -- Sim Arthlong eu falei já achamos adagas de muitas formas essa acho que foi a mais estranha.

Sasaki: -- Nathan é um amigo que fazia magia e sumiu quando fomos ao cemitério procurar Serena e a adaga saiu da barriga de Dubhe literalmente.

Arthlong/Kratos: -- Então você deveria amamentar sua filha - ahahah, enquanto ria se transformava em lobo e rolava pelo chão achando muita graça de tudo aquilo.

Rin: -- Para começar. Saindo daqui. - Ele repete o que Dubhe falava e voltam para o lado de fora da biblioteca.

Sasaki: -- Aqui é o bastante temos templo de Wulfgan na cidade para começar nossa jornada aqui mesmo e depois a magia de Abraão e Dante. Que tenham sorte na sua jornada.

Órfão: -- Certo. Agora qual é o próximo item da lista do ritual e por onde podemos começar? Sorria.

Arthlong/Kratos: -- Vamos onde está a forja, onde é mesmo?

Leon: -- Não ficamos responsáveis por muitos itens só pelas botas, mas não tem pistas. O ideal é ir a outra Igreja de Gamla com a adaga e marcar o padre como o Dante sugeriu. Só que antes é melhor ver se alguém tem algo para fazer na Hanes agora cidade fantasma.

Órfão: -- Qual bota? Tem alguma pista?

Arthlong/Kratos: -- Marcar o padre ou ser marcado por ele? Olhava com cara de como se estivesse ficando mais inteligente. Eu queria alguns metais, mas esse povo fica com essa onda de tratado de paz.

PENTAGRAMA DE PROTEÇÃO
Mugen: -- Algum outro padre me marcar como fez com os outros portadores de adagas. Perto daqui tem a Igreja do Gambero Rosso pelo que me lembro é a mais próxima, só que é outra cidade onde terá restrições quanto adquirir material bélico amigo ferreiro, então vamos ao norte para Gid´eon.

Leon: -- As botas de Wulfgan pelo que disse e sem pistas.

Órfão: -- Eu tenho uma ideia, mas pode dar errado. Se eu virar esse Wulfgan e encostarem na bota? Sorria parecia contente.

Leon: -- Como é Wulfgan? Monge?

Órfão: -- Eu não sei. Essa era a parte de vocês. Não tenho culpa se não fizeram sua parte! Virava um pouco a cabeça e levantava as mãos e ombros com a palma das mãos para cima.

Arthlong/Kratos: – Esse realmente é um grupo engraçado - hahahahah, rolava no chão na forma de lobo - você já viu um deus?

Mugen: -- Parece que ficamos com a parte da marca primeiro. 

Rin: -- Quando autorizarem vamos para Gid´eon.

Arthlong/Kratos: -- Vamos, vamos, quero encontrar logo materiais para novas armas.

Órfão: -- Humm, eu tenho a máscara de um deus, vamos pegar a bota de outro! Vamos fazer uma roupa dos deuses. Humm... seria interessante, esses seres fortes que chamam de deuses. Tudo bem né.

Rin gira a adaga e aparecem numa cidade com o chão coberto de grama verde... deserta com as demais que passaram desde que a notícia dos ataques se espalharam. Homens de camisas negras e listas brancas veem na sua direção assim que teleportam.

Há uma Igreja de Gamla a sua esquerda com um símbolo na porta, outro pentagrama diferente daquele no pulso de Rin e os demais do outro grupo de busca.

Arthlong/Kratos fica atento no grupo que se aproximava.

Órfão olhava o ambiente como já era costumeiro, mas não ligava para pessoas vindo em sua direção, estava meio convencido.

-- Alto lá desconhecidos. Quem são vocês de onde vem? Sabem sobre as restrições? Estiveram em algum lugar contaminado? Mostrem mãos, pescoço e pernas? Rápido. Eles não pareciam carregar armas de qualquer tipo.

Arthlong/Kratos: -- Somos um grupo de viajantes, não temos a doença se é o que deseja saber, nosso objetivo é exterminar essa doença, se tiver algum doente em estágio inicial posso tratar dele agora. Tomava a liderança e repetia o mesmo da outra vez que fora questionado por guardas.

Órfão: -- Lugar secreto, sim, sim, não quero.  Respondia pensando.

-- Lugar secreto que falou aí? E como temos garantia que exterminam a doença, algum documento? Não temos contaminados aqui pela graça de Torben e não queremos ter.

Arthlong/Kratos: -- Meu documento é a minha palavra, a garantia é uma demonstração.

Órfão: -- Fiquem calmos, somos as pessoas que investigam os desaparecimentos também, não estamos infectados. E não queremos infectar ninguém, se não acho que Akim e os outros teriam feito algo.

Mugen: -- Conhecem Akim Yerik não é? Vou contatá-lo. Ligando o rádio.  -- Akim é Mugen precisamos de sua ajuda.

Akim: -- Mugen na escuta. Com uma voz abafada. -- Juízes de Gid´eon essa é parte da Brigada Bieldpolter permitam a passagem livre deles por aí. Ele menciona algumas leis...e desliga.

Juiz: -- Ok. Estão livres pela ordem do Conselho do Rei.  Se afastando com os demais.

Arthlong/Kratos: -- Que restrição foi essa que falou, não me diga que é contra o comercio de armas e materiais para sua confecção.

Órfão: -- Ta vendo eu falei. E mesmo assim acho que podíamos acabar batendo em vocês. Apesar de eu querer evitar e muito. Temos que achar uma botas sabem de algo? Perguntava aos soldados ali.

Eles partem sem ouvir as últimas frases, levando em consideração a honestidade do monge pelo bem do grupo afinal ninguém ali sabia ao certo o que eram os Juízes de Gid´eon.

Leon: -- Enquanto Mugen faz sua marca na Igreja pode procurar o que desejam na cidade com cuidado.

Indo com o padre e Rin até a porta, o padre bate de leve e o sinal na porta emana sua e depois a mesma se abre.

Órfão: -- Esperem por mim, os soldados se deram bem comigo, podem querer voltar para tentar me bater. Logo seguia Rin.

Arthlong/Kratos anda pela cidade a procura de algum ferreiro.

Um padre humano abre a porta. -- Passaram no teste são bem vindos?

Órfão: -- Eu não sei lhe responder! Fala ao padre.

Ao andar pela cidade, Arthlong sente algo se desfazendo e Kratos finalmente é libertado depois da restrição do anjo na Igreja.

Mugen: -- Acredito que sim.  Entrando. -- Sabe o que venho fazer aqui? 

Padre: -- Ser marcado para acessar o próximo Santuário.

Rin: -- Exatamente e sabe algo a respeito das Botas de Wulfgan? 

Padre: -- Sobre isso desconheço.

Arthlong manda um pensamento para Kratos...hahaha se lasco ladrão de corpo.

O padre tira o rosário e ao levantar a roupa de Mugen para fazer o desenho o mesmo surge ali sob os olhos de todos os presentes.

Arthlong depois de se vingar mesmo em pensamento de Kratos encontra um pequeno comércio local, onde encontra para sua glória  havia armas e metais.

Arthlong/Kratos: -- Olá senhorita, estou precisando de metais para forjar equipamentos, o que tem a me oferecer?

Órfão: -- Vamos marcar logo, como é isso e para que é isso? Olhava estranho.  -- Não quero pertencer a ninguém caso seja marcado hein! Porque marcávamos comida para saber de quem era, pelo menos os garotos quando os adultos sabiam davam uma bronca pois se apegar a coisas materiais é errado.

A atendente responde que só metais comuns e o padre fala que Mugen não precisa ser marcado e que a mesma não representa isso só que eles são portadores de Adagas e podem acessar os Santuários.

=== Anya & Hentel ===

Hentel: — Como disse as pessoas que espionavam parecem perdidos, o único que questiona não faz ideia do que enfrenta.

Anya: – Eu sempre achei isso, eles não entendem muito o que tem em mente para fazer, eles seguem estratégias que nem sempre dão certo, e perdem muito tempo as vezes no que não interessa! Quando eu tentava ajudar, eles não me ouviam, por isso não conseguia ficar com eles!

Hentel: — Ok sabemos que ele vão a tal biblioteca. Já esteve lá?

Anya: – Se for a mesma de antes, sim, já estive com Serena. Por falar nisso, preciso visitar ela, ou ela vai achar que eu a abandonei!

Hentel: — Isso tem pouco tempo, acho mesmo necessário correr o risco agora que sabe dela e que passou essa informação para … Fazendo sinal para o rádio.

Anya: – Não falei que ia agora, só falei que iria! E então, o que vamos fazer? Ir a biblioteca com o grupinho maravilha?

Hentel: — Não sei o que garoto lá sugere, melhor aproveitar que foram embora e perguntar. Esticando a mão… — E depois procurar um padre que não corro da gente para a parte principal.

Anya: – Sim, vamos perguntar a ele – dando a mão para Hentel – e não vejo a hora de encontrarmos um padre! Indo com ele encontrar Rufio.

Voltando orientados pela memória e com ajuda do grupo de apoio da base. Eles retornam a sala de reunião com Akim e Pietro.

Anya: – Olá senhor Akim, Pietro, bom dia! Então, estamos preparados para fazer a missão que nos falaram ontem! Olhando para eles, ainda de mãos dadas a Hentel

Pietro: — Bom dia…aos dois.

Akim: — Ouviu tudo pelo rádio, não mencionei você, Hentel ou Alec ao grupo. Só que a ideia é enviá-los a biblioteca, só que eles foram para lá. Não sei se a ideia é a melhor. O que acham?

Anya: – Bom, eles não costumam gostar muito de mim, principalmente por Aztaroth! Eles conhecem Hentel, eu acho! Não sei se eles confiariam em mim novamente!

Um rádio na mesa começa a falar algo. — Senhor Akim temos novidades pessoas apareceram em Chateau Plaza, e não se trata de alguém como o menino e o senhor e sim de heróis antigos e do líder Kraus, até então desaparecido. Os mando a base?Akim pegando o rádio. — Melhor não… vou verificá-los antes e tenho uma dupla esperando por uma missão aqui. O que acham? Olhando para os dois.

Dando de ombros e olhando para Hentel. – Acho ótimo… o que acha Hen..?

Hentel: — Quem sabe além da missão podemos cumprir nosso destino meu amor. Mantendo o aperto firme. — A Chateau Plaza. Os dois somem no ar e surgem na cidade destruída durante a transformação de Finnias e que levou Joseph a morte.

No centro da mesma está um grupo de 6 pessoas de um lado e outro grupo com dezenas de soldados com uniforme da base e alguém que parece ferido e cansado do outro.

Seus olhos param no grupo de 6 pessoas, duas delas eram conhecidas… os irmãos Bulan.

Anya: – Aff aqueles dois estão aqui! que coisa… Eles queriam matar os irmãos de Serena, não gosto dele. Falando baixo para Hentel, em seguida caminhando até o grupo de 6 pessoas, afinal, era ali que eles deveriam cumprir a missão.

Hentel: — Conheço alguns deles além dos Bulan. Aquele é Henrique e sua esposa Maísa, acha que as meninas mais novas são suas filhas. Aquele junto com o outro grupo é Kraus Sieg, líder do grupo épico que sumiu durante o ataque a Chateau Plaza.

Pengikut: — Olá quem está aqui para a reunião!

Luna: — A menina com a Deusa Caída que invadiu nossa casa.

Henrique: — De quem estão falando?

Maísa: — Do bonito casal ali.

Anya dá um sorriso para Maísa. — Agradeço o elogio! E eu não invadi a casa de vocês… estava abandonada e aberta, um convite para mim, se me permite falar. Mas perdão senhores Olhando os heróis. A que devemos a honra de achá-los aqui? Além do obvio fato do mundo não estar bom ultimamente para se viver!

Henrique: — Heróis foram chamados como eu previ durante nossa despedida e Shaka passou na frente com aquele bastardo do Dryscan.

Maísa: — Deveria gostar dos seu afilhado. E o casal realmente é bonito.

Pengikut: — Heróis chamados aqui estamos para proteger nossa família.

Luna: — Vou fingir que isso basta como explicação. Cantarolando.

As meninas permanecem em silêncio.

Os homens avisam que Akim enviou pessoas da base, e Kraus se aproxima.

Kraus: — Tenho um mensagem a vocês. Apontando para os heróis – e que poderia levar a Akim por mim, não sei se vou…

Anya: – Ele é meio irritado né? Olhando para Maísa. – Com todo respeito senhor Henrique! De vocês Bulan, não espero muita coisa, na verdade, acredito que muito pouco se importam com o mundo, na exceção quando afeta sua família. E senhor, pode falar que direito o que for preciso… porém acho que o senhor Akim gostaria de vê-lo não?

Kraus: — Não sei se tenho tempo vou tentar falar tudo que descobri. Primeiro…os heróis do passado de certa foram são responsáveis por parte do que aconteceu.

Tudo começou com a libertação de Luminaire e Mothan Joefhi na Pirâmide dos Espíritos da Lua e continuou após sua passagem pelos portões, que não foi simples e causou interferência, fora isso a mensagem que deveria ser passada ao mundo foi ocultada por eles e só lançaram boatos sobre o que de fato acontecia nos três meses que ficaram sumidos. Sobre a Ascensão e principalmente sobre a missão que os irmãos Bulan tomaram para si de destruir os deuses do mundo, que estavam de mãos atadas pelas Cinco Supremos não podendo ajudar no chamado “jogo dos portões”.

Precisam ficar de fora disso ou só irão complicar ainda mais…

Ele começa a cuspir sangue, seus olhos ficam brancos, um grande clarão cega a todos e ele some com um marca no chão…de uma ampulheta.

Os guardas tentam procurar por ele apavorado.

As meninas finalmente falam.

Maryan e Myrian: — O que ele disse é o certo a se fazer papai e mamãe.

GÊMEAS

Maísa: – Sei que sempre falam a verdade então não podemos interferir.

Henrique: — Peraí…isso é culpa sua Pengikut?

Pengikut: — Minha e de todos que atravessaram os portões.

Luna: — Não bote a culpa só no meu irmão. É melhor nos retirarmos. Os deuses precisam pagar, os outros pagaram por 600 anos ou mais não seria justo.

Henrique: – Ok todos iremos nos afastar eu aviso Shaka e … Dryscan.

Anya: – Nossa… é muita informação…. O “jogo dos portões”tem a ver com portas fechadas com inscrições de coisas como “o mago não sangra só quando se machuca.”? Ou Seria outro e confundi? E se afastar…. afastar de que? E por Aphnes o que aconteceu com esse homem??? Olhando em volta, deveria estar acostumada com coisas loucas acontecendo, porém não sabia exatamente o que fazer ainda.

Hentel: — Posso a ajudar a esclarecer algumas coisas, mas é melhor que seja longe deles. Fala próximo do seu ouvido.

Balança a cabeça positivamente para Hentel, de forma discreta.

Henrique: — Melhor partirmos. Ele dá as mãos para as filhas e a esposa o abraça e ele some num pilar de fogo.

Pengikut: — Gostei desse efeito. Repetindo. Segura a mão da irmã e some também.

Hentel: — Tudo pronto para falar. Pelo que entendo o nosso Deus Negro ou melhor Marco de Lucca é o responsável por aproveitar dessa falha dos heróis e tomar a vaga do primeiro deus que caiu, Zarpho, o deus da forja, que era o homem que viu no espelho da Torre quando foi em missão com o grupo maravilha como os chama. As portas daquele lugar guardavam informações de como restaurar esse equilíbrio quebrado ou seja, consertar o que o desfecho dos jogos dos portões causou a Inpergoh.

Anya: – Mas o que eles estão fazendo só vai atrapalhar… foi isso que eu entendi?

Hentel: — Não. Reunindo as 12 adagas elas irão abrir os portões para Seraphia, onde está guardado um objeto desconhecido que pode consertar tudo que mudou. Só que por ora as adagas estão espalhadas com eles, com o clã e nos santuários, e para abrir os portões certos rituais precisam ser realizados para liberar seus poderes. Essa que está com você já teve o ritual feito só que foi maculada com energia do clã e seu poder foi convertido naquele veneno mortal que respinga.

Anya: – Compreendo! Realmente é bem complicado para minha mente pequena. Vamos ver se com o tempo vou melhorando. Então agora… voltemos ao quartel e relatemos tudo, depois veremos o que fazer. Dando as mãos a Hentel, e teleportando ele com ela para o quartel.

Passando pelas barreiras do lugar está de volta a base. Akim está sozinho e parece saber do sumiço de Kraus pela expressão triste.

Anya: – Sinto muito pelo homem senhor! Ficando meio triste por ele. – Deseja descansar um pouco?

Akim: — Lamento o que foi dizer. Mas não há tempo para isso. Os guardas disseram que vocês que estavam mais próximos ouviram suas últimas palavras… quais foram… por os heróis que mal chegaram para ajudar já partiram, Shaka moveu seu exército para longe de novo.

Anya: – As palavras certas fora… (Falando o que homem havia dito) E Henrique falou que iria avisar a Shaka e Dryscan para se afastarem, assim como os heróis deveriam se afastar!

Akim: — Ok. Então parece que não podemos contar com os heróis do passado e com Kraus – limpando lágrimas – sinto muito mais acho melhor ir para a biblioteca agora… use a adaga e veja o que ela revela para seguir em frente. Não podemos perder tempo. Desculpe pedir por algo ou arriscar sua atuação fazendo trombar com o grupo, mas…

Anya: – Estou mais preocupada, em eles arrumarem confusão comigo! Porém vamos tentar, veremos o que podemos fazer no caminho. Ainda de mãos dadas a Hentel. – Vamos amor?

Hentel: — As suas ordens. Sorrindo. — Tem uma vantagem nessa história toda, ficar de mãos dadas o tempo inteiro contigo.

Olha para ele sorrindo. – É verdade! é tão bom que esqueci de soltar! Fazendo eles sumirem com a fumaça.

Em frente a porta da biblioteca da cidade pode ouvir vozes do grupo, não aí e a porta arrombada é o sinal para entrarem rápido e a adaga mesmo travada começa a se iluminar como se fosse uma tocha.

Respirando fundo ela fala. — Vai ser complicado… Vamos…. porque essa adaga está brilhando? Entrando na biblioteca.

Hentel: — Elas mostram o caminho por assim dizer…sei de informações, mas nada em campo quando cheguei no clã eles já tinham as adagas e depois de um tempo me tornei o responsável por uma delas.

Vocês se aproximam e uma das poucas estantes intactas quando a luz os cobre e estão num corredor com 5 portas de cada lado e uma no final do mesmo. Cinco delas abertas, a do final do corredor e duas de cada lado. A adaga agora mostrava o número 11 e reagia com um porta perto do final do corredor.

Indo para a porta indicada. – Bem, acho que é sua chance de descobrir o que elas fazem. Poderíamos depois dessa parte da nossa missão, teleportar para um templo habitado, o que acha? Chegando a porta, e olhando para a mesma, procurando informações.

Hentel: — Excelente, sei que desejo isso muito mesmo. Mas que tal olhar as outras antes da que foi indicada…

Anya: – Podemos fazer, só achei que essa seria a mais certa! Sabe como eu sou, objetiva! Olhando para ele. – Bem senhor, onde deseja ir primeiro!Fazendo uma brincadeira com ele

Hentel: — Começamos do início do corredor afinal aparecemos lá atrás. Porta 1 a direita minha senhora.

Anya: – Muito bem… que a porta numero 1 se abra… e qual será o prêmio atrás dela? Indo até a mesma, e fazendo o mesmo, analisando antes de abrir, para ver se havia armadilhas, charadas, e fechadura.

Não há portas … só passagens que deveriam haver portas em certos lugares. E nada de armadilhas.. e etc.

Dentro duas frases.

Uma de cada lado da parede.

1º Ritual – Símbolo da deusa da morte alterado + Templo + Penas + Braseiro + Livro de Capa Branca + Sangue

2º Ritual – Símbolo do deus da forja alterado + Forja + Espada de Lâmina Vermelha + Sementes + Livro de Capa Branca + Penas + Fios de Cabelos.

Hentel: — Ingredientes de rituais. Símbolos alterados quem construiu esse local sabia do futuro ou parecia que sim. Quem sabe foram os tais irmão de Rufio?

Anya: – Pode ser! Esses são os rituais para as adagas? Guardando os rituais na mente.

Hentel: — Parece que sim, mas são específicos. Talvez para as adagas com o grupo.

Ele vendo que não tinha nada mais ali segue para a porta em frente. E se depara com um lugar vazio.

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