CONTO DAS SOMBRAS – ENCONTRANDO SAÍDAS

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Depois de tentar entender as esferas de águas cheias de armadilhas, o grupo perdido finalmente se reúne e libera a última esfera, o presente de grego uma Hidra de Gelo de 7 Cabeças.

Fora do Santuários das Águas, o menino batizado Rufio de chamas negras nos olhos abre o coração de Anya que resgata Hentel e uma das adagas de prata do Clã do Dragão Duplo se tornando fugitivos com habilidades especiais.

CONTO DAS SOMBRAS

=== Abraão ,Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki ===

O monge contra-ataca, mas a hidra defende virando rápido a cabeça. Dubhe corta o monstro com sua adaga, ele erra o padre, Arthlong também apara. O grupo parecia estar em certa desvantagem.

A hidra também erra Dante, por sorte e seu jato de gelo congela os dragões, Drake ainda é acertado pelo garra. E Leon e Sasaki pegos pela baforada.

O paladino mesmo com os movimentos lentos na água bloqueia a cabeça que o ataca. A aura azulada em sua katana se manifesta novamente durante o aparar.

Dante e Dubhe não conseguem agir também devido aos problemas de não nadar direito.

Jin vendo que todos precisavam de ajuda, se aproxima de todos ficando num ponto estratégico para que ele possa usar seu poder divino – . “Ó todo poderoso Gamla, nos ajude nessa hora de dificuldade, me de o poder para que eu possa ajudar meus amigos… Benção Celestial!”

Com todos curados. Os congelados não podem agir e o paladino ainda não tem seus movimentos livres na água, a Hidra ataca novamente usando um segundo sopro de gelo em Dante e Dubhe. Seguido do sopro ácido de outra cabeça nos 6 congelados.

As outras 5 cabeças avançam contra aqueles livres: o monge, Arthlong, Abraão, Mugen e Rin.

O monge consegue defender, porque seu contra-ataque falha, Arthlong apara, Rin e Abraão sofrem o ataque.

O padre defende do ataque, mas a Hidra vendo que ele curou os adversários o corta com as duas garras.

Arthlong nada contra o monstro e desfere um ataque com sua kusarigama.

Órfão: “Esse bicho que me matar! Tenho que me defender pelo menos, não só a mim a todos! Como posso fazer isso… não da para pensar assim tão rápido, mas meu mestre, to ate com uma roupa mais parecida! Irei com tudo!”

Mudando sua estratégia para golpes concentrados e mais velozes o monge consegue desferir 5 dos seus 6 ataques na Hidra, que já estava ferida, no último no seu rosto surge a máscara que saiu da bolha e alterou sua roupa, reagindo com a adaga de Rin – a número 3. O gelo dos congelados vai se rachando e o grupo é arrastado por uma corrente de água junto a besta para o centro da sala, a mesma tomba e dela surge uma nova bolha que os permite que respirem, do alto da bolha a adaga de prata desce rápido cortando uma das cabeças da Hidra de gelo e congelando o que restou do corpo, novamente a adaga de Rin reage e depois todas as 5 adagas se iluminam junto aos pentagramas nos pulsos de Dubhe, Abraão, Rin e Dante.

Jin agora podendo respirar dá um grito – Haaaaaaaaaaaaa… que dor… Jin colocava sua mão sobre seu ferimento, parecia que ele estava esquecido de como era lutar e isso o fez ficar um pouco temeroso – . “Como isso pode acontecer… como eu sou tão frágil assim? Não sei como mas… tenho que ficar cada vez mais forte… a única opção que tenho no momento é me agarrar na fé e deixar que ela conduza a minha vida!” Agora mais calmo Jin observa o grupo para saber se todos estão bem.

O único ainda inconsciente era Drake. Os outros se levantam como podem. Leon, Dante e Sasaki estão cobertos por um segunda pele brancas, cabelos congelados, pele meio arroxeada e feridos com vários cortes pelo corpo, o ferimento de Mugen realmente era o maior, a garrada da hidra talvez até onde se lembre de foi o ataque mais mortífero que já presenciou.

Órfão meio ofegante senta em algum lugar por ali e observa os outros, principalmente se estavam bem e logo se coloca ali para descansar um pouco – — Aahh… meus músculos estão rígidos ate agora… não é tão inteligente se esforçar tanto de uma vez hehehe, mas pelo menos deu certo.

Rin: — A cabeça da hidra…obrigado monge por tudo que fez na batalha e a você padre Jin pela cura. Parece que algo na minha adaga começou a destravar e a máscara também reagiu, de onde surgiu essa máscara?

Dante: — Máscara…

Órfão:— Máscara? Que máscara? Estou mais interessado é se estão todos bem e na adaga nova.

Órfão ainda não tinha notado nada em si mesmo.

Dubhe: — É sua que desejar mais que justo, que seja o guardião da quinta, mesmo que não a use, só eu uso adaga em combate.

Órfão: — Eu não quero arma, vou deixar ela na mão do Músico ali, se ele aceitar. Não gosto muito de armas, no monastério vi os mestres usando bastões e outras, mas nunca gostei.

Jin: – Não há de que Rin… agora preciso ver como está o Drake. Me aproximo do dragão que estava apagado para ver seu estado de saúde.

Sasaki: — Jin o que posso fazer para amenizar seu sofrimento…estou longe de ser uma curandeira.

O padre não é muito apto nessa arte e Sasaki o ajuda.

Dante: — Já tenho uma adaga e acho melhor cada um proteger uma. Mugen que tal você ser o próximo portador ou Arthlong que desejava o pentagrama de proteção.

Jin: – Somente ajudando os outros… não precisa se preocupar muito comigo… eu aguento.

Abraão McHearth: — Me da essa adaga então.

Sasaki:— É assim que se analisa os ferimentos, ele teria ferimentos mortais se não fosse dragão… foi congelado e cortado pela mesma garra que você. Precisa de descanso e cura apropriada.

DRAGÃO CONGELADO

Jin ouve seu nome e somente sinaliza com a mão aceitando sem prestar atenção no assunto, ele só queria ajudar Drake.

Leon: — E onde estão os outros mascotes, em outro bolha?

Os mascotes que estavam longe surgem ali vindo de uma bolha que desce e se anexa a outra criando um túnel seguro.

Dubhe: — Já tem uma adaga Abraão e a abandonou por um tempo, lembra?

Arthlong: — Se o padre não aceitar eu topo ficar com a adaga de agora.

Jin: – Cura é.  Jin começa juntar suas mãos em forma de uma prece. “Poderoso Gamla me dê seu poder para que eu possa ajudar essa pobre e belíssima criatura” Jin usa sua energia para curar Drake.

Órfão: — E agora? Pegamos uma adaga, matamos uma hidra que era do ritual, como voltamos? Se levanta com dificuldade vendo que largaram a adaga no mesmo local e a pega, e a olha direito vendo algo estranho no reflexo leva a mão ao rosto e observa que alho ali tinha estranho, e tenta retirar a mesma meio assustado.

Katus, Zeus e Vendetta se aproximam de seus parceiros.

Ao remover a máscara… sua roupa volta a ser como antes…

As runas de todos vão sumindo.

As cinco adagas brilham… a quinta voa para … para os pés do Padre Jin. Ao mesmo tempo em que o dragão desperta.

Dubhe: — Com nosso objetivo aqui concluído posso levá-los para a Biblioteca ou alguma Igreja de Gamla, qual preferem? O primeiro que responder eu atendo para não gerar discussão e confusão desnecessária. Parece que concluímos nosso objetivo por ora, levem tudo que pegaram, ou seja, monge guarde a máscara…ouviu e – cruza os braços com a adaga de prata nº 2 e aguarda.

Órfão: — E se nosso objetivo aqui não tiver sido concluído? Colocava a mascara pendurada por uma das entradas no fio de sua roupa.

Mugen surpreso ao ver que aquela adaga veio para seus pés, a pega e passa a mão sobre Drake. Jin: – Seja bem vindo novamente amigo… Zeus venha cá amigão. Alisando os pelos de Zeus agora. Jin: – Onde você esteve? Tava preocupado com você, mas não podia deixá-los assim… me desculpe por sair e te deixar.

Dante: — Nosso objetivo aqui era a adaga de brinde conseguimos itens dos rituais…talvez houvesse uma mensagem que não compreendemos, mas… ficar aqui sem rumo acho melhor ir para a Igreja de antes.

Dubhe descruza os braços e… — Atendido. Teleporta todos para a Igreja sem pensar duas vezes.

Jin: – Eu quero ir a igreja também… preciso agradecer adequadamente a Gamla por tudo!

Órfão: — Tem razão, mas não sei, por mim vamos foi uma observação.

O grupo surge na Igreja de antes no salão, ensopados, com novos itens e uma quinta adaga entre as 12. O livro branco abre rápido e mostra a nova configuração… 6 pontas douradas sobre o grupo, 2 negras numa direção, outra negra em outra e 3 brancas separadas.

Rin: — Duas coisas que não entendo nisso. Seis pontas douradas e cinco adagas… e agora as três negras parecem em lugares diferentes, por quê?

Jin: – Creio que estejam separados Rin.

Órfão:— Separados, ou cercando! Olhava a configuração dela se não estavam cercando as nossas.

Jin: – Essa resposta eu ainda não sei.

Dante: — O livro não mostra a indicação precisa dos Santuários pelo que entendi, mas isso pode ser uma pista nova a se explorar. Padre ainda tem o rádio que tal nos informarmos para Akim, antes quando voltamos do pântano nem entramos em contato e já saímos batido de novo.

Jin: – Haa sim… quase me esqueci disso… vamos passar toda a situação para ele. Mugen pega o rádio para passar toda a informação coletada para Akim. Jin: – Akim… aqui é Mugen, está na escuta?

Demora algum tempo.  — Nossa aqui é Akim, Mugen quanto tempo, mais de 10 dias sem contato estava até com medo de ter acontecido o pior.

Mugen: – Graças a Gamla isso não acontecerá… mas vamos passar o que sabemos para você…– Jin passa toda a informação que ele se lembra.

Órfão: — Se me deixarem dormi umas 3 horinhas já estou pronto para ir a outra busca.

Akim: — Muito bem, cinco adagas é um progresso e tanto já…aqui do lado de fora as notícias são não boas, queria animá-los, mas tudo foge ao meu controle. Por onde começo.

Akim: — Para começar 12 símbolos divinos foram alterados já e tivemos mais três ataques depois de Chateau Plaza: Vilarejo trio partido, Symia e Hanes.

Jin: – Alterados como?

Órfão:— Eu não ligo, tirando os ataques que não é bom morre de pessoas por nada, alguma noticia sobre os desaparecidos?

Akim: — Estávamos contendo as informações como podíamos com a ajuda do restou do Conselho dos Reinos e do Grupo Épico, mas no quarto ataque um jornalista do GDPDI estava presente quando tudo começou e postou em detalhes nos jornais locais. Falo isso pessoalmente se pudermos nos reunir é melhor que descansem aqui, a maior parte das tavernas e estalagens estão de portas fechadas.

Jin: – Certo… mas ainda não poderei dormir… tenho uma tarefa a fazer… antes de dormir.

Akim: — Não é só isso. Vou jogar tudo nos seus ombros de uma vez para não ter surpresas… primeiro outro como eu e Serena surgiu, um garoto chamado Rufio…ele parece ter poderes sobre os elementos e ter vindo de algum lugar no tempo com conhecimento do que acontece aqui.

Jin: – Hum…. então temos que nos adiantar… já que ele sabe exatamente o que irá acontecer aqui… o que sabes desse Rufio, Akim?

Akim: — Ele é como Serena, sabe de mais do que diz e não posso forçá-lo a nada, ele me levou para um lugar onde quase morri. É melhor que ele sigo o seu curso naturalmente e para fechar sei que vamos sentir isso como uma pontada, mas … Aztaroth agora atua ao nosso lado.

Órfão se aconchega no lugar onde mais pareça adequado e deita para dormi um pouco, coloca a mascara no rosto para bloquear a luz. A roupa do monge agora se torna como a de seu amigo médico.

Jin: – Hum… ganhamos mais um inimigo e mais um aliado… o que será que vem agora?

Akim: — Inimigo quem considera o novo inimigo?

Jin: – Esse tal de Rufio ai… já que ele quase o matou.

Akim: — Não Rufio não é inimigo é um aliado, ele me levou para um lugar onde o corpo dele resiste e eu não, não pensou nas consequências é um menino com seus 10, 11 anos aparente.

RUFIO

Jin: – Hum…. então… temos mais dois aliados… nosso lado está se fortalecendo então… precisaremos disso em breve.

Jin: – Akim eu não poderei ir agora…. tenho um compromisso com Gamla agora.

Akim: — Venham quando puderem, qualquer coisa é só comunicar.

Jin: – Os outros podem ir… eu tenho que ficar por hora.

O estranho é que um grupo de 14 pessoas entre humanos e criaturas entrou na igreja, banhou um chão, falou, dormiu, apareceu os pontos e nada…nenhuma reação de ninguém…

Dante: — O que está pensando em fazer Padre Jin, pode dividir conosco?

Sasaki: — Obrigações com Gamla, algo específico em mente Jin.

Dubhe: — Vou fazer igual ao monge procurar um lugar aqui mesmo, que parece seguro e descansar. – Falo isso ajeitando a mochila… depois de virar a água fora e tirar o que estragou e usá-la para apoiar a cabeça.

Jin: – Posso sim dividir com vocês…. bem eu quero ficar esse tempo restante rezando, para entrar em comunhão com Gamla… tenho que renovar meus laços com ele… somente isso… mas vocês podem ir à frente e procurar um lugar confortável para descansar.

Arthlong/Kratos:— Leon sabe onde estamos?

Leon: — A Igreja em Maksla que viemos antes.

Sasaki: — Ficarei com você e Abraão deveria fazer o mesmo depois de sua partida. Os outros descansam aqui mesmo, só descobrir por que está abandonada, o padre deve ter ido procurar as sacerdotisas que mencionamos antes. E depois vamos todos para onde for decidido.

Arthlong/Kratos: — Não lembro bem da cidade, então vou andar por ai quem sabe não encontro algo interessante.

Leon: — Pode tentar, mas chegou a ouvir Akim?

Jin: – Está certo… eu irei me retirar agora… uma boa noite a todos. Mugen se retira e procura um altar para começar suas orações.

Arthlong/Kratos:— Ele falou que a cidade esta abandonada, já vi isso acontecer e deixaram varias coisas interessantes para trás.

Leon: — Nem vou comentar nada.

Arthlong/Kratos sai do templo e explorava a cidade para ver se encontrava algum espólio deixado para trás. Prioridade para material para confecção de armas e uma bolsa arcana.

Arhtlong sai a cidade tem pessoas pela rua, muito mal encaradas fazendo a ronda. Lojas e casas fechadas, parece noite lá fora. Nenhuma loja de armas até onde pode ir. — O senhor está procurando o que, veio de onde, vai ter de passar por inspeção se não informar… mostre as unhas, a testa e o pescoço. Vamos rápido?

Enquanto alguns ainda descansam, Arthlong anda pela cidade e outro grupo reza.. o monge já acorda recuperado da batalha.

Arthlong/Kratos:— Calma, não sou nenhum infectado se é o que esta querendo ver, pelo contrario, sou alguém que combate a infecção se tiver alguém que foi infectado recentemente posso curá-lo.

Mugen Jin Começando suas preces “Ó Gamla todo poderoso e misericordioso, eu seu humilde servo venho através dessa prece, para fortalecer nossos laços… tenho andado um pouco ocupado e tenho pedido mais do que tenho oferecido, porém estou aqui para ser seu instrumento, você pode me usar para que seus objetivos sejam alcançados… sei que tento fortalecer os laços que tens com Abraão mas a vida não é fácil e as vezes precisamos passar por certas provações, mas eu peço por ele também e por todos que estão andando comigo…. pode me usar como uma extensão de seu poder… mostre a todos o quão grandioso tu és…. há coisas que eu não sei e nem me lembro de e isso corrói meu coração, mas a tua luz me faz seguir em frente e o enche de paz e esperança…. é por isso que eu peço por todos a ajuda necessária… mas sei que para ter essa ajuda eu preciso fazer algo em troca… então o que quiser que eu faça e só pedir que eu farei com o maior orgulho.

Guarda: — Então sabe da infecção, ok… Vou deixar isso como um das respostas, mas de onde surgiu parecia que estava dentro de algo não passou pelas fronteiras.

Sasaki e Abraão o acompanham com preces silenciosas. O paladino mostra certo receio, mas continua. Dante se aproxima, mas ao ver que estão concentrados se senta próximo e espera…não era um homem de fé. Uma luz preenche o lugar ao final da sua prece, algo divino, mas sem respostas ou significado além de beleza e benção.

Arthlong/Kratos: — Vim ali do templo com o restante do meu grupo.

Guarda: — Templo? Há algum clérigo ou padre na cidade que não foi chamado, é um deles? Já que antes se ofereceu para curá-la, não há infectados aqui, mas os ataques são aleatórios e fatais, todas as cidades que podem pagar tem sua guarda pessoal agora.

Arthlong/Kratos: — Não sou clérigo, tenho treinamento médico para cuidar da etapa inicial da doença, não somos um grupo ligado a uma cidade, estamos procurando quem criou a doença e tentando parar essas infecções, não sei muito da logística do grupo, então não me pergunte muito sobre alianças e etc.

Jin após acabar já via que seu corpo pedia um descanso, então o mesmo procura um lugar para se deitar e dormir.

Órfão: — Que chatooo! Se espreguiçava enquanto ia sentando novamente! Olhando em volta para ver o que aconteceu enquanto cochilava!

Guarda: — Ok. – Aponta para um dos seus companheiros. O mesmo sacode a cabeça. – — Tudo que disse é verdade, esteja livre. – Falando pelo rádio sua descrição e o liberando.

Órfão vê os animais no chão, Dubhe num banco, Rin deitado no chão junto com Leon.

Mugen encontra um lugar para descansar e seus companheiros seguem junto com ele para o sono.

Órfão: “Melhor não atrapalhar eles agora!” Dali sentado se coloca em posição da flor de lótus e começa a meditar, da forma que fazia era algo ainda muito amador em geral, ainda mais pela irregularidade geral, porém já o trazia algo no interior, talvez não fosse a repetição que o fizesse e sim a energia que tinha a cada vez que ele a pronunciava.

Arthlong/Kratos: — Tudo está fechado mesmo….. não sei seu nome, estou precisando de metais para fazer armas e outros utensílios – olhava para ver quem do grupo acenou para o guarda – e como eu disse se tiver alguém infectado posso ajudar se estiver no estágio inicial.

TRATADO DE PAZ - RECORTAR

Guardas: — Aqui já não tinha isso antes, precisa tentar a sorte agora em outra cidade.

Arthlong/Kratos: — Só saio em cidade com tratado de paz que azar – voltava para o templo

Todos estavam dormindo com exceção do monge que parecia meditar.

Órfão lembrando as suas ideias sobre o universo começa a tentar se comunicar com ele! Simultaneamente repetia o mantra – “Olá, universo? Isso é loucura mas pode funcionar. Não é? Pelo visto não. Ainda consigo me juntar ao universo e consegui as respostas!”

A noite passa, todos descansam ao redor do monge e como o tempo vão despertando para um novo dia lá fora…pelos vitrais da Igreja de Gamla, a mesma se enche de Luz.

Jin abria os olhos, seu corpo estava renovado e toda aquela luz que entrava pelos vitrais da igreja fazia com que seu dia ficasse ainda mais belo – . Jin: -Haaaaaaa…- . – Bocejava o padre enquanto andava para perto de Zeus e alisava seu pelo.

Dante: — Pessoal já descansamos, não queria ser chato, mas é hora de decidir nosso rumo.

Ao despertar Arthlong se transforma em lobo e se prepara para sua corrida matinal e farejando algo para comer.

Dubhe: — Nada de resposta do pessoal. Alguém andou pela cidade? Tem novas informações?

Jin: – Eu fiquei aqui a noite toda.

Dubhe: — Ok. – Depois que os outros respondem que não saíram e só descansaram. – — E agora padre, parece aquele que tem mais reação entre nós, para onde ir, o que fazer,qual o próximo passo?

Jin: – Bem de inicio eu gostaria que nos reuníssemos com Akim, já que ele tem algo a nos dizer e que seria bom ser pessoalmente… que tal?

Dubhe: — A base eu não posso ir direto com a adaga, melhor consultá-lo e ver qual é a entrada mais próxima que ele tinha mencionado.

Órfão: — E esta com infecções por ai, não gostaria de pegá-la novamente. – pegava a máscara! — O que será esta máscara?

Dante: — Andei pensando isso de noite. – Sacando um pergaminho com anotações.

Jin: -Bem vou contatá-lo e saber como chegar lá… . – Pegando o Radio – . Jin: -Akim?

Akim: — Olá Mugen, descansados?

Arthlong/Kratos: — Máscara? Olhando a mesma.

Dante: — Acredito que seja um item chamado Máscara de Disfarce.

Jin: -Sim… e já estamos todos de pé…. queremos saber como iremos nos reunir?

Órfão:— Uma máscara de disfarce, humm, e serve para mudar de roupa?Vamos ver ne. Pegava a mascara pensava na roupa do anão a qual viu no espelho.

Akim: — Estão em Maksla, saiam da cidade pelo fronteira sudoeste e andam sempre direita, ao chegar à floresta conte 15 árvores alinhadas a frente e entrem na mesma.

Arthlong/Kratos: — Parece ser esse item mesmo, tem o poder de mudar corpo e vestes.

A máscara faz a roupa do monge ficar igual aos trajes de Zarpho.

Jin: – Como assim entrar na mesma? Quer que entremos numa árvore?

Órfão: — Olha legal, eu sou o anão do retrato. Mas muda o corpo também? Não é perigoso? Perguntava a Arthlong ao ele falar aquilo.

Akim: — Na Floresta ou na árvore tanto faz… vamos parar aqui é uma das nossas entradas secretas.

Jin: – Está bem… nos encontraremos em breve.

Dubhe nem deixa Mugen desligar e já abre as portas da Igreja. – — Em frente. Seguida pro Rin e Drake, agora curado por completo. Dante que dá a mão para Sasaki e chama por Katus. Abraão e Vendetta.

Órfão mesmo pensando ser perigoso olha para o Arthlong e pensa em se transformar nele e tira e coloca a mascara.

Jin via a determinação da guerreira e com isso ele chama Zeus e vai caminhando ao lado dele seguindo ela.

A máscara faz o monge ficar igual a Arthlong, por completo, equipamento, roupa e rosto.

Só os dois e o clérigo de Kiuni ficam na Igreja.

Órfão: — Então funcionou? A roupa… parece que também as mãos.  Falava enquanto olhava o corpo.

Fora da Igreja um grupo de homens armados parece fazer a guarda da cidade, um deles talvez o líder diz que o grupo da Igreja tem passe livre… Quem será que deu esse passe a eles, afinal ninguém disse ter saído a noite.

Leon: — Melhor irmos com eles. E tome cuidado com essa Máscara, não que pareça ter riscos, mas é um item poderoso pode acabar chamando atenção demais se transformando quando não deve.

Órfão retira a mascara — Assim é bem melhor! Amarra a mascara na fita (cinto) de sua roupa.

Dubhe: — Estranho isso na cidade, melhor não pensarmos muito agora, a base…

Leon sai seguido de Sirius e aguardando Arthlong e o monge. Já procurando pelo grupo.

Todos juntos e com o passe livre, vão para a saída, chegam a floresta e ao atravessar as árvores se encontram na base. Com Akim sozinho na Sala de Reunião.

PORTAL NAS ÁRVORES

Akim: — Bem vindos!

Jin: – Olá Akim.

Dubhe: — Obrigado é bom dar uma pausa e colocar as ideias no lugar e saber o que de fato aconteceu.

Akim: — Olá a todos.

Dante: — Que tal dar mais detalhes do que só mencionou pelo rádio.

Akim: — É a minha intenção. Começando com a notícia que mencionei que fez com que todos ficassem sabendo a verdade dos ataques. – Colocando um jornal na mesa com a matéria.

Um MaDon anda pelas ruas de Hanes, ele entra na Biblioteca, quando do nada sua pele começa a cair, linhas negras surgem e ele se torne um pilar de trevas que estoura o telhado do lugar e espalha rapidamente a infecção. Os clérigos do templo de Wulfgan, Tutte e Gamla somem levados por demônios que saem de um portão.

Sem guardas a cidade não tem como se defender, mas ao atacar os novos demônios, maiores e mais fortes, eles começam a fazer perguntas de história, charadas, perguntam de deuses e demônios, sem respostas dos seus alvos, eles não sofrem qualquer tipo de dano, parecem imbatíveis.

Estava na cidade e vi tudo acontecer, longe o suficiente para estar vivo e contar os detalhes. Usei meu item de teleporte para sair antes que fosse contaminado por uma espécie de doença.

Dois dias se passaram, as pessoas ficaram com medo de voltar a Hanes para saber o que houve e descobri que outras três cidades tiveram ataques parecidos e que até então, as desculpas do Governo Central foram outras, dizendo que Chateau Plaza estava fechada em conselho e os trens para Symia paralisados. O terceiro alvo o Vilarejo Tri-Partido.

Isso era uma guerra, uma vingança dos exilados de Imansiz que desenvolveram outra praga com sintomas diferentes, reino atacados em 3 diferentes continentes, até onde se sabia só o continente oriental estava ileso, ou outras mentiras eram contadas.

Nosso grupo buscava informações por todo o mundo e vencendo a censura. Clamamos por nossos heróis.

O grupo épico faz o pronunciamento de que estão investigando o fato desde o primeiro ataque a Chateau Plaza, com Akim Yerik na liderança de uma nova brigada que diz ligar os desaparecimentos aos ataques.  O antigo líder Kraus permanece desaparecido.

Órfão: — Humm, não venha me dizer que esta é a mesma biblioteca a qual íamos.

Akim: — Sim a mesma. A infecção não está mais na cidade, só que os moradores sobreviventes preferem ficar longe, o mundo está em caos. É por isso que escondemos enquanto podíamos, mas agora negar seria o pior.

Jin: – Isso é muito sério e pensar que eles estão levando os clérigos… creio que sejam as únicas armas que eles temem.

Órfão: — Então passou tanto tempo desde que fomos para as bolhas?

Akim: — Como disse antes acham que eles evitam que curem os infectados, e as modificações nos símbolos pode dizer algo mais dos clérigos. Só que como falei ontem não estamos sozinhos, alguns dos heróis clamados tão antigos quanto o grupo épico deu as caras e estão nos ajudando.

Órfão:— Sera que tem algo haver com as visões que tivemos do dito passado? O que teve uma briga algo assim. Tinha a clériga e falavam que só podiam usar poder divino.

Akim: — O primeiro a se manifestar foi o General Shaka do Exército da Floresta com seu discípulo o General Drystan. Os demais ainda não se manifestaram ou foram encontrados, principalmente Morgana que nunca mais foi vista.  E o que disse de visão do passado?

Órfão: — O que seria se manifestar? Como ele o fez? A visão de uma base a qual parecia ninguém poder usar magia só magia divina. Dai fugiram e depois voltaram. E tinha esse povo que dizem que fez coisa no passado.

Akim: — Shaka e Drystan moveram seu exército protegendo as principais cidades e tenta entrar em contato com os demais, sua aparição acalmou só um pouco os nervos. Só magia divina vou ter de chamar algumas pessoas para me ajudar a entender isso. –  Pega um dos 3 rádios na mesa e chama por Shimogawa e Pietro. – — Podem vir aqui e me ajudar a entender o que o grupo de resgate das adagas viu.

=== Anya & Hentel ==

Anya dando um sorriso muito amoroso para ele. Realmente ela parecia não ter errado na escolha sobre quem deveria amar para toda a vida. — Agora vamos procurar o senhor Akim…. eu o achei por aqui… Indo na direção de antes.

Sente uma vibração estranha no ar, parece uma barreira.

Hentel: — Não parece ter nada aqui.

Anya: – Não…não… sente só… Colocando a mão na barreira.

Escuta uma voz. — Senhoria Kitty já de volta?

Anya: – Sim… com a adaga e uma pessoa que confio a minha vida!

Akim:— Passagem liberada, não preciso de mais nada.  A barreira a deixa livre já dentro do elevador que a leva para a Sala de Reuniões.

Hentel: — Que lugar é esse?

Anya: – Estamos nos quartel general do pessoal bonzinho! Senhor Akim está aqui… e o menino que me mandaram procurar também! Ela pegava a adaga de Hentel e ficava com ela.

Hentel: — Só tome cuidado com o líquido, proteja sempre a lâmina… A base do grupo épico já ouvi falar, mas não fazia ideia de como esse lugar era.

Chegando a sala de reuniões… agora com Pietro – uma Makkyn-na, Elza, Akim e Rufio.

Anya: –  Oi Rufio! Sorrindo para ele. — Você estava certo, eu somente precisava falar com ele. Olhando mais uma vez para Hentel e dando a mão para ele. Em seguida mostrava a adaga. — A adaga como pediram!

ADAGA NEGRA COM VENENO

Akim: — Ela está sob algum feitiço, por isso respinga esse líquido?

Olhando para os demais.

Elza: — Parece que sim é algum tipo de veneno. Melhor restringi-lo.

Rufio: — Olá.. para os dois.

Pietro: — Quem é ele? Apontando para Hentel.

Akim se aproxima e fala algumas palavras, um colar nele cria uma espécie de capa de metal para a adaga, a protegendo de acidentes.

Anya: – Agradeço, Hentel havia me avisado sobre o perigo desta adaga. Perdão…. Este é Hentel, meu namorado. Hentel, aquele é Rufio, o menino que saiu da cratera, aquele é o senhor Akim, e s outros dois só conheço de algumas vezes. para os que não sabem de mim, sou Kitty!

Pietro: — Sou Padre Pietro Isalmontelo. Prazer.

Elza: — Sou Elza Gregorieva. Pediria a adaga, mas parece que Akim e Rufio tem outros planos. Vou continuar meu trabalho. Saindo junto com o padre.

Anya: –  Senhor Akim, depois disso, não podemos voltar de onde viemos! – Olhando para ele e Rufio, sabendo que Rufio sabia do que se tratava.

Akim: — Sei que não. Podem ficar aqui se necessário, mas…

Rufio: — Lembra que falei que pegar a adaga era o primeiro passo é hora de continuar sua jornada, mas merece um respirada pelo que fez.

Anya: – Mas o que senhor Akim?

Akim: — Sabia que ele recomendaria que saíssem em missão.

Anya: – Ele?

Rufio: — Eu…. Levantando a mão.

Olhando para Hentel. — O que acha? Uma noite aqui e missão, ou missão direto?

Hentel: — Merece descanso, mal saiu e voltou com a adaga e seu companheiro.

Anya: –  Está bem então, onde podemos ficar?

Akim indica os locais dos dormitórios e separa um para o casal… — Aí está? Fiquem a vontade. Alec continua aqui deve estar dormindo, nem teve tempo de sentir sua falta.

Anya: – Não houve tempo, pois Hentel me ajudou bastante! Agradeço senhor Akim!  Entrando no quarto com Hentel. E após fechar a porta ela fala. — Você está bem? Ficou tão calado.

Hentel: — Estranhei a reação deles, só falou o meu nome e o que sou e tudo bem, esperava reação adversa. Será que algo no ar? Que estamos bem mesmo ou vigiados?

Anya: – Não duvido que nos estejam vigiando, afinal de onde viemos, é natural. Ninguém aqui te ama e confia em você como eu. Eu sei que você é bom… mas nem todos sabem meu amor! O abraçando, e dando um leve beijo nele.

A correspondendo com outro beijo. — Não duvide de minhas palavras…meu amor passará todas as barreiras. Vamos descansar que é o que mais precisa agora…

Anya: – Concordo… Hentel…. Ficando completamente envergonhada quanto a isso. Sabe…lembra quando estávamos no templo de Aphnes, e o clérigo contava histórias? Sabe… eu queria iniciar essa guerra, casada com você! Acha muita loucura?

Hentel: — Casada quer dizer que isso é um pedido? Passou na minha frente novamente, se sim eu topo.

Anya: – Novamente? Não me lembro de ter feito nada além disso!

Hentel: — Você que fez tudo antes… lembra… me tirou do lado sombrio, meu deu felicidade e agora o pedido. Eu aceito, o próximo padre ou sacerdotisa que encontrarmos ao invés de atacá-lo vou pedir que nos case.

O puxando mais para ela. – Então… você ataca padres? Que coisa feia… Vamos ter que parar com isso!  Dando outro selinho nele. — Porém… Como o Clérigo Sebastian dizia… você não pode me tocar até o casamento! Se afastando dele um pouco. Mas acho que pode dormir ao meu lado!

Hentel: — Já melhorou antes fiz besteira e dormi no chão. Esse tocar vai até onde? Passando a mão no seu rosto, até os lábios.

Anya: – Hum… acho que é só não… fazermos amor até lá! Falando carinhosamente enquanto fazia carinho na mão dele com os lábios bem devagar.

Hentel: — Certo. Ele a pega de supetão e a leva para cama, fazendo carinho no seu cabelo e dando beijos na testa até voltar aos lábios. — Confortável minha futura esposa.

Anya: – Mais do que isso. Sorrindo, ela parecia mais feliz do que nunca esteve. Estou amando, o homem mais perfeito do mundo! Olhando o rapaz nos olhos, estando por debaixo dele, ela o puxava de levinho, e logo começava a beijá-lo aos poucos, com bastante carinho e vontade.

Hentel fazia tudo que permitiu cumprindo com sua promessa… até que o cansaço natural vem e acabam dormindo. Acordam com algo tocando…parecia um sinal sonoro vindo de algum lugar no quarto.

Anya: – Não…não… não ouve isso… são as corujas da noite para nos perturbar! Falava abraçando ele, mas já se preparando para levantar.

Hentel: — Corujas dentro de um lugar como esse duvido, mas não tenho interesse em saber o que é.. ainda estamos no nosso momento solo.. e prefiro ficar com você aqui abraçado.O barulho se torna um mar de vozes… algumas delas conhecidas…

Anya: – Você sabe que temos que levantar! Dando um beijo nele, e se levantando. A única que pode fazer charminho aqui, sou eu tá?  Sorrindo enquanto se arrumava.

Hentel: — Está certa. Sempre certa.  Ele não coloca as roupas de antes, procura por novas no armário do quarto e as vestes, queimando as antigas com óleo e fogo.

No rádio era possível ouvir Akim falando com o grupo dos bonzinhos como chamava.

Continua.

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