CONTO DAS SOMBRAS – Confrontações

O Grupo de Akim continua sua busca infrutífera no Templo das Águas, enquanto Anya finalmente se liberta com as palavras do garoto com chamas nos olhos.

CONTO DAS SOMBRAS

=== Abraão ,Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki ===

Órfão: — Vocês estão fazendo o que? – olhava as marcas pensando que eles tinham se pintado enquanto estava afastado.

Jin entrando agora pela bolha via que todos estavam bem, só não tanto Vendetta. — Estávamos atrás de vocês, à gente se separou com toda aquela confusão lá.

Rin D. Law: — Ah,estamos fazendo nada…mais alguém além de mim acha que devemos pensar em uma maneira de sair daqui? Pergunta a todos os presentes

Dubhe: — Monge que bom que está bem. Mesmo depois de tudo que aconteceu, ainda sinto falto de nossa relação.

Abraão McHearth preocupado com Vendetta tenta usar cura de paladino no mesmo.

Órfão: — Ta bom, mas porque estão fazendo estas coisas ai? Apontava para as marcas. — Eu fui a uma bolha que tinha uma esfera peguei dela ela tentou me derreter, dai ao tocar outra lá passou. Estou confuso com aquela loucura ate agora, queria aprender a evitar isso.

O lobo que não tinha marcas como os outros também é curado pelo poder de Abraão.

Jin: — Já eu tive outra reação Monge… Eu tive visões…

Dubhe: — Marcas, o lobo ferido, Drake arremessado, Rin cego, o monge derretendo, que lugar é esse?

Rin D. Law: — Não sei Dubhe… Não sei… Fala confuso. — Vamos tentar sair daqui?

Órfão: — Esse lugar é igual a todos outros que fomos, louco, portas aparecendo do nada bolas de fogo. Mas de onde tiraram essas “marcas”.

Dubhe: — Para sair é melhor encontrar o que faltam ou ficaremos nadando até que os não tão talentosos se afoguem.

Jin: — Não querem saber o que eu vi? Esta certo então, fico só apara mim.

Órfão: — A única coisa que sei é que essas esferas são perigosas, mas parece só ter isso nas bolhas e nem todos conseguiram sair daqui nadando. Ta bom fale. Olhava a Mugen enquanto olhava mais de perto as marcas do Rin já que eram 2.

Drake: — O que viu senhor padre? Pode nos ajudar conte-nos.

Abraão McHearth: — Calma… Sugiro que temos que nos orientar primeiro, cada um observa para um lugar para dar uma olhada para ver se tem algo familiar ou algo muito estranho e diferente.

Dubhe: — Algo estranho além das marcas paladino, tem a roupa do monge, onde parou para fazer compras?

Órfão: — A esqueci disto, foi quando peguei na esfera e apareceu isso. Não ligo para roupas, mas gostei até destas. Porque me lembram do meu mestre.

Dubhe: — Manopla, roupas, visões, marcas… algo em algum lugar visitamos deve fazer sentido para alguém, onde estão os sábios quando precisamos deles: Dante, Leon e Sasaki.

Jin: — Certo certo… Assim que eu toquei na bolha me depararei com Torben e seis mulheres com mantos feitos de água, creio que sejam as discípulas de Morgana, elas diziam que sua passagem por esse lugar com informações de S. Sparrow e do que podia acontecer, resolveram criá-lo com seus poderes, aqui as provas para obter os conhecimentos e itens vem da história da Clériga que no final abandonou Inpergoh e começou uma jornada sem fim pelo Oceano. Jin se esforçava muito para lembrar já que sua memória não era lá muito boa. — Creio que os itens que estão nos afetando e essas runas sejam algo que elas tenham feito.

Órfão: — Torben? Fala seco e sem nenhuma expressão importante.

Rin D. Law: — Será que as Runas Tem algum significado? Ou alguma reação? Pergunta a Drake.

Jin: — Sim o Deus dos esportes.

Drake: — Como falei a runa que só você tem diferente da outra parece limitar algo seu, não é Natação por que chegamos até aqui. A outra não consigo entender o significado, a que todos exceto o monge possui. Falando nisso, disse que seu corpo derretia e tocou a esfera… o que aconteceu depois?

Jin olha para aquela marca que ele tinha tentando identificar o que seria ela. “O que será essa nova marca (runa)? E o que ela faz?”

Órfão: — Humm… é acho que é isso mesmo, não acho esses deuses muito significantes, porem parecem ser realmente fortes em magia, ainda tenho que aprender a me proteger disto, e conseguir as respostas com o universo, falam que conectado com ele, pudesse fazer quase tudo. E as técnicas de cura dos monges foram ensinadas por um antigo o qual conseguiu esta graça. E paladino, ate agora só vi bolhas com a mesma coisa e já estive em duas a três não tenho certeza por causa do incidente que fiquei preso em uma. Porque não tentamos começar por aqui? Já olharam o que tem?

Dubhe: — Isso que ia perguntar Abraão qual sua ideia? Sair daqui não recomendo a todos.

Jin: — Já sim Monge…. e a Dubhe fez algo extraordinário aqui.

Dubhe: — Fiz nada, só tive coragem de mexer na esfera depois que ele ficou cego e mudo e do nada uma voz disse que o dragão o tinha perdoado, a marca sumiu e Rin voltou ao normal. Não entendi nada.

A runa em quase todos parece uma forma de inibição há algum tipo de magia.

Rin D. Law: — Eu ainda não entendi… Drake você me perdoou pelo que? Fala encarando ele.

Jin: — Ele perdoou você por tê-lo abandonado, esqueceu?

Drake: — Eu já disse que não tinha o que perdoar. Essa voz aí é louca.

Órfão: — A única ideia que tive ate agora é dividir em dois grupos, os que irão ficar e tentar entender e os que irão as outras bolhas. Seria bom em pares, pois um apoiava o outro, e sempre um que tem algum poder medicinal e outro normal.

Jin: — Seu coração fala mais do que palavras Drake.

Dubhe: — Eu fico aqui com os animais, fora o dragão eles não são excelentes nadadores.

Jin chamava com gestos Zeus para ficar perto dele, e ao tocá-lo se lembra de algo. — Gente… Lembrei-me de algo… essas marcas que temos… elas inibem algum tipo de magia… Só não sei qual é no momento.

Abraão McHearth: . — Mas como liberar essas magias?

Órfão: — Então eu não tenho inabilidade e o rapaz ali tem dupla inabilidade? Bem que ele poderia da uma inabilidade. Olhava a Rin sorrindo.

Dubhe: — Fazendo o que as esferas de água desejam pelo visto, só que elas pensam diferente de nós e isso levará um bom tempo.

Órfão: — É a ultima que toquei tentou me matar.

Rin D. Law: — Porque não tentamos… tocar nossos braços com as Runas?

RUNAS

Jin: — Bem quem sabe essas runas inibem a magia que tem nesse local.

Órfão: — Acho o rapaz que quer tocar os braços com as runas pegou a minha marca de inabilidade, mas deixa para lá!

O padre mudando um pouco de assunto se vira para o paladino. — Abraão como está Vendetta?

Rin D. Law: — Alguém sabe quantas bolhas dessas tem? Pergunta a todos

Dubhe: — Não sei se devemos fazer o que falou não Rin, mas … Estica o braço. — Se quiser tentar estou disposta.

Jin: — Tem 6 bolhas Rin.

Órfão: — Eu vi bastante, mas quando esta embaixo da água não me preocupava em contar, só em salvar e chegar à próxima. E não esqueçam, podem ser igual a portas, começou com poucas mais foram aumentando.

Rin D. Law estica o braço tocando no de Dubhe. — Mais alguém?

Dubhe: — Pelo visto não. Ela espera e nada de reação.

Abraão McHearth acompanha o movimento de Rin.

Órfão: — Eu não tenho essas marcas… Eu prefiro ir à outra bolha, mas tenho medo de ir morrer lá e ninguém me ajudar. Como quase aconteceu, ou então ficar preso novamente.

Jin: — Calma monge…. pressa não é uma de suas virtudes.

Mesmo se unindo à dupla, fica tudo na mesma com a chegada do paladino e o toque das runas.

Órfão: — Sim, mas estamos aqui, e embaixo de água, e é salgada! Se ao menos for me afogar, quero conseguir beber a água.

Rin D. Law: — Vamos para outra Bolha?

Jin: — Sim… iremos em dupla ou iremos cada um em uma diferente para cobrir uma área maior?

Drake: –Para seguir o que Dubhe falou deveriam ir Abraão e o monge em grupos separados.

Abraão McHearth: — Então vamos fazer como Dubhe falou … eu vou separado.

Órfão: — Como disse, duplas seria interessante caso um dos grupos estivesse morrendo ou em perigo. E os que não conseguirem nadar, até poderiam ser levados pelo outro. Apesar de não aconselhar muito.

Dubhe: — Eu também acho que deveriam ir em duplas.

Rin D. Law: — Vamos eu e Drake? Faz a proposta.

Órfão: — Algum dos dois tem alguma habilidade médica? O interessante é que fossem duplas curador e outro.

Jin: — Eu tenho algo que pode ajudar Monge.

Órfão: — De toda forma essa é a ideia. Alguém quer vir comigo? Vou para a bolha mais distante.

Jin: — Você escolhe.

Órfão: — Se você não souber curar escolho você, caso saiba, melhor ir com um que não sabe.

Dubhe: — Nossa como demoram a escolher… Já que não aceitam ideias e são confusos eu vou falar e pronto: Rin e Drake, Mugen e monge e Abraão sozinho, só acho perigoso por tudo que foi falado, mas deixa quieto.

Jin: -Eu e o Abraão sabemos curar… Foi por isso que falei para você escolher… Mas é como Dubhe disse… temos que ir.

Órfão: — Tá bom… arriscando-me… eu me escolho mesmo, melhor do que por a vida de algum de vocês em risco! Jogasse na água mais uma vez e buscando a bolha mais distante.

Dubhe: — Falei que não adianta, sempre que temos que escolher algo, cada um acaba fazendo o que quer, Mugen vai com Abraão se ele aceitar.

O monge mergulha na água e vai se afastando para a bolha mais distante.

Órfão: “Viver, e fazer tentando afetar o mínimo possível o outro, é uma das regras de onde vim, e não quero colocar outros em risco, devo admitir todos, mesmo que seja um fardo grande!”.

Jin: — Certo ficaram os guerreiros de Gamla… enfim… Vamos Abraão. Dubhe cuide bem deles… e Zeus a proteja Passando pela película da bolha e indo na direção da bolha que ele não tenha ido, já que ele esteve em 2 delas e a outra o Monge esta indo.

O monge vai nadando até a bolha mais distante e ao se aproximar vê Dante, Sasaki, Leon e Katus lá, voltou pelo que parece ao ponto de origem, a não ser que eles tenham se movido.

Órfão adentra a bolha para ter mais informações. Já meio resmungando internamente por não ter como anotar as bolhas.

O padre começa a nadar e o paladino vai ficando para trás…ele lembra que veio de outra direção e segue na direção contrária.

Sasaki: — Monge?

Dante: — Um sai e outro volta, que saga.

Leon: — Descobriu alguma coisa ficando tanto tempo fora? Peraí… suas roupas não eram essas?

O padre vai nadando tentando encontrar uma bolha nova.

Órfão: — Vocês mudaram de bolha? Sim, e sim. Eu nadei, dai fui a uma bolha e ao pegar em algo lá dentro esse algo se espalhou em meu corpo e tentou me matar, então peguei em tudo que tinha na bolha e passou. Ao sair vi o padre nadando e segui-o e encontrei todos outros os quais tinham marcas no corpo, eu não tenho, a é a roupa apareceu quando a dor saiu, não tentei tirar ou algo assim, ate que gostei, então um deles tinha duas marcas acho que o nome é Rin o que achamos na cidade os outros só uma e eu nenhuma como podem ver. Então vim nadando ate a ultima bolha e cheguei a vocês novamente. Se não saíram do lugar essa é a primeira bolha então eu tenho que ir a segunda bolha, que talvez seja a que eu estava, mas mesmo assim tenho que ir de uma em uma para ter certeza em ir a todas. Para e respira fundo sem ar.

Com esforço o paladino consegue acompanhar o padre e chegam a uma bolha com Arthlong e Sirius dentro.

Um pouco antes (na bolha 6)

Arthlong/Kratos olhava ai seu redor para identificar os elementos dentro da bolha e quem estava ali com ele. Seus companheiros Sirius, Leon, Dante, Sasaki e o lobo de Dante.

Arthlong/Kratos chegava e olhava por fora da bolha para ver onde os outros estavam, no mesmo lugar ou em bolhas diferentes.

Arthlong/Kratos: — Que merda é essa? Olhava a runa que aparecia nele.

De onde surgiu isso? Não reconhece nada sobre o desenho e não sente diretamente magia sobre a runa.

Nada além da água, os pontos de luz sumiram e o monge ainda não retornou.

Dante: — Arhtlong sei que cada um ir procurar o outro irá gerar um efeito cascata, mas…

Sasaki: — Imagino que Dante quer propor que você com o melhor biótipo entre nós procure pelos outros.

Leon: — Eu continuo analisando as runas e a magia que ocultou o monge enquanto isso.

Arthlong/Kratos: — Só que não enxergo nada nessa água. Ia saindo e nadando na direção leste com Sirius.

VISÃO EMBAÇADASirius consegue nadar, já você quase não se move na água. O dragão o segura por baixo e faz um esforço o levando até a bolha a leste.

Analisando a esfera antes de entrar na mesma A bolha parece vazia com as mesmas características de antes. Arthlong sente uma aura na bolha, mas que parece já desativada e nada de armadilhas.

Dentro da bolha ele analisa o pedestal e faz um pequeno arranhado no mesmo. Consegue arranhar o pilar de pedra e a esfera de água nele parece como a outra…com desenhos num idioma estranho.

De volta ao tempo normal

Sasaki: — Dor que tentou matá-lo e quando pegou tudo? Diz a roupa?

Dante: — Temos marcas também e Arthlong que foi atrás de vocês?

Jin passa pela película da bolha e então puxa o ar, voltando a respirar. — Olá para você, mas o que se passa aqui? Jin falava com Arthlong e Sirius.

Leon: — Rin tem duas marcas, por que será, e alguma informação do lugar, conseguiu?

Órfão: — É tinha uma esfera, e um pilar, foi o que vi, ao tocar a esfera, ela se espalhou em meu corpo e doía muito então me arrastei ao pilar e nada, em cima do pilar acho que tinha algo que ao tocar passou, mas não sei ao certo, estava meio desnorteado só pensei em sair de lá após passar a dor. E quando toquei essa esfera e a dor passou é que veio a roupa. Disseram que a Dubhe pegou na esfera e o Rin ficou cego algo assim, e depois a visão voltou, mas todos tinham uma menos eu.

Leon: — Acho que precisamos nos arriscar. Vou atrás de Arthlong? E vocês sigam o monge.

Sasaki: — Também acho, ficar aqui atrasa eles, por mais que não sejamos treinados é o melhor a fazer.

Dante: — Concordo. Só vou deixar Katus aqui. Volto logo amigão.

Órfão: — Como vai fazer isso? Você não sabe nadar muito bem. Eu posso tentar atravessar, porem não sei se consigo todos de vez.

Rin D. Law: — Vamos Drake,vamos procurar uma bolha que ainda não fomos. Salta para fora da bolha nadando e procurando uma bolha em que ainda ninguém foi.

Rin e Drake nadam na outra direção, lembrando que resgataram Abraão da outra e veem uma nova bolha com esfera, mas vazia.

Leon: — Ir atrás de Arthlong? Vou ver quais de minhas magias funcionam aqui. E rastrear sua aura.

Abraão McHearth: — Eu não entro nessa água mais.

Jin: — O que acharam aqui senhores?

Ao avistar a bolha Rin vai em direção da mesma.

Arthlong/Kratos: — Nada, só essa escrita que não conheço, e como a bolha parece igual, talvez alguém já tenha vindo aqui, por isso decidi marcar as mesmas com traços crescentes para sabermos a ordem e se já viemos aqui.

Órfão: — Vamos, ira funcionar assim, Sasaki de um lado, Dante do outro, e então nadaremos para a bolha mais próxima, caso queiram ajuda para passar, Leon ainda esta olhando. Tá bom? Ou preferem ir um de cada vez, ira demorar mais, porem é menos arriscado eu creio.

Leon: — Encontrei Arhtlong e pelo que o sinto não está sozinho. Se alguém quiser ir comigo, o monge só precisa ir com o outro.

Jin: -Hum…. eu posso ler para tentar identificar qual o idioma?

Dante: — Eu vou com ele. Sasaki meu … Pode ir com Leon.

Sasaki: — Ok. Combinado.

Leon  abre seu grimório e começa a sua conjuração criando um túnel de água e levando Sasaki pela mão.

Órfão: “Porque ele não fez isso antes?” — Vamos? Já se prepara para pular na água!

Leon surge com Sasaki na mesma bolha que Sirius, Abraão e Mugen.

Dante não consegue nadar. Órfão salta atrás do Dante tentando o segura e nadar ate pelos dois.

Rin e Drake entram na bolha e nada acontece.

Rin D. Law: — Drake vê se você consegue encontrar algo nessa bolha. Começa a examinar a bolha.

Jin: — Esse cheiro é da….. Sasaki? Ao se virar via que de um portal de água saia Leon e Sasaki. — Até que fim você apareceu… Eu estava preocupado já.

Drake se aproxima da bolha que não tem mais palavras como às outras que viu… como o efeito tivesse ativado por alguém.

Sasaki: — Nossa que confusão desde que chegamos aqui, que bom que parece que todos estão bem, com os desenhos, mas bem.

Leon: — Arthlong o monge voltou e foi para um lado com Dante, vim ao seu encontro para evitar mais separações.

Órfão e Dante chegam a uma bolha vazia…se era nova ou não era difícil saber.

Arthlong/Kratos: — Fique a vontade para ler o pedestal.

Jin tenta ler o que estava escrito no pedestal.

Não era nenhuma língua que conhecia, mas novamente o cenário parecia mudar… como na última bolha que visitou sozinho.

Mesmo parecendo vazia, Órfão resolve olhar, ou melhor, tocar mais de perto buscando alguma coisa! — Deve ter algo, ou talvez seja a que eu vim e o que tinha sumiu, já que isso não me surpreenderia!

Rin D. Law: — E agora Drake? O que faremos? Pergunta confuso.

É possível ver um domo no deserto, com inscrições num idioma estranho, um grupo de pessoas andando pelo deserto até o domo com um grupo de armas e as testando em batalha. Anjos estão no alto do domo observando os testes.

A katana e o escudo de Abraão reagem após essa informação.

Eles vêm o domo perdendo a forma e seis pessoas subindo da areia.

O domo a sua volta começa a se desfazer as poucos, corredores voltam como se os visse “escavando” ao contrário, a mesa de pedra, desenhos de todas as formas, até que vê só a parede a sua frente e areia do domo, da areia do mesmo começa a surgir um redemoinho e seis homens de mantos brancos saem dele, um deles, o mais alto, vai até a parede. — Como o idioma das Makkyn-nas no futuro pode ser tão semelhante ao nosso idioma, não faz sentido. Outro homem o mais baixo do grupo responde. — Começamos com uma ideia e aquilo foi abandonado do mundo, por que o mesmo se alterou para os jogos de antes e para o que lhe espera. O tesouro guardado nesse lugar, as armas de Antikhytera serão apenas uma forma de defesa contra a invasão se os Pergaminhos de Todos os Conhecimentos estiverem corretos. E até agora sempre estiveram.

Drake aponta a saída da bolha, parece que aqui não havia nada.

Rin D. Law: — Vamos voltar? Ou Continuar procurando?

Quando o monge toca a bolha novamente – água barrenta de cor cinza sai da mesma e o monge fica paralisado, largando Dante. O mesmo tenta nadar de volta para ajudá-lo.

Dante começa a tentar voltar, mas nada…

Drake: — Sair e procurar em outro lugar.

Rin D. Law: — Okay… Após dizer isso Rin salta na água novamente procurando outra bolha.

Mugen Jin: “Interessante isso… mas o que será que os anjos estavam fazendo ali, só observando?” Pensava Jin.

Órfão  tenta sair daquele estado estranho, caso não consiga salvar-se ao menos que Dante esteja a salvo inicialmente.

Abraão McHearth: – – Creio eu que são anjos da guarda.

ANJOSArthlong/Kratos: — Eles devem ser guardiões.

Rin e Drake nadam só que meio sem rumo.

Rin consegue se guiar e segue em frente vendo Dante caindo sem rumo e o monge coberto por uma espécie de lama e paralisado sem poder fazer nada.

Arthlong/Kratos: — Só isso que tinha nessa bolha? Ninguém consegue ler a escritura?

Jin: -Eu não sei que língua é essa.-

Leon: — Parece que era só a imagem talvez seja importante no futuro.

Sasaki: — Eu também não conheço.

JIn: — Bem… acho que teremos que nos juntar com os outros…. e não nos separar.

Arthlong/Kratos: — Gostei das armas, se houve teste quer dizer que são poderosas.

Rin segue nadando para pegar Dante e aponta para Drake pegar o Monge.

Leon: — Posso tentar localizar alguém e levá-los diretamente lá, só corremos risco pelos efeitos nocivos das bolhas, se aceitarem arriscar, quem sugerem?

Arthlong/Kratos: — Melhor procurar uma bolha vazia, quando formos a todas algo novo deve se ativar, espero que seja à saída dessa água.

Drake tira o monge da bolha, a água cinzenta/barra continua passando pelo seu corpo, mas ele consegue falar e fazer pequenos movimentos. Rin pega Dante que ainda está consciente. E agradece.

Sasaki: — Quer dizer que deseja ir nadando, todos nós, senhor Arthlong?

Arthlong/Kratos: — Não sei os truques que possuem, não sou muito chegado em magia, o meio não importaria muito, mas ir a uma bolha já visitada não seria nenhum avanço.

Jin: — Que tal se formos pelo portal que trouxeram você aqui Leon e Sasaki?

Leon: — Não tem como saber qual foi visitado. Só posso localizar as pessoas, por isso pedi sugestão, mas se quiserem ir desse jeito sem falhas não posso ajudar.

Rin segue nadando levando eles para a bolha de ar mais próxima.

Sasaki: — Temos Dubhe, Rin, ou até o Monge e Dante, se eles estiverem dentro de uma bolha seria a melhor opção.

Jin: — Concordo com a Sasaki.

Rin leva o monge e Dante para a bolha com o lobo Katus e ao sentir a energia de ambos Leon abre seu grimório e conjura o portal… No final com exceção de Dubhe, Zeus e Vendetta estão todos juntos na bolha 6.

Arthlong/Kratos  vai até o pedestal e fazendo duas marcas no mesmo.

Órfão tossia um pouco e cuspia a água barrenta. — Não gosto de água salgada. Muito menos de me afogar nela, isto tudo é loucura, porque precisamos fazer isso tudo para encontrar as pessoas que sumiram? E sem explicações, como que aparece uma água barrenta que me deixa assim? O que são estas coisas, tantas perguntas e nenhuma resposta. Ficava triste e continuava no chão.

Rin D. Law: — Esquece isso!, Vamos achar os que faltam e sumir daqui.

Órfão: — Achar os que faltam? Eu estava tentando isso e ia morrer afogado ao sair de um lugar vazio, sem motivo, o Dante não foi afetado somente eu. Não que quisesse que ele fosse porem… humf… – continua deitado.

Leon  se aproxima do monge. Isso é água cinzenta. Elemento corrompido.

Rin D. Law: — Precisamos dos outros para sumir daqui né? Pergunta confuso.

Jin: — Sim sim Rin.

Rin D. Law: — Aonde eles estão?

Drake: — Pelo que me lembro só faltam os da bolha que estávamos antes.

Rin D. Law: — Drake vamos buscá-los. Somos bons nadadores… Vocês, nem pensem em sair daqui… Sério… escutem o que eu digo ao menos 1 vez…. Saltava para fora da bolha novamente buscando os outros 2 que faltavam.

Dante: — Só que vamos aproveitar que estão todos juntos… – dando uma pausa. – — Desculpa monge fui só um peso nas suas costas. – Retomando. – — E lembrar que esse é um Santuário, portanto há uma adaga aqui, eu quase não me desloquei, mas vocês acharam a “adaga”? Se não temos de ficar, eu ficarei, mesmo que morra, foi o que prometi ao meu amor. Olhando para Sasaki.

Diferente das outras vezes Rin erra a posição e desce nas águas… sem rumo.

Órfão: — Eu também nado bem, porem mesmo assim quase morri afogado, porque será? Ainda deitado no chão, parecia meio desanimado porem pensava nas coisas.

Drake tenta pegá-lo, mas também é arrastado pela mesma.

Leon: — O guerreiro parece que…dessa vez também foi afetado por algo precisam ajudá-lo.

Jin: — Certo… Já irei. Jin corre e passa pela película da bolha e entra na água procurando por Rin.

Drake consegue se estabilizar e segura seu amigo.

O padre vê que o dragão pega Rin que depois consegue seguir até a bolha de Dubhe, Zeus e Vendetta.

Dante: — Alguém viu outra cena como aquele do selamento dos portões? Pode ser uma pista de onde está a adaga?

Rin D. Law: — Rápido Drake pegue o Urso e eu o Lobo. Pegava o mesmo e voltava para a bolha numero 6.

Rin nada com o urso com dificuldade.

Dubhe: — Aonde vão tão depressa?

Drake vai seguir com o lobo, mas para… — Estamos tentando reunir todos no mesmo lugar.

Órfão começa finalmente a sentar-se — A adaga, porque ela precisa estar em uma bolha, talvez ela esteja na água. Mas é ruim morrer e não saber por que morreu. Não quero morrer assim. Mas não posso ficar aqui né? Ia se segurando onde desse e levantando. Mas vocês têm as marcas que te protegem de magia, eu não, deve ser isso que aconteceu.

Jin: — Dubhe eu ajudo você a ir até lá. Estendendo sua mão para ajudar a guerreira.

Leon  depois de pensar um pouco, acende sua lanterna e aproxima do monge, a água/lama some do seu corpo caindo como gotas negras no chão.

LANTERNAÓrfão: — Ta querendo me esquentar? – olhava a lanterna e colocava as mãos para esquentar e secar.

O padre segue levando Dubhe e Rin, Zeus.

Leon: — Essa água some com calor é por isso que na água é a maior armadilha de todas.

Um desenho surge marcando uma das bolhas à distância… A bolha que o monge foi há pouco. Uma cabeça de dragão de cor vermelha.

Órfão: — Meu corpo é quente, e ela não sumiu. A menos que seja com fogo. Ou não seja calor o suficiente, e olhe que estava nadando, deveria estar quente. Até suando. Agora como mover um calor de chama por baixo da água não sei.

Depois de longo esforço, o padre, Rin e Drake voltam trazendo os demais.

Jin: — Enfim todos juntos e reunidos.

Sasaki: — Pelo que entendi precisa de uma fonte de calor própria, a água não funcionaria e o seu suor ao mesmo tempo em que sairia do seu corpo seria lavado.

Dante: — De novo, e parece que já sabemos aonde ir. Apontando para a cabeça de dragão vermelha.

Órfão: — Porque precisamos ir para uma imagem de dragão? Porque não poderia ser a imagem de uma Monge, ou de um milho, ou sei lá de um… um… um amendoim. E da ultima vez que fui não tinha nada, e ainda tentou me matar.

Jin: — Acho que o dragão simboliza o calor Monge.

Órfão: — Mas tudo quer me matar aqui embaixo da água, a bola tentou me jogar no passado ou sei lá onde, depois uma tentou me derreter, doía muito, agora uma tentou me matar afogado!! E então aparece um dragão. Eu só posso pensar que vou pegar fogo embaixo da água, ou vão-me cozinhar e algum peixe vai me comer.

Jin: — Hahahahaha… Essa foi boa… Creio que isso não aconteça… ou pode… não sei…. mas ninguém aqui deixará você sozinho.

Dante: — Todos aqui que tal recapitularmos antes de ir para qualquer lugar, começando dessa bolha. Ela enviou o monge para o passado pelo que ele disse, mas podíamos falar com ele e Katus sentiu seu cheiro. Daí temos a bolha da água cinza, a seguir…

Sasaki: — Onde fomos vimos um domo, anjos, pessoas testando armas, homens saindo da areia antes do domo ser construído, falando que sei idioma era parecido com o das Makkyn-nas.

Jin: — Tem o Torben, que escondeu algumas coisas por aqui… conhecimentos e tem também alguns itens de Morgana.

Abraão: — Teve uma que me congelou.

Dubhe: — Outro cegou o Rin e falou algo de perdão por abandono.

Drake: — Ainda não entendi essa bolha aí.

Dante: – Teve a que mudou a roupa do monge.

Órfão: — Enquanto isso eu deveria estar sendo morto pela outra bolha que me deu essa roupa. E então na ultima não tinha nada e tentou me matar e agora tem o símbolo do dragão. Só mudou minha roupa depois de tentar me matar.

Dante: — Morgana Corvington? A Alta-Sacerdotisa de S. Sparrow que ajudou a abrir os portões?

Jin: — Essa mesmo.

Dante: — Pode ser mais claro sobre essa parte do Torben e Morgana, dar mais detalhes, que acho que posso estar ligando peças. A água cinzenta é um elemento corrompido, pelo que sei de história ela foi amaldiçoada com algo assim, marcas em você monge eram de que jeito?

Órfão: — Marcas, você acha que vi algo? Tente ver coisas em seu corpo que está coberto enquanto esta sentindo uma dor horrível a qual nem consegue se mover direito. Só sei que tentou me matar. Mas e as suas marcas?

Dante: — Provavelmente as marcas que surgiam eu seu corpo durante a noite quando a dor da maldição ficava ativa. É isso provações de Morgana, a maldição, o elemento corrompido, o abandono de companheiros…. faz todo o sentido. As outras imagens podem ser isoladas, mas isso está ligado.

Órfão: — É e eu passei no teste? Ou perdi no teste? Porque se eu passei e ainda fui atacado depois, isso para mim não tem muito sentido, e se eu não passei, dai faria algum sentido porque estaria passando novamente. E isso não é bom.

Leon: — Parece que aquela é a provação final. Se contarmos certo: passamos por 5 bolhas: três com imagens, 2 com itens e agora essa.

Órfão: — A provação final não tem nada dentro? Quando entrei lá não tinha nada.

Sasaki: — Parece que são duas bolhas diferentes, numa delas venceu o desafio e a dor parou, na outra algo faltou, seria o calor que não poderia levar para a água, isso não sei ao certo.

Órfão: — Vamos todos juntos? Se não der certo todos pereceremos!

Arthlong/Kratos: — Vamos entrar, parece que temos que evitar a entrada não cair na armadilha.

Dante: — O que sabem nadar melhor, levem aqueles que não são tão aptos. E que tal deixar Vendetta e Zeus com Katus?

Rin D. Law: — Para aonde estamos indo mesmo? Pergunta confuso

Órfão: — Vamos entrar na boca do dragão bolha. Sorria

CABEÇA DE DRAGÃO VERMELHARin D. Law: — Então Vamos Drake e eu carregamos alguns… eu sou bom nadador e ele também. Quem ai sabe nadar além de nós?

Órfão: — Eu acho que fui o que mais nadei, mesmo não gostando muito. Quando não se gosta de algo faz a coisa rápida para que acabe logo, como tirar um pano que cobria um ferimento que o sangue secou. Eu me arrependi de tirar rápido sangrou mais, para fazer como o mestre disse tirar aos poucos com água. Balançava a cabeça negativamente enquanto se aproximava da bolha e logo olhava a eles questionando: — Quem quer vir comigo?

Sasaki: — Eu posso tentar levar alguém sei nadar um pouco.

Dubhe: — Posso ir com o padre de novo.

Arthlong/Kratos: — Se alguém quiser posso ajudar a nadar pule na água que eu empurro, só não poderei falar. Ia se transformando em lobo e esperando a reação dos demais para seguir com eles.

Abraão: — Se puder me ajudar já que me incluo no grupo daqueles que não nasceram para ajudar eu aceito monge.

Rin D. Law: — Vamos então eu Levo a Dubhe ou o Drake leva os mascotes mais pesados…. Podemos ir assim?

Órfão: — Certo eu e Abraão vamos por ultimo para dar suporte e Sasaki vai com Dante.

Sasaki sai na frente levando Dante.

Jin: — Seria uma honra Dubhe.

O monge não consegue ir direto para a bolha e o paladino sendo levado não ajuda.

Arhtlong também fica parar trás por causa de Leon.

Rin segue na frente de Drake sem precisar auxiliar ninguém.

Jin leva Dubhe e passa Rin.

Sirius acompanha o grupo que está na frente.

Órfão  para tentar salvar-se começa a imitar o melhor nadador que conseguir ver!

Arthlong, Rin e o monge se recuperaram e todos chegam a bolha marcada com a cabeça de dragão vermelho. Sentem o calor vindo dela e Arthlong sente que o efeito está inativo como antes na bolha que marcou com um traço.

Rin D. Law: — Entra na bolha e começa analisar em volta.

Órfão: — Tenta esperar com o paladino que alguns entrem e então tenta entrar vendo primeiro se ninguém esta com problemas!

Todos entram na bolha e podem falar normalmente, respirar, nenhuma reação igual à defesa de antes, não é mais quente aqui dentro. Nada no pilar.

Órfão: — E agora deve aparecer o dragão né? Olhava como se já fosse óbvio. — Pelo menos foi o que a bolha disse. Mas não confio nelas.

Leon: — Antes o efeito da cena ativou quando tentamos ler a esfera, foi o mesmo com Rin quando mexeu nela… acho que é a chave. Todos preparados para o que virá?

Órfão: — E porque uma vez ela me atacou eu estando nadando? Acho que não gostam de mim.

Rin D. Law: — Sim, manda brasa. Fechava apenas um olho e virava a cara.

Sasaki, Dante e Dubhe confirmaram com a cabeça. Restava Arthlong e Mugen.

Órfão: — Vamos lá já sei que vai vir para cima de mim!

Leon  se aproxima da esfera, coloca as duas mãos e tenta ler, quando…

Jin: — Não é bem assim Monge.

Órfão: — Não to reclamando, só to falando o que eu acho. Melhor em mim do que em vocês e eu não puder fazer nada.

Novamente estão dentro d`água, fora da bolha, nadando alguns com dificuldades, a sua frente à cabeça de dragão vai se desfazendo e uma enorme criatura com 7 cabeças, de coloração branca gelo sai da mesma, como um portal.

Estavam de cara com uma Hidra, quando se lembravam dos ingredientes do Ritual…. cabeça de Hidra.

Arthlong/Kratos  olhava a hidra analisando a mesma para ver o que obtinha de informações.

Órfão faz com gestos: Aponta, coloca 7 dedos, bate a mão aberta em outra mão, fazendo a outra mão como estivesse caindo e balança a cabeça positivamente!

Abraão não consegue se estabilizar na água sozinho e não pode fazer muito.

Arthlong/Kratos: — Cabeça, cortar cabeça de hidra. Atacava uma cabeça sem pensar muito.

Órfão  olha com estranheza e o pior estava abaixo da água! Temia não ser tão eficaz, mas só existia uma forma de quebrar a água, com algo ainda mais forte! E então concentra como se fosse curar, transferindo energia para o próprio corpo, porem ao invés disto ele condensa esta energia nas mãos e a aperta muito! Tentando deixa-la mais firme! Com isso avança para cima da besta para o seu centro já que era maior que as cabeças batendo a perna forte com sua habilidade de velocidade para pegar um maior impulso e assim desfere uma sequencia de golpes de Kunf Fu no centro da mesma! (Punhos de pedra + Velocidade Ampliada + Sequência).

Rin saca suas duas espadas e tentar deferir um golpe muito poderoso na Hidra Causando até 4 Hits (4x Ataque Extra + 4x Dano Máximo).

A Hidra concentra as 7 cabeças e sopra um gigantesca rajada sobre seus atacantes, congelando os dragões, Leon e Sasaki. E com as cabeças ataca o monge, Rin, Arthlong, Dubhe, Mugen, Dante e Abraão, ainda passando a garra sobre um Drake congelado.

=== Anya & Alec ===

Anya: — E o que seria senhora Akim? Prestando bastante atenção para filtrar tudo o que poderia falar, por aí. Porém não dando nenhum sinal disso.

Akim: — Vamos contar toda a história, como sabe ele surgiu naquela fogueira, sem memória, parecido como o meu caso e de Serena, até onde sei sou o mais humano dos três.

Anya: — Que o senhor havia surgido como eles, eu realmente não sabia! Mas por favor… continue! Ainda prestando atenção.

Akim: — Quando trouxe o garoto para cá sumimos por um tempo e… Num dos olhos do menino surgiu uma pequena chama negra e ele me levou a um lugar onde meu corpo parecia queimar por dentro, e disse que todos que surgem são peças fundamentais na chamada “Correção” que só pode ser feita se as doze adagas forem resgatadas, recuperadas e seus rituais realizados.

Anya: — Eu cheguei a ver essa chama de relance no olhinho dele! Porém, não sou um dos que surgiram então, não há motivos para me preocupar. Dando um sorriso. — E essas adagas? Você já tem algumas?

Akim: — Não estou reunindo elas e o grupo que saiu.

Alec: — Nossa acho que ouvi mais do que gostaria.

Menino: — Pode ajudar na correção?

Anya: — Não acredito que você deixou essa tarefa na mão daquele grupo. Porém, adagas suas, julgamento seu! Olhando para Alec. — Mesmo sabendo que ele já ouviu mais do que deveria. Eu não gostaria que Alec se metesse nisso. Poderia dar algo ao menino para comer, e quando nossa conversa acabar, trazer ele aqui? Para que eu possa levar ele algum lugar mais calmo. E quando a sua pergunta… Rufio… Dando um sorrisinho para o menino. — Posso te chamar de Rufio? Eu ajudarei no que me for possível!

Akim: — As adagas não são minhas para começar, na verdade descobri que elas estavam ligadas a mim… ou aos desaparecimento só depois que conheci o grupo e eles já tinham duas adagas naquele momento.Comida para o Alec ok. Shimogawa chamando pelo mago que leva o ranger embora.

Menino: — Rufio… de onde tirou o nome moça?

Anya: — Agradeço por Alec, não sei o que há com aquele menino, ele é misterioso, e ao mesmo tempo parece tão inocente….. Bom, há muito tempo li uma história sobre um menino que não queria crescer, ele cresceu em um lugar chamado Terra do nunca, porém ele se apaixonou, e foi embora da Terra do Nunca. E deixou um menino perdido, ou seja, um menino sem família e que não tem memória de nada a não ser do agora, no comando. Esse menino se chamava Rufio!

Akim: — Parece boa na escolha de nomes… Ok que assim seja Serena e agora Rufio.

Rufio: — Gostei. Obrigado. Sentando a mesa. — Disse que vai me ajudar na correção não é?

Anya: — O que posso fazer? Olhando o menino.

Rufio: — Para começar precisa de uma das adagas… e tem um lugar que pode encontrá-la e roubá-las. Ou pelo menos uma.

Anya: — Onde? Ficando um pouco preocupada com isso.

Rufio: — No lugar mais parecido com uma “casa” que tem agora?

Akim: — E como sabe disso?

Rufio: — Sei tudo que está escrito nos pergaminhos…

Akim: — Pergaminhos?

Anya: — Pera…pera os dois De que lugar você está falando Rufio? E de que pergaminhos? Confusa.

Rufio: — Eu e meus irmãos podemos acessar pergaminhos chamados de Todos os Conhecimentos… de onde viemos…a história de vocês é passado…só que ela altera conforme borboletas voam pelo céu… não dá tempo de fazer nada, aí alguém tinha que vir, e eu pelo passado dos meus ancestrais fui o escolhido.

Akim: — Vai ser difícil não ficar confusa, ele é igual Serena mesmo, tem horas que o conhecimento flui naturalmente, como se quebrasse barreiras invisíveis.

Anya: — Sim…. porém estou entendendo um pouco… você foi escolhido para que? O olhando ainda prestando atenção. Ela entendia um pouco por causa da lógica louca de Serena.

Rufio: — Eu vim como Akim e Serena… por que teríamos duas bênçãos. Que só saberíamos na hora certa. Eu fui o escolhido para voltar aqui, nesse ponto e impedir que a Ascensão se conclua…

Akim: — Duas bênçãos.

Rufio: — Isso e respondendo a casa é onde está aquele que “ama”.

Anya: — Que duas bênçãos seriam? E Rufio… eu sinto muito, não sou tão influente assim em “casa” como você diz…. E não posso decepcionar ele Rufio!

Rufio: — Converse com ele. Quem sabe? Aí poderia me ajudar se não eu agradeço por tentar. As bênçãos como disse só na hora certa.

Anya: — Está bem…. Vou falar com ele! Não garanto que ele vá me ouvir! Mas vou tentar! Dando um sorriso para o menino. Sobre Alec… agora tenho que falar com ele… saber se ele quer ficar em algum lugar melhor, ou se ele quer ficar aqui! Nosso assunto parece que acabou não é?

Akim: — Acho que sim, espero que saiba que essas informações só dividi, pela lei da troca… e o resto veio naturalmente de Rufio.
— Vou chamar Alec, ele não pode ficar aqui…

Rufio: — E nem deve ele tem algo importante sob seus pés.

Anya: — O que quer dizer Rufio?

Rufio: — Falei que para ajudar nas correções precisa reunir adagas e realizar rituais, ele tem algo que serve para fazer um dos rituais e algo muito importante para evitar a Ascensão.

Anya: — Então.. o que eu faço com ele? Não posso levar ele comigo… se o que você diz é a verdade, e se você sabe o que sabe… Compreende que ele não deve ir comigo!

Rufio: — Não. Cuidaremos dele, não é Akim.

Akim: — Acho que sim, se ele tem haver com a missão seu passe é estendido.

Anya: — Agradeço Akim… E lhe peço que, por favor, não seja mencionado Alec a ninguém, nem mesmo ao grupo. Não quero que ninguém o machuque. Balançando a cabeça para os lados. — Tenho a mania de me apegar a pessoas como ele… Rufio. Serena…
Posso me despedir de Alec?

Akim: — Vou levá-la até ele. E tem minha palavra.

Ele a leva pelos elevador e ao refeitório. Alec parece que tomou um banho e está comendo…

Anya: — Oi Alec! Se sentando ao lado dele. — Desculpe… não vou poder levá-lo comigo, mas vou deixá-lo com o senhor Akim, e o menino que achamos! Eles vão cuidar de você! Sorrindo para ele, pega de sua sacola 100 peças de ouro e o entrega. — Pela sua ajuda, sem você não teria chegado aonde cheguei e lhe agradeço muito. Sua mãe deve ter muito orgulho de você! O abraça, soltando logo em seguida.

Alec: — Obrigado você… me pagou já me ouvindo e … com outras coisas… Devolvendo o dinheiro. Ao olhar para os seus pé se lembra da história das botas… que surgiram do nada.

Anya: — Negativo… fique com o dinheiro para qualquer despesa extra, não queremos abusar da hospitalidade do senhor Akim não é? Quero que sempre fique perto deles, senhor Akim e Rufio… dei esse nome ao menino que achamos! Veremos-nos em breve! Dava um beijo no rosto dele, e saia, pedindo a Akim que a levasse para fora do quartel general.

Akim a levava novamente surgindo num local deserto e olhando para trás nada de base, perto de Arancione onde estava.

Anya se afastava bastante daqui e telepotava para sua “casa” como havia chamado Rufio.

Volta ao domo…Hentel estava sentado num banco e corre lhe abraçando e a beijando sem perguntas, é possível ver o bilhete em seus bolsos.

Hentel: — Perdão por tudo, faça as perguntas que quiser, eu não duvidarei nem esconderei nada de ti.

Anya: — Hentel…. você realmente me ama…. e faria qualquer coisa por mim, assim como eu fiz por você? O abraçando, sentindo um pouco de receio de comentar algo com ele, porém, o amava e confiava nele, logo faria uma proposta.

Hentel: — Só pedir, tive receio antes, pelo que fizeram comigo aqui, mas agora perdi todas as minhas dúvidas. Sim para o eu te amo

Anya: — Quero ter uma vida com você… ter filhos, viver com você! E o mundo que eles vão criar, não poderei ter isso… você sempre soube que eu queria que nós dois vivêssemos em um lugar lindo, com flores, animais lindos… Ela parava por um tempo. O abraçava mais forte e falava ao ouvido dele. — Quero acabar com essa guerra Hen… quero pode te amar sem medo… E para isso, preciso da adaga que vocês tem…. E que nós dois voltemos a Akim. Estou muito louca para você? O olhando agora, com cara de preocupada, e mordendo de leve o lábio inferior, o que fazia quando estava nervosa.

Hentel: — Tem sorte… eu guardo uma das 3 adagas de posse do clã, sou o próprio guardião, então…É tão rápido e veem uma adaga de prata com o cabo negro, com um líquido verde gotejando da mesma, ele se aproxima e pega a adaga… e vira o cabo para você. — É sua como eu também sou.

Ela o puxa, o beijando com mais vontade agora. — Nunca vou amar ninguém como eu amo você! Há alguma possibilidade de pegarmos as outras duas e passamos despercebidos?

Hentel: — Seus guardiões são outros como eu “puros”… passar despercebido só com um grande plano – precisamos de tempo para isso. O melhor agora é ir para bem longe do domo.

Anya: — Eu concordo! O beijando mais uma vez. — Primeiro, procuraremos refugio com Akim, sei que lá é seguro, nenhum deles quis ir lá a momento algum… acho que podemos encontrá-lo no mesmo lugar que encontrei antes… E meu amor… Não me traia por esse clã! Pegando na mão dele e o teleportando para o lugar onde havia encontrado Akim.

Hentel: — Não vou trair por nada, arrancando a bandana do clã que usava. Vou treinar para despertar suas habilidades e junto comigo usá-las contra eles.

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