CONTO DAS SOMBRAS – SEGREDOS OCULTADO PELOS ELEMENTOS  

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Enquanto o grupo que consegue ficar junto se aventura no Templo das Águas, as histórias de Anya e Aztaroth voltam a se conectar levemente.

CONTO DAS SOMBRAS

=== Abraão, Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki ===

A onde pega em cheio em Drake o levando para a base da Fortaleza Subaquática. Órfão e Rin o perdem de vista.

Órfão tentava levar o Leon para um das bolhas para ver o que poderia fazer pelo dragão depois.

Abraão com seu lobo tenta nadar em direção a alguma das bolhas, mas é pego pela onda e arrastado de volta.

Dante e os demais viam o resgate de Leon e não entrava na bolha, quando Órfão atravessa a mesma e não está mais naquele cenário e Leon cai no chão dentro da bolha conforme o monge desaparece.

Rin D. Law: — DRAKE! Gritava Rin desesperado ao ver seu amigo sendo arrastado pela onda. — Droga! Eu o perdi, não é possível… Por favor, Drake esteja bem. Derrama algumas lágrimas. — Nos vemos em breve amigão. Como saio daqui? – da uma olhada em volta tentando encontrar algo.

Dentro da bolha onde está Rin não há água – só um pilar no meio com uma esfera que ele ainda não sabe se é de vidro ou água e passando dentro da esfera letras misturadas em idioma estranho.

Dante vendo o que aconteceu dá a mão para Sasaki e com o lobo nos braços atravessa a bolha com Leon caído e com o monge desaparecido. Eles continuam visíveis.

Rin D. Law: — O que será isso?  Rin tenta tocar na esfera para ver de que ela é feita e se surte algum efeito.

Ao tocar a esfera água se projeta dela só que a quantidade é pequena, no chão a água parece tomar uma forma esférica até que se transforma num par de Manoplas com os mesmos desenhos que tinha antes na esfera.

Rin D. Law: — Hum… Interessante. Rin abaixa para pegar as manoplas e examina-las.

Jin ao perceber que estava totalmente rodeado de água prende a respiração e então olha em volta, porém só o que via era água faz sinal com as mãos para que Zeus e Dubhe também prendessem a respiração. “Agora como é que vamos sair daqui?” Percebendo que estava sendo arrastado para dentro da fortaleza, o padre começa a observar o lugar tentando achar alguma saída ou quem sabe algum lugar onde eles possam respirar.

Ao tocar nas manoplas, suas vistas ficam turvas e perde a sensação da língua, sente o braço direito queimando, mas não pode ver.

Mugen acompanhado de Dubhe e Zeus, a guerreira com certa dificuldade vê que dentro da Fortaleza nas extremidades é possível ver 6 Bolhas, algo vem rápido na direção deles e bate no chão, é um dos dragões vermelhos.

O paladino continua sem sorte a máscara é sua única vantagem na água, mas…

Rin D. Law: — Droga. Estou cego… e ferido…. e preso em uma bolha…. Com uma coisa que não posso tocar. Vai examinando com as mãos para ver se encontra algo mais naquela bolha

Dante, Sasaki e Katus acodem Leon e procuram por pistas do que aconteceu ao monge aproveitando que dentro da bolha tem oxigênio.

Conforme Mugen nadando com Zeus, a guerreira fica para trás.

Jin olhava aquele dragão vermelho e tentava se comunicar para tentar identificar se era o Drake, enquanto isso ele apontava para uma das bolhas de ar, pedido para que Dubhe e Zeus fossem para ela, enquanto que o padre se aproxima um pouco do dragão caído no chão tentando uma comunicação. “Drake… é você?”

O dragão só abre os olhos e lembra que não pode falar ali, apontando com a cabeça para uma bolha em específico e começando a nadar até lá.

Além da manopla e da pilastra não parecia haver nada na bolha de Rin, nem mesmo chão, ao tocá-lo sentia que era mole e flexível o lugar que pisava, como se fizesse parte da própria bolha.

Jin procura pela Dubhe e aponta para Zeus a bolha a qual estavam indo, para que o mesmo fosse para lá.

Rin rasga um pedaço de sua roupa e tenta pegar as manoplas através do pano.

Sasaki: — Nada do monge como é possível. Lá de fora não vi tocar na esfera. De qualquer forma é melhor ficarmos aqui e gastarmos mais tempo na busca.

Leon: — Ele fez isso para me salvar. E não sinto magia de teleporte aqui, novamente um lugar que foge das regras tradicionais.

Mugen ao nadar de volta para o lugar de antes encontra a guerreira que não é uma exímia nadadora tentando alcançá-los.

Agora não há qualquer reação ou armadilha, Rin consegue pegar a manopla normalmente e parece ouvir algo…

Jin tenta ajuda-la a chegar à bolha onde o dragão tinha apontado. “Vamos… você consegue, Gamla está contigo e me dará forças para ajuda-la!”

O paladino vai ser levado pela força da água, quando o lobo solta dos seus braços e o segura com uma mordida tomando cuidado para não feri-lo.

Na bolha 6 – Katus parece farejar algo.

Jin volta à posição onde deixou Zeus e dessa vez ele não conseguiu acompanhar o dragão vermelho.

Rin escuta alguém passando pela bolha, parecia um som de algo estourado, como uma bolha de água normal e ouvia Drake. — Rin que bom!

Jin continua a nadar guiando Zeus para a bolsa de ar que Drake tinha mostrado.

Rin D. Law: — Drake!  Você está bem! Venha para cá estou meio cego…e cuidado para não encostar-se às manoplas.

O paladino vira o jogo e começa a nadar, mas…

Zeus consegue acompanhá-lo até a bolha. Rin e Drake estavam do lado de dentro, só que os olhos do lobisomem estavam brancos.

Rin tenta falar, mas sua voz não sai. Drake se aproxima fazendo como se fosse um carinho, agradecendo por antes…

Jin agora respirava bem fundo e olhando para vê se Dubhe estava bem.  — Pensei que não chegaríamos Zeus. Olhando para Drake e Rin com os olhos brancos. — Graças a Gamla vocês estão bem, Rin… O que houve com seus olhos?  Se aproximando do mesmo.

Rin ao escutar, aponta para sua boca querendo dizer que estava sem pode falar e aponta para os olhos demonstrando que estava cego, e por ultimo pede que com os braços se afaste das manoplas embrulhadas.

O paladino coloca um refil na máscara… por que o ar foi consumido tão rápido, ele pensava.

MÁSCARA DE OXIGÊNIO

 Jin sem entender nada se aproxima do mesmo tentando saber do que ele falava.

Dubhe respira fundo ao entrar na bolha com ar… Mugen vê no braço de Rin um símbolo estranho, parecia uma runa.

Jin parava e começava a analisar que runa era aquela que tinha no braço de Rin. “O que será isso?”

Rin faz uma expressão para Mugen querendo dizer “O que foi?”

Dubhe: — Que lugar é esse? Por que não fala Rin? Aqui não tem água. Voltando a respirar normalmente.

Zeus vai andando normal até o pilar e a esfera de água.

Drake: — Uma runa no braço dele. Vou ser o sei sobre ela amigo.

Rin faz uma cara para Drake querendo dizer para ele continuar.

Jin olhava para aquela runa com a cara de quem não estava gostando do que tinha acabado de ver.  — Ainda estou analisando o que está em seu braço.  Jin para e respira um pouco procurando ajuda divina. “Gamla ajude a tal pessoa nesse momento de dificuldade… dê-me um pouco de sua sabedoria para que eu possa ajuda-lo”.

O dragão vermelho abaixa a cabeça sem palavras para dizer aquilo.

O padre Jin identifica como um runa de contenção – usada por clérigos normalmente como forma de punição – essa em específico anulava dois sentidos.

Jin se lembrava de algo e a identifica .  — Amigo Rin, eu não tenho boas noticias… em seu braço há um símbolo, para ser mais claro uma runa, onde a qual simboliza a morte, porém eu lembro-me de que também era usada como uma runa de contenção usada por clérigos, como punição ela anula dois sentidos, creio que isso foi o que aconteceu com você.

Dubhe: — Punição padre, o que ele fez para ser punido?

Zeus derruba a esfera de água no chão e começa a brincar com a mesma.

Arthlong/Kratos entra finalmente dentro da bolha que estavam Dante, Sasaki e Leon.

Rin abaixa a cabeça e olha para Drake passando a mão em sua cabeça falando para ele se animar.  “Há como me livrar disso”?

Jin: — Creio que este seja outro item criado por algum deus, ou seja, ele não tem permissão para toca-lo. Jin ouvia um barulho de algo caindo no chão, quando então via Zeus brincando com a esfera de água. — Bem tem algum problema de Zeus brincar com aquilo? Aponta para Zeus .

Arthlong ao entrar na esfera com Sirius vê o desespero de Sasaki e Dante procurando por Órfão. Leon tentava localizá-lo com magia e ninguém mexia no pilar com a esfera de água com medo de piorar a situação.

Dubhe: — Alguém poderia curá-lo, ou remover a runa, e não explicou por que ele foi punido?

Jin: — Por que ele tocou no iten Dubhe.  Jin olha para Zeus — Zeus não mexa nisso… não sabe o que isso pode fazer.

Zeus para olhando com medo.

Drake: — Contra outro tipo de magia poderia ter algum recurso, mas contra a Runa da Morte, não sei o que fazer, tudo que penso é arriscado.

Leon: — Arhtlong com suas habilidades naturais poderia nos ajudar, o monge sumiu do nada.

Arthlong/Kratos: — O que esta acontecendo aqui, parecem preocupados?

Arthlong/Kratos ouvindo o que Leon fala, tenta rastrear o monge.

Jin: –– Também não sei o que fazer ao certo Drake, mas não o deixaremos aqui assim.

Sasaki: — O monge entrou com Leon na bolha e sumiu… Katus sente seu cheiro, mas nada… tem a esfera, mas não sabemos se é perigosa. Leon não consegue ler a magia nela.

Arthlong/Kratos: — O que ele fez antes de sumir?

Rin D. Law olha para Drake em seguida para meu braço… Como se quisesse que ele queima-se o mesmo tentando apaga as runas deformando a pele

Dubhe: — Sair é pior…tem aquela água toda e vamos morrer sem saber nadar ou respirar por muito tempo.

Dante: — Só entrou na bolha, pelo vimos do lado de fora.

Jin: — Dubhe ou Drake vocês sabem algo sobre aquela esfera?.

Dubhe: — Tem certeza que está perguntando para a pessoa certa?

Drake tenta entender seus gestos.

Jin: — É que com essa descoberta eu não me lembro do que ela pode ser, estou mais preocupado com o Rin, você não se lembra de algo não?-

Dubhe: — Ainda é para mim a pergunta?

Arthlong/Kratos: — Não conseguiram ver se ele tocou em nada?

Jin: — Para você e para o Drake, já que o Rin não pode falar e nem ver.

Sasaki: — Do lado de fora só no chão e não aconteceu nada conosco.

Dubhe: — Não. Acho que a solução é tocar na esfera de novo ou no item que ele guarda para ver no que dá… Eu topo correr o risco se for necessário.

Jin: — Bem os riscos do iten já sabemos… porém se quiser tentar fique a vontade… eu prefiro a esfera.

Drake levanta uma das patas e aponta para fora da bolha. — O que é aquilo? Mugen não vê nada.

Arthlong se torna um lobo para fareja. Na sua forma de lobo sente o cheiro de algo… Próximo a esfera de Órfão e de… Abraão.

Arthlong/Kratos: — Parece que ele está aqui. Monge se está aqui nos mande um sinal.

Dubhe: — Peraí antes vamos ver o que o dragão viu, antes que a situação piore. Ela parece ficar com os olhos dourados e fala. — É um dos lobos, acho que Vendetta descendo rápido até o solo. Precisamos ajudá-lo, quer dizer, alguém precisa ajudá-lo.

Arhtlong e os demais na bolha 6 – escutam um rugido – ROOARRR.

Jin: — Hã.  Se virando para vê o que Dubhe falava. — Fique cuidando dele Dubhe, Zeus os proteja, eu vou ajuda-lo. Jin corre na direção da bolha e onde o lobo estava caindo e pulando para fora da bolha entrando na água para salvar o lobo.

O rugido parece vir da esfera.

Mugen nada rápido e pega Vendetta.

Drake vendo que ele saiu rápido tenta tirar algo mais de Rin para ajudá-lo.

Depois retorna rápido para dentro da esfera. Dubhe está próxima da mesma e a toca… — Parece que o dragão não sente o abandono…então que a punição desapareça.  Fala uma voz dentro da esfera.

Rin volta a ver e sente a língua novamente.

Rin D. Law: — Hãm? Quem falou agora pouco? – fica confuso – — DRAKE!!! Você…. Argh eu te amo irmão – Abraça o Dragão

ABRAÇANDO DRAGÃO

Drake: — Eu não fiz nada. Foi à garota.

Leon: — Ouviu o rugido? Está procurando algo meu amigo?

Jin: — E diz que não sabia o que a esfera fazia não é Dubhe, ficou guardando uma carta na manga… espertinha você.  Vira-se para Rin. — Você está melhor meu amigo?-

Dubhe: — E não sabia mesmo, mexi por que achei que algo precisava ser feito.

Jin: — Então isso foi obra de Gamla… ele nunca nos abandonou.

Sasaki: — Monge responda com palavras.

Rin D. Law: — Sim, estou melhor e obrigado Dubhe. Estende a mão para aperta a mão dela.

Dubhe: — Ok Rin voltou a falar e ver eu acho… ponto pela minha coragem. E o lobo? E os outros? E como devemos fazer aqui?

Rin agora pode ver a palavra mais claramente.

Arthlong/Kratos: — Um rugido talvez fosse do tigre.

Novamente a voz vem da esfera. — Eu falei com palavras oras… mas como você falou assim? Ou também não ouviram a voz?

Dante: — É ele de novo.

Novamente a esfera fala. — Corajosos são aqueles que não deixam ninguém para trás… Recebam as duas bênçãos seu amigo de volta e o conhecimento da esfera.

O monge surge na bolha de novo… a ponto de ouvir a voz de dentro de a esfera falar as últimas palavras.

Dubhe: — E as minhas perguntas?

Sasaki: — Está bem monge?

Dante: — Estava aqui e não podíamos vê-lo é isso?

Jin olha para o Vendetta e verifica se o mesmo está bem.  — Dos outros eu não sei, mas creio que estamos bem aqui. Mas alguém ai tem algum sinalizador, podemos chamar a atenção de alguém que esteja nadando lá embaixo ainda.

Órfão: — Como, você de novo, e nem… pera, parei aqui novamente, estão brincando comigo? Eu vou ao passado ou durmo, falo com vocês novamente, esperando chegar aqui para ajudar e agora volto não sei por quê!

Consegue só ver que o estado do lobo não é dos melhores, mas não sabe o que fazer e tem algo a mais…cadê Abraão?

Leon: — A esfera disse algo de que não podíamos abandoná-lo parecia um teste. Você preso em algum lugar e nós o procurando só com a voz indo de encontro ao outro.

Órfão: — Uma voz pediu para entrar em contato então eu rugi, pois contato som com som, porem achei que estava cansado com a situação então não estava muito bem. Então consegui te ajudar Leon? E O DRAGAO?  Olhava lembrando o dragão se afogando.

Jin: — Bem Dubhe ele não esta em suas melhores condições, porém, creio que sobreviva… Mas onde está o Abraão falando nisso?

Ao terminar aquela frase Leon, juntamente com Sasaki, Dante, Arhtlong, as mascotes e o monge começam a escutar e depois ver algo que não estava ali… e nem combinava com o cenário.

Ritual de Contenção

Eles veem os 4 portões abertos até agora. E as foices no chão, um anjo surge e corta acima do pulso onde tem um pentagrama igual dos portadores, seu sangue cai pelo chão e ele espalha pedaços das sementes encontradas na Floresta Sombria e uma de suas penas, a foice desaparece e o portão surge de novo sem cadeado, ele entra no portão e começa a enfrentar os demônios restantes, indo até um altar onde pega uma lança, a quebra em dois e crava em seu abdômen, o lugar é preenchido por uma forte luz dourada e os demônios são destruídos, as paredes do mesmo surgem runas.

Além surge do portão parece uma criança.

Criança: – Acha que com o seu sacrifício pode nos parar.

Anjo: – Eu aprendi o ritual para impedir que usassem esse espaço.

Criança: – E isso lhe custará caro. (O garoto começa a falar algumas palavras em idioma estranho e as penas das asas do anjo caem uma a uma, seus braços são retorcidos e quebrados, seus olhos sangram e sua cabeça explode).

 – Ainda não é inimigo para nós.

Ele retira uma adaga azulada e ao passar no ar os símbolos criados pelo anjo some, ele se corta com a adaga e a luz some do lugar e os demônios voltam.

– Bons meninos.

Templo da Água

Dubhe: — Além da adaga não tenho nada parecido com um sinalizador. Sim a esfera falou que Drake o perdoou ou algo assim.

Aqueles na bolha 6 – incluindo o monge e Arhtlong – voltam ao cenário anterior.

Rin D. Law: — Drake, perdoar? Perdoou o que?

Jin: — Então eu tentarei algo. Jin da uns 2 disparos de luz dentro da água tentando ver se alguém chegaria.  — Você o abandonou?

Drake: — Não tinha o que perdoar.

Dubhe: — Foi algo assim, minha memória não é lá essas coisas.

Arhtlong, o monge e o grupo da bolha 6 veem luz fortes percorrendo a água vindo do outro lado.

Rin D. Law: — O que faremos agora?  Pergunta confuso. — Então vamos só ficar aqui nessa bolha?

Órfão: — Certo, agora que estamos aqui, temos que achar algo sobre os desaparecidos ou a adaga! Pelo menos acho que deve ser isso, mas aquelas portas são estranhas. Olhava para ver se encontrava algum caminho alem de olhar a luz.

Jin: — Temos que achar os outros… Porém não creio que Vendetta aguente nadar mais com tanta água assim.

Dubhe: — Que está mal fica nesses pontos chaves e os outros bons nadadores ou resistentes procuram os outros.

O monge não vê nada além do conteúdo da bolha e as luzes.

 Órfão: — Então, temos que ir às outras bolhas buscando as outras coisas? Da ultima vez que sai de uma bolha não me dei muito bem.

Jin lança mais uns 3 disparos de luz com intervalos de 10 segundos de um para o outro. — Bem podemos esperar um pouco para vê se alguém vem com essa luz que eu to emitindo aqui. Caso contrario vamos procura-los.

Rin D. Law: — Eu Posso nadar. Vocês cuidam do meu irmãozinho? Olha para Drake.  — Brincadeira… vou indo. — Sai para procurar os outros

Drake: — Eu quero ir junto.

Órfão: — Eu vou me arriscar, acho que apesar de felino sou melhor dos que estão aqui. – Se joga no mar novamente após prender bastante ar e olha as bolhas em volta tentando lembrara-se da bolha que estava, escolhe a mais próxima e nada com toda velocidade.

Dante: — Fala do resgate a Leon, não acho que isso que disparou seu desaparecimento… E sim o fato de entrar na bolha.

Leon: — Agradeço de novo pelo resgate.  Fala vendo o monge ir embora.

NADANDO

Ambos nadam. O monge não estava em outra bolha e sim próxima a essa, a luz vem do lado oposto, mas além dela há outra 4 bolhas. Rin procura movimento na água, as pessoas ou estavam seguras ou…

Órfão simplesmente ignora a bola da luz, sempre que segue o obvio acaba se dando mal, apesar de ser dele, mas ele temia algo acontecer no percurso então nadava para a mais próxima!

Nadando até outra bolha do lado esquerdo de onde estava… com um pilar e outra esfera de água…nada mais que pudesse ver.

Rin segue nadando em frente tentando localizar outras pessoas usando sua audição

Dubhe: — Jin se quiser ir pode que eu fico com as mascotes… apontando para Drake abandonado novamente sem resposta, Vendetta caído e Zeus.

Órfão tentava olhar mais de perto ambos e tocar, na ordem bolha pilar.

Ao tocar na bolha o monge sente algo passando para o seu corpo e desenhos iguais às chamas azuladas surgem em seus braços.

Rin não consegue localizar nada. E Dubhe aguarda a resposta de Jin.

Jin: — Espera um pouco… alguém ai de vocês quer ir comigo, tirando Vendetta que ta mal. Quem vai?-

Rin seguia nadando para frente tentando achar pessoas

Órfão olhava estranho a mesma mas como não tinha nada a mais somente tocava em seguida no pilar!

Dubhe: — Eu não sou a mais indicada quem sabe o dragão que desejava ir antes e ficou.

Arthlong relembra seus companheiros Sirius, Leon, Dante, Sasaki e o lobo de Dante.

Rin encontra Abraão que acaba de entrar numa bolha, ele estava coberto de uma espécie de segunda pele branca.

Jin: — Você não poderia sair porque ficaria aqui cuidando de Vendeta.

Rin D. Law: — Abraão acorde? Cutuca-o.

Ao atravessar a bolhas, os desenhos de chamas azuladas tomam o corpo do monge e a dor é a maior que já sentiu até hoje, caindo de joelhos antes de chegar ao pilar e a esfera de água sobre o mesmo.

Jin: — E ai quem vai? Zeus? Drake?

Órfão utiliza a sua resistência quase inabalável para forçar uma reabilitação antes de cair desmaiado para da uma propulsão e expulsar aquilo para o pilar, já que era a única coisa a frente!

Dubhe: — Eu não sou uma boa opção, recomendei o dragão, mas fica por sua conta quem vai.

Abraão desperta.  — Rin, cadê Vendetta, onde eu estou o que isso na minha pele?

O monge não consegue expulsar as chamas como sua resistência, mas consegue se mover com dificuldade.

Jin: — Está certo… Zeus os proteja e então vamos Drake? Jin falava entrando na água e nadando para procurar os outros.

Drake: — Vamos. Indo ao seu encontro.

Rin D. Law: — Está na bolha, não sei. Venha vamos voltar!  Da a mão para Abraão. — Consegue nadar?

Arthlong/Kratos tocando no pilar e vendo se consegue descobrir se ele faz algo.

O padre acompanhado de Drake pode ver Rin nadando para a direita e, além disso, outras 4 bolhas como opções. Ou seguir o companheiro.

Jin aponta para Drake ir ajudar Rin enquanto que o padre vai para a bolha da esquerda.

Órfão mais uma vez tocava, se sacudindo e tentando tirar aquilo de si!

Rin sente a queimação no braço onde a runa de antes apareceu e outro desenho surge, não levando sua visão e fala dessa vez. — Sabe de Vendetta? Preciso ajudá-lo. O que é isso em você?

O pilar em si parece só sustentar a esfera de água que lhe mostrou a visão, nada de mais na análise de Arthlong.

Rin D. Law: — Eu não sei. Quando encontrarmos Drake ele lerá para a gente vamos, Vendetta deve está bem ele é um lobo e nós somos bons nadadores.

Drake nada até o seu amigo. Mugen segue até a próxima bolha além do pilar com a esfera estava vazia.

Sem efeito, aquilo não era doença ou veneno que sua habilidade podia curar, e tocar o pilar não mudava nada. Quem sabe a esfera sobre ele.

Drake atravessa a bolha logo que Rin o menciona.

Jin respira fundo e toca na esfera esperando que a mesma reagisse com ele.

Rin D. Law: — Drake! Porque me seguiu? Você podia se machucar Abraça-o. — Bom já que está aqui o que está escrito em meu braço?

Órfão não conseguindo, coloca um braço na água para ver se lavava.

O padre atravessa a bolha (fato que sempre esquecem antes)… e aí seu corpo parece restaurado como uma noite de sono bem dormida. Seus olhos abertos como se tomasse algo que o deixasse acordado. Revitalizado. E aí sim se aproxima da esfera…

Drake: — Fiquei pensando naquilo do abandono e resolvi não deixá-lo sozinho, ou o pior podia acontecer. Vou analisar é diferente da runa da morte… pelo menos um alívio.

Sasaki: — Se não já teria ido atrás do monge.

Leon: — Eu o mesmo.

Rin D. Law: — E aí amigão descobriu alguma coisa? Pergunta preocupado.

Ao tocar na esfera, o monge vê uma máscara cinza saindo da mesma e caindo no chão… sua condição não muda.

Ao tocar na esfera de água o padre vê uma cena…

Dante: — Sim só que sairmos dessa parte segura só vai fazer que demos trabalho. Leon e Sasaki junto comigo e os mascotes somos os menos resistentes as atuais condições.

Drake: — É outra runa de contenção essa parece ter relação com algum tipo de habilidade, o restringindo, espero que não seja nadar. Só descobri isso.

Arthlong/Kratos olhava fora da bolha para ver onde os outros estavam, no mesmo lugar ou em bolhas diferentes

O padre retorna a bolha normalmente.

Rin D. Law: — Vamos testar amigo….qualquer coisa me puxe de volta. Saindo da bolha.

Órfão pegava a mascara e simplesmente a coloca sem muitas explicações, as vezes coisas simples acontecem.

Na imensidão de água, os pontos luminosos desapareceram e Arthlong não via mais nada.

PONTOS LUMINOSOSRin sai da bolha normalmente, sem qualquer efeito.

Jin após ver aquela visão paralisa.

(Ver no Conto das Sombras –  Abaixo das Ondas, a cena de Mugen)

— “Hum…. então é aqui é uma fortaleza de S. Sparrow… e que tudo aqui está ligado as lembranças de Morgana… conhecimentos e itens.” Jin da um disparo de luz na água novamente, respira fundo e prede a respiração para voltar e ao passar pela bolha começa a nadar procurando por alguém.

As roupas do monge alteravam para as do seu mestre… as manchas sumiam e a dor também. Longe dali todos no Santuário recebiam uma runa de contenção: Abraão, Rin (uma segunda), Mugen e Arhtlong entre eles.

Órfão sem mover-se respira fundo com o alivio e logo tenta entender o que aconteceu durante um tempo em seguida sentando olhava as roupas e seus itens para ver se estava tido certo enquanto descansava.

Rin D. Law: — Drake,vamos sair daqui e voltar para Dubhe. Diz para o dragão e para Abraão o acompanhassem.

O padre nada e encontra o monge com vestes diferentes, mas era ele.

Abraão: — Ok. Coloca novamente a máscara e vê que está quebrada, colocando a segunda que tinha.

Drake acompanha Rin e o paladino.

Arthlong/Kratos: — Mas que merda é essa – olhava a runa que aparecia nele. De onde surgiu isso?

Arhtlong não reconhece nada sobre o desenho e não sente diretamente magia sobre a runa.

Rin e Drake conseguem acompanhar o ritmo, Abraão fica para trás, mesmo com sua máscara.

Órfão: — Tenho que arrumar uma forma disto não acontecer! Respirava fundo se reconstituindo. — Sempre sou levado contra a minha vontade, algo tenta me matar que não consigo deter e invade meu corpo. E não sei mais o que. Penso se não foi sorte eu estar vivo ate o momento. Posso precisar descobrir algo. Eu iria meditar no momento, mas meus companheiros precisam de mim. Levanta com meia dificuldade ainda com tudo aquilo inclusive a mascara sem entender bem o que ocorreu no geral mergulha na água mais uma vez para a próxima bolha!

Antes que seguir para a próxima bolha… o monge vê o padre do lado de fora nadando.

Órfão ao ver isto, sai dali para o padre ver de onde o mesmo estava saindo e vendo sua situação para ver se não estava com problemas!

Rin ao olhar que Abraão está pra traz volta e tenta pegar a mão dele para ajuda-lo. Levando o paladino que não consegue nadar com tanta facilidade.

Jin faz um sinal de Ok com a mão para o monge e nada para perto dele apontando a bolha onde estavam os mascotes e Dubhe .

Órfão logo seguia o mesmo ajudando caso alguém precisasse e os seguia.

Rin nada com Abraão acompanhado de Drake a procura dos outros companheiros. E passa pelo padre com o monge voltando à esfera que estavam antes.

Reunidos na esfera 2 – onde o monge pode ver um desenho que todos tem exceto ele, e Rin com dois deles, um cada braço, estão Dubhe, Zeus, Vendetta, Rin, Drake, Abraão, Mugen e o Órfão. Na bolha 6 estão Arhtlong, Dante, Sasaki, Sirius, Leon e Katus. Dois grupos separados, mas seguros por ora, até entender o que aquelas marcas fariam.

=== Aztaroth ===

Seu último golpe acerta a múmia que começa a falar palavras estranhas e é arrastada de volta para o caixão que se lacra com correntes negras e desce ao chão, a bolha que envolvia Golwen estoura e o mesmo cai inconsciente.

Aztaroth corria pegando Golwen nos braços e teleportava-se de volta para a base.

Chegava pelo lado de fora…como anteriormente

Ia com Golwen nos braços para a base procurava por Akim.

Entra na base e para na sala central… Shimogawa estava sozinho com uma Makkyn-na.

Aztaroth: — Onde esta Akim ? Preciso falar com ele rápido.

Shimogawa: — O que houve com Golwen? Pietro pode ajudá-lo?

Pietro: — Acredito que sim. Ele analisa o elfo em busca do que lhe aflige e começa os primeiros socorros.

Shimogawa: –Agora sim posso responder. Akim teve que sair algo urgente pediu sua atenção e para o nosso bem não é um ataque.

Aztaroth: — Fomos atacados preciso relatar o que houve a Akim, me diga onde ele está.

Pietro: — O elfo precisa de mais cuidados vou levá-lo para a área médica. O colocando nas costas.

Shimogawa: — Sinto muito, mas ele não disse.

Aztaroth: — Cuidem de Golwen, se precisarem de minha ajuda e só chamar.

Shimogawa: — Para onde vai?

Aztaroth: — Para canto algum não só medico o que podia fazer já fiz que foi derrotar nosso agressor estarei lá fora, se não ha mais nada para eu realizar.

Espera do lado de fora… e escuta gritos não de dor parece a voz de Shimogawa com certo desespero.

Aztaroth abrindo a porta. — O que aconteceu?

Akim está no centro do lugar, todo queimado, um garoto ao seu lado. Ele toca no líder da brigada e começa a curá-lo.

=== Anya ===

Anya: — Agradeço a ajuda! Olhando o menino, que a seguia, estava com um pouco de medo de metê-lo na confusão que era a vida dela, ele parecia ser inocente demais para aquilo tudo.

Akim volta a atravessar o meio do nada.

Alec: — Conhecidos para lá de estranhos que tem.

Anya: — É verdade! Diga-me uma coisa, onde está sua mãe? E… Quantos anos você tem?  Olhando para o rapaz, enquanto esperava por Akim.

Alec: — Tenho 18 anos. E minha mãe está em casa, por assim dizer… Mudando para uma expressão triste.

Anya: — Como assim? O olhando agora com mais cuidado. O mal de Anya era esse, ser legal com as pessoas.

Alec: — Melhor não falar muito do meu antigo lar… Pode ser?

Anya: — Como quiser! Vendo ele triste, porém não podia fazer nada, apenas o deixava melhorar um pouco sozinho. Olhava por onde Akim havia ido, e o esperava.

Akim retorna e trás com ele um garoto.

O garoto era adolescente de olhos totalmente brancos e cabelos negros que cobrem parte do rosto, usava roupas novas e não parecia confortável com isso.

OLHOS BRANCOSAkim: — Ela que deseja conhecê-lo. E você aceitou.

Anya: — Pelo visto, é nosso menino misterioso? Prazer, Kitty! Falando quando eles se aproximavam, ela baixava um pouco na altura do menino e estendia a mão para ele em comprimento.

Ele estende a mão. — Olá. Eu não sei meu nome… mas prazer.

Anya: — Como assim? Olhando no olhos brancos dele fixamente. Apertando a mão do rapaz.  Sabe… tenho uma amiga como você! Ela não sabia o nome dela, e apareceu como você. Porém, ela veio para mim, e eu dei um nome para ela, Serena. Procurando mais detalhes, discretamente, que pudesse contar ao clã.

Nos olhos do garoto podia ver como se fosse uma chama, que logo some.

Akim: — Ele não é muito de responder, mas pode tentar perguntar algo, quem sabe tem sorte. Entendeu por que perguntei de Serena?

Anya: — Perfeitamente, ela seria bastante útil com ele! Porém chamá-la agora seria talvez triste para ela, não tenho certeza! Olhando para o menino mais uma vez.  O que você lembra antes de aparecer na cratera?

— Dos meus 5 irmãos. E de que precisava levar alguém para ver um lugar. Levei-o que me achou.

Akim olha com uma cara não muito satisfeita para a revelação.

Ela se aproxima do ouvido do rapaz, e fala baixinho. — Por um acaso você teria uma irmã chamada Zarandhes?

Sem dar conta de que era para ser secreto ele responde. — Não tenho irmãs, só irmãos.

Anya: — Muito bem… Serena foi descartada! Olhando para ele agora, falando agora em voz alta. Gosta de coisas que brilham?  Mostrando uma moeda para ele, dando um sorriso amistoso para o menino.

— Não. Por que gostaria. Para dizer a verdade meu instinto me fez vir vê-la, mas não entendo suas perguntas.

Akim: — Nem eu.

Anya: — Bem… primeiro, como foi com Serena, ela também não sabia sobre ela, e eu fazia as mesmas perguntas. O sobre coisas que brilham, apenas queria deixar você mais confortável, afinal, o que mais devem fazer com você é perguntas. Bem, então sejamos objetivos! Quem são seus irmãos? Lembra-se deles? Nomes? Talvez assim possamos ajudá-lo, talvez eu saiba deles. E gostaria de levar quem a que lugar?

— Não lembro o nome deles, assim como não sei o meu. E já levei… Ele. Apontando para Akim — para um lugar que causava muito dor… a ele.

Anya: — Ahh sim.  Olhando para Akim. Não deram um nome para ele? O primeiro passo para que ele comece a se sentir em casa, e para que se sinta confortável para lembrar-se de alguma coisa, é dando uma identidade a ele.  Olhando mais uma vez para o jovem. Seus olhos são brancos, você consegue enxergar mesmo? Desculpe a pergunta aleatória.

 — Sim. É uma meia-elfa loira, muito esperta e bonita. Viu?

Alec: — Ele que é esperto.

Anya: — Agradeço senhor Akim! Então… eu tenho um pouco de experiência com casos como o dele, como era com Serena. Se me permitir, gostaria de ficar perto dele, o ajudar a se lembrar das coisas! Ele é mais genioso do que Serena, mas acho que seria bom! O que o senhor acha?

Akim: — Não posso negar ajuda a brigada, mas… precisa me contar algo em troca…É assim que trabalho, o que acha que pode me oferecer?

Anya: — Depende! Tudo depende do que o senhor quer saber!

Akim: — O paradeiro de Serena ou para lhe dar uma escolha o que fez esse tempo todo longe e por que busca o garoto agora, poucos sabiam do seu aparecimento?

Anya: — Muito bem! Vou te dar as duas informações. Uma pela minha passagem para ir com você e a outra para meu amigo aqui! Apontando para Alec. Serena está com o irmão dela, o deus da morte, ele queria protegê-la, e ela nunca estaria segura entre nós. E durante meu “sumiço”, bem, tentei ficar com aquele grupo de antes. Eu ido ficar com meu ex-namorado, e vendo na furada que havia me metido fugi, porém infelizmente quem me ajudou na época e ninguém gostava dele, então fui tida como má. Tentei por várias vezes ajudá-los, porém são desorganizados e mal agradecidos, por isso, preferia que Serena fosse protegida pelo irmão, e eu fiquei muito tempo vagando por aí em busca de alguma aventura que não envolvesse nada disso. Só que soube do menino, e me lembrando do quanto às pessoas queriam fazer mal a Serena, pensei que ele poderia estar em perigo também, então vim para saber se ele estava bem, e encontrei o senhor.

Akim: — Pode repetir a parte de Serena e o irmão dela… o deus da morte.

O menino só olha para todos.

Anya: — Eu não deveria falar sobre isso. Na verdade, os senhores são os primeiro, a saber. Porém acho que aqui não é o melhor lugar para falar sobre isso, não acha?

Akim: — Não mesmo pagou sua entrada… vamos.  Autorizados… ao atravessarem a parede invisível surgem no elevador de antes…e voltam a sala de reunião agora só com outra pessoa, um homem careca, com vestes de mago.

Indo junto com todos, e se ajeitando no mesmo lugar que antes! — Muito bem, continuo ou prefere que falemos em outro momento senhor Akim?

Akim: — O momento ideal é agora. Todos aqui são de confiança minha ou sua.

Alec: — Vim por me convidou e minha curiosidade às vezes é maior que o juízo.

Anya: Sorrindo. — Sente-se também Alec! Você deve estar cansado!Continuando. Serena é uma, ou melhor, era uma deusa, pelo que me lembro da antiga deusa da morte, depois da grande lufada, ela e os irmãos caíram, e outros os substituíram. O deus da morte é bom com ela, e ela gostava dele, ela não costuma se enganar.

Akim: — Sabe os deuses que caíram isso pode ser importante, quer dizer é importante.

Anya: — Mas pelo que sei, a maioria está morto, graças a duas pragas, se me permitem o palavreado de pessoas tão distintas, os irmãos Bulan. Parecendo meio chateada.

Akim: — Os que Serena procurava? Faz sentido.

Anya: — Sim exatamente. Eles parecem que querem matar a todos, só não mataram Serena graças a sua falta de memória. Ela ficou tão triste. Queria poder tirar a tristeza dela e trazer para mim, não gosto que amigos meus sofram.

Akim: — Elas o procurara para matá-los eu pensei, mas não é isso?

Anya: — Serena não mataria ninguém. Não intencionalmente. Ela é boa, acredite em mim!

Alec: — Companheiros estranhos eu repito, a deusa da morte é boa.

Menino de olhos brancos: — Serena.. Ela é de nós não é Akim?

Akim: — Pelo que falou antes sim. É hora de dividir algo contigo Kitty e com Alec também que o garoto me mostrou

Começa a contar.

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