CONTO DAS SOMBRAS – ABAIXO DAS ONDAS

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Em dúvidas sobre qual o próximo passo, depois de uma votação o grupo de aventureiros retorna ao subterrâneo da biblioteca de Hanes, onde com as duas novas adagas de prata abrem outras portas, na primeira um cubo multicolorido que os leva para algum lugar do passado de Inpergoh.

CONTO DAS SOMBRAS Abraão, Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki

Órfão: — Ahn? – Coçava a cabeça de leve enquanto olhava o pouco que tinha para ver, mesmo estando mais afastado só por estar naquele ambiente e vendo a cena! Ouvia o que diziam e logo começava a seguir os “Makkyn-nas” para sem perguntar muita coisa a menos que o tentassem deter.

Andando pelo lugar o mesmo parece uma milícia. Com celas, dormitório, refeitório e arquivo.

O grupo pode seguir os guardas. Três deles apontam bastões com esferas negras nas pontas para um homem e uma mulher. Quando outra mulher surge vinda de uma fonte de luz e tira os dois dali.

É tudo rápido não dá para ver detalhes das pessoas envolvidas.

Dante: “Que lugar estranho. Espero sair daqui o mais rápido possível”. – me aproximo da Sasaki.

Órfão: — Humm? Senhores… – tentava tocar no ombro de um e já ia perguntando! – — Onde estou? Sabe algo sobre adagas? – parecia estar no estado inicial ao entrar no grupo, tentando ser otimista e educado, porem não sabendo se era uma boa hora para isso.

A mão de Órfão atravessa o homem, como se ele estivesse no mesmo estado que de quando Serena o pegou na Torre. Só que agora todo o grupo estava ali, como era possível?

Sasaki: — Preocupado com isso? – Falando com Dante. E sorrindo.

Órfão: — Ei… Droga, por isso quis melhorar minha parte espiritual, para não passar por isso novamente! – Pensava alto quando se volta ao grupo e fala – — E agora? – Faz uma feição meio desajeitada

Leon: — É estranho. Não sinto nada relacionado com magia para termos espíritos e corpos separados. Será um poder do cubo?

Órfão: — Cubo, isso só aconteceu comigo duas vezes, uma ontem, quando Serena retirou minha alma do corpo e jogou para seu chefe, e em sonhos onde atravessava coisas. Se não for espírito é sonho. – Falava com sua inteligência vivencional.

Dante: — Preocupado talvez não seja a melhor definição minha musa. Falo para Sasaki devolvendo com seu sorriso mais amoroso.

Guarda 1: Onde eles foram parar?

Guarda 2: – Sumiram misteriosamente.

Guarda 1: – Não é possível. Magia não funciona dentro da cidade.

Um homem de cabelos negros longos, olhos amarelados, armadura de batalha, sem armas entra pelo corredor.

Clérigo de Noldian: – Eu tenho a resposta. Poder divino. Esse tipo de benção de clérigos podem anular nossa barreira anti-magia.

Guarda 1: – E como identificaríamos os inimigos. Se algum Deus menor… nos atacasse?

Clérigo de Noldian: – Não poderíamos.

Guarda 2: – Quer dizer que estamos preparados para “quase” qualquer guerra. Não todas?

Clérigo de Noldian: – Mas os deuses com exceção de Ethor e Gamla têm somente desavenças, não guerreia entre si, isso cabe ao homem.

Guarda 1: – Se fosse então um sumo-sacerdote ou alto clérigo?

Clérigo de Noldian: – Se fosse contra a vontade dos seus deuses só perderiam poder.

Ele abaixa no chão, coloca uma lâmina de vidro próximo ao sangue derramado e o analisa com uma lente pequena.

Clérigo de Noldian: – Realmente existia uma clériga de S. Sparrow aqui. Mas não nos preocupemos com ela até que seja necessário.

Dubhe: — Essa é a segunda porta que abrimos naquele lugar e nada é simples, olha o tempo que demoramos a entender aqueles dois rituais. E agora isso? Monge não procurava uma clériga desse deus, pode ser ela que estava aqui?

Órfão: — Humm… Não tenho certeza. Não conheço e reconheço os tais deuses, apesar de precisar um pouco, se for ela não posso fazer nada a não ser olhar no momento, se isso for um sonho, no máximo poderia mudar algo mas não seria o real sonho, e se essa for minha alma ainda não estou bom o suficiente na sua manipulação para fazer algo maior.

Abraão McHearth olha sem entender nada. — Estou totalmente sem direção.

Dante: — E o que faremos agora?

Um pouco a frente de vocês e dos guardas e o clérigo é possível ver outro grupo que observa a cena como se estivessem dentro de um espelho.

Órfão: — Que saber, vou ver se acho algo, eles não me veem nem tocam, então posso ver tudo que conseguir! – começa a andar pelo local em busca de informações sobre as adagas começando olhando o povo que estava dentro do espelho pensando se ele mesmo em outra forma e chegando a se assustar.

Dante: — Quem são aqueles? Falo apontando para o outro grupo

As pessoas no espelho conversam e os guardas também não podem ouvi-los.

Shaka coçava a cabeça. — Mas que bruxaria é essa?

Maisa: — Não acho que seja bruxaria. Eles mesmos disseram que aqui magia não funciona.

Morgana Covington: — Alto-Clériga de S.Sparrow? Peraí… Você ta falando de mim? – Indaga séria, aproximando-se do mesmo.

A mulher que acabara de sumir sai do espelho e aparece para os guardas e o clérigo de Noldian.

Henrique: — Não sei o que e ao certo, mas se vocês precisam de informações basta apontar o rosto e fazer as perguntas.

Seguida por um homem de armadura de batalha.

Ambos passam por vocês sem que percebam o outro grupo e indo falar diretamente com os guardas e o clérigo.

Órfão olhava aquilo vendo que parecia que a clériga era aquela e não parecia com Larissa ia andando buscando algo que lhe interessasse, tal como uma adaga mágica.

Órfão se afasta do lugar, mas quando vê está no início onde surgiram no corredor, como se estivesse preso.

Clérigo de Noldian: — Eles parecem não ter noção do perigo e retornaram. Guardas a postos.

Os Guardas sacam suas armas de fogo.

Henrique sacando rapidamente seus machados — Vocês não vão gostar de lutar contra mim e melhor soltarem as armas.

Morgana Covington: — Que inconveniente… Vou lembrar-me da próxima vez de cair direto na porrada antes de perguntar alguma coisa. – declara irritada, encarando o Clérigo metido.

Shaka sacava suas espadas — Henrique, quando não se pode usar magia, o que nós fazemos? Estala o pescoço e saca suas espadas.

 Luna e Pengikut só ficam olhando a cena, temia ser preso ali novamente!

Morgana Covington: — Você não quer conversar antes seu besta? Eu te fiz uma pergunta. Desafia, provocando.

Clérigo de Noldian: — Não entendeu os meus comandos. Eu disse a postos e não fogo. E sim parece que o sangue é seu Morgana Covington.

Henrique: — A postos e um prefacio para atacar então melhor eles baixarem as armas ou eu jogarei as minhas.

Morgana Covington: — E por que, a julgar pelo seu tom, eu represento uma ameaça para você?

Clérigo de Noldian: — Mantenham suas posições. Pessoas de fora não dão comandos aos guardas. E parece que sua memória está curta você o jovem ali invadiram nossa prisão há algumas horas.

Henrique: — Já que e assim, algum de vocês tem alguma objeção quanto eu derrubar os dois guardas agora ?

Shaka: — Por mim, eu pego o da direita e você o da esquerda, que tal Henrique? Shaka estalava os dedos agora.

Morgana Covington: — Cala a boca, to tentando conversar, sua praga! Repreende, olhando feio para Shaka. Se você atacar, castro você. Concluiu séria, voltando à atenção ao clérigo. Só por isso me condenas como uma ameaça a ti? Indaga confusa.

Clérigo de Noldian: — Que bom que não dou atenção para palavras. E sim para ações.

Rin olha para a clériga reconhecendo seu rosto. — Essa mulher… Mil Faces se transformou nessa mulher. Apontando para Morgana.

Órfão: — Como? Droga! Odeio esses sonhos. Se aproximava do grupo e voltava a olhar o que acontecia,

Dubhe: — Por que Mil Faces se tornaria essa Sacerdotisa, não entendo os motivos daquela….

Leon: — Os heróis que abriram os portões, pelo que entendi do que falaram da Torre, é por conta de algo que fizeram que aconteceu a Grande Lufada e a Ascensão não foi. Não deve ser a toa que estamos vivendo essa cena.

Rin D. Law: — Eu não sei nada sobre o que aconteceu naquela época… e não sei o motivo de Mil Faces se transforma nessa mulher só sei que o pequeno Yuni Chorou…

Órfão: — A grande lufada, e a ascensão, o que seria isso? E mil faces? Fala como se ela estivesse aqui! Olhava estranho aos 2, quase ficando vesgo para o mesmo.

GRANDE LUFADAShaka olha para Morgana bem sério e depois falava bem friamente — Se fizer isso pagará com sua vida, e não terá deus nenhum que a faça fugir de mim.

Clérigo de Noldian: — Usei algum tipo de poder divino para vir ao nosso reino, ajudar o prisioneiro que nos enganou a fugir e transportar nossas guardas para fora da barreira que cobre a cidade. Não acha que isso basta Morgana?

Morgana Covington: — Que medo de você. Olha de canto dos olhos, ignorando. É… Não me lembrava do que fiz. Dá uma risada divertida. — E o que você vai fazer? Vai me bater? Provoca. — Ou me matar?

Clérigo de Noldian: — Diferente dos seus companheiros só uso a violência em caso extremo. Você e agora todos os cúmplices serão presos e irão a julgamento na Casa Metálica pela invasão e ataques.

Morgana Covington: — Acho que não… – sorri, balançando a cabeça em negação. — Se você não usa violência, eu lhe aconselho mudar de ideia agora… Se prepara em modo de batalha, fechando os olhos e conjurando. — Leviatã!

Henrique concentrando sua nova habilidade no machado junto ao seu poder de dano aprimorado mais o Dano Elemental, olhou para o guarda da esquerda e gritou. — Golpe único e mortal.

Juan não pensa duas vezes e dá um ataque duplo com Velocidade Ampliada e um Romper Defesa.

Shaka usava sua nova habilidade para mostra-la ao grupo — Henrique aprendi isso olha só. Shaka então começava a fazer seu Combo Feroz no inimigo da direita. –Iiiirááááá!-

Os machados não recebem a força dos elementos, e parecem machados comuns quando usa sua nova técnica.

O clérigo faz igual a alguém que viram recentemente e transforma seu braço numa arma disparando contra todos.

Luna resiste ao tiro, mas Morgana tomba após a discussão, sem terminar sua invocação, ele esqueceu que gastou sua eneriga para usar Escudo da Alma em Juan e Henrique.

Sasaki: — Grande Lufada e Ascensão são os fenômenos que alteraram os deuses como conhecemos, como Zarpho que caiu e os símbolos profanados como de Zarandhes, Qlub, Wulfgan, dentre outros. Mil Faces parece uma das líderes dos inimigos.

Dante: — E ficaremos aqui parados ou alguem tem alguma ideia?

Rin D. Law: — Espere temos que ver onde isso tudo acaba… para depois procurar nossos inimigos…ou sei lá o que vocês quiserem fazer…

Órfão: — Mas a Dubhe falou como se ela estivesse aqui. Fora isso acho que estamos sendo forçados a ver as coisas que estão acontecendo, não sei direto, talvez eu esteja sonhando.

Leon: — A minha ideia só observarmos, não há como interferir em algo que já aconteceu.

Órfão: — Isso ja aconteceu? Tem certeza que não to sonhando?

Rin D. Law: — Sim,vamos apenas observar… Presta atenção nos fatos.

Lougan chegando próximo ao clérigo. — Veja bem senhor, somos clérigos como você . Apontando para Morgana e para mim mesmo. — Somos os escolhidos que mais chegaram perto de completar essa missão incumbida pelos deuses, meus amigos ai agiram por impulso, acabamos de ser teleportados do futuro para cá, é necessário realmente esse combate que não vai levar ninguém a nada, só queremos encontrar o novo portão e iremos embora como viemos parar aqui. Ou realmente irá querer nos impedir de terminar a missão dada pelos deuses. Olhando para os malucos atacando. — Realmente é só isso que sabem fazer, só bater, nunca ouviram falar de diplomacia e respeito, invadem a cidade dos outros e ficam batendo em todo mundo sem motivo. Se afastava um pouco, se colocando em posição de defesa/esquiva e esperava a reação do clérigo.

Clérigo de Noldian: — Não vou questionar sua sanidade pequeno halfling agora, mas suas palavras vieram um pouco tarde.

Pengikut Bulan / Luna Bulan: — EIEIEIEI! Pensei que quem olhava não sofria em nada! — Também pensei nisso irmã! Mas de toda forma não ia deixar que matassem minha irmã! Logo os irmãos Bulan se colocam em posição de batalha.

Com o Combo Feroz Shaka derruba o primeiro dos guardas. Enquanto a arma do outro parece terminar de carregar o golpe maior do que das outras vezes.

O ataque que podia pegar nos dois guardas, e agora no clérigo e no guarda acaba atingindo só um dos clérigos que Henrique atacou. O guarda então pensa em quem disparar e ataca Shaka.

O corpo do Senhor da Guerra fica todo eletrificado e seus movimentos vão parando lentamente.

Logo os irmãos se olhando, algo que já tinham planejado há tempos, porem nunca utilizados! Porem ali não se podia usar magia, porem a fé deles estavam instáveis, e por isso a sua designação divina muito limitada, iam fazer, porém desistem, e logo partem para cima de um dos soldados Luna chutava as partes intimas do ser enquanto Pengikut tentava esfaqueá-lo com a adaga!

Luna não tem força para o que deseja eu seu golpe acerta uma parte da cocha protegida por armadura. Pengikut avança com a adaga e consegue acertar o soldado.

Vendo que sua técnica anterior ainda não surtira efeito, resolve atacar novamente com seus machados bumerangue usando desta vez Dano Aprimorado e Dano Máximo. — Pelo visto você não cairá com algo simples como aquilo então receba isso.

O clérigo vendo que o grupo parece desorientado volta seu braço ao normal e conjura quatro postes metálicos eletrificados. Que puxam todos do grupo para o centro e depois os arremessa para os lados chacoalhando dentro do campo elétrico.

O segundo guarda tomba com os ataques de machado de Henrique. Sem qualquer defesa.

Mugen: — Afinal de contas o que está escondido parece um conflito comum. Não sabia que os tais heróis para abrir os portões tiveram que lutar contra clérigos e afins.

Órfão: — Ainda não consigo fazer nada… só ver, isso não é muito bom, em que isso irá nos ajudar? Eles abriram portões, nos abrimos portas, e pessoas tem sumido, só queria achar elas. Alguém aqui consegue me ouvir? – Falava tentando falar em frente às pessoas das visões.

Rin D. Law: — Eles são verdadeiros guerreiros. Continua a observar

Arthlong/Kratos: — Essa coisa de magia é realmente esquisita. Transformava-se em logo e dava algumas roladas no chão e depois um uivo

Lougan correndo para cima do clérigo, em zigue e zague para enganar o mesmo, tenta acertar dois golpes pelas costas com seu katar, e no final tenta conjurar uma cura em si próprio.

Ao tentar sair da barreira eletrificada é puxado de volta ao centro do local.

Todos veem que estão presos. E desaparecem deixando os dois guardas feridos mortalmente e o clérigo sem entender nada.

Rin D. Law: — Pelo visto você não saia muito da floresta né? Fala se referindo ao outro lobisomem.

Todos sumiam só deixando o grupo de agora lá…nos corredores vazios com uma placa de ferro.

Dubhe toma a frente e vai ver a placa – lendo em voz alta – Reino de Majien– ANO 090 DO 6º CICLO.

Ao ler a placa estão novamente na biblioteca e o cubo cai no chão.

Órfão: ” Eu não precisava saber disto ” – pensava sua opinião sobre a visão e a data. Ou era o que ele achava!

Dante: — Nada mais entediante para fazermos?

Rin D. Law: — Alguém precisa levar esse cubo. Posso? Pergunta a todos os presentes

Órfão: — Humm, eu gosto de cubos, mas pode pegar!

Rin D. Law pega o Cubo. – O que faremos agora?

Órfão: — Tem nada ai dentro desta coisa não?

Dante me aproximo do cubo para observar.

Rin D. Law: — Acho que não…podemos sair daqui? E ir para a outra porta?

Só consegue sentir uma aura forte no cubo. Lembrando que ele não tem um dos lados e os outros são de cores diferentes que brilham como uma tocha, mas sem calor.

Abraão McHearth retiro a adaga e encosto no cubo.

Arthlong/Kratos: — Cubo mágico, deve conseguir saber para que serve amigo Leon.

Dante ao ver Abraão encostar sua adaga pego a minha e encosto junto também.

Dubhe espera uma reação do cubo antes de colocar sua adaga ali, as últimas experiências não foram das melhores.

Nada a adaga se mantém iluminada como em toda a Biblioteca e só…

Dante: — Estou começando a perder a paciência com este lugar. Falo com um sorriso de irritação e saio andando em direção a porta.

Rin D. Law: — Vamos sair daqui? Seguindo Dante.

O grupo entra na porta com o número 4 – como a primeira que abriram aqui com as adagas de Abraão, Dubhé e o crucifixo de Mugen ela fala os ingredientes para as outras duas adagas:

 3º Ritual – Símbolo de Qlub alterado + Cabeça de Hidra + Penas + Livro de Capa Branca + Máscara de Disfarce + Unhas.

4º Ritual – Símbolo de Wulfgan alterado + Botas de Viagem + Livro de Capa Branca + Penas + Passar por três templos de Wulgan + Pedaço de Pele.

Rin D. Law: — Como arrumaremos uma Cabeça de Hidra?

Órfão: — É eu falei, não tem nada aqui! Era melhor irmos aos templos e pegarmos logo as adagas, que devem ser lá que estão. Só achar uma hidra e tocar nela com a adaga. Simples! Respondia a Rin.

Rin D. Law: — Você sabe qual é o problema de corta a cabeça de uma hidra?

Órfão: — Porque íamos cortar a cabeça de uma hidra, ai diz que precisamos de uma, não que precisamos de uma cortada.

Rin D. Law: — E você acha que a Hidra vai deixar a gente tocar nela? Enfim vamos logo sair daqui.

Leon: — Pensem que já temos o Livro Branco e as penas é fácil. A cabeça está entre os mais difíceis, por que não começamos com os simples… Como as visitas aos templos.

Dubhe: — Querem ir direto para uma Igreja, ou parar em algum lugar?

Arthlong/Kratos: — E o que esses rituais iram fazer?

Abraão McHearth: — IGREJA!!!

Órfão: — Eu nem sei o que é uma Hidra, como vou saber o que ela vai deixar ou não? Mas se pedirmos, por favor, talvez deixe! Mas ainda acho que era bom irmos atrás das adagas, quanto menos tivermos mais os ditos inimigos podem ter.

Rin D. Law: — Precisamos concluir nossos objetivos como um grupo. E Hidras são… Bom Imagine o meu dragão bem maior e com mais de uma Cabeça, e sim vamos para a igreja…

Órfão: — Humm, mais de uma cabeça. Isso é fácil, ainda mais se ele não voar. Agora vamos, mas é a igreja que ai pede, ou a igreja de Gamla?

Sasaki: — Respondendo Arthlong, os rituais destravam poderes das adagas como Ver o Futuro e esse teleporte das igrejas e bibliotecas, as asas de anjo e etc.

Dubhe repete o que fez na estalagem e sem responder surgem num Igreja de Gamla, diferente da anterior de Hanes. Algumas pessoas rezam em frente ao altar do deus da luz ouvindo as preces de um padre.

Arthlong/Kratos: — Odeio essas magias. Olhava de um lado para o outro confuso por ter parado em outro local, e ia analisando o mesmo.

Órfão: — Quem inventou estes jogos são malucos. E gostaria de saber o motivo disto tudo. Falava na mesma hora que era levado jogo seu olho desfoca pela claridade passando assim as mãos nos olhos e piscando logo se adaptando e enquanto olhava tudo.

Abraão McHearth: — Haa… Eu me sinto tão bem neste lugar.

Dante: –Muito melhor do que aquele lugar maluco.

Rin D. Law : — Nunca irei me acostumar com esses teleportes… Olhava tudo confuso.

Dante: — Já estamos em uma igreja, o que me diria se eu tivesse um par de alianças? – Sussurro no ouvido de Sasaki enquanto dou um sorriso e uma suave risada.

Parecia uma Igreja maior que a de Hanes. O padre atento à oração ainda não tinha se dado conta da chegada de tantas pessoas e animais.

IGREJAÓrfão continua a sussurrar a mesma oração deles, parecia uma maquina de adequação e depois de um tempo quase conseguia fazer perfeito, porem nem sabia porque estava fazendo.

Sasaki: — É estranho responder isso já que eu mesmo sou uma Sacerdotisa da Luz. Também sorrindo.

Órfão se aproximava mais e continuava imitando os outros porem em pé balançando de um lado para o outro no mesmo lugar como um metrônomo. Porem ciente do que fazia parecia gostar disto, quase como uma meditação.

Dante: — Posso encarar como um “sim Dante eu aceito”. Dou um sorriso enquanto a pego na mão e sigo Órfão.

Mugen avança com as armas guardadas. — Com licença seu padre viemos em missão aqui esses são meus companheiros, eu, Sasaki e Abraão somos da fileira de Gamla. E precisamos de alguma ajuda, não sabemos por que viemos aqui.

— Eu sei meu filho, veio em busca do Pentagrama de Proteção para acessar a segunda ponte. Fala como se fosse natural aquilo.

Órfão sacode a cabeça parando de recitar. — Cara isso é louco, não gostei, ficar falando essas coisas me deixaram meio aéreo. Seu padre, nem sei como acendemos a primeira imagina a segunda. Se puder ajudar.

O padre pede que os devotos voltem mais tarde.

Padre: — Vou explicar até onde sei. Que tal irmos para um sala reservada, pode trazer os animais todos são bem vindos ao Lar do Deus da Luz.

Dante: — Sua ajuda será muito bem vinda meu bom padre, espero não estar o atrapalhando.

Órfão: — Ate os inimigos do Deus da luz?

Padre: — Os filhos da escuridão não costumam entrar nessa igreja ela é protegida para isso. Os levando para uma sala com uma mesa para 10 pessoas. — Podem se sentar e sanem suas curiosidades antes de mais nada, responderei tudo que souber.

Rin D. Law: — Qual é a nossa verdadeira missão?

Abraão McHearth: — A igreja pode me fornecer algum tipo de amuleto protetor ? Estou lutando contra demônios e assassino em nome de Gamla, espero obter algum tipo de proteção.

Padre: — Já tem a proteção pelo que vejo o Pentagrama, ela os protege da possessão demoníaca e permitem que atravessem as pontes até os Santuários. Sua missão é resgatar as adagas de prata dos Guardiões do Céu perdidas após o ataque a Arancione.

Dante: — E a quem devemos devolver as adagas. Qual fim devemos dar a elas?

Órfão: — Minha missão é encontrar Larissa e devolver a meu amigo.

Rin D. Law: — E porque eu recebi uma adaga sendo que nem em deuses eu acredito?

Arthlong/Kratos: — Pentagrama que protege contra demônios? Interessante, onde consigo um desses?

Padre: — Por ora não há q quem devolver as adagas, seu portadores originais não tem corpo próprio mais. São daqueles que foram escolhidos é o único sem o pentagrama, pode fazê-lo e aí vão direto a ponte… Por que ganharam adagas eu não sei, é maior que eu isso. Só posso marcar aqueles que têm adagas.

Órfão: — Quem são os escolhidos? São aqueles que fizeram aquelas coisas?

Padre: — Qual de vocês tem adagas, Além do jovem que se manifestou. Esses são os “escolhidos” de certa forma. Mas aqueles que o acompanham têm outras missões, a sua é procurar Larissa, a clériga da água não é?

Dante: — Eu tenho uma adaga. Pego minha adaga e mostro para o padre.

Órfão: — Cleriga da água? Pensei que era aqueles que mudaram os deuses que falaram para mim. Mas agora entendi que são os que têm adagas.

Arthlong/Kratos: — Larissa é uma cleriga Órfão?

Rin D. Law: — Que ótimo agora sou “Escolhido”. Qual será o nosso próximo passo?

Padre: — Posso fazer o pentagrama de proteção. Tirando um rosário de sua batina e aguardando a resposta de Dante.

Órfão: — Isso eu sei, mas ele disse cleriga da água. Eu não sei o que ela faz em si.

Dante: — Claro.

Arthlong/Kratos: — Clériga de S. Sparrow, deve cuidar dos mares e dos navegantes.

Órfão: — É? Eu não sabia. Fora isso, o que temos mesmo que fazer? Perguntava esquecendo o que ele disse que devíamos fazer!

Arthlong/Kratos: — Não sei, parece que fazer essa tatuagem de proteção, mas só que tem adaga que pode ganhar, os demais que se…. acho que não posso falar isso aqui dentro.

O padre passa o rosário sobre o pulso do bardo que queima e vai desenhando um pentagrama. — Procurar os Santuários que irão lhe dar o conhecimento necessário e as adagas protegidas.

Dante: — Contra o que isso me protegera em especifico?

Órfão: — Eu pensei que vindo aqui iríamos ser levado pela tal ponte para o algo como uma torre novamente onde teria adagas. Não gosto muito quando estou errado. Parecia meio triste mas era algo momentâneo quando logo se reconstituía.

Padre: — Irá criar a ponte ao santuário e lhe proteger de possessão demoníaca.

Sasaki: — Acho que era isso que precisávamos fazer aqui monge, o pentagrama afinal a Igreja de Hanes está vazia.

Padre: — Vazia. E as sacerdotisas que tomam conta do lugar?

Leon: — Não estavam lá, sós marcas de cinzas.

Rin D. Law: — Que tal fazer um pentagrama em mim também?

Padre: — Muito estranho isso. Não fui notificado de sua saída.

Órfão: — Cinzas, eu nem peguei nelas, para não me sujar a toa.

Sasaki: — Eu perguntei a Arthlong que estava lá antes, falou que não viu nada, não é Arthlong?

Arthlong/Kratos: — Eu estava indo para a igreja quando fui teleportado para onde vocês estavam.

Rin D. Law: — Eu gostaria de saber o que faremos agora?

Órfão: — Agora so o rapaz ai que foi desenhado o pentagrama fazer algo! O que eu não sei.

Arthlong/Kratos: — Abrir a ponte.

Padre: — Se não tem mais dúvida vamos para o centro da Igreja. Lá seus pentagramas e adagas devem reagir.

Dante: — E o que acontecerá então?

Arthlong/Kratos: — Padre, sabe como abrir o livro que é o portal para onde os protegidos contra a doença foram levados?

Padre: — Não sei de livro algum. E sinto muito mais é melhor ir com pressa, por que agora fiquei preocupado com o desaparecimento das Sacerdotisas.

Rin D. Law: — Sim vamos. Segue indo para o centro da igreja.

Seguindo ao centro do lugar novamente ele se ilumina como da primeira vez. As adagas brilham douradas mostrando seus números de 1 a 4 juntamente com os pentagramas, antes de ver o que surgia a frente, escutam o barulho de ondas se quebrando em rochas.

Rin D. Law: — Que som é esse? é…. tão bom….

Arthlong/Kratos: — O mar.

Dante: — Onde estamos agora?

Abraão McHearth: — De onde vem esse barulho?

Ao abrir os olhos – os outros veem só o oceano vasto – Arhtlong reconhece aquele ponto. O lugar que teleportou com Leon do navio e seu primeiro contato com a doença.

Um rosto surge no mar, Larissa, ela tenta falar, mas não consegue, criando tentáculos com a água aponta as adagas, o livro branco e o oceano.

Órfão: — Cortar as páginas do livro e jogar no mar! Falava como se entendesse 100% — Vamos nessa!

Rin D. Law: — Já sei! Uma vez saiu um navio daqui. Toca o livro com sua adaga

Órfão: — Mas ela apontou as adagas e depois o livro e depois o mar! Ou seja, corte o livro e jogue no mar!

Abraão McHearth irônico. — Qual escola você estudou?

Ao tocar no livro um redemoinho surge na página e também no oceano, as adagas reagem de novo em dourado.

Órfão: — Escola? Estas com aquela doença que da na mente que falou antes?

Rin D. Law: — Galera sem discussões. Vamos meio que ser sugados!

Dubhe aponta sua adaga para o mar e a mesma é levada pelo redemoinho.

Órfão: — Eu não gosto muito de água do mar, não da para beber ela.

Dante pega a mão da Sasaki e o Katus no colo e aponto minha adaga para o mar

Arthlong/Kratos: — Hora de tomar banho? Olhando o mar, fazia que ia tirar a roupa.

Órfão: — Só os que estão com as adagas serão levados? Parecia preocupado de inicio, mas logo em seguida pensando um sorriso apareceu na sua face!

Dante, Sasaki e Katus são sugados também. O padre vendo aquilo e sem adaga se aproxima e… é levado.

Rin D. Law: – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH Sendo sugado.

Abraão McHearth: –Sobrou só eu… Pego a adaga e vou em cima correndo. — Haaaaaaa!

Leon: — Parece que não, o padre não tem adaga e se foi é possível segui-los se não tivermos medo.

Órfão aproximasse da água, coloca somente um dedo para ver se esta gelado, logo em seguida para garantir tenta ver se é salgada, em seguida olhava direito pois não gostava de muita areia, então com cuidado se aproxima do redemoinho.

Arthlong/Kratos: — Medo ninguém tem medo nesse grupo. Se transformando em lobo dava um salto para dentro do redemoinho onde os outros haviam sido sugados.

Leon acompanha com Sirius e o monge é sugado depois de se aproximar.

Órfão respira bem fundo ao ser sugado com medo de se afogar!

Sem controle de seus movimentos, vão cada vez mais fundos e são separados. Acordam com água por todo o lugar, mas deitado sobre pedras, blocos de pedras quadrados e brancos em posição diagonal, que parecem vencer de alguma forma o “efeito” da água, não afundam, estão ali como se congelados no espaço, há luz de cima que deixa o lugar claro e um bloco maior que parece disparar uma corrente e puxar os outros para perto. Estão divididos em Dante com Sasaki e Katus, Abraão e Vendetta, Rin com Drake, Arhtlong com Sirius e Leon e o monge sozinho.

DENTRO DO OCEANODante tenta falar, mas se lembra de que está no oceano fechando a boca logo para não enchê-la d´água. Sasaki entende e dá um sinal positivo com a cabeça.

As correntes o levam ao bloco maior e puxam os blocos para dentro da Fortaleza, lá dentro não é diferente o local é cheio de água.

Órfão começa a ficar meio desesperado, mas tinha prendido o oxigênio, e logo loucamente em volta, buscava um local sem água ou algo que lhe chame atenção!

Arthlong/Kratos se equilibrando e se chacoalhando todo para se secar e dando um uivo, voltando à forma humana. — Tudo bem Sirius?

Chacoalhar dentro da água não tem efeito e sua voz não sai… O dragão vendo que tem que se adaptar, desce ao chão de pedra da fortaleza na parte de dentro em meio à imensidão de água.

Arthlong/Kratos procurava um lugar seco

Abraão McHearth colocava a mascara de oxigênio.

Arthlong não consegue achar um lugar seco, mas vê bolhas gigantescas nas extremidades do lugar. Dante e Sasaki parecem sentir a pressão da água.

Rin manda sinal para que Drake nade para cima procurando alguma bolsa de ar.

Dante começa a procurar alguma bolsa de ar.

Órfão nada ate a bolha.

Abraão McHearth invoca asas segurando Vendetta.

Procurando por espaços com ar ali dentro só se deparam com as seis grandes bolhas nas extremidades.

Dante vou em direção as bolhas tentando puxar Katus comigo

Rin continua nadando tentando chegar as bolhas e Drake logo atrás dele.

A água não ajuda a voar aqui dentro. Rin e Órfão chegam próximos as bolhas, os outros tem dificuldade de nadar ali.

Rin com seu dragão e Órfão veem que dentro das bolhas não há água. E no centro das mesmas há pilares com esfera de vidro/ou de água com letras dentro passando rápido.

 Órfão antes de qualquer coisa joga uma corda amarrada com ferro, do kit alpinismo para ajudar os outros que ainda estavam na água!

Rin D. Law tenta tocar nas bolhas.

Arthlong e Sirius, Leon ficou para trás, encontro Órfão e sua experiência com a corda que não dá certo.

Dante consegue nadar acompanhado de Sasaki e levando Katus.

Órfão respira fundo e vai salvar Leon.

Rin entra na esfera, Drake não consegue atravessar, a mesma começa a girar rápido e uma onda surge na direção do dragão e de Órfão.

Órfão alcança Leon e vê a onda vindo de outra esfera.

Órfão nada com o Leon em direção da esfera mais próxima já visando voltar para salvar o dragão o qual poderia morrer também!

Mugen

Mugen que também continua nadar atravessa uma bolha para depois voltar por seus companheiros, precisava de ar…

Ao tocar nessa bolha se deparará com Torben e seis mulheres com mantos feitos de água, as discípulas de Morgana, elas dizem que por sua passagem por esse lugar com informações de S. Sparrow do que podia acontecer, resolveram criá-lo com seus poderes, aqui as provas para obter os conhecimentos e itens vem da história da Clériga que no final abandonou Inpergoh e começou uma jornada sem fim pelo Oceano.

Torben: – Ajudei na construção dos Cinco Santuários, que tem informação para ajudá-los, adagas e treinamentos de todos os tipos baseado em meus princípios ligados a competição.

Órfão

Após entrar na esfera com Leon não resiste à curiosidade e toca e esfera de água/vidro deixando o companheiro desacordado no chão.

Surge na biblioteca – seu pesadelo ambulante ao lado de alguém com a mão estendida para cutucá-lo, a cena não lhe estranha, é como se sua mente voltasse para aquele lugar…

Assustado de passar de um cenário aquático onde estava tentando salvar pessoas para um cenário o qual também não gostava muito, se vira rapidamente e meio assustado para a mão olhando firme e ofegante.

— Boa tarde, o senhor trabalha na biblioteca?

Órfão: — Não, e você sabe como apareci aqui?

— Andava pela biblioteca, achei que era um funcionário. Não entendi, o “como apareceu aqui”.

Órfão: — Não é nada, tava no fundo do oceano salvando um cara no meio de ondas loucas de água e bolhas e então vim parar aqui, e o dragão foi puxado. Humm… já sei, vou voltar para lá! Obrigado pela ajuda! Ia ate a entrada do local secreto.

Chegava a parte onde acessava o lugar, não havia desenho no chão e o livro de antes estava ali e não havia desaparecido.

Estranhava a marca ter sumido, então lembrava que não tinha uma adaga, porém era uma das únicas opções, assim pega o livro e olha-o, parecia familiar e achava estranho estar logo ali.

Ao pegar o livro, um símbolo surge na mesa, o mesmo nos pulsos de seus companheiros, dele sai uma caixa… peraí … Isso já aconteceu antes…

 Órfão: — Errr… isso é estranho, parece um sonho. Olha a caixa por fora e a abre, imagina ter ali o pote novamente com a cabeça da garota que ira abrir o local secreto mais uma vez!

Realmente dentro da caixa estava o frasco com líquido prateado.

Órfão: ” Humm, da outra vez eu abri isto e saiu a cabeça, se eu fizer isso de novo ela me levará novamente ao local? E se eu beber?… não não não, beber é loucura, vamos ver o que vai acontecer! ” Abria olhando bem de perto.

A cabeça começa a se formar, só que antes de terminar, escuta um uivo de lobo…

Olhava em volta e já desconfiava de diversas coisas, porem o seu plano mesmo assim não muda, espera ela se formar para voltar ao local secreto.

A cabeça se forma, aponta o lugar, segue até a estante, e a mesma muda de posição revelando um desenho igual à mesa… E dessa vez junto ao uivo escuta — Katus acho ele? – era uma voz conhecida.

Órfão: — É ai mesmo… Não sabia ao certo o que acontecia, mas seguia o plano de ir pegar o livro para abrir a passagem.

Abre o alçapão e começa a descer… As portas já abertas estão fechadas só a do final do corredor com os retratos está aberta e a cabeça é a única iluminação. — Órfão pode nos ouvir? Outra voz o chama.

Órfão: — Sim, agora você fala cabeça voadora? Olhava estranho já indo a porta a qual levava para a praia!

A cabeça faz expressão negativa. Ela aponta para o seu desenho e veem as quatro colunas com Kitty, Aztaroth, Mikaela, Larissa, e outros que viu de relance.

Órfão: — Sim, sim, já vi essas pilhas. Tenho que ir para onde estavam meus companheiros! Tentava abrir a porta.

As portas estão lacradas como antes.

Órfão: — Pega algum item pontiagudos de seus kits e tenta desenhar o mesmo símbolo esta passagem recentemente visto nesta porta para abri-la!

Ao tentar desenhar na porta é isolado como antes quando tentou abri-la a força e aparece do lado de fora.

Um coro chama por seu nome…monge, órfão, etc.

Órfão: — De onde vem tantas falas? E droga… sai de lá. E agora? Não sei o que fazer, então tenho que meditar, ”Sempre que não souber o que fazer, medite, junte-se ao universo, ele lhe dará a resposta!” Lembra-se das frases de seu amigo lhe dizendo e assim ali mesmo começa a sua meditação.

 Mal fecha os olhos e escuta alguém perguntando. — Por favor.. Eu estou procurando um monge você sabe me informar?

 Já tinha ouvido algo igual, e achando aquilo estranho tentava ignorar um pouco.

— Pessoal dessa cidade é mal educado nem responde, e biblioteca é para ler meu amigo e não dormir.

 Órfão: ” Se estiver acontecendo tudo novamente deve ser a mesma pessoa, o ser o qual tem uma adaga. Isso deve ter algo estranho, ou voltei no tempo ou é um sonho! Não sei outra forma, mas voltar no tempo? Não… deve ser um sonho então, já que se eu tivesse voltado no tempo, onde esta o eu agora? A menos que tivesse sonhando com o futuro! E porque isso aconteceu? Porque tentei salvar companheiros… sempre que ajudo eles algo assim acontece. ” Abre os olhos e tenta impressionar. — Voce é um seguidor de Gamla o deus da luz e tem uma adaga ou é o padre que tem um crucifixo! Tentava ver qual deles eram ao abrir os olhos.

Abraão: — Nossa deve ser o monge que procura para saber isso tudo. Mostrando a adaga de prata.

Órfão: — Sim, isso tudo já aconteceu e não sei por que voltei aqui novamente. Juntamos-nos com vários outros atrás de mais adagas para achar as pessoas que sumiram, dai após varias coisas vamos para um cenário onde é um oceano e então dois companheiros iriam morrer afogado, um dragão e um senhor, eu salvei primeiro o senhor, mas ate antes de algo acontecer, eu sumi de lá e apareci aqui! E não sei o que aconteceu tava tentando saber como voltar.

Abraão:— Quer dizer que já me conhece. Não sabia desse poder dos monges de viajar no tempo. E sabe como chegou lá, posso ajudá-lo a ir de novo…

Órfão: — Sim, mas tem uma porta a qual só pode ser aberta por se não me engano 3 destas adagas após fazer rituais algo assim. E dai tudo se repetiu, o ruim é ter que viver tudo novamente para voltar ao ponto onde paramos, mas é estranho mesmo. Será que voltei ao passado? Ou você é parte de um sonho meu?

Abraão: — Isso foi no princípio e agora, no oceano, como chegou lá, se sabe de tudo podemos pular as partes desnecessárias.

Outra voz vem do nada. — Monge se está aqui nos mande um sinal

Órfão: — Ouviu isso? Imita a voz. — Monge se está aqui nos mande um sinal.

Abraão: – Só ouvi você.

Órfão: — Deixa eu ver… Como mandar um sinal para uma voz! Tampe os ouvidos que devemos ser expulsos!!! Virando tigre — ROOARRR.

RUGINDOO paladino obedece. As pessoas da biblioteca olham aquilo assustados e correm… largando tudo para trás.

Volta a humano. — Desculpe, a voz pediu para eu mandar um sinal, talvez tenha conseguido, vamos indo não temos nada o que fazer aqui agora já que sei de tudo, vamos indo na frente, temos que encontrar mais pessoas ainda hoje! Sai do local em direção à taverna qual sempre se hospedou.

 No caminho até a estalagem vê o jornal falando da menina… e próximo a banca Jin e Sasaki.

Órfão: — Ali aqueles! Aproxima-se dos mesmos e vai falando. — Padre e se não me engano clériga, Jin e Sasaki, vamos explico depois!

Jin: — Olha são os dois que vi antes. Já me conhece?

Órfão: — Depois explico, eu já sei o que vai acontecer e quero fazer rápido para chegar o momento o qual vim parar aqui. Agora a Sasaki deve mandar alguma carta, e devemos achar outra garota a Dubhe, então iremos fazer a Dubhe falar sobre um rapaz que ela encontrou antes que irá nos atacar, então vamos para uma cidade atrás do grupo de busca das pessoas que sumiram, claro isso acontece porque vamos a sala que lhes mostraria se não quisesse ser rápido, na sala com listas das pessoas desaparecidas, ampulheta foice e outro item, a é tem outro rapaz também que é algo como mágico. Vamos logo!

Sasaki: — Hã….

Sasaki: — Monge responda com palavras.

A mesma voz vindo de agora e de longe…

Órfão: — Eu falei com palavras oras… mas como você falou assim? Ou também não ouviram a voz?

Sasaki, Jin, Abraão: — Que voz?

Órfão: — A dela! Aponta a Sasaki. — Ela disse: — Hã… e de longe ouvi ela também: — Monge responda com palavras.

Onde Órfão estava? No passado. Como o grupo o encontrou. Eram eles mesmos, ou alguma armadilha?

Os contos continuam.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s