CONTO DAS SOMBRAS – PARTE 7

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Depois de muito tempo no Santurário da Terra também conhecido como Torre Sombria o grupo volta para Hanes, para se reagrupar e descobrir qual o próximo destino. Enquanto isso Aztaroth faz sua primeira missão ao lado de Golwen e Anya confronta seu passado.

CONTO DAS SOMBRAS

 Abraão, Arthlong/Kratos, Dante, Dubhe, Mugen, Órfão, Rin, Leon & Sasaki

 Abraão McHearth: — Preciso descansar um pouco… e comer muito hehee

Leon: – Sirius não estava comigo e ficou quanto tempo nos esperando aqui?

O monge não vê nada de diferente na Igreja só um leve cheiro de queimado e duas marcas negras – parecia cinzas no chão.

Rin D. Law: — Drake!!! – fica feliz ao ver seu “Irmão” – — Venha cá – chama o mesmo para dar um abraço e brincar um pouco com o mesmo

O dragão se aproxima também satisfeito com seu retorno, parecia preocupado. Dante também afaga Katus e Mugen seu urso Zeus. Sasaki olha estranho para o monge, como se visse o mesmo que ele.

Órfão: — Eu creio que estejam todos do grupo aqui, ou a maioria, porque não fazemos o balanço? Do que conseguimos e do que precisamos? Fazíamos isso para organizar a colheita, eu nunca fui bom então só tentarei ajudar.

Leon: — Excelente ideia monge.

Órfão: — Pelo que sei, pegaram uma adaga nova e um item que parece o meu Japamala. Algo mais?

Sasaki vai até as cinzas, meio distraída com tudo e coloca os dedos. — Sinto o mal nesse lugar. Por que, as Sacerdotisas me pareciam confiáveis da primeira vez, o que aconteceu, será que passou mais tempo do que imaginamos trancados?

Leon: — Vamos ver tudo que recolheram lá e não se esqueçam do conhecimento. Assim podemos partilhar não só comigo, como com Arthlong que não estava conosco.

Rin D. Law: — Não sei… Será que ficamos lá muito tempo? Fica um pouco assustado.

Órfão: — Conhecimento fora isso só sei que o pessoal da ampulheta ainda ta vivo porque são importantes para algo.

Arthlong/Kratos: — Não sei muito dessa coisa de lógica, conheço mais sobre porrada e demônios.

Sasaki: — Há quanto tempo está aqui Arthlong, sabe o que são as manchas no chão? – Cortando a conversa.

Rin D. Law: — Estou com o Kratos, não sou de pensar muito…..

Arthlong/Kratos: — Acabei de chegar e fui teleportado para cá.

Arthlong/Kratos olhando as tais manchas.

Dante deixa Katus por um instante. – — Acho que nessa parte do que coletamos lá posso ajudar por que passei por todas as salas outra vez com Sasaki.

Dante: — Primeiro a Torre Sombria como chamava o lugar foi criada por dois deuses: Zarpho – da forja e Torben – dos esportes, o primeiro perdeu os poderes. A forja, a espada vermelha, o braseiro na cidade dos anões tudo são itens divinos deles. Talvez por não sermos devotos, não conseguimos sequer se aproximar da espada. Fora isso foi ele que surgiu no espelho, era o quarto anão na caverna, vivendo normalmente entre os seus iguais, talvez já como um mortal. Ele falou que a Grande Lufada altera o panteão do mundo, com queda de deuses e que no final haverá uma batalha e para nos armarmos precisamos das 12 adagas, 9 comuns e 3 de posse dos inimigos.

Rin D. Law: — Bem lembrado Dante… Temos quantas adagas no total mesmo?

Órfão: — Abrãao, Dante e a Dubhe tem adagas. Fora isso o padre tem um item mágico lá, e teve outro item que apareceu também antes de sairmos.

Rin D. Law: — E quantas conosco?

Dubhe: — Quatro. A que Abraão recebeu, a minha, a que Rin trouxe e a que achamos na Torre com Dante.

Rin D. Law: — 4 Adagas contando com a minha… fora o livro com aquele garoto…

4 ADAGASÓrfão: — A é o Rin também tem uma! É que ele fica ali no cantinho e esqueci-me dele.

Arthlong/Kratos:— Itens de forja, gostei disso.

Rin D. Law: — Legal,esquecido pelo tigre depressivo….

Dante: — Já falou que as pessoas com os símbolos da ampulheta sumiram para efeito de proteção, por que não podem ser contaminadas com a tal doença demoníaca lá. Conhecemos sobre os rituais e pelos cálculos só falta o cabelo para concluir o segundo, o primeiro conseguimos com o sangue de Dubhe que liberou o poder da sua adaga, a de Abraão já tem um poder liberado de ver o futuro. Todas as adagas tem algum tipo de habilidade, além de serem armas anti-demônios.

Órfão: — Depressivo?

Abraão McHearth: — Deveria ter usado a adaga contra os demônios já que ela e anti-demonios.

Arthlong/Kratos: — E sobre tal Larissa alguma notícia.

Órfão: — Larissa é a mulher que busco. Então não. Infelizmente queria achar logo ela para ajudar o medico amigo meu.

Arthlong/Kratos: — Adaga anti-demônio isso me interessa também, quero uma dessas. Franz o noivo dela suponho

Dante: — A última coisa e a única que desconheço é o que tinha na porta do homem selvagem, afinal? Vimos que estão feridos, o que aconteceu? Ainda não tive tempo de perguntar.

Mugen: — Fora isso antes de Aztaroth aparecer e de toda nossa jornada Akim tinha mandado uma mensagem que ainda não consegui dividir com o grupo. Presos na Torre não poderíamos fazer muito…

Órfão: — Ele tentou me ajudar a salvar meu mestre, mas foi tarde, não sei muito bem mais acho que foi alguma doença, não deve ter sido de velho. Agora pensando bem, fui muito estranha. Mas temos que ver o que fazer agora, não posso mudar o passado. Aquele lugar era estranho, muitas portas e toda hora aparecia outra.

Arthlong/Kratos:– Quais o sintomas da tal doença?

Órfão: — Ele só definhava, ia ficando fraco. A energia não se reabastecia no corpo. Não sei explicar bem, assim que começou ele me avisou que estava doente e ia morrer, corri para ajudar, mas acho que era isso o resto não sei não.

Mugen: — Primeiro ele disse que fez uma pesquisa e acha que descobriu quem Serena procurava, os irmãos Bulan, os tais cantores que ela dizia. Eles foram vistos com os pais por algumas semanas após a abertura dos portões, depois declararam aos mesmos e esses passaram aos repórteres na época “Que eles tinham uma importante missão a cumprir, para que o que aconteceu com sua família não se repetisse”. Sem detalhes não sabemos o que eles fazem desde aquela época. Jornais não relatam nada, talvez seus pais.

Órfão: — Talvez seus pais? Sentia que não tinha acabado o relato.

Arthlong/Kratos: — Não sei dessa doença, ainda sei pouco sobre medicina, aprendi esses dias com Franz.

Mugen: — E o outro tema é um pouco pior. As pessoas que eles levaram para a base do Grupo Épico – os infectados de primeiro estágio – descobriram que em 24 horas a doença é irreversível. Só 10% daqueles que estavam em estágio 1 foram curados por Pietra e outros foram contidos dentro da base, por que no estágio 2 não podem ser mortos.

Órfão:— Quem não é morto pode ser destruído não? É como fantoches, eles não tem vidas se mexem através da manipulação de outras pessoas, mas se rasgarmos ele não será mais um fantoche. Ou se acabarmos com quem os manipula. No caso a doença.

Abraão McHearth:— Não podem ser mortos? Tudo morre ate os Deuses… hum…

Rin D. Law:— Deuses são apenas homens com poderes divinos… pra mim são todos iguais….

Arthlong/Kratos:— Morrer é uma coisa diferente ser destruído Abraão ou ser contido.

Órfão:— É como disse eles já devem estar mortos não? E o vírus de alguma forma fazendo algo para mover os corpos. Deuses… falam muito deles. Não serei contra vocês, mas sempre aprendi que isso não existe em si, só existe uma força que rege todo o universo e todos estamos ligados a ela e podemos voltar a estarmos ligados.

Mugen: — Ele só me passou isso, pediu para dividir com vocês e entrar em contato, a velocidade dos acontecimentos, com a chegada de Aztaroth e Anya, o paladino e Arthlong indo embora, nós na Torre e etc não consegui fazer antes. Minhas sinceras desculpas.

Órfão: — Tudo bem, o importante agora é conseguirmos o cabelo de alguma coisa não é? Para fazermos o segundo ritual algo assim que falaram.

Rin D. Law:— Cabelo? Cabelo de que? Do rabo de um minotauro?

Leon:— Cabelo de alguma coisa. Não há uma especificação, como conseguiram a parte do sangue de antes?

Dubhe: — Meu sangue expirou na adaga depois que tentei ajudar Rin com uma espada. Quem sabe é o nosso cabelo. Cortando uma pequena mecha com a adaga de prata, sem reação.

Arthlong/Kratos: — Posso falar algo da doença, pouco, como disse minha coisa é porrada. A doença tem estágios. A doença na verdade é um ser biológico, digamos um vírus, esse ser se apossa do corpo, depois num 2 estágio se fundi ao corpo, e esse corpo não forme de formas tradicionais pois pode ser regenerar. Existem pessoas que podem controlar tais infectados.

Órfão:— Foi o que falaram que estavam no livro, o bardo deve saber mais detalhes não bardo? Olhava a Dante.

Rin D. Law:— Pode ser Dubhe.. – pega a adaga e tira uma mecha

Dante: — Sobre a doença não encontrei nada na Torre.

O cabelo de Rin e Dante também não tem reação.

FIO DE CABELOSasaki:— Ok. Sabemos muito coisa, sabemos o que conseguimos na Torre, que falta um ingrediente, mas não sabemos o próximo passo, alguma informação nova de quem ficou aqui do lado por um tempo. Arhtlong ou até você mesmo McHearth?

Órfão:— Só falta quererem meu cabelo! – Olhava meio estranho já que seus cabelos malmente cresciam podia ser de sua raça! Assim tira 1 fio de cabelo e entrega!

Abraão McHearth:— Não sei de nada

Dante pega o cabelo do monge e encosta na sua adaga, depois para Dubhe e ela para Rin… nada nas duas primeiras.

O livro branco de Rin começa a reagir, voa de sua mochila e cai no chão, mostrando agora a seguinte combinação: 12 pontas – 5 douradas com o grupo, 3 negras e 4 espalhadas pelo mundo.

Arthlong/Kratos: — Já falei o que sabia, que é sobre a doença.

Rin D. Law: — Acho que decifrei esse livro…

Rin D. Law: — 5 Itens conosco sendo que 4 adagas e um item… 3 Itens com o inimigo no caso as 3 adagas e mais 4 espalhadas… que temos que achar…

Órfão: — O que aconteceu… “O que meu cabelo fez?” – pensava em um tom surpreso e fala normalmente. Cinco? Não contamos 4?

Ele para numa outra página com um desenho da Torre Sombria, o corredor com a porta do enigma do sangue dourado, como o grupo falava, e Serena surge no desenho, ela pega um punhado de cabelos e arremessam para frente, os mesmos saem do livro… e voam pela sala tocando as 4 adagas, e elas ficam vermelhas mostrando seus números de 1 a 4. E símbolos são gravados em seus cabos.

Jin: -Então quer dizer que cada adaga abre uma porta? E o inimigo ainda está com alguma delas… temos que recuperar tais itens.

Rin D. Law: — Que seja mais parece que 1 ta em posse de um aliado nosso então já está dourada… 3 Negras com nossos inimigos… e 4 Neutras … Vamos pegar as neutras primeiro…

Os símbolos são chamados de Cerimonial Puro a língua dos Anjos – Símbolos Angelicais permite que os portadores leiam o idioma e ganham asas de anjo 1/dia.

Jin: -Espera só um pouco… aqui só tem 4, quem ta com a outra adaga?-

Abraão McHearth: — Que aliado e esse Rin?

Órfão:— Esse livro não diz mais nada não? – Chegava próximo ao livro o pegava ainda aberto e o esfregava no cabelo já que um fio já reagiu imagine todos imaginava o tigre.

Rin D. Law:— Eu não sei.. Pode ser outro item do ritual sem ser as adagas….

Jin: -Meu crucifixo seria este item? E por que ele não reagiu com o ritual?

Rin D. Law: — Não sei… o que posso dizer… é que temos que pegar as restantes….

Jin tenta saber que ritual foi esse, tentando lembrar-se do que havia aprendido na vida.

Arthlong/Kratos olhando se tem fios do cabelo que sai de dentro do livro no chão.

Nenhuma reação extra do livro com a experiência do monge. Ainda há fios no chão, só que os tocam as cinzas se pulverizam.

Órfão: — Esse livro é chato, ele faz uma coisa por um fio, eu coloco vários e nada acontece. Toma! Devolve o livro.

Mugen não se lembra de nada… que pudesse saber do crucifixo e sua ligação com as adagas. Só da antiga memória além do Portão de Seraphia lutando contra o Demônio Gigante.

Rin D. Law: — Pegue alguns fios do chão… e vou localizar a adaga neutra mais próxima…. Examina o livro

Jin: -Eu não me lembro de nada…. –

Aparentemente o livro não tem nada, até que uma página depois do desenho começa a surgir letras…

“Estou bem e finalmente consegui me comunicar com o seu lado. Há muitas pessoas aqui, alguns parecem conhecer vocês, o livro não é a prisão deles, mas parece que um dos acessos à mesma, só continuo fazendo um único pedido, que foi a última coisa que ouvi de meu antigo companheiro, procurá-lo caso voltasse a esse mundo já que Morgana foi para o Oceano com a garota. Só me resta Thorn.”

Rin: — Pessoal o senhor parecido com um unicórnio que encontrei parece estar falando pelo livro. Venham ver.

Órfão: — O que ele esta falando poderia ler? “Eu iria atrasar se precisasse ler!”

Jin se aproxima do livro e começa a ler.

Dante perto do livro lê o trecho em voz alta. — Parece que falta algo, o que seria…

Órfão:— Falta o sentido, eu não entendi nada. Ouvia estranhando.

Sasaki:— O livro não é a prisão deles? Será que fala dos desaparecidos?

Novamente palavras surgem no livro.

Arthlong/Kratos: — Esse livro é um portal.

“Sim os desaparecidos…parecem que conhecem alguns: aqui estão Mikaela, Nathan e Larissa. A última me lembra da garota que foi com minha querida Morgana.”

SURGE LETRAS NUM LIVROLeon:— Ele pode responder, aproveitemos para sanar nossas infinitas dúvidas.

Órfão vendo que desta vez o texto era menor ia lendo devagar às vezes movia a boca.

Órfão: — La..rissa? Ela ta ai? Vamos cortar esse livro ai no meio e tirarmos ela dai!

Arthlong/Kratos “hahah, esse monge é mais cabeça oca que eu”

Jin: -Então temos que procurar esse tal de Thorn?-

Órfão:— Larissa ta ai, vamos abrir! É a forma mais fácil. Deve ser coisa mágica alguém sabe algo?

Arthlong/Kratos:— Já tentaram colocar as adagas nesse livro.

Sasaki:— O livro não é prisão. Lembra que Dubhe, Mugen e Abraão viram Nathan numa poça de água, e você viu Mikaela saindo de um frasco. Eles podem se comunicar, mas não com a voz, só com palavras, desenhos, gestos. Destruir o livro não nos levará até eles. Aproveite e pergunte sobre a garota quem sabe tenha novas informações.

Órfão:— Vou acreditar, já que não sei muito de magia como vocês devem, mas espero estarem certos, estaria tudo acabado caso estiver correto! Mas se não estiver só nos atrapalharia então concordo com não destruir ele.

Leon:— Só você pode se comunicar pelo livro? Por quê?

“É que na verdade estou preso no livro, ou cheguei aqui através dele. Acho que isso, também não entendo tanto de magia. A daqui e de onde venho é diferente. Aqui passaram quase 20 anos depois que partir lá passou 1 ano e meio”.

“Alguém perguntou de Thorn… É minha esperança se ainda estiver vivo. Ele constitui família então acredito que não esteja mais protegendo pessoas ou guerreando.”

Órfão: “Esse livro escreve muito, é difícil acompanhar!” — Então ele ta preso, vamos soltar ele?

Dubhe procurando espaço coloca a adaga sob o livro sem danificá-lo. Ela só brilha mais forte e depois se apaga.

Arthlong/Kratos chegando perto do livro — Essa coisa auto escreve é? – Tocava no mesmo — Que coisa estranha…. oi oi livro como te abrimos?

“Não é o livro que escreve sou eu Yuni que falo e deve aparecer aí, aqui recuperei a minha língua que a bruxa ruiva tirou”.

Dubhe: — Maldita seja Mil Faces.

Órfão:— Mil faces, bruxa ruiva… mais inimigos? É tanta gente, não estou acostumado com isso. Mesmo já estando a um bom tempo fora do monastério.

Arthlong/Kratos: — É o que você é, e esse tal de Thorn, Larissa está bem? Qual a sua língua? Sabe como abrir esse livro?

Dubhe: — Só para te ajudar monge, a bruxa ruiva e Mil Faces são a mesma pessoa.

Arthlong/Kratos:— Bruxa ruiva das mil faces, deve ser difícil reconhecê-la.

Órfão:— Menos uma pessoa, ainda bem. Vivíamos de títulos no monastério, já que ninguém tinha nome. Pois todos somos um ao universo. Pergunte logo ao livro onde estão as adagas!

“Eu sou um Elteon, uma criatura férica de Ainzafat. Vim para Inpergoh à primeira vez sem querer atravessando uma Espiral da Floresta Antiga e encontrei duas mães, Morgana foi minha segunda mãe e Thorn era nosso guardião, e me ajudou a me preparar para voltar junto com meus pais para o meu plano. Lá sofremos um ataque e consegui fugir pelas Espirais de novo e vim buscar a ajuda de Thorn. Larissa está bem. Minha língua que disse é a da boca mesmo que foi arrancada.”

Órfão: “Como se arranca uma boca?” — Como se arranca uma boca?

Arthlong/Kratos passando a língua no céu da boca e mordendo a mesma. — Ainda bem que nunca perdi a minha, deve ser muito chato — nesse seu plano tem metais não encontrados aqui em Inpergoh?

“A língua que foi arrancada, não a boca. E perguntaram de adagas, os outros aqui me falaram que a resposta para o que buscam estão em dois lugares os Santuários e a Biblioteca de Hanes com a passagem para o Plano da Luz.”

Órfão: — Um… então esta cidade é a chave? Quantos santuários ainda existem aqui?

“Pelo que eles falam 4 – representam os elementos – o primeiro estava num pântano não é… a terra.”

Órfão: — O templo das trevas que fica após a montanha será que é um deles? Já que estava envolvido nos rituais.

“Eles não sabem, mas logo descobrirão as respostas, parece que me tempo está acabando… se tem alguma pergunta importante façam logo”.

Órfão: — Sabem por que estão ai? O motivo real, já que não é a ampulheta não são importantes para não serem infectados, pelo que dizia na sala, então sabe por quê?

“Aqueles marcados com o crucifixo foram escolhidos pelos anjos para virem para cá… e só o que sabem”.

As letras se embaralham de novo e a página fica em branco. Sem que Yuni tenha respondido Arthlong.

Órfão: — Temos que ter uma conversinha com os anjos! – olhava ao Abraão.

Abraão McHearth: — O meu anjo e revoltado ele só conversa quando ele quer …

Órfão vira e olha ao Dante que chamou aqueles anjos mágicos antes!

Dante: — Enquanto não repor minhas energias arcanas não posso convocá-los. Sinto muito Monge, acho que podemos seguir a ideia inicial de antes de qualquer coisa descansar, estamos esgotados das mais variadas formas.

Órfão: — Humm… é minha cabeça ta meio estranha mesmo, muita coisa em um dia.

Leon:— Descansamos e depois já que estamos em Hanes podemos ir a tal passagem na biblioteca. Com as adagas de antes abriram uma porta de dez, não é?

 Jin: -Vamos descansar mesmo…. amanhã nós podemos decidir o que fazer, se vamos para o santuário ou para a biblioteca.

Órfão: — Humm, não tem outra igreja por aqui? Seria bom pegarmos logo todas as adagas antes do inimigo!

Dubhe: — Posso levá-los para qualquer Igreja de Gamla. Mas também vou optar por descansar.

Jin: — Temos que ter calma Monge… uma coisa de cada vez. Acenava para Zeus. –Venha amigão… vamos procurar um lugar para dormir.

Órfão: — Sim, eu sei que é para descansar digo, que ao invés de voltarmos à biblioteca, poderíamos ir logo atrás das outras adagas, pois elas podem estar sobre mira inimiga não sei ao certo.

Arthlong/Kratos: — Eu prefiro ir beber a descansar.

Jin: — Não sabemos onde acha-las Monge…. quem sabe esses locais não nos dê uma localização.

Órfão: — Mas as igrejas não são portais? Se formos à outra na cidade vamos a outra torre, com outras portas dai abrimos e pegamos!

Dubhe: — Amanhã votamos Igreja ou Biblioteca? Dormir primeiro e claro que prefere beber Arthlong, já descansou bastante enquanto estava longe… -Atacando ele mesmo por não ter os acompanhado.

Arthlong/Kratos: — Não é uma coisa que ouvira dizer sempre, mas estive estudando medicina esse tempo. Segurando um soco em Dubhe.

Dubhe abre a porta da Igreja e sai acompanhado de Rin, Sasaki e Dante com Katus.

Órfão: — Ta bom, vamos comer algo. Uma salada. Começa a andar para o mesmo local onde sempre descansavam na cidade.

Arthlong/Kratos: — Já não entendendo mais nada do que se passa com essa coisa de estar num lugar e em outro num instante . Magia, magia, só me deixa confuso. Auuuuuuuu. Se transformando em lobo e reparando onde estava.

Jin sem falar nada se retirava com seu urso procurando algum lugar para dormir.

A única taverna da cidade é o destino de Abraão e do Monge, os outros seguem para a estalagem que já passaram algumas noites e conseguem seus quartos para descansar. Leon se oferece para pagar as despesas de todos.

Todos comem, bebem e descansam como a muito não fazia. Mas do que imaginavam quando foram descansar. O dia chega pelas brechas da janela…

Na sala onde tomariam o café na manhã seguinte

Rin D. Law: — E então meus caros amigos… o que faremos agora?

Dubhe: — Uma parte do grupo está lá fora. Arthlong sumiu de novo, parece um mestre nisso. Se não confiasse tanto em Leon acharia que temos mais um inimigo entre nós além daquela peste em forma de meia-elfa e dele…

Sasaki: — Vamos nos alimentar e depois seguimos a procura dos outros. Um grupo grande é assim, se não tem portas com enigmas para nos prender, não vai ser numa cidade que ficaremos sempre juntos.

Rin D. Law: — Eu já comi… posso ser útil em algo?

Dante: — Precisamos decidir entre ir a Biblioteca, ou as Igrejas para ver se acontece algo como a daqui com as Sacerdotisas desenhando o símbolo em vocês. Os Santuários não sabemos onde são, só que estão em lugares ligados a elementos. Isso é muito vago.

Jin após encontrar o grupo o padre fala. — Bem vamos às igrejas ou a biblioteca

Rin D. Law: — Bom Pessoal… eu gostaria de um dia para que eu possa comprar ou fazer novas espadas pois essas estão quase quebrando ou trincando….

Jin: –E por que você não as conserta?-

Rin D. Law:— Porque são de aço… e eu preciso de um metal resistente…..

O grupo finalmente se reúne ali na Sala de Café que já ficava vazia pela hora.

Dubhe: — Todos aqui. Vamos ao fato… quer dizer falta um, mas… Primeiro Rin que parar para forjar armas, acho justo…minha adaga também está em pedaços, mas posso usar a Adaga de Prata já que ela funciona melhor com demônios. E o principal para onde devemos seguir Biblioteca que é aqui ou… para outras Igrejas de Gamla.

Jin: -Bem eu posso ir com alguém procurar nas igrejas de Gamla.-

Rin D. Law: — Ótimo o que vocês querem fazer me encontrar em algum lugar ou vão esperar mais um dia?

Órfão: — Dividir o grupo apesar de grande, não é uma boa opção, sempre que fazemos isso acontecem coisas as quais acho errado. Forjar armas, se for a um local especifico não vejo problema já que não seria uma divisão descontrolada. Agora, eu preferia ir à igreja, porque, se tivermos o máximo de adaga possível, iremos menos vezes a biblioteca ao invés de irmos à biblioteca depois igreja, biblioteca igreja.

Dante: — As adagas não estão nas Igrejas monge, e sim em lugares ligados a elementos. Lá fizeram os desenhos em Dubhe, Abraão e Rin para abrir a ponte ao Santuário e só. Ir a Igreja pode ser útil para coletar informações, ou saber se preciso do desenho agora que tenho uma adaga, e só.

Leon: — Arthlong sempre some…. Não sei o que pensa…deve ser “ele” agindo de novo.

Órfão: — Mas veja, da ultima vez que fomos a uma igreja conseguimos uma adaga!

Jin: -Bem… eu vou para onde precisarem de mim.

Rin D. Law: — Bom.. .eu preciso ir… se quiser acabar com isso logo…,qualquer coisa me comunico com o Kratos telepaticamente,pode ser?

Arthlong/Kratos:— Não sumi. Aparece acenando com um pedaço de pão na boca e algumas frutas na mão.

Abraão McHearth:— Vamos para a IGREJA

Dante: — Fora Rin que tem outro objetivo que tal votação direta. Eu voto na Biblioteca. E Abraão e o Monge na Igreja. O padre não sei.

Arthlong/Kratos: — O que discutiam, estava fazendo um lanche reforçado, se bem que para ser reforçado ia ser preciso trazer outra rodada de tudo que há no recinto.

Leon: — Quem é vivo sempre aparece. Espero que seja a pessoa certa que se chama Arthlong, senhor ferreiro, Arthlong.

Rin D. Law:— Okay vão para a biblioteca, e mantenho contato com Kratos agora eu e Drake vamos ao centro procurar um ferreiro ou um mercador….encontro vocês em um dia…

Jin: -Rin por que não pede para Artholong consertar suas espadas já que ele é ferreiro?-

Rin D. Law: — Eu também sou e preciso praticar… enfim vou indo…. Sai pela porta com Drake indo até o centro da cidade.

Sasaki: — O pessoal mudou de assunto, mas voto na biblioteca e Rin vai perder a viagem na cidade não têm ferreiros.

Leon: — Isso mesmo Hanes faz parte do tratado de desarmamento. Eu voto na biblioteca. 3 x 2 por ora.

Jin: – Está tudo empatado…porque meu voto é na igreja.-

Arthlong/Kratos: — Em Hanes não há ferreiros, posso consertar suas armas se tiverem material para isso, não sei se será possível comprar aqui. Parece obvio que ir a biblioteca é a melhor opção, porém já fui nela e a porta ira se abrir com as 12 adagas somente, então o melhor mesmo seria reunir todas as adagas.

Rin escuta um pensamento leve de Arhtlong sobre Hanes e pode voltar.

Rin D. Law: — Droga!, — DRAKE!! VOLTE PARA A ESTALAGEM – Volta voando para a estalagem

Rin retorna, Dubhe não vota esperando um resultado, 4 x 3 para a biblioteca.

Rin D. Law: — Decidiram para aonde vão?

Dante: — Esperando seu voto… e de Dubhe que não se manifestou.

Rin D. Law: — Vamos para a Biblioteca… aprender com livros é sempre bom….

Órfão:— Se querem ir à biblioteca vamos. Mas ainda acho uma perda de tempo.

Dubhe: — Decidido então eu estava esperando, mas 5 votos para a biblioteca. Vamos lá. – Ela pega a adaga e fala algumas coisas seus olhos brilham dourado e estão nos corredores da mesma.

As quatro adagas brilham aqui como tochas – assim como antes – as de Rin e Dante mostram seu número agora sem aura vermelha.

Rin D. Law: — Que estranho…. Devemos toca-las novamente?

Jin: -Da outra vez não teve isso… será que alguma nova porta irá se abrir?-

Arthlong/Kratos caminhando ate Leon. — Preciso te falar uma coisa.

Leon:— Fale. Sou todos ouvidos.

Duas portas brilham também com os números 3 e 4 das adagas.

Jin: -Olhem…. mais duas portas…-

Rin D. Law:— Acho que a minha é a de numero 3 ….

Dante aponta sua adaga e sente uma reação como se fossem correntes de prata saindo da mesma e atravessando a porta 4 que some.

Rin D. Law: — Será que a minha reage à porta numero 3? – aponta a adaga para a porta

Novamente uma corrente de prata, Rin sente um pouco de mal por tanta prata junta… abre a outra porta. Além da que fica no final do corredor com os desenhos e os símbolos. Agora tinham 3 das 10 outras portas abertas.

Rin D. Law:— Vamos lá?

Dentro da porta é possível ver um cubo com cinco lados coloridos e outro aberto flutuando no centro da sala.

Rin D. Law se aproxima lentamente do cubo esticando a mão para tentar toca-lo mais alerta para qualquer reação…

Arthlong/Kratos ia seguindo evitando toda essa coisa de prata

Órfão ficava ali pela porta meio desconfiado com a mesma.

Jin fica somente olhando para Rin que entra na sala e com isso ele chama Zeus para perto dele e entra seguindo Rin.

No que Rin toca no cubo estão divididos – um grupo de um lado da parede e outro do outro – olhando uns para outros, o lugar é diferente, paredes de ferro, chão do mesmo material, barulhos mecânicos do lado de fora. Soldados com armaduras iguais a Makkyn-nas correm pelo corredor… — Os dois ladinos voltaram com reforços, o porco e a sacerdotisa.

CUBO=== Aztaroth ===

Aztaroth esperava uma resposta.

Akim: — Dos anões Aztaroth tinha falado antes que a cidade deles estava vazia..acho que é igual aos outros casos é melhor focar na pesquisa dos novos símbolos profanados. Os deuses Pesphen, Torben e Guzzler.

Aztaroth: — isso para mim e grego, deixo a parte do conhecimento para vocês lideres, quando precisar de mim Akim me chame. Saia para o corredor e ficava sentado pensando.

Pouco tempo passa. Golwen: — Elza informou Akim que analisou seu sangue, ainda não tem resultados completos, mas parece que o mesmo está totalmente alterado por uma composição semelhante a da doença, mas que só trás os bônus com ela e não os ônus.

Golwen: — Decidi ir primeiro ao templo de Pesphen, deus malignos sendo atacados e seus templos são mais raros. Vai me acompanhar, ou pensar na vida?

Aztaroth: — Vou acompanhar quem sabe você não precisa de um ajudante em combate, não estou ganhando nada aqui parado. Levantava-se. — Diga a Elza que guarde um pouco da analise para mim pra eu tentar reproduzir a poção depois.

Golwen: — É o seu sangue que ela analisa, não existe mais poção, aquilo está correndo em suas veias. Dando as instruções para onde iam.

Aztaroth pegava o braço do mesmo e teleportava.

Surgem num templo cheio de teias de aranha e fórmulas na parede, dezenas de caveira, ossos que parecem fazer parte da decoração, vazio.

Golwen caminha até o que seria a parte central do templo e vê o símbolo profanado… Ele descreve como deveria ser e pode comparar com o que vê. Antes uma pessoa doente recebendo uma colher de um frasco marcado com veneno – a colher agora está derretida e o veneno caindo no chão.

Aztaroth: — Eu não entendo muito que pode significar isso?

Golwen: — Parece que as alterações dão pistas, mas é tudo muito vago. Ao terminar de falar, escuta o som de pedra, algo se abria abaixo deles.

Aztaroth: — Fique perto de mim Golwen, não vou deixar te machucarem, seja lá quem for.

O chão começa a rachar e uma caixa de pedra de mais de 2 metros de altura, começa a se abrir. — Eu estava lacrado pelo poder desse lugar é hora da minha vingança começar. Uma criatura com faixas por todo o corpo e olhos vermelhos sai do lugar, ele possui um bracelete e colar de ouro.

Aztaroth: — Mas que porra e essa? Olhando para Golwen sem entender nada.

Golwen: — Uma múmia – um morto-vivo de grande sabedoria que desafiou a morte – são muito raras. A múmia olha para vocês e sopra algo sobre os dois….

O elfo mago para de se movimentar, sua doença para anular o efeito.

Se movendo rapidamente usa um ataque pelas costas do ser com suas garras.

Mesmo com movimentos, mas lentos a múmia usa o bracelete para defender seu ataque direto com as garras.

Ela coloca a mão no bracelete e fala algo num idioma desconhecido, uma barreira surge ao redor de Golwen e o mesmo fica com as veias verdes e expostas.

Aztaroth: — Não se preocupe Golwen irei ajuda-lo, não deixarei que morra. Corria em direção a múmia rapidamente utilizando seus golpes de ninjutsu para fazer a mesma cair.

Seus ataques acabam o cortando, seria algo que a múmia fez, ou apenas pouco uso das garras.

A múmia novamente coloca a mão no outro bracelete e suga algo da barreira que criou, plantas surgem ao redor do seu corpo. — Sinto um tipo de magia nova vindo do elfo. Por que não foi infectado como ele?

Aztaroth: — Vai ver que e por que eu posso te matar, por que esta nos atacando diga.

Múmia: — Quero ver seus meus poderes ainda funcionam e tiveram o azar de estar aqui. Se quiser deixar o seu companheiro para sugar toda sua essência mágica, pode partir.

Aztaroth: — Acha mesmo que fomos nós quem demos azar ? Só você não me conhece, deveria não me subestimar. Ativando sua cariocinese, e fazendo os galhos passar pelo corpo, avançava em direção à múmia novamente ao tentar usar seus golpes ninjas — A força de um guerreiro não vem de suas armas, mas da vontade de nunca desistir.

Ele parece sugar algo agora – ainda analisando a magia do elfo e sente que algo que foi roubado.

Você corta a múmia com a lâmina. — Finalmente mostrou a que veio. Agora é a minha vez.

Ele manipula as plantas e lança espinhos.

MÚMIAA múmia é novamente cortada e abandona suas magias, queimando as plantas e sugando novamente algo seu….o que seria agora?

Utilizando de seu deslocamento na velocidade da luz vai rapidamente até uma das paredes pegando uma tocha e arremessando a mesma na múmia.

A múmia entra em chamas, mas com um gesto apaga. Se aproximando de você e… tenta tocá-lo com suas faixas.

A múmia o acerta e sua pele parece formigar e depois sua pele fica mais fina.

Aztaroth: — Já disse que cometeu um grave erro. Usava sua kusariadaga, nela.

=== Anya vs. Joseph ===

Ela recua se defendendo, pensando primeiramente no que deveria fazer. Olhava-o rapidamente, e logo reconhecia Joseph. Mas ela achava que ele realmente estava morto, e como ele conseguia se comunicar? Todos os outros também poderiam? E ela fala. — Não te abandonei não. Preciso descobrir a cura para você! Nunca o abandonaria!

Ele não responde dessa vez e desce rápido com suas garras em posição de ataque.

Desejava convencê-lo, porém seria uma batalha inútil pelo que ela pode ver. Usa sua habilidade Mimetizando para se envolver no ambiente, e o ataca com sua espada, usando “dano máximo”.

O ataque é eficaz e o demônio começa a procurá-la no ambiente…

Sua posição estava segura, ele atacava ao leu só por sede de sangue, cortando a pedra com facilidade.

Surgindo onde menos ele espera o perfura com sua espada de esgrima que fica toda suja de sangue negro.

— Kitty, por que faz isso? Por que eu me transformei nisso? Eu quero morrer! Grita.

— Eu não sei! – Segurando ele, começando a ficar com lágrimas nos olhos.

— Eu quero salvar você, e não matar você!

Joseph tenta resistir à vontade de sua nova forma, que deseja a carne de Anya. — Eu não posso ser salvo, eu me perdi quando fui atingido por aqueles espinhos… antes que o pior aconteça, me responda – o que aconteceu com Serena?

— Ela está em um lugar seguro! Com seus familiares! Ela era uma deusa Joseph, uma deusa que pelo que entendi caiu durante a Grande Lufada! Aquilo que ela sempre falava. Mas ela está segura agora! Longe de todo esse povo, e com quem ela realmente ama!

— Quem é esse? Pergunta alguém no alto da cratera. — Ele está te machucando ou conversando contigo. Pelo reflexo não tinha como saber.

Joseph não espera antes que sua sede de sangue volte. – Obrigado. Voa para longe com os ferimentos se fechando.

— Joseph. Ia pará-lo, mas ele sabia bem o que fazia, tentaria ver o que poderia fazer por ele brevemente. Agora, ela olha para cima, procurando quem havia falado.

— Olá menina, correu muito risco ficando tão próximo daquilo. Quer ajuda para subir? E depois disso poderia me ajudar também.

Sim claro! Olhando ainda curiosa. — Mas você é?

Ele joga uma corda e segura tentando ser firme, não parece do tipo forte. — Sou Alec Snow.

Subindo, atuando não ser muito forte também. — Prazer, Kitty! O que faz por aqui?

Ele consegue puxá-la, mostrando que foi mais um esforço por sua falta de força e não seu peso em si. — Prazer Kitty. Essa é exatamente a minha pergunta, estava numa Floresta onde participei de um torneiro de arco e flecha, senti um cheiro forte, e aí vi um massacre, saindo daquele local com minha pantera, aquela ali de olhos amarelos fui descansar na Fonte Mágica …. e conhece o lugar, uma excelente estadia?

Anya: — Bem, não sabia nem que estava havendo um torneio por aqui! Porém, ainda assim, aqui não é um bom lugar para se ficar de estadia, a não ser que realmente queira ficar sozinho. Vim para cá em busca de algo, porém ainda não achei! Mas como estamos em uma situação não muito boa, acredito que ficará difícil achar um lugar bom!

Alec: — O torneio não é aqui, acabei me perdendo com tanto detalhe… a excelente estadia também não… vou seguir…daí acordei e tinha um par de botas estranhas no chão à curiosidade foi maior e as coloquei e quando vi estava num Pântano, vi pessoas ao me aproximar, vim parar aqui. Por isso pedi ajuda. Qual o nome desse lugar e além daquela criatura, por que está vazia e destruída?

Anya: –Esse lugar é Arancione, aquela criatura… bem, ela faz parte de muito ataques que ocorreram por todos os lugares! E aqui, foi destruída há muito tempo! Mas… você é de onde?

Alec: — Nasci na floresta e vivi lá até…deixa para lá…aí vivi da minha precisão com o arco, vencendo torneios até que o mundo virou e estou aqui. Não conheço de história minha mãe falava que o mundo era um lugar muito perigoso de se desbravar, mas o meu pai era um homem de coragem e preciso que se orgulhe de mim antes de voltar para casa. Desculpe despejar isso tudo em você, é que falando com Wild ela não responde como eu queria.

Alec era um meio-elfo com a pele bem branca e cabelo bem preto. Ao sol, se revelava um tom brilhante azulado em suas madeixas. Olhos verdes.

Anya: — Compreendo, normalmente animais costumam não falar muito! – Dando um sorriso para ele. — Eu realmente não sei como te ajudar! Porém se quiser ficar por perto, talvez não seja uma má ideia ter uma companhia. Já que você viveu na floresta, deve ser um bom rastreador. Poderia me dizer, para onde seguiu quem saiu daquele buraco?

Alec: — Cheguei agora aqui, sinto muito. Vamos fazer um trato eu te ajudo a achar o que precisa e me guia pela cidade, pode ser?

Anya: –Sim claro! Porém, você não é bom rastreador? O olhando curiosa.

Alec: — Nas florestas sim, o que busca?

Anya: — Sei que foi um menino que saiu desse buraco, temo que ele esteja em perigo, e por isso o procuro.

— Vou procurar.. Descendo e guardando o arco no caminho. Ele olha as marcas das garras na parede e depois se concentra no chão… Ok. Ele surgiu aqui, deve ser algo mágico…. disso só entende de magia natural… e alguém o ajudou a subir por esse lado…indo em direção nordeste…outro homem só…adulto com botas de viagem longa… Ajudei?

Anya: — Ajudou muito!! O ajudando a subir agora.

Alec: — E agora vamos seguir até onde foram?

Anya: — Sim, vou perguntando sobre ele, e esse homem! E com isso, vamos começar, a saber, mais a respeito do menino, e eu te ajudo a achar um bom lugar. Está com fome?

Alec: — Comi algo não sei há quanto tempo…fome não….só desorientado mesmo. Ele vai mostrando as pegadas até que chega num lugar da cidade, uma espécie de vilarejo de casas abandonadas e somem. — Deve ser magia outra vez…. — Peraí não… eles continuam aqui… Pularam um pedaço ou teleportaram, quando podiam andar 5 metros ou menos.

Junto com o arqueiro, vendo o que ele falava. O ajudaria, e o tiraria das vistas dela o quanto antes, ele parecia ser um bom menino, e não iria querer ele envolvido em nada daquilo. — Nossa… você é bom mesmo!

Alec: — Obrigado senhoria, normalmente só escuto isso nos torneios.

Anya: — Bom, me está ajudando muito, e com isso, quando chegarmos a algum lugar, pagarei uma boa estalagem para você e uma excelente comida! Dando um sorriso bondoso para ele.

Alec: — Infelizmente como eles sumiram de novo mais a frente não sei o que posso fazer…

Anya: — Como assim eles sumiram? Não tem mais pegadas? Bem… então acredito que o melhor a fazer é seguir em frente, do caminho de onde eles pararam. Olhando e analisando, onde aquele caminho iria dar.

RASTREANDOUm pouco além do vilarejo, a sensação no ar era de algo que conhecia, só não sabia o que?

Anya: — Vamos! Seguindo seus instintos.

Quando vai seguir em frente, uma cabeça surge no nada…Alec já saca o arco e flecha e aponta…o homem não era desconhecido… era Akim Yerik que sai do nada com seu corpo intacto. Limpando a roupa e olhando os dois.

Anya: — Ahhh Boa tarde senhor… Akim certo? que o trás por aqui? Olhando para ele um tanto confusa.

Alec: — Conhece, posso abaixar o arco? Tanta gente estranha que tem afinidade, bem que minha mãe falou que o mundo aqui fora era estranho.

Akim: — Certo. O que trás aqui? Afinal é você que veio em minha direção depois daquela visita que saiu às pressas.

Anya: — Conheço sim Alec. Não se preocupe! E senhor Akim, não vim seguindo o senhor. Estou seguindo para outro lugar, apenas .. Olhando os pés dele para saber se ele era o homem de botas de viagem longas.

Alec percebe o que estava fazendo e confirma com a cabeça.

Akim: — Outro lugar, ok pode ir.

Anya notava o que era. — Bem… parece que minha busca acabou! Soube de um menino que saiu daquela cratera, e me disseram que ele poderia estar em perigo! Mas se está o com o senhor. Acredito que esteja bem, certo?

Akim: — Como soube que o menino está comigo?

Anya: — Tenho um menino aqui bom de rastreamento! Ele é bom! Olhando com certa bondade para o menino e Akim. — Desculpe se fui muito intrometida!

Akim: — Não poderia ter mentido, mas não faço esse tipo, quando mais com damas. É só esse mesmo seu interesse?

Anya: — Na verdade, gostaria de vê-lo, realmente, saber se realmente está bem! Eu poderia?

Akim: — Vou ver se ele deseja vê-la, é um garoto especial cheio de vontades com certa amiga sua que procurei e nada. Sabe onde está Serena?

Anya: — Sim eu sei onde ela está. Porém ela está longe, com os familiares dela!

Akim: — Fique aqui que eu te respondo.

Que os contos prossigam.

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