CONTO DAS SOMBRAS – Histórias Paralelas – Parte 2

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Arthlong controlado por Kratos nem sabe o que aconteceu com Symia e está num corpo tomado pelo doença do clã. Sua jornada até retornar a encontrar com o grupo se concluem agora.

CONTO DAS SOMBRAS

Arthlong/Kratos

Além de você nem sinal da doença agindo ou de qualquer outra magia ou vírus.

Arthlong/Kratos: — Parece que sim. Essa forma é mais descente que a anterior, parece que ficou mais poderoso depois da surra que levou.

— Ah insolente, assim que agradece por ter um corpo só seu.

— Corpo só meu? Agradecimento. Em primeiro lugar você que roubou meu corpo, eu agradeceria se sumisse só me coloca em confusão. Pulando e dando um soco em Kratos. — Estava te devendo isso pela aquela forma decadente em que me colocou.

Dando alguns passos para trás. — Isso terá volta, mas agora podemos trabalhar melhor, te darei um corpo melhor quando tiver mais poderes, temos objetivos distintos, tirando o de encontrar Larissa que agora devemos ao médico Franz, afinal salvou esse corpo. Parava de falar um pouco e se concentrando tentava invocar uma aura regenerativa sobre o corpo agora de Arthlong, a fim de reverter o que a doença teria feito, antes porém tentava analisar o corpo para perceber se não teria alguma coisa positiva da transformação para não reverter à mesma também no processo. — Tente sentir se não tem nenhum poder junto com essa transformação, parece que alguns transformados ganham habilidades.

Arthlong tentava sentir tal coisa. Enquanto Kratos falava baixo para não alardear ninguém, e Arth como não gostava de sua condição de duas almas acompanhava o tom de voz diminuto.

Pela análise do mago não pode restaurar o corpo novo de Arhtlong e o mesmo não sente nada de diferente.

Arthlong/Kratos: — Então, podemos cooperar quanto antes eu atingir meus objetivos terá seu corpo só para tu é se livrara da minha presença.

— Parece não ter alternativa.

— Tenho algo para te ensinar, creio que conseguira fazer melhor. Passando os conhecimentos de como curar a doença

Logo voltava até Franz, seguido por Arth. — Franz tem outro corpo com o dragão ainda? E quanto aquela infusão como se prepara ela?

Franz: — Vou ensiná-la. Quem ou que é isso?

Arthlong/Kratos: — Um dos testes que falei que iria fazer.

Franz:— Trouxe um infectado – espero que sem infecção?

Arthlong/Kratos: — COISA? Alterando o tom de voz e olhando para si, ficava mudo.. “maldito, não sei o que é pior ser um boneco ou um”… olhando o chifre, maldição sou um demônio…

— Sim, utilizei o corpo que tinha tratado anteriormente.

Franz: — Fala. O que é você?

Arthlong/Kratos: — Sou Arthlong, esse é meu nome agora dizer o que sou fica meio confuso nessa forma, na verdade… Realmente mais detalhes gerariam mais perguntas.

Franz: — Arthlong é o que mago Kratos? Uma alma aprisionada? Disse que iria fazer um experimento, só posso continuar te ensinando se for honesto, ou pedirei que saia da cidade.

Arthlong/Kratos: — Isso, ocupamos o mesmo corpo, mas isso não é muito produtivo. Afinal dois corpos trabalham melhor que um, além de ser um saco ficar disputando o controle de um corpo.

Franz:— Ocupam o mesmo corpo até onde sei cientificamente é impossível, mas é um mago e essa ciência é estranha ao meu ser. Mudando de assunto, enquanto esteve fora fiz um teste para a segunda experiência que pensei em fazer.

Arthlong/Kratos: — O que fez? Obteve resultados? Com a ajuda dele fazer os cortes será relativamente fácil, sua coordenação é melhor, mas também preciso aprender a fazer a tal infusão, afinal não posso ficar usando magia o tempo todo.

Arthlong permanecia calado, além de não conversar muito aquela forma lhe trazia menos vontade ainda de se comunicar.

Franz:— Tentei acelerar o processo da doença, restringindo um corpo numa cadeira, alguém que morreu antes de curá-lo, fiz tudo que ensinei mais ao contrário. Ele o leva até o corpo. — Lembra o homem que voou da casa destruída em Chateau Plaza. Com o corpo todo negra com placas, asas de couro, chifres e olhos negros.

DEMÔNIO NEGROArthlong/Kratos: — Se transformou. Espero que essas cordas sejam fortes, lembra que falei que eles podem voltar a vida?

Franz:— Eu também espero, ele se transformou e parece estar se regenerando também, mesmo antes estando morto . É exatamente como disse.

Arthlong/Kratos: — Seria esse os estágios da doença? Pensando de outra maneira, o que tem estágios seria o organismo que provoca a doença, um hospedeiro, seu objetivo é capturar um corpo e depois controlá-lo, então digamos formar uma simbiose e a partir dai moldar o corpo a sua forma. Primeiro estágio algo minúsculo, 2º estágio aquela gosma viva fora do corpo, talvez haja algum estado em que se possa fazer uma simbiose perfeita se podendo controlar o infectado para apenas ganhar as vantagens da transformação sem morrer.

Franz: — Deveria demorar a esse estágio chegar, só acelerei, agora não tem como remover a parte, ela sumiu pelo que pude procurar. Não há cura.

Arthlong/Kratos: — Creio que não sumiu, apenas se fundiu mais ao corpo.

Franz: — Fundiu a ponto de não ter mais cura. É uma doença que precisa ser curada com cuidado e mesmo assim precisávamos analisar o tempo, mas testar isso vai gerar mais seres assim, estou num impasse.

Arthlong/Kratos: — Trouxe infectados mortos porém no estágio primário, o que houve porque morreram, seria uma resistência do corpo a doença ou uma fraqueza em aguentar a transformação do segundo estágio? O inverso que diz ter feito foi esquentar o local da fonte?

Franz:— Tudo, não remover as fontes, cortar linhas para espalhar a doente, aumentar o calor para que ela acelerasse. Você sim, estava com ela num estágio simples e não avançado, fiz a experiência pelo que disse do homem sem cabeça e etc.

Arthlong/Kratos: — Cortou a cabeça dele?

Franz: — Isso não. Aí é demais, mas ele estava morto… e é como se ressuscitasse, coração batendo, respirando.

Arthlong/Kratos: — Você parece ser bem certinho e ter muita ética, então abrir o corpo dele para saber o que mudou por dentro estaria fora de cogitação. E a gosma será que continua viva? Procurava o frasco para olhar.

Franz:— É não vou fazer isso vai contra os meus ensinamentos, de uma forma bizarra ele é um ser vivo…vivo-morto.

A gosma continua a se mover.

Arthlong/Kratos: — Um ser vivo? Então lhe trancara pelo resto de sua existência? Ou lhe matara, se matar pode abrir…. agora sim esta diante de um impasse doutor.

Franz:— Ele não pode morrer pelo que vi. Estava morto e voltou. Vou trancá-lo em algum lugar.

Arthlong/Kratos: — Como queira.

Dali ele ensina aos dois como fazer o unguento, mantém o homem trancado, a gosma dura mais 1 dia e vira cinzas como o pedaço de pele. Ele resolve resfriar o corpo o congelando no lendário 10º andar agora vazio.

Franz fala que os sobreviventes abandonaram a cidade com medo.

Arthlong/Kratos: — Parece que com isso se vai meu emprego, meus estudos de alquimia, e agora como vou aprender a criar os homúnculos.

Franz:— Pela minha ajuda posso te conseguir algo sobre homúnculos. Deixe-me vasculhar a cidade com calma que lhe envio.

Arthlong/Kratos: –Isso me soa bem.

Os ensinamentos duram mais alguns dias…

Kratos aproveitando a cidade fazia aproveitava para pegar coisas úteis, sem ser visto pelo médico. Máscaras, refis, as poções que encontrar, dinheiro, laboratórios de alquimia.

Só não acha dinheiro e poções. Continua sua busca por um escudo, ingredientes para fazer o homúnculo com barro, tigela, martelo, ácido.

Por fim Kratos recolhe ainda alguns kits de medicina, com as adaga modificadas e os ingredientes para os unguento e um corpo em bom estado pela cidade.

Os corpos na cidade foram todos removidos durante esses dias, todos que ali estavam tinha a aparência do atual Arthlong.

Caminhando até o local de quando chegamos à cidade. — Arth entre em contato com seu anjo, já terminamos por aqui.

Arth meio contrariado com sua aparência ainda. — Seu maldito até quando vai me deixar com esse corpo, sabe que eu odeio demônios e agora parece com um, isso é quase pior do que não poder controlar o próprio corpo…. Tentava entrar em contato com o anjo.

O anjo não respondia, e se lembrava de que Abraão tinha o mesmo problema aqui…

Arthlong/Kratos: — Ele não responde. Deve ser coisa da cidade.

Iam saindo da cidade.

Kratos ia usando ser poder para detectar o campo de anti magia e sentindo o local que ela terminava e pedia para Arth tentar novamente o contato. Arthlong tentava novamente contato com o anjo.

Vocês andavam muito e encontram o ponto que Kratos sentia sua magia fluir melhor – já que por algum motivo ela funcionou na cidade – só que o anjo ainda não atendia ao chamado.

Arthlong/Kratos: — Ele não responde.

Kratos sentava e coçava a cabeça tentando pensar em algo. — Quer ajudar para sair desse local? Alguém pergunta nas sombras.

Arthlong/Kratos: — Quem está ai? Usando seu faro.

— Maldito demônio já veio me assolar. Sacava seu machado e escudo.

O faro não identificava ninguém.

— Não sou um demônio… porém algo muito próximo… A pessoa surge e se trata de Lougan, o Sumo-Sacerdote de Ethor.

MESTRE MORTO-VIVOArth observava aquela coisa. — Parece… que coisa é essa, pequeno, com aparência de morto vivo, nunca vi nada assim.

Kratos sentia se a aura era a mesma de Lougan. — Andava sumido.

Lougan: — Era necessário. Agora parece que tem algo a me oferecer antes era uma alma aprisionada limitada, agora até venceu seu desafiante. O que já sabe? Assim eu o envio para onde quiser.

Arthlong/Kratos: — Estou reavendo algum dos meus poderes, até agora o coisa mais poderosa que consigo fazer é essa projeção de almas. Tenho que ir para o resto do grupo, aposto que estão em uma biblioteca que tenha uma passagem para outra dimensão, ou uma ponte sagrada que é uma passagem aberta por uns símbolos, descrevo o símbolo, mas não sei se estão lá exatamente.

E quanto essa doença que transforma os corpos das pessoas nisso e depois as controla. Apontava para Arth. — Ampulhetas, e desaparecimentos de clérigos e quedas de deuses, tem algo haver com isso ou pode me dizer algo a respeito?

Lougan: — Projeção de almas é algo que aprendi há muito tempo. Vou considerar as informações como um preço justo e enviá-lo para qual lugar…falou em lugares não cidades específicas. Não tenho nada haver com isso. E não estou pesquisando por tenho minhas metas. Meu tempo de fingir de herói já passou.

Arthlong/Kratos: — Se conseguir rastrear uma alma, ele se chama Leon é um clérigo do deus da magia, daria para saber o local exato de onde estão. Por acaso tu tem ai uma bolsa arcana sobrando, parece que o mundo não anda gostando tanto de magia, todo lugar que vou tem anti magia, o povo não vende nada mágico, nem a cidade da alquimia ensina mais a criação de homúnculos, acabei saindo de mãos vazias quando vim para cá aprender.

Lougan: — Vou levá-lo, a bolsa fica para outra oportunidade. Para Hanes.

Trevas envolvem o lugar e surgem dentro da biblioteca ocultos por algumas estantes. Ele cria uma veste que esconde a aparência de Arhtlong.

Arthlong pega a capa e vestia e Kratos repara todo o local.

A biblioteca estava cheia, pela luz das janelas, devia ser tarde aqui, até perdeu a noção da hora depois de dias em Symia.

Arthlong/Kratos: — Odeio essa restrição de magia, nem teleportar eu posso, se pudesse seria mais fácil achar o resto daquele grupo.

Arthlong se aproximava. — Obrigado, pela capa coisa que parece demônio “estou agradecendo a um demônio, a que ponto cheguei”.

— Será que é essa biblioteca? Procurando no mapa para ver se achava semelhanças. Tentava sentir algum tipo de portal no local

Lougan: — Não sou um demônio, só conheço alguns. Rindo de lado.

A biblioteca batia – já tinha visitado o local. Nada de portal.

Arthlong/Kratos: — Seria esse o local, mas não sinto nada, quer tentar Lougan, deve estar muito mais acostumado a sentir coisas ocultas do que eu.

Lougan: — Não vejo portais ou magia com aura como a que falou aqui, já fiz a análise completa da cidade ao chegar aqui. Quatro templos, nenhum de Ethor.

Arthlong/Kratos: — Deve ser algo bem oculto, só com as chaves mesmo para ser descoberto. Tento sentir a alma de Leon.

Sua magia ainda não consegue alcançar Leon.

Arthlong/Kratos: — Não sei o que fazer agora….

Arthlong apenas ficava olhando para seu corpo para ver com o que se parecia agora, pelo menos não mais com um demônio, continuava sem falar nada, aquelas duas figuras não tinham seu apreço.

Kratos começa a olhar no mapa para ver se teria alguma dica de onde seria a entrada do que procurava. O mapa mostrava símbolos numa língua que o mago não conhecia, não mais…

Mostrando o mapa para Lougan. — Entende os símbolos?

Lougan: — Sim. É cerimonial puro. Linguagens dos anjos… Diz que só com as 12 Adagas de Prata ou com acesso aos Planos Superiores é possível abrir a passagem para esse lugar.

Arthlong/Kratos: — Não temos nenhum dos dois, bom, se forem anjos da morte tu deve ter acesso, o que não deve ser o caso….

Lougan:— Anjos da morte não devem servir. Vou visitar os templos daqui e já volto.

Arthlong/Kratos: — O templo de Gamla é onde me falaram sobre a tal ponte, deve ser para onde eles devem ter ido, já que não tem as 12 adagas ainda….

— Mas não devem querer dizer nada a respeito para tu já que é inimigo deles, se bem que pode disfarçar isso.

Lougan: — Na verdade pode obrigá-los. Prefiro assim, e você Kratos?

Arthlong/Kratos: — É a melhor opção quando se tem poder para tal.

Arthlong vê aquilo pasmo. Lougan sai na frente indo em direção ao templo.

Arthlong/Kratos: — Vamos ver o que ele vai fazer, não é todo dia que se vê um sumo sacerdote em ação.

— Eu que não vou profanar nenhum templo com vocês, isso deve dar azar.

Enquanto Kratos se dirigia ao templo, Arth andava pela cidade para ver o trabalho dos ferreiros locais.

No templo Lougan chega e a parte do mesmo se abre sozinha ele lança escuridão de sua própria aura lá e as Sacerdotisas caem no chão sem forças. Ele se aproxima. — Sabem que ficar sem poder é o mais brando que posso fazer, posso colocar esse lugar abaixo quero que responda todas as questões do meu amigo aqui.

Arhtlong se lembra de que não há ferreiro em Hanes pelo tratado de Desarmamento.

Kratos: — Alguns dias vim aqui com um paladino, fizeram um tatuagem nele, outros devem ter vindo para cá e fizeram o mesmo, quero saber para onde foram e como chegar lá.

Sacerdotisa: — Só as pessoas com o símbolo podem alcançar a ponte…Ou

Arthlong: — É mesmo, essa é aquela cidade chata….

Alguém toca em Kratos….e ele fica inconsciente.

No meio da cidade… Arhtlong sente seu corpo puxando sua alma de volta e ele desperta em seu corpo original, com duas marcas no chão como queimado e Lougan só o olhando.

Não tendo nada para fazer Arth senta em um canto que pudesse ver a entrada e saída de pessoas do templo e começa a tomar sua cerveja que há tempos não tomava um gole.

Assustado e olhando para os lados. — Mas que merda foi essa, maldito mago nem me deixa mais beber em paz.

Lougan: — Parece que o anjo da guarda resolveu trabalhar e o trouxe de volta. Ele vai levá-lo ou o pessoal voltará. Quando o mago tiver mais a me oferecer eu retorno. Passa pisando firme e espalhando as cinzas no chão.

Olhando procurando pelo anjo. — Pensei que tinham te capturado não atendia aos meus chamados.

O anjo não respondia. O grupo surgia do nada no Templo de Gamla.

Algum tempo depois do encontro na Igreja (o encontro em si ficará para o próximo Conto das Sombras)

Arthlong volta onde estava antes para recolher o que havia deixado para trás. Recolhe o corpo – as pessoas realmente não mexeram com ele achando que estava bêbado

Depois de deixar o corpo no seu quarto, procura por seu dragão pela cidade. Chamando pelo seu nome e em alguns momentos se escondendo da população e se transformando em lobo e uivando bem alto para que se dragão reconhecesse o uivo e viesse até ele.

Sirius ressurge vindo das montanhas.

Sirius: — Fiquei na cidade a sua espera, Leon estava com um grupo que tive pouco contato preferi caçar e aguardar o seu retorno.

FILHOTE DE DRAGÃO VERMELHOArthlong/Kratos: — Afinal o que tu come?

Sirius: — Carne bem passada, qualquer uma… O que achou que comia?

Arthlong/Kratos: — Carne mesmo, mas achei que a resposta seria algo mais específico, como bisão, dente de sabre ou algo do gênero.

Sirius: — Realmente conhece esse mundo. Não tem metade dos animais que mencionou, quem sabe no passado dos meus ancestrais.

Arthlong/Kratos: — Eu vivia em uma vila de mineradores e depois fui servir o exercito, nunca rodei pelo mundo. Para ser preciso conheço 4 lugares, minha vila, a capital de Fem, essa cidade de Hanes e o reino da Alquimia.

Sirius: — E dentro de você tem um ser que deve conhecer o mundo todo. Onde está Leon? Sinto falta dele também.

Arthlong/Kratos: — Realmente, se bem que ele parece não ter todas as memórias, e eu não sei bem como funciona essa coisa de acessar as memórias ele parece ter mais controle quando se trata dessas coisas, o que sei dele parece vim espontâneo para mim, quase sempre que tento pegar algo dele não da muito certo. Leon está na estalagem, eu vim te procurar estava um pouco preocupado, sei que é uma criatura inteligente e deve se virar bem sozinho, mas largou sua mãe para me seguir, me sinto responsável

Sirius: — Se lembre disso a próxima vez que for conhecer uma cidade nova. Voando em direção e estalagem.

Arthlong/Kratos: — Mas não estava sobre controle do meu corpo quando acordei estava em outro corpo até.

Sirius: — Até.

Os contos continuam a ser escritos.

 

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