CONTO DAS SOMBRAS – Histórias Paralelas – Parte 1

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Acertando a linha do tempo dos diversos personagens do Conto das Sombras, vemos em ângulos opostos Aztaroth que abandonou o clã depois que descobriu o envolvimento do mesmo na morte de seus pais e Anya que corre atrás para deixar de seu um sacrifício e viver ao lado do seu amor Hentel.

CONTO DAS SOMBRAS

Aztaroth

Golwen: — É um começo estudar essa poção e qual a diferença de infectado comum para alguém do clã. Melhor ir para um lugar reservado. O que prefere falar ou fazer algo antes?

Aztaroth: — Vamos fazer o que for necessário, podemos ir para um local reservado se quiser mas para refazer as poções eu demoro cerca de 8 horas para cada uma, você tem tanto tempo assim pra esperar ?

Golwen: — Somos elfos, a questão de tempo agora só está um pouco apertada pelo fato dos ataques que não tem data para acontecer. Como estava com eles, por acaso sabe qual é o próximo alvo?

Aztaroth: — Não, estava meio que apenas andando de um canto para outro sem rumo não lembro o próximo local e o pior e que quando eu vim ver este local sendo atacado, eu fui avisado de ultima hora. O que faremos agora?

Golwen: — Focar na investigação da doença é uma chave para nos protegermos e conhecermos o inimigo. E você Fain?

Fain: — Vou continuar procurando algumas coisas. Como disse não sou o mais indicado a treiná-lo, acho que isso é com você Golwen.

Aztaroth: — Ok, como posso te ajudar com isso Golwen basta falar que eu irei fazer.

Fain: — Vou me despedindo até mais aos dois e boa sorte. Sumindo ao andar pela floresta.

Golwen: — Sabe de um lugar onde poderíamos fazer isso sem perturbação, vi que entre seus poderes tem algo ligado a teleportação.

Aztaroth: — Sim um dos antigos poderes do grupo. Basta me dizer um nome de um local que você queira ir e eu posso teleportar pra lá sem nem mesmo nunca ter pisado naquele local. Diga o nome e eu nos levo ate lá.

Pegando na mão de Golwen — Para Hanes. Após isso se transformando em espiral e teleportando para lá que aparentemente era um dos locais mais calmos que conhecia

Golwen: — Hanes, uma boa opção. Vamos para uma estalagem que conheço e serviu de base para o outro grupo, sabe de qual falo não é.

Aztaroth: — Sei sim por falar nisso onde eles estão ? Acho que eles não vão gostar muito de minha aproximação de vocês.

Golwen: — Há dias Akim não consegue contatá-los. Ele mandou um relatório para o Padre, mas não teve resposta.

Caminhando pela cidade até a estalagem e pedindo um quarto duplo para ter espaço e para não ser perturbado.

Aztaroth segue para o quarto junto a Golwen. Ao chegar lá pega seu mini laboratório e retirar todas as suas anotações pegando também o frasco que usara do veneno do dragão, retira o mesmo e começa a analisar e começa a recriar a poção — Vou recriar a poção tudo que eu anotei esta ai quando eu terminar poderemos estudar os efeitos da mesma, tente ver se acha algo que possa ajudar nas anotações, e depois se não obtiver nada podemos tentar um recurso como hipnose ou qualquer coisa parecida.

O frasco mesmo consumido pela metade está vazio.

Golwen: — Vejo que começamos com o pé esquerdo.

Aztaroth: — Por que fala isso ?

Golwen: — Sua expressão denota que algo houve algo de errado com seus planos.

Aztaroth: — Pelo visto esta poção vai levar mais tempo do que eu imaginei como as outras.

Golwen: — Se a poção vai levar tempo, que tal mudarmos o foco por ora. Informações o que pode dizer do inimigo, quais são seus poderes além de teleporte, quem são eles, nomes…

Aztaroth: — Eu tenho alguns conhecidos lá de dentro sem nomes verdadeiros um conhecido por Mil Faces, uma mulher que pode assumir qualquer forma, o outro e um ser tem mais de 800 anos, e uma aparência de criança conhecido como “a criança” o meu ex-líder Hentel. Os poderes do clã são estes alem de teleportar, a infecção que pode transformar as pessoas naquelas coisas que vocês viram em Chateau Plaza, tem estas garras. Colocando as garras pra fora — Que causam um ferimento não muito forte, mas quem pode ser letal. O teleporte e uma forma de contato entre eles utilizando de uma moeda como esta. Mostrando a moeda — Eu sei a localização do antigo esconderijo se quiser posso leva-lo ate lá.

MIL FACESGolwen: — Ir ao esconderijo do inimigo sem preparo pode ser uma armadilha e como não sabem que tem os poderes ainda, podemos manter isso. Devemos procurar um médico… para analisar o que tem. E ver no se parece com a doença. Acho que o Grupo Épico ou Symia poderiam ser nossos próximos destinos.

Aztaroth: — Ok então vamos para lá agora ? Ou apenas depois ?

Golwen: — Em Symia não sei se pode ir com seu teleporte. Normalmente magia normal não funciona lá. Vamos para a entrada da base épica… ou uma delas…vou te dar as coordenadas.

Aztaroth: — Minha função dentro da organização era de coleta de informações mais do que participação ativa eu era basicamente um espião, então tenho facilidade para coletar muitas informações e entrar em locais e sair sem ser percebido, apesar de que o esconderijo e um local muito perigoso mesmo pra alguém com habilidades como as minhas. Pegando na mão de Golwen e esperando as coordenadas e em seguida teleportando.

Surgem de frente para uma montanha, o que tem lembra-se do reino dos anões…que sumiram. Ele fala algumas palavras e pode ver distorções no ar… — Só sentir na direção delas.

Aztaroth: — Você vem junto ou tem algo a mais a fazer? Se tiver posso te teleportar pra canto que deseja.

Esperando por uma resposta e seguindo.

Golwen: — Vou se não corre sério risco entrando aí. Lembra o que pensam a seu respeito, só estava indicando o caminho. Não vou abandoná-lo por ora. Estamos seguindo um mesmo caminho.

Atravessando a distorção e sumindo pouco a pouco.

Aztaroth o seguia não entendia muito bem o motivo do perigo, mas acompanhava sem o perder de vista.

Apareciam dentro de um objeto de vidro que deslocava em altíssima velocidade em vários direções, como se estivesse num labirinto até abrir para uma Sala de Reuniões, nela Akim e Shimogawa.

Golwen: — Olá. Antes que se sinta surpresa meu amigo MaDon… parece que Akim é mais sábio do que imagina quando evitou que fizéssemos o pior com esse jovem. Ele é filho de Maethor, meu antigo líder.

Aztaroth: — Olá, desculpe os transtornos todos, e estou aqui agora do seu lado, falo isso de coração.

Shimogawa: — Se o líder e o mais teimoso entre nós concorda. Quem sou eu para contestar. E a que deve sua visita meu jovem?

Akim: – Seja bem vindo a Brigada Biedpolter.

Aztaroth: — Preciso de ajuda pra destruir o clã ao qual fazia parte o clã sombrio dos dragões gêmeos. Explica a eles tudo que havia falado a Golwen.

Akim: — Sim é o nosso objetivo também, mas em curto prazo precisamos nos concentrar em três coisas: doença, ataques e uma busca por itens que possam evitar essa tragédia.

Aztaroth: — Os ataques como mencionei não sei quando nem onde vão ocorrer, mas a respeito da doença e por isso que vim com Golwen. Explicava do que acontecera com ele ate a encontrar com Golwen exatamente como havia contado para Golwen e Fain e então espera que os mesmos possam lhe ajudar propondo retirar parte de seu sangue para analise de uma possível cura.

Akim: — Vou chamar Elza Gregorieva, ela vai recolher a amostra de sangue e cuidar disso, precisamos de alguém com suas habilidades em campo e já tenho algo para os dois fazerem. Tivemos a confirmação de um terceiro ataque há 7 dias… As notícias são remotas, mas Pietro verificou o local. E novos símbolos profanados surgiram, além do desaparecimento em massa de anões.

Aztaroth: — 7 dias ? Foi mais ou menos na época que eu viajei ate lá para fazer um pedido de umas armas pessoais para mim, não sabia deste ataque, aliás eu fui fiz o pedido e repousei na montanha por uma noite no outro dia ao acordar tudo estava vazio um verdadeiro deserto, posso teleportar ate lá se quiserem e levar vocês todos.

Akim: — Falei rápido e o confundi, o ataque foi em Symia e o sumiço dos anões são fatos isolados, mas que parecem estar conectados. E antes deixe chamar Elza para recolher o seu sangue.

Akim sai e volta com Elza para colher o sangue necessário para análise.

Aztaroth a deixa retirar o sangue já era acostumado com ferimentos leves como aqueles afinal cresceu sozinho em uma floresta aprendendo a se virar e lutar com os animais para sobreviver. Em seguida espera que ordenem o local do teleporte. — Só preciso que digam o nome e eu teleporto com vocês para lá, mas só posso levar de um em um.

Akim: — Siga só com Golwen precisamos ficar na base caso algum dos nossos aliados faça contato.

Shimogawa: — Boa sorte.

Golwen: — Vamos à ordem para Symia. Assim verificamos se seu teleporte funciona lá.

Aztaroth: — Obrigado. Vamos então Golwen? Pegando em sua mão e preparando para o teleporte olhava. — Akim se precisar de reforço com seus aliados basta me contatar. Tentava o teleporte para onde Golwen falara.

Surge na cidade que apareceu ao tocar no pergaminho em Hanes… onde foi encontrado por Makkyn-nas. A cidade agora não tinha sinais de mortes, parecia limpa, mas ainda vazia.

Aztaroth: — Hã onde estamos? Eu não teleportei para cá não vou tentar de novo desculpe acabei falhando no teleporte, primeira vez que isso ocorre. Olhava para ele e se preparava

Golwen: — Local certo. Symia.

SYMIAAztaroth: — Aqui e Symia ? Já estive aqui antes mas não sabia, bem por onde começamos ?

Golwen: — A palavra certa é quando esteve aqui, algo mudou, o que viu? Isso pode ser relevante. Depois procuramos por sobreviventes. Se alguém ainda não saiu da cidade.

Aztaroth: — Fui orientado por Makky-nas por um caminho a seguir e eu lembro por onde e venha comigo. Pegava em sua mão e o puxava acelerando indo o mais rápido que podia até chegar às tendas onde estavam os sobreviventes da outra vez que viu ao passar e encontrar-se com o paladino enfurecido.

Golwen: — Essa é à saída da cidade… Não tem nada aqui dentro?

Aztaroth: — Antes havia algumas tendas que cuidavam dos feridos mostrando o local, e dois Makky-nas que faziam rondas a procura de outros sobreviventes. Se lembrando de quando enxergou com os olhos diferentes tentava repetir aquilo para ver se enxergava algo em outro plano.

Ao tentar usar seus olhos via Makkyn-nas andando pelos dez andares da torre. E num lugar um homem sozinho, escrevendo algumas coisas, com vários corpos ao redor dele.

Pegando na mão de Golwen tentava o fazer ver aquilo assim como Hentel havia feito com Aztaroth uma vez.

Golwen: — Ainda nem verificamos a cidade, não é necessário teleportar. Mostrando que o efeito não funcionou.

Aztaroth: — Estou vendo uma coisa. Descreve o que consegue ver. — É mais um dos poderes do clã eu só não sei bem ao certo se o que vejo são ilusões ou espíritos.

Golwen: — Makkyn-nas não teria nenhum dos dois, mas o foco é o homem me leve até ele.

 Pegando na mão de Golwen corre em disparada novamente ate onde enxergara aquele ser.

Vão passando por várias máquinas que não tem tempo de reação a sua velocidade e chega a uma porta de vidro que se abre sozinha. O homem em questão não sente sua presença e continua mexendo nos corpos e escrevendo numa espécie de diário.

Aztaroth: — Esta aqui Golwen. Olhando para o homem

— Hã. O homem se vira. — Mais gente visitando a cidade. Antes foi uma Makkyn-na com nome agora os dois. Elfos… o que fazem aqui?

Golwen: — Sou parte da brigada Biedpolter como a Makkyn-na que disse. Vim buscar mais informações sobre o ataque a cidade. É o único remanescente.

— Então ok. Sou Franz Charcot, um médico estou estudando todos os corpos que restaram na cidade, de habitantes infectados… prefiro sem ajuda para não correr riscos, e agradeço a Brigada que de certa forma respondeu ao meu chamado de ajuda…e está procurando a minha noiva desaparecida.

Aztaroth: — Qual o nome dela, posso tentar encontrar.

Franz: — Larissa, já tem um grupo e duas pessoas nessa missão, Mas eu agradeço.

Golwen: — Descobriu algo da doença?

Franz: — Como funciona, como curá-la no período de 24 horas depois …

Golwen: — Também aprendemos sobre o que acontece depois de 24 horas. E não sabemos curá-la com medicina, só com cura clerical, poderia ir para a base e nos ajudar de lá… O que acha? Ficar aqui sozinho tem seus riscos.

Aztaroth: — Preparo o teleporte?

Golwen: — O teleporte dele é o ideal porque funciona na cidade. O que precisa daqui, para levarmos também.

O médico recolhe tudo que precisa, entre equipamentos e leva dois corpos. — O que pode levar com sua magia, além de mim?

Aztaroth: — Posso levar um corpo e alguns equipamentos.

Franz: — Isso além de mim?

Aztaroth: — Não apenas um corpo por vez.

Franz: — Sobre magia não sei nada, foquei minha vida na ciência não é a toa que vim para cá e adiei meu casamento por não entender Larissa e seu Deus. Que seja.

Aztaroth: — Ótimo quem irá primeiro?

Franz: — Leve o material, sem ele não vou poder ajudar 100%.

Pegava todo o material e teleportava para o ultimo local que encontrara com Akim e os outros. Depois voltando em outro teleporte para onde tinha saído antes de levar o material do mago

Ao teleportar por algum motivo surgia do lado de fora e tinha que passar por todo o processo levando as coisas nas mãos.

Aztaroth: — Eles poderiam facilitar esta parte. Pegando tudo nas mãos repetia os mesmos gesto que Golwen fizera outrora.

A viagem assim demora mais que deveria, mas Akim explica se tratar de um mecanismo de segurança que impede a entrada direta na Base. Com os corpos. Franz e Elza podem tratar dos doentes, trocando experiências e o médico fala sobre o ataque na cidade, que um halfling se tornou uma espécie de pilar negro no 5º andar e o sistema de ventilação do local espalhou a doença por toda a Torre. Além disso, surgiram demônios que mataram muitos dos não infectados, principalmente médicos como ele e clérigos de Aled, o deus da alquimia.

PORTÕESAztaroth: — Os demônios são enviados para cá através de um portal invocado como que por magia por alguém do clã que vem encarregado de realizar o ataque, os mesmos não podem ser derrotados apenas expulsados de volta para o portal mágico por onde saem, sendo assim este portal deve ser fechado antes de serem abertos. Pra evitar a destruição, os demônios são como o exercito de distração deles no momento do ataque.

Akim: — Acho que tem algo errado aí no primeiro ataque vi pessoas enfrentando e matando esses demônios, só se eles mudaram. De resto obrigado pela informação.

Golwen: — Sobre Symia concluímos. O que prefere agora Akim, pesquisa dos anões ou dos símbolos?

Anya & Hentel

Anya o abraçava, sentindo ele mais uma vez depois de tanto tempo. Retirava a camisa do rapaz e ia beijando o pescoço dele aos poucos, quando chegavam à banheira.

Hentel: — Como senti falta disso. De você.

Anya: — E eu de você… você não faz ideia. Eu te amo tanto Hentel!

Hentel: — Eu também. Ele muda um pouco a expressão quando fala isso. Parece se lembrar de algo.

Anya: — O que houve? Ela acariciava o rosto dele, e dava leves beijos o peitoral dele, já que ele era mais alto que ela.

Hentel: — Está dividida não está. Sei que não é melhor hora para isso, mas toquei no assunto antes e desviou…

Anya: — Dividida?Como assim?

Hentel: — Lembra o que falei de Aztaroth. Eu acompanhei tudo que fizeram quando não estava perdido. O que daquilo foi atuação, o que foi real?

Anya: — Espera Hentel… do que você está falando? Do fato de eu ter tentado irritar a Dubhe com ele… ou de ele ter me beijado e eu não ter recusado?

Hentel: — De tudo, deixei o plano com vocês e de Aztaroth até esperava um desvio não é a toa que aconteceu o que aconteceu. Mas de você, senti verdade em suas palavras, não pareciam de todo falsas.

Anya: — Bem.. já que estamos falando de coisas que fizemos… então bem, vamos começar. Ela se afasta dele, e se senta na cama. — O que eu fiz com o Aztaroth… bem, nem tudo foi mentira, o beijei, porque apesar de qualquer coisa, ele é bonito, e ainda tive o gostinho de ver Dubhe sofrer… Preocupei-me com ele, porque, como você sabe… eu infelizmente acabo me apegando as pessoas que começam a andar comigo, caso elas me tratem bem….Porém, me parece que você não me foi fiel esse tempo todo também não é?

Hentel: — É verdade adquiri conhecimento para lhe dar algo especial. Falhei nesse ponto, como falhei a não falar de seus pais… entrego os meus pecados e fico feliz que tenha sido honesta e te perdoo. Se me perdoar também…

Anya: — Você sabe que sempre serei honesta com você! E realmente não posso fazer nada com o fato de você ter dormido com outras mulheres. Como sempre existe essa coisa de que homem tem que saber tudo antes da mulher… Não há o que perdoar, somente, achei que seriamos nós dois, sempre. Notei isso na primeira vez que tomamos banho juntos. E como você disse…. não era a melhor hora para se falar disso. Suspira. — Poderia me dar licença. Realmente quero tomar banho… sozinha

Hentel vê que estragou tudo e deita no chão do outro lado onde não pode ver a banheira.

Anya tira a roupa e toma um banho de quase meia hora, olhando para o canto onde ele estava, ficava pensativa, até sair da banheira, e colocar uma roupa.

Hentel estava de olhos fechados. Deitado no chão.

Ela termina de se vestir. — Pode sair daí… E se deita de costas para ele. — Até amanha Hentel.

Hentel: — Acho melhor dormir sozinha hoje, seria o meu castigo. Até amanhã.

Você dorme, ainda pensando em tudo que ocorreu e tão pouco tempo e desperta quando completa suas horas de sono, já que aqui dentro não era possível saber quando era dia ou noite.

Acorda e se levanta em seguida para pode arrumas as coisas e sair dali, mas procura Hentel com os olhos.

Ele está no chão de olhos abertos. Com a cara de culpado de antes.

Anya: — Bom dia! Vamos…. Temos que ir, e eu tenho que contar sobre o “templo” que fui para os líderes lá do clã! Pronta em alguns minutos.

Hentel: — Ok. Fala sem alonga muito a conversa. Só segurando sua mão e estão num lugar novo… Parece um castelo ou algo assim.

A frente está à criança sentada no trono, uma mulher linda na outra ponta e o do meio vazio.

Hentel: — Dois dos líderes estão aí. O Mago está fora resolvendo alguns assuntos.

Anya olha em volta, e procura se localizar, e finalmente encontra aquele que sempre a atormentava. A criança. — Pelo visto você deve estar muito feliz agora… conseguiu que eu visse para cá! Olhando para a criança um sorriso meio sádico, porém, sendo bem educada com ele.

Criança: — Um pouco…. Estaria mais feliz se cumprisse o seu destino, mas conversou com nosso Deus que prefere evitá-lo. E ganhou muito atenção seguimos suas recomendações e perdemos o grupo e quando voltaram estão com 4 adagas e nós sem informação de como a acharam e onde.

CRIANÇAMil Faces: — Modos criança… “rindo” … Anya não é? Conte-nos o que viu naquele lugar é muito importante. E parece que tem outra missão de trazer novos aliados ao grupo, aliados de peso, como anda essa parte.

Anya: — Bem, o lugar que fui, era uma espécie de biblioteca… porém, nem todos estavam com os livros. Eles estavam interessados em algumas portas… todas com enigmas. E quando entrávamos, muito pouco encontrávamos a não ser mais enigmas. “O mago não sofre somente quando sangra.” era um dele… uma porta que eles viviam falando que tinha a ver com “selvagem” e outra que era sobre sangue dourado. Eles não conseguiam achar a saída de lá, e estavam relutantes, porém, me aturavam.

Infelizmente chegou um paladino, que pelo visto havia brigado com Aztaroth, e então ele colocou fogo no grupo. Não consegui ficar, e tive que sair. Serena ia vir comigo, ela estava disposta a se unir a nós… porém ao tentar conseguir aliados, como o deus da morte, descobri que ele realmente não viria comigo, e me tirou Serena, ele realmente não concorda com o que fazemos, mas ainda não tenho certeza sobre isso.

Criança: — Isso que não era nada a seu ver… que estava além da porta descreva alguma delas.

Mil Faces: — As dúvidas que a criança apontou realmente estão contigo. Pontos por você em ser honesta e como sabe que foi o atual Deus da Morte que a levou?

Anya: — Eu o vi… MJ… falei com ele, e ele me pareceu bem tranquilo. Falou-me um pouco sobre a Grande Lufada, e acredito ser por isso que ele esteja com medo de vir a nós…. talvez medo de que se chegar até nós possa ter sua existência desaparecida. E sobre a porta… vimos um dos irmãos de Serena, infelizmente morto. Porém com suas ultimas forças, falou em tentar ajudar o grupinho maravilha. Porém infelizmente aquele grupo fala demais e muito pouco consegui ouvir.

Também encontrei com os irmãos Bulan, gente muito metida a meu ver, e só querem matar os deuses, ou melhor, os que andaram com Serena há anos. Eles podem não ser peças a serem descartadas, porém seu espírito de vingança por algo que não faz muito sentido, pode atrapalhar a visão deles sobre algo que seria mais vantajoso.

Criança: — Realmente está honesta demais para a garota que conheci em Gaetano é você mesmo ou um Camaleão aí?

Mil Faces: — Matar os deuses é indiretamente nosso objetivo. A Grande Lufada não foi gerada só por nosso Deus e sim por esses Bulan e os demais que abriram os portões das memórias. Parece importante além de Serena, a antiga deusa da morte, agora fala diretamente com o atual. E sim ele está certo em achar que corre risco, afinal nosso Deus acha que ele estar intacto aos efeitos, além do 21º pode ser um empecilho ao nosso Plano de Ação.

Anya: — Sou honesta pois além de querer ser mais do que um pilar…. Ela sorri para a criança. — Também tenho gente a agradar por aqui. Além do mais… minha missão era essa não era? Coletar informações a trazer a vocês? Muito bem… Infelizmente chegar perto daquele grupo será impossível. Levar Aztaroth comigo foi algo que realmente não deveria ter acontecido, o associaram a mim… e se não fosse por ele… aquele garoto… o que toca harpa… a sim Dante, bem… ele gostou de mim, e eu poderia ter arrancado muitas informações dele. Mas como você mesmo disse, falhei com essa parte da missão. Sobre as adagas, realmente muito pouco sei. Minha intenção era ficar mais tempo, conquistar eles, e pegar as adagas deixando eles perdidos.

Meu plano falhou, graças ao fato de ainda me odiarem por Aztaroth ter me “salvado” de Hentel…ou seja, me machucar, não valeu de nada… além do mais… Dubhe estava caidinha por Aztaroth, e como cheguei com ele… ela tomou mais raiva ainda de mim!

Criança: — Ambição. Gostei disso. Não falhou completamente nos trouxe informações.

Mil Faces: — Agora nosso foco é descobrir sobre um misterioso garoto que surgiu a menos de 1 dia na cratera de Arancione. Que tal ir lá e descobrir como isso se deu, quem é ele, e etc.

Hentel: — Depois continuarei seu treinamento.

Anya: — Sem ambição… onde uma ladina como u poderia chegar? Bem… possuem alguma informação relevante a respeito dele, ou somente que era um garoto? E sim Hentel, esperarei pela volta para continuar meu treinamento! Olhando de relance para ele, porém ainda triste com o ocorrido noite passada, mas não querendo deixar que aqueles dois ali, criança e Mil Faces, observassem isso.

Mil Faces: — Que ele surgiu da Cratera, de uma espécie de fogueira gigante, desconfiamos que pode ser a alma de Luminaire voltando ao local onde tentou destruir os deuses pela primeira vez e acabou libertando as adagas dos Guardiões do Céu.

Anya: — Perfeito. O que faço com ele caso o ache? Apenas converso e trago informações, ou o querem aqui?

Criança: — Achá-lo vai ser difícil. Tentamos e ele já foi capturado por alguém do outro lado. Colete informações, tudo que lembrarem ou ouvirem.

Anya: — Vamos ver se meus encantos…. Ela fala rindo, pois achava pretensão dela também falar isso. – Levem-me a ele mais rápido do que vocês… pois apesar de estar linda nessa aparência…. Apontando para mil faces. Sempre tem algo de esquisito…. o como dizem… certos sentimentos que tenho, mascaram o mal que há em mim.

Hentel toca no seu braço e um desenho surge sobre o mesmo.

Hentel: — É hora de começar a andar sem depender de mim. Receba o prêmio daquela batalha de antes…já que agora “ele” não está mais no Clã.

Anya: — É uma pena ter que receber honras por baixas e não por merecimento próprio. Porém, já é um avanço. Entro naquela espiral negra como “ele”… tenho que pensar em algo… Como funciona. Controlando suas supertições o máximo que podia, afinal, pelo que ela entendia, não deveria nunca ter chegado perto dali, somente Hentel para fazê-la se sentir pelo menos confortável.

Consegue controlar suas emoções e se focar em Arancione já esteve lá com Serena. E surge na cidade abandonada há 22 anos.

Antes de sumir, discretamente, usando suas habilidades, deixa um bilhete no bolso de Hentel.

“Eu morri todos os dias que estive longe esperando você”. Amor, não tenha medo, eu te amei por mil anos, e eu te amarei por mais mil. O tempo fica parado quando estamos juntos. Há beleza em tudo que você é. Terei coragem, não deixarei nada levar embora o que está na minha frente. Cada suspiro, cada momento trouxe a isso… a estar com você! Nunca se esqueça… aconteça o que acontecer, meu coração será sempre seu. Anya

Surge em Aracione. Procura pela cratera, e quando a acha, começa a andar por ela, procurando o que fosse útil para ela. Uma marca nova de queimado quase ocupando todo o lugar… pegadas ao centro…pequenas…alguém jovem.

Vendo onde as pegadas levavam. Anya desce até as pegadas, mas sente algo no ar, ao ser virar vê… um demônio de coloração negra, olhos da mesma cor, com quatro asas, símbolos estranhos pelo corpo brilhando vermelhos, um corte na altura do pescoço e longos cabelos brancos.

Ela ia puxar a espada, mas espera antes de agir.– O que quer?

— Você me abandonou, sua hora chegou!

Avançando contra você com as garras.

Os contos continuam a ser escritos.

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