Conto das Sombras – Portas de saída – Parte 1

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Depois de um conflito com uma “morte” entre o grupo no Santuário da Terra, eles se dividem em três grupos, um preso numa sala num combate contra demônios vindo de um portal parecido com o de Chateau Plaza, outro abrindo a porta do “sangue de ouro”, enquanto isso Serena e Anya partem dali, por não se sentirem bem vindas.

CONTO DAS SOMBRAS

Santuário da Terra

Enquanto Órfão, Mugen, Sasaki e Dante continuam sem saber para onde foram os demais, eles começam suas conclusões sobre a mensagem da ampulheta.

Órfão: — Agora precisamos saber, a pessoa a qual procuro tinha qual símbolo?

Jin: -Não conte com minha memória Monge, mas acho que seja alguém da ampulheta.

Órfão: — Humm… é espero que sim, pelo menos não estaria morta pelo que diz ai. De toda forma terei que encontrá-la. – Olhava mais uma vez em volta da sala para ver se existia mais alguma coisa, pois seria teoricamente a ultima porta já que a de saída e a dos animais sumiu.

Jin: -Meu amigo monge estamos todos nessa… cada um ajuda o outro como um time de verdade.

Órfão: — Espero que sim. Apesar de não ter sido isso que alguns fizeram da ultima vez. Mas agora já passou, aqui deve estar à saída! Ou na porta selvagem, porque a saída sumiu.

Sasaki: — Larissa tinha o símbolo do Crucifixo monge. Quem tinha o símbolo da ampulheta era minha amiga Mikaela que te visitou como diz em forma de cabeça flutuante. Vamos procurar uma passagem de saída ou para a outra porta.

Órfão:— Por mim vamos à outra, quando todas estiverem abertas dai procuramos a saída. É o que acho. Mas todos sumiram. E se não estão aqui devem ter saído.

O padre busca uma saída na sala, passagem secreta e etc e não acha nada, mas ao passar pela entrada vê uma nova porta fechada, no lugar da que entraram.

Jin: -Pessoal achei algo aqui… Uma nova porta fechada… venham.

Órfão: — Outra? Quantas portas ainda teremos que abrir? As filhas das portas? As netas das portas? – Falava em um tom de brincadeira como se recitasse algo enquanto se move a localidade!

Jin: -Hahahahaha… gostei dessa piada Monge.

A porta nova que surge diz “O homem que porta o escudo tem a chave”.

ESCUDO COM CHAVEJin: -Escudo? Quem usa escudo aqui?-

Órfão: — Eu não tenho escudo não, minha arma é meu corpo. Será que algum dos outros que devem estar nos andares de cima ou sumiram, tem escudo? Nunca cheguei a prestar atenção.

Dante: — O paladino tem um escudo. Só que ele está entre os sumidos.

Órfão: — Paladino, é o que foi pegar a máscara eu acho. Vou ver se os acho! Vou ao terceiro andar, eles podem ta querendo algo por lá.

Jin: -Então vamos todos juntos não é?-

Não há nada do 2º ou 3º andar.

Jin: -E agora o que faremos? Não tem nada por aqui… e os outros onde estão?

Órfão: — Será que passamos alguma porta? Ou apareceu outra?

Jin: -Pelo que vimos só tem aquela que eu achei.

Sasaki: — Acredito que não. Isso se deu pelo fato de não nos mantermos unidos. Ou estaríamos todos juntos…onde quer que seja.

Jin: -Pois foi exatamente o que eu sempre quis… nos manter unidos.

Órfão: — Claro, mas vamos ver se achamos mais portas e contarmos as que já vimos? Podemos ter passado em algo. Ou isso ou achar uma saída, Já que todos desapareceram.

Jin: -Mas as que achamos não podemos passar… quem tem a chave está desaparecido. Não sei afinal o que podemos fazer… alguma ideia Sasaki e Dante?

Dante: — Cada andar na verdade tinha 2 portas. O primeiro a entrada que sumiu e voltou com o enigma do escudo e a sala da biblioteca. Para ser sincero assim não tenho ideia.

Sasaki:— Também não. Vamos voltar a todas as salas com cuidado para não trancar e ver de deixamos escapar algo. Começando do terceiro andar e descendo.

Jin: -Certo… então vamos logo, estou preocupado com os outros… sei que Gamla não os deixará na mão… porém eu estou com algum pressentimento ruim.- . – Subindo para o 3º andar

No terceiro andar as opções são as salas da forja que Rin se machucou, com os cálices, onde conseguiram mais uma adaga e do lado oposto o escritório com o Volume 3 dos diários de Taulin.

Órfão: — Vamos na ordem a qual fomos? – Ia na direção da sala dos cálices.

Jin: -É… vamos seguindo nossos passos de novo, e procurando o que falta.- . – seguindo o Monge

Cálices ainda com chamas azuis, o cristal negro que tinha sangue e adaga. E a forja com a espada vermelha que causou um enorme estrago em Rin, Dubhe e no monge.

Órfão  virava tigre e tentava sentir algo no local.

Órfão: “Nada? Ou viraram cinza? Vamos ficar com nada. ” – Se virava a saída e ia andando, porem antes de sair esperava os outros terminarem já que ele nada achou.

Os itens não mostrava nada além do que tinha antes, o Sacrifício de Sangue para conseguirem a adaga de prata dali. A sala parecia mais quente que da última vez, e o calor só aumentava conforme se aproximavam da forja e espada.

Jin: -Sasaki o que é essa espada?- . – Jin tentava sentir o que emanava da espada fora o calor

Órfão  vendo os outros ali faz um grunhido ainda como tigre  — Greraw…  Tradução: Vamos à outra sala ou acharam algo? Porem só o mesmo deve ter entendido.

Sasaki:  — Pelo que entendi esse é um artefato que o próprio Zarpho, o deus da Forja, deixou aqui, como também é a Forja e o Braseiro que achamos em Ehrgaleio.

Jin: -Certo… então não posso pegá-la… mas enfim… vamos para a outra sala gatinho . – se referindo ao tigre.

Órfão  ao ouvir que todos tinham acabado com a finalização de Mugen Jin vai a outra sala, a qual o mesmo não tinha entrado.

A outra sala contém uma mesa de escritório e algumas pinturas de paisagens naturais do mundo. Na mesa o diário de Taulin  – Volume 3 que Sasaki e Mugen já tinham lido pelo menos as partes importantes.

Jin: – Vamos procurar por portas e outras coisas?-

Órfão: – Groar… – Começa a ver se encontra algo pelo local ainda em forma de tigre, achava que teria sorte daquela forma.

No escritório nem o monge nem o padre encontram nada além do que veem. Órfão e o Padre Jin aparecem juntos de Abraão e Rin contra dois demônios.

Um pouco antes presos na sala com os demônios

Os demônios depois que um deles caiu se separam, cada um ataque um dos guerreiros na sala, deixando Vendetta em paz por algum tempo.

O paladino não consegue canalizar sua energia e os demônios só se afastam por um tempo. Dubhe e Rin aproveitam a brecha para atacar.

Dubhe se corta atacando os demônios e escapa da fúria, perdendo muito sangue que cospe em golfadas da boca. Rin consegue acertar o demônio com a defesa enfraquecida e derrota mais um. Restam dois…o mesmo vira um pilar de fogo sendo consumido.

Quando uma luz toma conta do lugar e Dubhe cai no chão machucada. Junto a Vendetta.

Vendetta e Dubhe somem da sala quando o paladino é ferido.

Tempo atual

Abraão McHearth: — NÃO VENDETTA NÃO TUDO MENOS ELE…

Órfão: — Grow? – Se perguntava o que aconteceu.

Jin: -Mas o que está acontecendo??? E por que estamos aqui? Graças a Gamla vocês estão bem. Digo vivos ao se dar conta da batalha contra os demônios.

Abraão McHeart: — Vocês são cegos ? NAO ESTAO VENDO 2 DEMÔNIOS NA SUA FRENTE QUE ESTA NOS ATACANDO”

Órfão tentando mais uma vez defender os colegas, esperando não se arrepender depois corria para cima de um dos demônios saltava e logo virava humano com uma sequencia de 13 palmadas de karatê. – — Oraoraora….

SEQUÊNCIA DE KARATÊSeu primeiro ataque é defendido pelo demônio que mostra agilidade maior que a sua. Acabando com sua sequência.

Jin estrategicamente se posiciona para que seu poder pegue em todos ali. Gamla peço que me empreste um pouco de seu poder…. Benção Celestial.

Abraão McHearth usa Remissão dos Pecados nos demônios.

Novamente os demônios ficam parados por uma rodada, mas a Remissão não faz efeito.

Órfão  aproveita sua aproximação, imagina atacar normal desta vez, porem queria acabar logo com isso e confiava em você, não deixaria falhas lhe abalarem assim mais uma vez tenta a sua sequencia de golpes de karatê!

Jin começa a se concentrar e então logo em seguida usa mais poder divino – Gamla eu invoco o seu poder para nos auxiliar… Benção (atributo força).

Abraão McHearth disparo de Luz no demônio que me atacou. — Volta para o quinto dos infernos maldito…

Novamente seu disparo erra o alvo. Os demônios atacam o padre e o paladino. O padre é acertado por ambas as garras que não consegue aparar, já o outro demônio erra o paladino.

Rin novamente ataca com os boots do padre, mas o demônio sortudo desarma sua mão direita, o ataque da esquerda pega sem tanta força no monstro. Ele começa a dar sinais de fraqueza.

Órfão  vai para cima dos seres se coloca entre os 2 e logo gira loucamente com uma das pernas no ar! E só para ao girar os seus 13 ataques loucos.

O padre ao ser atingido, começa a concentrar energia -Disparo de Luz. – O padre lança um ataque no que o feriu.

O disparo pega em cheio num demônio que fica todo perfurado. Mas ainda se mexe, sua anatomia do Inferno o permitia fazer atos que os humanos comuns desconheciam, o outro consegue se esquivar do efeito com muita sorte.

Órfão  vendo que fez certo efeito continua seu giro, porem agora invertido com as pernas abertas para cima e girando as mãos no chão para dar propulsão! Utilizando das suas técnicas de capoeira e em sequência.

Os demônios ainda resistem. O padre concentra um Disparo de Luz. O disparo consome o corpo de um dos demônios. Restava só um que era o perfurado.

O demônio foge do paladino e ataca o padre que destruiu seu companheiro. O padre consegue esquivar do primeiro golpe, mas é pego de surpresa pelo segundo. Rin corre para acertá-lo cortando o último demônio ao meio. O mesmo vira um pilar de fogo e… a porta volta a surgir na sala. Na mão do padre surge um rosário.

Abraão McHearth: — Aleluia

Órfão: — Eu não entendi bem, estávamos na sala do terceiro andar lhes buscando e aparecemos lá.

Abraão McHearth: — Eu dava conta dos demônios sozinho mas obrigado pela ajuda …. Hehe.

Procurando Vendetta…

Órfão: — Se ta dizendo. Precisamos do seu escudo para abrir outra porta!

Jin: — O que será isso? Alguém sabe? Perguntando a respeito do rosário.

Abraão McHearth: — Sou vou encontrar Vendetta e vamos para o porta. Melhor guardar isso na mochila.

Jin — Ok.

Rin pega a outra espada pela sala, as duas não estavam em bom estado, precisaria de armas novas para uma próxima luta, talvez com tempo pudesse produzi-las.

Abraão segue para o terceiro andar e encontra Dubhe, Vendetta, Dante e Sasaki que sem entender nada procuravam pelo lugar.

Abraão McHearth faz um carinho em Vendetta e olha se ele tem algum machucado… – Pronto agora tudo bem vamos para tal sala agora…

No que Abraão aponta o escudo para a porta… a mesma se abre e o grupo todo incluindo os mascotes e Leon surgem na Igreja com um solitário Arthlong.

Órfão  como sempre ao ser teleportado olha em volta pois isso era algo de pratica não sentisse confortável ate fazê-lo.

Arthlong: — Essa magia realmente é algo que vive me sacaneando.. – acenando para Leon – — quanto tempo amigo, onde está Sirius? – olhava procurando seu mascote.

O porquê de Arthlong estar ali saberão em breve.

Arthlong/Kratos

Arthlong/Kratos: — Foi o que falei, essa doença tem alguém por traz controlando, e de alguma forma consegue controlar os infectados, e os infectados ganham algumas características novas, alguns poderes se assim posso dizer, ainda não entendo muito bem se existem duas ou apenas uma doença, ou se são os estágios, esses sim existem, mas como disse não sei dizer se existem 2 doenças, uma gera demônios com chifres que infectam ao tocar e aparentemente são mortos com facilidade, já a segunda parece transformar em uma espécie de zumbi, o que testemunhei foi uma pessoa com a cabeça cortada a colocar no lugar e retornar a vida sem saber do que havia acontecido, esse suposto dragão da fonte primária pode tomar uma forma mais avançada se tornando uma gosma, e é uma forma biológica. Isso é o que sei.

http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-photos-dragon-tattoo-symbol-2012-image22502148Franz:  — Muito bom. Na prática está longe de ser um médico, mas como analista vai longe sr. Não lembro se perguntei o seu nome…ou se me falou.

Arthlong/Kratos: — Kratos. Se pudermos continuar… procurar a fonte, corta a pele com ela junta resfriar o local, são esse os passos?

Franz: — Achei que tinha falado outro nome antes, mas ok.. Cortar a pele e resfriar pelo local da fonte. Isso.

Arthlong/Kratos: — Me deixa testar novamente nesse corpo morto ali.  Pegava a mini adaga para fazer o corte indicado.

Com dificuldade, corta um pedaço, não sem fazer bagunça.

Quando uma Makkyn-na chega à sala…

Um homem estranho foi localizado e o 0378 foi levá-lo para fora da torre, ele não está contaminado.

Arthlong/Kratos: — Qual a aparência dele?

Makkyn-na: — O homem se vestia de preto, portava armas, uma mochila, não dava para ver seus olhos, parecia perdido por estar na cidade, e não sei como veio.

Arthlong/Kratos: — Aparentava ser uma ladino?

Makkyn-na: — Isso eu não conheço o conceito.

Franz: — Pelo estilo sim, alguém que talvez saiba o que aconteceu na cidade e invadiu para roubar.

Arthlong/Kratos: –Era um elfo? Se sim posso chutar que seja um tal de Aztaroth, um ladino que está por traz de vários roubos a cidades e locais envolvidos com essa doença os a pessoas que procuram curar a ou descobrir a fonte da doença.Eliminá-lo seria prudente.

Makkyn-na: — Não deu para identificar sua raça.

Franz:— Como disse acho que nem deveria mexer com isso. E sim focar na pesquisa da doença como um todo, vou pedir as Makkyn-na que tragam mais corpos, para ver se algum morreu no processo de transformação, se tivermos dois, vou fazer duas experiências… a primeira vai ser localizar a fonte da mesma com o que lhe passei, com calma.

Arthlong/Kratos: — Ok, bom gostaria de conduzir algumas pesquisas a parte com algum dos corpos também.

Franz: — Pesquisas a parte como assim?

Arthlong/Kratos: — Creio que seja contra uso de magia por ser morador dessa cidade, esses testes são com magias, com o que tenho em mente poderei controlar o corpo de um infectado se ele estiver em estado avançado e atacando, e também algo para conseguir ver o que acontece durante o processo de retirada da fonte para o suposto dragão virar cinza, se descobrir à reação posso usar isso para curar sem cortar ou achá-la.

Franz: — Não sei se a área anti-magia da cidade ainda está ativa, sem sim seus testes irão falhar.

Arthlong/Kratos: — Vamos ver se esta ativa ou não, melhor usar uma coisa fraca  invocando sua esfera de luz.

Não surgia luz, mas algo multicolorido, que logo se apagava. Sua magia parecia funcionar ali.

Arthlong/Kratos: — Creio que posso continuar com os testes, outra coisa que me atentei que seria uma coisa bem útil, essa área anti-magia, sabe como ele é feita, parece ser uma coisa bem útil para proteção.

Franz: — Ela estava aqui quando Symia foi fundada. Não é algo que se ligue ou desligue.

Arthlong/Kratos: — Mas deve ter alguma maneira de se reproduzir.

Franz: — Sou médico ok. Para isso não tenho resposta.
E as minhas e as suas experiências focando nelas.

Arthlong/Kratos:— Prossigamos com isso então

Franz pede as Makkyn-nas e elas acham três corpos, com chifres, pele mais descamada, e outros sinais mais avançados.

Franz:— Começamos com a busca pela fonte.

Com um olhar mais detalhado localiza na altura do pescoço os pontos formando o dragão.

Franz: — Com cuidado tente remover só essa parte.

Dessa vez o corte de Kratos é quase preciso, mas arranca o pedaço — É hora de resfriar, o que teria para isso, já que não preparamos unguento.

Arthlong/Kratos: — Acho que minha cerveja e água já devem estar quentes, posso tentar uma magia de gelo fora isso não tenho nada. Ou tem algo ai?

Franz: — Como falei vou deixá-lo numa situação onde precisará pensar fora da caixa.

Arthlong/Kratos: — Então vai com magia mesmo que é algo que quase sempre terei em mãos. Concentrava-se para criar uma aura gelada ao redor do pedaço que cortou, algo não muito forte, mantendo a aura para ela se espalhar por condução pelo resto do corpo como seria com o unguento.

Com a área resfriada, as linhas vão sumindo e uma gosma negra escorre pela fonte de entrada.

Franz: — Viu usou seus poderes de forma criativa, isso que é pensar fora da caixa. Agora a sua experiência.

Arthlong/Kratos: — Não toque na gosma, se tiver um frasco para prendê-la pode ser uma fonte de conhecimento.

Franz: — Frasco, pega um e lhe entrega.

Arthlong/Kratos: — Tem algo para proteger as mãos? Não quero ser infectado novamente.

Pegando o frasco recolhia a gosma e observava o que iria acontecer com a mesma e também com o dragão que o médico disse que deveria virar cinzas.

GOSMA NEGRA NUM FRASCO 

O pedaço de pele se torna cinza com a eliminação da doença e a gosma parece mexer -como se estivesse viva no frasco.

Arthlong/Kratos: — Como disse a coisa está viva, agora observá-la e ver quanto tempo ira durar fora do corpo já dará idéia de algo, mas sem oxigênio deve morrer por sua falta ou não…. Agora vou testar uma das coisas que falei como estou descobrindo ainda e no momento não tem exatamente diretamente a ver com a doença se quiser testar outra coisa….

Distanciava-se para uma parte mais no canto levando o corpo desinfetado e repetia a sua magia de projeção de alma, falando um pouco mais baixo para não gerar alardes, se concentrando em Arthlong e no corpo  – Esfera espiritual eu lhe invoco, projete a alma que desejo para dentro desse corpo.

Arthlong dessa vez despertava com movimentos, mas no corpo sem pele, com pintas negras, olhos negros e chifres.

Arthlong/Kratos: — Consegue controlar esse corpo, sente algo estranho?

Arth tentava realizar os movimentos e reparar o que o mago lhe perguntava.

Por onde onda Aztaroth e Anya? Descubra na próxima parte.

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