Conto das Sombras – Mundo dos Espíritos

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Pontas até então soltas voltam a se conectar com o retorno de Abraão, Anya e Serena para o grupo, mas ao invés de harmonia, o que vem com isso é discórdia, sentimento tão forte que coloca em riscos membros do próprio grupo por suas “verdades”.

CONTO DAS SOMBRAS

Santuário da Terra

Rin D. Law: — Serena,Vamos manter a calma…

Os olhos do monge começam a ficar brancos e ele para de ser mover.

Dubhe Pallanén: — Não precisa tanto Serena… Solta ele. – Se aproxima com cautela.

Abraão McHearth: — Mas o que esta acontecendo aqui porque essa briga toda?

Rin D. Law — Dubhe tente tirar Serena de cima dele…. – fala calmamente sem tentar reagir aquilo

Dubhe Pallanén:Se aproxima e segura o braço de Serena. – — Solta ele agora ou vou precisar fazer alguma coisa!

Serena coloca a mão um pouco para trás e depois para frente, soltando o monge no ar. Ele voa até a parede mais ao norte, socando sem resistência e caindo no chão desacordado.

Dubhe Pallanén:Corre até o monge pra saber se ele está bem.

Rin D. Law: … Bom que assim ele se acalma…. – fala suspirando tentando ignorar aquilo tudo… – Serena você está bem?

Abraão McHearth: — Parece estar endemoniada…

Serena se ajoelha no chão com as mãos no rosto. Estava com o coração acelerado e a respiração ofegante. Anya começa a fazer carinho em seus cabelos para acalmá-la.

Dubhe Pallanén:Tenta cuidar do monge da maneira que pode.

Ele não reagia e sem conhecimento era difícil dizer se estava bem ou não. Sasaki se aproximava.

Ela olha para o monge, verificando tudo que pode e abaixa a cabeça.

Sasaki: – Sinto muito dizer isso, por que sei o que vou causar com minhas palavras, mas acho que o monge partiu para outro mundo.

Dubhe Pallanén :Se levanta rapidamente e caminha na direção de Serena.  — Precisava disso? Se Sasaki estiver certa você vai se arrepender amargamente!

Anya: — Adoraria que comprasse briga com ela também, vai ver o que bom para tosse.

Rin D. Law:— Ai não a deixarei sozinha 2×2

Abraão McHearth:— Ele morreu? O que nos aconselha fazer Sasaki já que você e a líder do grupo?

Anya Vladesco: – Morrer? Há duvido… vaso ruim não quebra! – – Olhava de longe, porém, resolve ajudar para que as insinuações parassem. Abaixa-se e tenta ouvir o coração dele, colocando o ouvido em seu peito, depois ativa sua adaga, sem ferir o rapaz e coloca perto das entradas do nariz dele, para ver se embaçava.

Rin D. Law: — Nem temos como enterrar ele…. – fala vendo a situação trágica de Órfão.

Sasaki : — Não sou líder do grupo e não quero conflitos. Acho que a única que sabe de fato o que aconteceu é Serena. Primeiro temos de fazer com que fale o que fez? Por que o monge morreu, ou parece morto.

Não há batimento e a adaga não embaça, em todos os sentidos o monge estava morto.

Abraão McHearth: — Serena porque matou nosso amigo?

Rin D. Law: — Serena…. O que houve com ele? – se aproxima dela, mas não a toca – — Tem como trazer ele de volta?

Dubhe Pallanén: — Você vai pagar Serena, pode esperar!

Anya enquanto todos discutem, faz uma coisa que havia visto entre os monges há muito tempo. Começa a empurrar o coração do garoto, estimulando o a voltar a bater, e jogava ar para dentro dele, fazendo respiração boca a boca.

Dante: — Serena se ele não se levantar logo você o encontrara na vida pós a morte e ele poderá ter sua vingança. – – pego minha harpa na mão

Ela começa a levantar para responder as perguntas. – — Eu não matei ninguém só o levei para encontrar com alguém para aprender uma lição. Era necessário, foi Zarpho que pediu, e eu estava disposta a matá-lo, mas as palavras do meu irmão evitaram o pior.

Anya Vladesco: – Se ela fala, eu acredito nela. – – Se levanta, e vai para frente de Serena. – – As três gracinhas, Troll (se referindo a Dubhe), músico fofinho, e garoto metido (falando com Abraão.). Se encostarem-se a ela… eu mesma acabo com vocês! – – Olhando para os três, dessa vez sem a carinha de brincalhona de sempre.

Dante: — Serena traga ele de volta.

Rin D. Law: — Você derrotará Todos nós? – pergunta normalmente para Anya

Abraão McHearth: — Mas quem essa menina de rua pensa que e? e ficar na minha frente…

Mugen Jin: — -Serena para onde o mandou?-

Dubhe Pallanén: Ignora o falatório da Anya. – — Serena, ele ainda vai voltar?

Anya Vladesco: – De uma vez, talvez não… mas eu tenho mais do que vocês imaginam. Viu o que Serena fez com ele… e sabe o que ela pode fazer com vocês! E olha só… bando de frutinha… Tudo covarde querendo atacar em grupo… quero ver vir um de cada vez!

Rin D. Law: — Pois venha! Eu vou primeiro! – Saca suas espadas…

Dubhe Pallanén: — Vai se danar Anya, to mais preocupada com o monge!

Anya Vladesco: — Realmente? Se acha realmente digno disso… e você não tá preocupada com ele não seu troll… se estivesse não tava como está aí, toda calminha… pelo menos, eu fui fazer alguma coisa.

Dante: — Sabe Anya, em momento algum eu quis o seu mau, porem o monge era meu amigo e eu quero meu irmão de volta, e nada nem ninguém ficara no meu caminho… portanto eu ainda fala de forma amistosa traga o monge de volta…

Abraão McHearth: — Essa garota esta procurando levar uma surra coletiva e ser expulsa daqui.

Jin lança alguns Disparo de Luz para chamar atenção das pessoas que estavam brigando – -Gente… se acalmem…. não precisamos disso… só precisamos saber como fazer o Monge voltar e por fim, acabarmos logo com o tal enigma deste lugar, sem brigas, por favor.- “Que Gamla me ajude”

Rin D. Law: — Ser expulsa nada… morta… porque não tem portas… enfim… eu não faria mal nenhum a Serena mais já a ela faria… e sim quero o menino tigre de volta…, Serena pode reviver ele logo?

Dubhe Pallanén: — Não vou discutir com você Anya, já falei! Serena, ele volta ou não?

Abraão McHearth: — Única causadora dessa confusão e essa ladina, sem honra… Vamos ignorar essas ofensas e se preocupar com o monge, quero paz

Anya Vladesco: — Eu? Vocês babacas, agridem Serena, sem nem ao menos procurar o porquê de ela ter feito isso? E quem foi fazer alguma coisa pelo monge fui eu… Você ficaram aí discutindo.. exatamente como fizeram quando Joseph morreu…. Se tiver gente sem Honra é você – Apontando para Abraão. – Você posa de santo vestindo essas roupas… mas eu não vi você fazendo nada….A não ser falar.

Dubhe Pallanén:— Bonitinha, quem foi a primeira a tentar ajudar ele? Não fui eu? perdeu a memória foi?

Rin D. Law: — Dubhe se você socar ela te dou todo apoio….

Abraão McHearth: — QUEM A AGREDIU? SUA LOUCAAAAAA

Anya Vladesco: Rindo. – – E vocês são o lado bom da história? E pelo visto… você é mais burro do que pensei… Agredir não necessariamente se aplica a usar a força bruta… palavras agridem.

Serena: — O anão do espelho é um dos meus irmãos, ele agora está morto. O mandei para o lugar que apareci aqui, o cemitério.

Abraão McHearth: — Pessoal vamos lembrar que Anya e uma Ladra por natureza e mente sempre então não de ouvido a uma ”LADRA MENTIROSA”

Dante: — Traga ele de volta e não haverá brigas é simples….

Mugen Jin: -CALEM A BOCA…. PAREM DE OFENSAS…. EU QUERO É PAZ…. PAREM…. O QUE FIZERAM ESTÁ NO PASSADO O QUE IMPORTA É O PRESENTE… EU ME PREOCUPO COM O MONGE ENTÃO… PAREM DE BRIGAS… ISSO NÃO LEVA A NADA… SÓ A DISCORDIA…. PAREM….- . – Falava o padre gritando para vê se acalma os ânimos no local.

Anya Vladesco: Olha para os outros e fala calmamente. – É santo.. assim como você mente… Espera… sua divindade gostou disso? – – rindo mais ainda. – – Você vai para o inferno padre… santos que mentem… tem um lugar especifico.

O padre mais calmo agora – . -Bem… precisamos ajudar o Monge primeiro e para isso precisamos da ajuda de todos aqui… então parem com isso… ou então cada um de vocês será o responsável pela morte dele… Serena fez o que fez por ter algum motivo como ela fala… então vamos entender e ajudar.

Serena: — Ele voltará naturalmente quando terminar sua jornada, não sentem vida nele por que dividi o corpo e alma.

Rin D. Law: — Explicado…. ,Serena pode nos tirar daqui?

Com a primeira pausa na longa discussão pós-suposta morte do monge, só agora que eles se dão conta que a entrada para aquela sala voltou a ter uma porta.

Mugen Jin: — Eu não me lembro do meu passado, mas parece ser bem obscuro minha jovem… eu não ha julgo por que meus pecados são iguais aos seus ou maiores…. então onde eu me lembro nunca menti para você- . – Falava olhando para Anya.

Dante: — Serena o grupo precisa dele, traga ele de volta, evite uma luta.

Anya Vladesco: – Eu não falei de você… Falei do outro! – – Apontando para Abraão. – – Porém… ele sabe no que mentiu… não preciso falar.

Dubhe Pallanén: — Pra mim já basta, só queria saber se ele voltaria. Vamos logo tenta abrir essas portas, pelo menos quando ele voltar já estaremos adiantados.

Anya começa a sentir seus olhos pesados e cai sonolenta.

Rin D. Law : — Outra desmaiada…. – fica surpreso – — Mais alguém vai desmaiar?

Dubhe Pallanén: — Aê, agora acertaram na pessoa certa.

Serena se abaixa. – — Ok. Só dormindo, deve ter sido um de vocês. É melhor saírem eu fico com os dois.

Dante: — Serena traga ele de volta. – – pego minha harpa

Dubhe Pallanén: — Dante, eu to cansada e tenho certeza que todos estão, não sei nem qual a última vez que alguém dormiu… por favor, vamos abrir essas portas logo.

Dante: — Serena eu não quero brigar, mas traga o monge de volta, imagine como vai ser quando ele voltar

Órfão: — Cof… Coff! – Acorda virando e como se fosse vomitar!

Um pouco antes

FANTASMAO monge se vê no alto da sala flutuando sobre a cena e o lugar começa a se quebrar, deixando tudo num breu só, quando abre os olhos está dentro de uma tumba no cemitério…

Órfão passa a mão pelo pescoço, e estala um pouco o pescoço e já vendo onde provavelmente estava só pensava uma coisa e expressa em palavras — O que aconteceu? Confuso olhava enquanto pensava estar certo ao ver que a Serena o atacou, não podia confiar nela e a cada vez mais imagina sempre estar certo e seu mestre também, mas ate onde? E assim começa a andar por ali vendo porque parou naquele local.

Ao tocar no pescoço seus dedos atravessavam seu corpo, era uma projeção do seu espírito, não sua forma física. O cemitério parecia comum, quando do chão se levantam lápides… com o dia da morte do seu mestre, do desaparecimento de Larissa.. e próximas à lápide da garota que o colocou junto ao grupo a de Zarpho e Serena.

— Espírito, meu mestre me ensinou isso nunca cheguei a conseguir também nunca mais tentei, mas como? Droga o que aquela garota fez? Será que… não não não… não posso morrer assim. Mas isso aqui é muito estranho… se sou um espírito posso me mover livremente pelo plano astral, se meu corpo estivesse aqui! Olhava em volta e tentava “voar” para ver melhor a cena de cima, não sabia tudo porem tinha lembrança de tentativas de treino que o mestre lhe forçou a fazer.

Flutuava facilmente e via próxima à entrada do cemitério o coveiro que conversaram antes, a cidade mais distante, onde pegaram as caravana para Gaetano.

“Se eu estou vivo porque estou aqui? Vamos seguir com essa ideia você está vivo. Temos que saber o que esta acontecendo e achar seu corpo de volta. Será que consigo perguntar algo a ele?” Se aproxima do coveiro para tentar perguntar algo mesmo estando “estranho”.

O coveiro parece sentir um arrepio, mas não olha diretamente para você.

— Oiii… será que ele ta me ignorando? Enquanto ainda se entendia daquela forma olhava seu corpo via se itens ainda estava contigo tentava chamar atenção do coveiro.

Só estava vestido e o coveiro se afastava, quando ouvia a voz de homem.

Concentra-se mesmo sabendo não ter ouvido em si tentava saber de onde o som estava vindo e o busca.

Ao procurar o som, vê um homem sentado no chão. O mesmo do templo da deusa da morte. . Olha para um lado e para o outro e se aproxima. “O que ele faz aqui?” — Você me vê?

Homem do templo: — Sim eu vejo, na verdade sou como um mestre para quem estava te enforcando agora a pouco.

— É… eu sabia que eram ruins, mas não sabia o tanto, não sei se estou morto ou… é não sei outra opção, mas preciso encontrar meu corpo e voltar a ele, é estranho tudo isso aqui. O lugar que já estive, as lápides saindo do nada, ninguém me ver. Sabe de algo? Claro caso não seja um inimigo já que é algo como um mestre para ela, não tenho nada contra você, mas contra elas tenho. Falava sem desequilíbrio apesar de estar serio.

Homem do templo: — Sei que respeita o seu mestre não é? Então vou dizer o seguinte Serena não defendeu Aztaroth e você a acusa disso é como uma facada no coração cada vez que fala. Mas Anya a desenterrou dali junto com Joseph. É como uma mãe para ela. Ela irá defendê-la da melhor maneira possível, como um filho faria por uma mãe.

— Se a mãe dela andou com um dos inimigos, sei que não tenho razão individual para suspeitar dela, porem só dela já estar com ele é suspeita, então quem defende o amigo do meu inimigo deve ser meu inimigo. E se ela defendeu Anya que é amiga do inimigo ela é inimiga, e não venha me dizer que não é inimigo ou não tem inimigo, pois ele nos atacou, e antes o rapaz dos teleportes falou que ele era um dos inimigos. Acha que aceitar que uma inimiga fique ao meu lado sem fazer nada não dói? Não é exatamente uma dor mais sim correntes, tenho que me amarrar me segurar isso dói todo meu ser. Escondem coisas importantes a todos, vê o caso da Dubhe, ela teve um caso com o inimigo e estava infiltrada. E ainda se fizer algo os outros iriam se irritar inclusive meu mestre o qual mesmo não a considerando uma mulher agora, ela continua sendo… a droga…

Homem do templo: — Vou dizer só o seguinte, quer encontrar o seu corpo, ok. Pode ir, mas se falar isso com ela da outra vez pode ser pior. Realmente numa batalha só um vence. E não tem como lutar com Serena… afinal ela é muito mais do que aparenta ser.

— Tem outra coisa que aprendi, principalmente com a morte do meu mestre! Até as menores coisas podem matar os maiores seres. Quando ela tentar novamente estarei preparado. Minha alma não será fraca como agora, meu corpo e minha alma serão um, então para me matar terá que destruir minha alma e corpo não somente separa-los. E se é um mestre dela, deveria estar com ela, ajuda-la. Mas esta bom vou ir ao meu corpo novamente… sabe para que lado fica a torre?

Homem do templo: — Eu te liberto.

Sua alma é arremessada longe e como se tivesse se afogando volta ao corpo.

Tempo normal

Serena: — Ele acordou, então é justo. – Tocando em Anya e a despertando.

Abraão McHearth: — Haaaa… Deixa-a dormindo …

Anya Vladesco: Acordando, Anya se levanta, em silêncio. – – Eu não vou procurar respostas com eles… Vou procurar uma saída por mim mesma. Adeus Serena. – – Só fala isso e vai para outros caminhos.

Órfão: — Ela arrancou a minha alma do meu corpo. – Falava meio baixo ainda agachado. – — Eu não gostei disto. – Se levantando devagar.

Serena: — O monge voltou, respondi tudo. Tchau. – Indo até de sua amiga Kitty/Anya.

Fora da sala

Anya pega a moeda e tento falar com Hentel, o chamando pelo apelido de ladrões.- Falcom…. você consegue me ouvir agora?

MOEDA NEGRANovamente sem contato. Serena a encontra.

Anya: – O que faremos? Para sair! Olhando para Serena, encostada na parede. Esses enigmas são muitos chatos!

Serena: — Se quiser sair é só eu fazer como antes, para onde quer ir?

Anya: – Não sei Serena… e acho melhor você não ir comigo…. meu caminho é bem obscuro não né? Olhando para ela um tanto cansada.

Serena: — É sobre isso que tem medo. De saber que mudou, eu sei que mudou e sei que foi por um bom motivo. Amor…

Anya: – Sim… e por mais que eu tente nunca vou conseguir ficar com esse lado. E você, não pode me seguir! Um tanto triste.

Serena: — Vou aceitar o que decidir, mesmo ficando muito triste. Se aproximando como se fosse dar um abraço.

Anya: – A não ser que realmente, deseje ficar ao meu lado! E aí, posso tentar fazer você ficar comigo! A abraçando forte, não queria sair dali por enquanto mas pelo visto era necessário, antes que todos resolvessem se virar contra ela de vez.

Serena: — Já estou com você desde que batizou. É como uma mãe, por mais que seja a mais velha do grupo. Mantendo o abraço com cuidado e chorando em seus ombros.

Anya: – Isso quer dizer, que você iria comigo? E me ajudaria em tudo? Mesmo que eu tivesse que voltar para o lado mal? Acariciando os cabelos da menina, enquanto ainda a abraçava.

Serena: — Sim. Afinal minha missão era encontrar os irmãos Bulan para devolver meus poderes e não foi isso que eles me deram.

Anya: – Serena…. eu só tenho que fazer uma coisa antes, e preciso de sua ajuda! Preciso realmente encontrar o seu substituto! Você teria como me ajudar com isso?

Serena: — Há muitos templos, podemos tentar a sorte neles. Que tal voltar aquele de antes, ele já esteve lá quem sabe.

Anya: – Pode ser! Talvez encontremos com ele sim. Agora vamos, limpe os olhos e sigamos em frente! Com você comigo, nada mais será triste! Fazia um carinho na menina! Agora vamos!!

Serena pensa no templo do Deus da Morte em Hanes…e começa a chover – a chuva negra dentro da torre – um tempo depois está no templo onde foi curada, só que sozinha, alguém surge a sua frente, de trajes negros de tecido esvoaçante, olhos vermelhos e cabelos brancos abaixo do pescoço. Não parece muito forte ou magro.

Novamente dentro da sala

Dante: — O que te aconteceu irmão? Fizeram-lhe algo de mal?

Rin D. Law : — Gente voltemos ao foco da coisa temos que abrir aquela porta…. vamos logo para porta selvagem tenho algumas ideias – fala para todos ali

Órfão:— Sim, é o mesmo rapaz que estava no templo da rainha da morte. A qual não disse o qual era…. – se volta ao Dante – — Retiraram a alma do meu corpo e jogaram para falar com esse rapaz dito mestre, não deveria ser assim, se tivesse seguido mais o meu mestre… mas tudo bem. Agora compreendo algo. Vou somente me conformar em ser mais fraco ate o momento. Né? – Se reorganizava por completo! – — Vamos ajudar os outros. Eles precisam mais do que eu!

Abraão McHearth: Seguindo eles e fala para Dubhe … – — Poderia devolver minha adaga Dunhe?

Dubhe Pallanén: — Sim claro! – Devolve a adaga.

Sasaki: — O homem no templo é o mestre de Serena, ela disse que foi ele que a enviou. E agora isso? Que bom que está bem, acha que pode continuar se quiser fico com você um pouco.

Rin D. Law: — Pronto… Podemos tentar abrir a porta gente? ou vão ficar falando?

Órfão:— Não, os outros precisam mais de você que eu, vá ajuda-los logo estarei lá. É estranho estar sem alma. Se quiser ir também pode amigo bardo, eu vou devagar porque meu corpo ta meio fraco. Parece que levei uma porrada forte. – Destranforma de tigre e vira humano novamente porem mantém a cauda. – — Assim esta melhor. Estou mas acostumado com esta forma.

HUMANO COM CAUDADante: — Cuide dele e veja se ele precisa de algo Sasaki e cuidem-se eu amos os dois. – falo com um sorriso no rosto enquanto seguro a mão da Sasaki, me levanto e vou atrás da serena e da Anya

Sasaki: — Vou ficar aqui só por um tempo. Eles estão em maioria mesmo com baixas recentes.

Rin D. Law: — Então vamos… Venha Abraão traga seu lobo…. podemos usar ele pra abrir essa porta

Órfão se recompondo lembrasse um pouco do seu mestre, nada muito expressivo só cenas enquanto sentisse como um tigre o qual acabaram de chutar viraram as costas e nada pudesse fazer! Mas antes de mais um ódio surgir lembrasse o que precisa agora. Enquanto estava no templo, mesmo não ensinado evoluiu seu físico, enquanto seu mestre sempre tentando lhe evoluir a parte mental/espiritual, e finalmente percebe o quão forte era aquilo, enquanto imaginava ser o físico o que entendia o forte. Com isso decide finalmente e realmente virar um monge, corpo, mente e espírito um com o universo!

Rin D. Law: — Abraão peça para seu lobo atacar a porta… ele é selvagem né?

O grupo se divide, Dante sai à procura de Serena e Anya e não as encontra, Sasaki fica com o monge e os demais sobem para o 2º andar, o lobo ataca a porta com as garras e a mesma se abre.

LOBO EM INVESTIDARin D. Law: — O que eu falei…. – Entra na porta para vê o que havia lá dentro…

A sala “selvagem” parecia vazia a primeira vista.

Rin D. Law: — er não tem nada…. – Começa a vasculhar as paredes para vê se encontra algo

Abraão McHearth: . – Procura pelas paredes algum tijolo solto para ver se tinha outra passagem para outro lugar…

Quando a porta da sala some e um portão como o Chateau Plaza surge.

Quando Dante sobe só há uma porta no corredor acima, a do guerreiro aberta por Rin.

Abraão McHearth: — E a saída pessoal…

Do portão saem 4 criaturas: Abraão reconhece como demônios da primeira casta – Crabs, da 2ª – Kallums e 3ª – dois Morfhats.

Dante começa a procurar o restante do grupo. Mas não encontra o grupo. Talvez no terceiro andar.

Sasaki desce acompanhando o monge. E logo estão diante da porta do enigma do ferimento que escorre ouro.

Dante descendo se encontra com o trio que ficou na biblioteca – Órfão, Mugen e Sasaki.

Dante: — Sasaki, Orfão e Mugen uma das portas desapareceram e eu não encontro o Rin, Abraão e a Dubhe

Órfão:— Humm… talvez a resposta esteja na ultima porta já que só tinham duas, a do sangue de ouro é a ultima! – Sorria, parecia tentar ficar calmo.

Dante: — E se eles conseguiram abrir a porta e estão lá dentro presos?

Sasaki: — O problema é decifrar isso. Presos. Ainda não tinha acontecido isso nas salas, mas aconteceu com a Torre depois que entramos ficamos presos. Não temos muito a fazer a não ser decifrar a porta que resta e quem sabe alcançá-los.

Dante: — Então vamos logo estou com um mau pressentimento. O que vocês já decifraram, o que diz a mensagem?

Mugen Jin: — Sangue de ouro… o que será isso? Ou quem será essa pessoa?

Órfão: — Decifrar? Só diz… que abrira para aquele que tem sangue de ouro. Eu pensei ser a Dubhe, pois aos anjos aparecerem o sangue dela ficou dourado, agora não sei mais o que é isso.

Dante: — Sangue de ouro, talvez um nobre?

Órfão: — Humm nobres tem sangue dourados?

Mugen Jin: -Sangue de ouro pode ter vários significados… como podemos saber…. pode ser a Dubhe, pode ser uma pessoa pura de coração, e assim vai.

Dante: — Claro que não irmão, mas eles são ricos essa foi à ligação que eu quis fazer..

Dá uma risada pela besteira que disse

Sasaki faz o mesmo depois do monge e de Jin, sem efeito.

Sasaki: — Não sei acho que devemos nos focar nas outras portas. A entrada abriu com cura e dizia… – O homem que segue os deuses com suas armas precisa restaurar as forças dos aliados.

Jin: -Bem as pessoas que seguem os Deuses que eu saiba somos nos dois e o Abraão. Aí abrimos uma porta que falava de música com a melodia de Dante e novamente sua reza Jin. Depois o monge com cura, o Rin com ataques pelo que entendi e depois a porta da biblioteca quando seu fócus foi restaurado por Serena. Classes é isso? As portas falam de classes específicas, talvez as imitando conseguissem abrir a porta. Qual classe seria essa?

Órfão: — Classe de sangue de ouro? Isso é meio complicado.

Jin: – Bem se cada uma das portas reagem com alguém do grupo quem falta?

Dante:

— O homem de armas mostra sua força a todos os momentos. – Parecia guerreiro.

O homem que segue os deuses com suas armas precisa restaurar as forças dos aliados. – Cura de paladino

O homem da natureza é mais veloz para fugir das presas. – Ranger, o que é estranho por que eles abriram a porta.

O mago não sofre só quando seu sangue é derramado. – Fócus de mago

O clérigo prova a sua fé. – cura de clérigo

O padre é um ser que abençoa. – benção de padre

Aplausos à apresentação do homem que nos abençoa com sua música. – melodia de bardo e por fim

Pelo meu ferimento escorre ouro.

Se no mago o ferimento não era a vida em si, quem se lamenta por perder ouro, como se fosse um ferimento?

— Um ladino?

Sasaki: — Engraçado pensar nisso agora, questionamos sobre o ladino desde que encontramos a primeira porta debaixo d´ água.

Dante: — Ótimo, a única ladina que tínhamos aqui era a Anya…

Sasaki: — Aqui que está não tínhamos um paladino e abrimos a porta, se isso está correto, devemos fazer algo que ele faria.

Órfão: — Alguém rouba dinheiro de alguém? – Olhava se afastando e protegendo os bolsos

Sasaki: — As ideias não são as mais corretas, mas é o que temos. Fiquem a vontade.

Mostrando que estaria disposta a que a roubassem.

Órfão: — Eu não roubo. Nem quero ser roubado. Isso é com vocês.

Dante: — Sou um musico não um ladrão… – Começo a tocar uma melodia a fim de distraí-los.

Jin: -Não estou dizendo que você é um Ladrão, porém alguém tem que fazer isso.-

Dante começa a tocar algumas notas criando uma melodia num ritmo e cantar o seguinte verso: “Seu conto apenas começou. Ele vem de longe, da Terra de Lugar Nenhum, O vento está soprando um som bem conhecido, Senhora Encantada seu amor há muito se foi a sua procura”… e sorrateiramente sem ninguém ver aproveitando que estão todos entretidos com a musica eu pego a algibeira do Jin e a escondo dentro da minha mochila.

Ao fazer isso sem que ninguém veja, sua própria algibeira se rompe sozinha e algumas moedas caem no chão rolando até a porta…. uma a uma… até que cai exatas 54 moedas e a mesma se abre.

 MOEDAS CAINDO

Jin: – Conseguimos…. bem, acho que desvendamos o misterio. Vamos encontrar os outros rápido…

Dante: — Ainda bem que não dependo do roubo para sobreviver… – abaixo e recolho minhas moedas, vou até o Jin e devolvo a algibeira dele.

Nessa sala com várias ampulhetas. Uma delas se quebra e é possível ver a areia deslizando pelo chão e escrevendo.

“Aqueles que desaparecem e deixam o símbolo da ampulheta de certa forma surgiram ou manipularam algo no tempo por isso são importantes e não podem ser contaminados ou mortos até que tudo se resolva. Seu desaparecimento não é a morte e sim a solução.”

Dante: — Bom trabalho? Não a necessidade de ser bondoso amigo, eu sei que vocês perceberam… – dou risada e me aproximo da mensagem

Enquanto desvendam mais um dos enigmas e encontra apenas uma informação guardada na forma de areia de uma ampulheta, presos em outra sala Dubhe, Rin, Abraão e Vendetta (seu lobo) encaram quatro demônios.

Aztaroth

Aztaroth: — Me pediram que fosse atrás de dois caras eu fui, lutei com um deles, e retornei então não me pediram mas nada, me diga o que fazer alias me peça e eu farei.

Criança: — Foram essas as palavras ou a ordem mesmo?

Aztaroth:— — A ordem mesmo, simplesmente sem mais palavras. Então qual meu próximo destino?

Criança: — Não sou o seu guia então não sei. Mas ele parece ter chegado.

A porta da frente se abre e Hentel surge ao seu lado. A criança não está mais ali.

Hentel: — O que houve com Anya? Ela foi ao vilarejo com Serena e depois simplesmente desapareceu.

Aztaroth:– — Eu não sei fui atrás daquela dupla que você havia mandado e deixei com ela a minha moeda de comunicação, fui derrotada por uma espécie de magia que me fez desmaiar e quando acordei estava aqui.

Hentel: — E quem te resgatou?– Ou melhor, ela está com a moeda, Anya pode me ouvir falando para o nada? Hentel fica sem respostas e soca a parede criando uma marca.

Aztaroth:– — Por que tanta raiva Hentel?

Hentel: — Eu deixei que ela seguisse com a ideia da infiltração, que saiu pela culatra com o plano de vocês. Aí ela foi com Serena cumprir outra missão e buum, sabia que aquela menina é perigosa. Maldito seja o dia que deixei Anya voltar para Serena.

Aztaroth: — Serena perigosa por qual motivo Hentel ? E que perigo ela corre?

Hentel: — Tem coisas que não deveria compartilhar contigo, mas não é hora para isso, Serena é uma deusa caída, não sei que poderes permanecem e qual perdeu.

Aztaroth: — Posso ir resgatar a Anya em 1 instante alias sequestrar ela. Quer que eu vá?

Hentel: – Tente. Ameaçando um sorriso, mas vendo que na situação não era o adequado.

Aztaroth:— — Se ela se recusar a vir comigo o que devo fazer ?

Hentel: — Falei para tentar por que não consegui chegar até ela, nem escutá-la, nada.

Aztaroth:— — Tenta mais uma vez não tem como o senhor a fazer ouvir não ?

Hentel: — Já tentei de tudo.

Aztaroth: — Já conseguiu falar com ela? Qual a minha próxima missão? Meu destino?

Hentel: — Não sem contato. Na verdade vou repetir que esta missão de infiltração não deu certo. Então vou ter de entrar em contato com os superiores para ver algo. Sinta-se livre. Sumindo.

Aztaroth: — Me dê ao menos outra moeda de contato. A minha está com a Anya e eu já estou ficando perdido.

Hentel:— OK. Lançando uma moeda – essa é só para contato sem habilidade.

Aztaroth guarda a moeda e pensa mão de vaca, filho da mãe poderia dar igual a anterior. Iniciava seu teleporte para o reino dos anões. A cidade continuava vazia.

 Arthlong/Kratos

Arthlong/Kratos: — Essa infecção mesmo é um experimento para criar uma nova raça….

Franz: — Não sabia disso – que era um experimento. Não faço teste com nada, só pratico a medicina em seu estado bruto.

Depois disso ele o leva até um corpo algumas salas à frente. — Isolei a doença desse aí, não está infeccioso, mas é melhor conhecer antes do que praticar em ser vivo e gerar riscos.

Arthlong/Kratos: — Tudo bem, me diga o que e como fazer.

Primeiro use essa lâmina comum – praticamente uma adaga mais curta – ao invés de nosso equipamento e remova um pedaço de pele do braço, do ombro até o pulso. Qualquer parte.

Arthlong/Kratos: Pegava a adaga e sentia o peso da mesma para fazer movimentos precisos durante o processo, depois fazia o que lhe foi indicado .

Mesmo com a lâmina diminuta sua força acaba sendo exagerada e corta o braço em dois, o sangue só não espirra por que o homem havia morrido, mas escorre pela mesa.

Arthlong/Kratos:— ops, essa coisa é afiada heim

Franz: — O resultado ideal não era esse, mas veja que ele tem linhas negras dentro do corpo ao invés de algumas veias, isso é uma das marcas da doença, ela queima o corpo de dentro para fora, gerando febre e descolamento da pele. Mostrando partes de pele faltando pelo corpo.

É melhor continuarmos com perguntas. Abaixando a adaga da sua mão e colocando na mesa.

Arthlong/Kratos: — Suponho que o próximo passo seria cortar essas linhas pretas….

— Não as linhas cortadas espalham a doença;

Arthlong/Kratos:— Qual seria o próximo passo então?

— Como falei o melhor é perguntar. Agir agora não me parece sensato, preciso de teoria antes de prática. Perguntas.

Arthlong/Kratos: — Mas isso foi uma pergunta.. outra seria o que propaga a doença?

— A doença depois de incubada o que parece levar minutos dependendo das defesas das pessoas, halflings pareciam ser o mais resistentes na cidade e as makkyn-nas imunes. Qualquer contato sem proteção.

Arthlong/Kratos:
— Imunes, o que elas teriam de diferente? o sangue? a carne?

— De humano só o corpo humanoide, a memória, a habilidade de aprender. Não sabem magia, não funcionam neles. Não tem sangue propriamente dito nem carne/pele, mas podem ser destruídos.

Arthlong/Kratos: — Resumindo eles tem apenas o cérebro E como tirar a infecção do corpo então, será que teria como criar uma porção para prevenir a infecção?

— Nem o cérebro. É tecnológico.

— A infecção pode ser removida com medicina, procurando o ponte de infecção primária, e aí usando alguns unguentos para alterar o corpo esfriando ele também de dentro para fora e eliminando a infecção.

Arthlong/Kratos: — Parece então que a infecção precisa do calor para se desenvolver, bem que me falaram que era algo biológico, e qual seria essa fonte primária?

— Isso varia de pessoa para pessoa….pulso, pescoço, pés…

Arthlong/Kratos:
— Varia da pessoa, ou de onde ela foi infectada, e quanto à infecção um simples toque pele já infecta ou precisa de algo mais profundo como um corte ou arranhão?

— Varia de pessoa. Simples toque de pele. Espirro ou transpiração.

Arthlong/Kratos:— E como identificar rapidamente essa fonte?

— Rapidamente não é o caso. Consegui reverter à situação de todos os infectados que tratei e não foram mortos.

Arthlong/Kratos: — Então vamos ver se entendi. resfriar o corpo, fazer pequenos cortes e procurar a fonte e retirar ela? e como seria essa fonte?

— Pontos parecem no formato de um monstro, diria que um dragão, só com boa visão ou lupa. Tirando uma lupa da gaveta para mostrar.

Arthlong/Kratos:
Observando o que seria com a lupa — então é essa coisa, você apenas retira e o guarda ou já tentou matar ele com algum produto?

Guarda o que? A parte infecciosa, removida do corpo ela vira cinzas.

Arthlong/Kratos: — Entendi, seria alguma reação com o ar? parece que meus pensamentos alquimistas estão se manifestando hahhaa,,, auuuuuuuuuu, dando uma risada e um uivo .

— Para encontrar a fonte tem que fazer os cortes ao acaso mesmo, até encontrar? E só tem 1 fonte em cada pessoa?

— Sem cortes antes da fonte. Restrinja o infectado e procuro totalmente protegido.

Arthlong/Kratos: — Consegue ver a fonte sem o corte, e faz o corte apenas para remover. e a fonte, apenas uma por pessoa? — e quanto aos estágios avançados já tratou algum?

– O corte fica na parte ainda com pele. Fonte até agora só achei uma por pessoa. Corte e resfrie a área. Estágios avançados não cheguei a ver um estágio avançado, o ataque à cidade foi rápido.

Arthlong/Kratos:— Eu já vi essas coisas tomando vida, seria bom saber se a mesma coisa ira funcionar para pará-los. então tu corta, olha se tem a fonte e resfria o local com a fonte

— Tomando vida?

Arthlong/Kratos:— sim, o corpo infectado se levanta e age como se nada tivesse acontecido e pelo visto pode ser controlado. o primeiro que vi estava com a cabeça decepada e a colocou no lugar e começou a falar e não se lembrava de tê-la perdido.

— Isso desconhecia. Aqui até agora não aconteceu, mas falou de estágio avançado da doença. Sabe de detalhes que não tenho, que tal dividi-los.

Rituais:

1) Uma foice com uma corrente branca (símbolo profanado da Deusa da Morte), um templo,penas,um braseiro,um livro de capa branca e por fim sangue num jarro.

2) Símbolo do deus das forjas riscado com um x vermelho, uma forja, uma espada de lâmina vermelha, sementes, uma pena, um livro de capa branca e fios de cabelo negros.

 Os contos continuam a ser escritos.

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