Conto das Sombras – Inimigos estão por todos os lados

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

O grupo continua fragmentando, Abraão e Aztaroth duelam; Anya encontra os demais no Santuário sobre fortes ameaças e Arthlong/Kratos descobre que sua nova vida durou pouco graças aos ataques do Clã do Dragão Duplo e a disseminação da doença em Symia.

CONTO DAS SOMBRAS

Santuário da Terra

Enquanto Rin e Dante sozinho viam o Diário de Taulin – Volume 2, uma briga estava se iniciando entre Anya e Monge (Órfão) com ameaças de morte inclusive.

Rin ao ver as informações tão importantes sobre os rituais volta para encontrar com o grupo seguido por Dante. Não veem o grupo no corredor, mas outra porta estava aberta e ela possível ouvir algum tipo de discussão com vozes conhecidas que não estavam ali antes.

Rin D. Law:

— Mugen,Sasaki descobriram algo? O que está havendo aqui?

 Orfão:

— Vamos. Eu não sou disto, mas nas circunstancias atuais eu farei o que for preciso. Fale a verdade, para que quer nos achar qual o seu objetivo, já cansei de mentiras e coisas escondidas! – olhava ainda fixamente a ela de forma Híbrida de homem-tigre.

 Anya:

— Eu devo a vocês me ajudaram quando corria risco, então é minha vez de compensá-lo. Serena tem certas habilidades que eu desconheço falei isso e ela me trouxe aqui. Nem sei onde estou.

 Dubhe fica observando o Monge discutir com a Anya.

 Orfão:
— Bla… para mim isso é mentira. Você estava com o inimigo que foi defendido por outros, inclusive Serena! Não tenho como provar, mas tem uma forma se quer ajudar vai falar com os outros, se não for eu considerarei mentira e quer me matar de alguma forma e terei que arrancar seu braço como falei. – Continua com sua lógica simples e por incrível que pareça para ele faz todo sentido.

 Serena:

— Eu nunca defendi o garoto de alma negra, só minha amiga, suas palavras também são mentirosas se for assim… Senhor monge.

Dubhe se aproxima de um livro, o Diário de Taulin – Volume 3. Dentro do diário tinha um desenho colorido marcando um trecho:

 Um esboço com várias mulheres muito semelhantes a ela, todas com os olhos de cores diferentes A penúltima mulher tinha escrito do lado Solana. Os livros falavam que eram receptáculos do Guardião do Céu e por isso imune a qualquer enfermidade, seu corpo envelheceria num processo normal, só que ela não morreria de causas naturais, a não ser que preparasse outro receptáculo para isso precisaria gerar um descendente do mesmo sexo. Um sacrifício em prol do amor e de sua missão.

Os receptáculos dos guardiões não guardavam somente a essência deles, esse em especial guardava sua arma que despertaria em contato com um dos “eventos”. A arma guardada no receptáculo em questão estaria pura, mas não todas elas. Algumas provavelmente estariam corrompidas durante o ritual realizado em Arancione para abrir o Portão Dourado e libertar um poder antigo.

Tais adagas estavam sendo reunidas pelo Clã do Dragão Duplo. Mantê-la em segurança aqui seria o mais sensato.

Os desenhos e o que parecia ser um diário eram assinados por um dos Descendentes direto dos sábios, da tribo dos Van, Taulin.

OLHOS DE CORES DIFERENTESDubhe Pallanén:

. – Não se importa muito com o que está acontecendo ao seu redor, fica pensando no desenho das mulheres do livro. – “Então aquela é ela…”

Orfão:
— Quando eu atacava e a Dubhe, entrava na frente do meu ataque você também tentou me impedir, não fisicamente, mas com palavras, eu a nenhum momento me voltei contra ela! – aponta a amiga da garota. – — Assim defendendo o rapaz, e eu não minto, posso me enganar, mas não tenho nada a esconder como vocês. Agora muitas coisas escondidas foram ditas, tais como dos encontros amorosos entre Dubhe e aquele rapaz que fala de alma negra.

Serena:

— Acabou de ameaçar por duas vezes arrancar o braço dela, ou estou surda?

Sasaki:
— Pessoal o que está acontecendo, escuto a voz de Serena e Kitty. – Ela começa a subir a escada. – — Com atravessaram a tal ponte?

Dubhe Pallanén:

— Serio que ainda vai insistir que eu to apaixonada pelo Aztaroth Monge? – Balança a cabeça em sinal de negação. – — Esclarecerei isso quando ele voltar.

Mugen:

– Olá Rin e Dante, para dizer a verdade eu e Sasaki olhávamos os livros quando começou uma discussão no segundo andar.

Orfão:
— Não foi uma ameaça, foi um aviso. Não posso confiar nela quando ela chega junto com o inimigo, mulheres são fracas e logo submissivas a outras pessoas! A meu ver queres me matar, não confio em mais ninguém como confiava antes… e ate o momento ela não foi avisar aos outros sua presença ate o momento parece que é mentira da mesma… e ouço algo, parece ate a Dubhe. – Não tira os olhos das duas.

Serena:

— Fomos a vários lugares, mas não atravessamos nenhuma ponte. Encontrei quem procurava, mas…

Anya:

— Se o problema é ir avisar os outros. Vou descer. Olá Sasaki, sim sou eu e a Serena, não sei te responder. – Olha lá para baixo. – — Olá meninos, tudo bom, estou de volta. E aí monge, avisados.

Dubhe Pallanén:

— Pode me insultar da maneira que quiser monge, mas não te dou o direito de me comparar com ela de novo!

Rin D. Law :

— Orfão,se não confia nelas tudo bem eu me responsabilizo por elas mais agora preste atenção… eu descobri como fazer esse ritual parece que temos todos os itens… – da a noticia com empolgação

Mugen:

— Fale o que descobriu, acho que aqui também deve ter algo de útil.

Rin D. Law:

— Ok lá vai Primeiro achei um livro na sala do guerreiro… que dizia como fazer os rituais. Sim são 2.

Rin dá todos os detalhes do Diário de Taulin.

Mugen:

— Deixa eu me lembrar, fomos ao Templo de ambos os deuses. Penas na hora que Dante invocou o anjo para curá-lo, sangue de Dubhe que espirou na adaga. A forja e lâmina lá em cima. Sementes na Floresta. O livro que Rin trouxe. Falta quase nada. Por a segunda adaga continua do mesmo jeito?

Dubhe Pallanén:

— Já sabem de quem são esses fios de cabelo?

Rin D. Law:

— A minha é de numero 3… não sei dizer… e os fios acho que são de quem vai fazer o ritual

Dubhe Pallanén:

— A minha ficou assim no templo da Deusa da Morte.

Sasaki:

— A adaga de ver o futuro me parece a do paladino que está com você. E faltam só os fios de cabelos pelo que me lembro.

Dubhe Pallanén:

— Resta descobrir de quem são então.

Orfão:

— E a garota que esta com as duas adagas já foi à outra porta deste andar para tentar abrir? Vi seu sangue ficar dourado quando vieram anjos, e lá diz que é algo sobre sangue de ouro.

Dubhe tenta tocar a porta com a adaga suja de sangue.

Sem reação a adaga suja de sangue. A porta do 1º andar permanece trancada.

Mugen:

— A Torre das Sombras foi à última obra de Zarpho com a ajuda de seu irmão Torben antes que ele perdesse seus poderes divinos, aqui guardou equipamento e conhecimento necessário para que realizassem a missão e a 4ª adaga.

Cada porta denota um desafio simples, mas que demanda um grupo completo/complexo formado pelos mais diversos membros.

Zarpho deseja sorte e que saiam daqui preparados para o que virá no futuro e que ele espera ser o único a cair até lá.

Trocando de alvo, todos sobem para a porta do 2º andar da biblioteca.

Na porta a frase “O mago não sofre só quando seu sangue é derramado”.

MAGO FERIDO
Dante:

— Eu dei a ideia eu começo. Não é sangue, mago tem magia. Ele sofre quando não pode soltar magia. Eu estou sem fócus. – Tocando a porta com coragem e nada…

Mugen:

— Eu também não tenho magia. Nem Sasaki partindo desse pressuposto, ele coloca a mão na porta e faz uma oração acompanhado por Sasaki. – Nada.

Rin:

— Talvez Drake pudesse ser útil ou até Leon que tal chamarmos?

Orfão:

— O Leon é mago, o outro rapaz que desapareceu também era. Eles faziam magias. E Drake é o animal será que ele conseguira abrir a porta?

Ao percorrer o primeiro andar percebe que não há mais porta de entrada.

Orfão:

. – fica confuso, mas decide não abrir uma porta na força bruta pois imaginava que iria alagar aquele local. Então na mesma hora volta. – — Err… a saída sumiu. Como foi que as elas vieram para cá sem esta porta? – Apontava as 2 garotas que chegaram por ultimo.

Rin D. Law:

— Não há saída? – Surpreso – — Bem teleporte sei lá elas vieram antes de fechar,mas como sairemos?

Serena:

— Vim pela chuva não pela porta. – Como se falasse algo óbvio.

Orfão:

— Chuva?… – para pensando e responde o que pensou mesmo sendo estranho – — Vocês entraram em uma nuvem e choveram aqui dentro?

Anya Vladesco:

– Aqueles dois lá realmente não sei… não gostam de mim, mesmo que eu tenha vindo ajudar… agora quem fica perto de mim…. podemos ver se a Serena usa a mesma coisa que me trouxe aqui, quer dizer, se isso não a cansar, obvio!

Serena:

— O que precisa Kitty? Como posso ajudar, não sei.

Anya Vladesco:

– O que quer que eu faça? – – Levanta indo olhar a porta, e tenta ver se a fechadura era simples para um arrombamento, ou se precisaria de mais coisas. – – Bem… vamos ver… acredito que você não tenha força para levar todo mundo… então teremos que arrumar outra forma, antes de pensarmos em cansar você mais que o normal.

Nenhuma porta tinha fechadura só às frases.

Orfão:

— Antes de pensar em sair queria era acabar logo o que viemos fazer se possível, ela consegue então teleportar? Ela seria uma maga? E ela sofre sem perder sangue? Essas portas são algo mágico também bem que ela podia tentar abrir! – Apontava à Serena. Fora essa ainda tem mais duas, a porta de quem tem sangue de ouro e a selvagem.

Rin D. Law:

— Drake era Selvagem e o Leon pode ter sangue dourado… mas estamos presos

Anya Vladesco:

– Vocês… tinham um mago aqui… pelo que me lembro, aquele que prender Aztaroth da ultima não é? Onde está? – – Olhando em volta. Porém… realmente Serena… você é o que mais se assemelha a um mago… talvez…. Vamos tentar. Perdoe-me tá Serena? É só uma tentativa…. – – Sentindo-se mal por aquilo, a aproximava da porta. – – Chore….. Lembra o que está acontecendo… seus irmão Serena… Eu mesma fui muito machucada. Todos que você sente alguma coisa sempre sofrem… – – Tentando não ser tão cruel, e tocar em tantos fatos.

Serena começa a chorar com as palavras que lembram seus irmãos e se aproxima da porta a tocando, … o grupo espera e nada.

Rin D. Law:

— Desisto… essa porta não abre e Serena está chorando… – Inconformado com a situação

Anya Vladesco:

– É magoei ela atoa! – – Indo consolar a amiga. – – Me perdoa tá? – – Abraçando ela.

Serena:

— OK estava tentando ajudar. Peraí…está ouvindo? É você achei que estava morto. – Ela dá sinal que de precisa dos seus movimentos livres para KItty. E se aproxima de Dante. – — Ele falou que vai compensá-lo. – Colocando a mão para frente.

Dante:

— O que significa isso?

Mugen Jin:

– O que estão procurando?-

Anya Vladesco:

– hã? Serena…. – – Olhando confusa, porém tranquila de ela ter esquecido aquilo tão facilmente.

Dante sem respostas toca em Serena, vocês reveem a cena onde ele curou Rin e a energia utilizada surge nas mãos do bardo que toca a porta guiado por Serena. E a mesma abre.

Rin D. Law:

— Até que enfim! Dante você abriu entre você primeiro!

Ao entrar nessa sala encontra um espelho que mostra Erhgaleio, a casa com a placa e o braseiro, o porta-retratos com os 4 anões. Um dos anões no porta-retrato surge com um reflexo no espelho. Serena não fala nada, só chora.

Dubhe Pallanén:

— Te lembra de algo Serena?

Anya Vladesco:

– Às vezes, é melhor falar com o vento do que com gente burra que nem você! – – Vendo Serena chorar, olha para o espelho, e entende que deveria ser um dos irmãos dela. – – Calma…. calma… Eu imagino…

O anão responde: — Sou Zarpho. Olá. Não tenho muito tempo, mas acho que ainda posso ajudá-los.

Anya Vladesco:

– Então fale meu caro… – – Indo para mais perto para ouvi-lo.

Serena:

— Ele ainda vive Kitty. – Limpando as lágrimas e mostrando o espelho, o meu irmão.

Zarpho:

– Se ainda não sabem dois eventos um no passado e outro no agora passado, mas no meu tempo presente ativaram um fenômeno chamado A Grande Lufada alterando o panteão do mundo, isso se deve pelo conhecimento que certos aventureiros tiveram do passado e pelo pensamento deles, que destroçou a realidade a moldando a forte vontade deles e sua presença num momento que não deveriam existir e sim só fazer uma passagem.

Mugen Jin:

Jin: -E agora o que podemos fazer para ajeitar o que eles fizeram? Ou não podemos?

Zarpho:

– Muitos eventos virão disso e o resultado será uma batalha. E como em todas as batalhas o grupo mais preparado vencerá no final. Eu estou do seu lado, independente de retomar ou não o meu lugar junto aos meus irmãos. Boa sorte. As respostas para ambas às dúvidas estão aqui em outras salas.

Anya Vladesco:

– Pelo visto vamos passar a vida aqui! – – Andando pela sala, fazendo um pequeno reconhecimento de local.

O anão some do espelho e Serena estica a mão o tocando como se estivesse se despedindo.

Os dois discípulos de Gamla – o Padre Jin e Sasaki escutam algo no andar de baixo e ao olhar veem outra visita – agora era…

Abraão e Vendetta.

Abraão McHearth

— Ola amigos há quanto tempo, como vocês estão?

Dubhe Pallanén:

— Abraão! – Corre até ele. – — Finalmente hein?

Anya Vladesco:

– Cada dia mais o grupo maravilha aumenta… Aii aiii Alphnes que me proteja. – – Andando para a outra porta.

Abraão McHearth:

. – Olha para todos e pede silencia para falar algo importante

Abraão McHearth:

— Enquanto estava em busca das mascaras fui atacado pela mesma pessoa que nos atacou, pelo motivo que eu me aventurei para muito longe para buscar essas máscaras, mas dessa vez ele não conseguiu vencer, eu o derrotei, mas infelizmente ele fugiu, não duvidem que ele voltara para nos atacar novamente, temos que ficar todos atentos.

Mugen:

-Meu amigo Abraão creio que esse caminho o fez perceber o quanto Gamla o ama e está junto de você.-

Dubhe Pallanén:

— Depois disso não tenho como o defender mais… Deixarei agirem como quiserem.

Orfão:

— Isso é importante, assim que saíram essa mesmo pessoa apareceu, eu iria mata-lo, porém ela o defendeu! – aponta a Dubhe. Não só ela Serena também o defendeu para ajudar sua amiga.

Serena caminha para perto do monge, o segura pelo pescoço e o levanta. – — Já falei para não dizer isso, não respeitou meu luto. Seus olhos ficam vermelhos.

ENFORCANDO RPG

Um pouco antes durante a batalha de Abraão e Azaroth

O paladino ativa sua habilidade Remissão dos Pecados, que drena a vida de Aztaroth e o coloca sob um torpor de 1 dia, e uma punição de ficar 7 dias sem qualquer espécie de ato maligno.

Confome a nuvem se dispersa o oxigênio de Abraão se esgota, seus olhos embaçam, ele pronuncia as palavras abençoadas e a nuvem vai se dispersando, Aztaroth é envolto em luz e ambos caem.

O paladino desperta depois de um tempo, arrancando sua máscara para conseguir oxigênio, Aztaroth ainda está caído ao seu lado, seu poder funcionou pelo visto.

Abraão procura algum lugar que tenha arvores ervas levando Aztaroth no ombro com Vendetta do meu lado.

Sua jornada é muito mais cansativa que parece, tudo que sofreu antes e durante a batalha, o seu corpo cobra, até que acha algumas árvores de pequenos portes.

O paladino coloca Aztaroth no chão e o amarra bem firme, e Vendetta do seu lado vigiando enquanto vou procurar plantas para fazer medicamentos, porém não encontra qualquer tipo de erva medicinal na redondeza.

Deixando o ninja do Clã do Dragão Duplo para trás segue em busca de algum tipo de caça com a ajuda de seu lobo Vendetta. Novamente sem sucesso, come o que tinha guardado e faz uma fogueira para descansar.

Ao despertar as cordas estão soltas e não há sinal de Aztaroth ou pegadas.

Depois de fazer o correto, comer e dormir, como não fez na noite que saiu andando até o amanhecer, antes do ataque a Symia. Acorda bem melhor com sua energia arcana e sua vida restaurada.

Confome Abraão abandona Aztaroth, desperta sob uma maca. Ele levanta e procura ver onde se encontra. Está numa sala de pedra, 3 x 3 , com a maca ao centro e uma porta a sua frente. Com cuidado o ninja segue até a porta e abre se deparando um corredor dentro do domo de treinamento.

Segue até a porta e abre para o centro do domo. Uma porta tinha uma x vermelho emanando energia, a que saiu e outras três continuavam iguais. No bolso sentia o pergaminho que surgiu antes com os três símbolos… dois deles quase apagados.

Em frente à porta sente uma energia forte de repulsão e juntando a com b, foi ali que entrou da outra vez e se deparou com Mil Faces.

Opta por outra porta, um corredor tinha 3 portas a direita e 3 à esquerda, escolhe a do meio a direita. Há símbolos de dois aspectos ou duas línguas sobre a arma e saindo dela outras 5 – uma besta, um arco, uma espada, um cajado e sua kusarigama. A arma em questão parecia uma adaga com outros símbolos num terceiro idioma. Não conhecia qualquer uma das línguas, mas em templos já viu uma delas.

Aztaroth copiava o diagrama e sai da sala indo na 1ª porta da direita. A sala parecia um cárcere, com correntes, sangue por todo o lugar, ossos e pedaços de pele nos cantos, um rato cortado ao meio vivo por dentes.

A jornada continua pela 1ª porta da esquerda. Na parede em frente à porta há uma mensagem que brilha azulada.

“Essa é arma deixada pelos sábios da Cidadela Caída. Uma tecnologia mais antiga que todas as outras que conhecem. Ela serviu de molde para as cinco armas guardadas no domo. Aqueles que as conseguirem ganharão poder, só restam saber se são as escolhas certas para elas, ou não. Fique atento a sombra do Dragão Negro. Ela está onde menos espera.”

Continua suas buscas. Encontrando estantes com pergaminhos…falam de Ascensão, Magos de Esfera, do clã, e um deles tem uma mensagem completa sem assinatura. “Você foi convocado pelo Mal, mas não precisa segui-lo a risca, no final caberá a você e os companheiros temporários descobrirem que são os três discípulos, qual arma eles buscam, impedir que eles a consigam, ou não, o importante a se saber é que o mago tatuado é um traidor.”

Noutra sala há uma mesa de pedra circular com vários diagramas, na parede desenhado com giz outros tantos diagramas, é possível reconhecer o símbolo de ordens de cavalaria, exércitos e ordens de magia, datas históricas e desenhos de Armas nunca antes vistas. Entre elas há cinco protótipos com datas de 3 anos atrás que foram comprados por uma organização com um símbolo de um dragão serpente com duas cabeças e quatro asas.

Outro pergaminho tem letras em duas caligrafias. Frases que parecem se responder uma após a outra.

Os Ventos Divinos testaram as armas no Domo Secreto. Os resultados foram além do esperado.

E por isso não podemos vendê-las ao novo Clã que surgiu. Não depois da Ascensão.

Os três discípulos parecem ter descoberto o paradeiro das mesmas. E agora?

Sem a adaga de Oborobas eles não conseguirão chegar perto.

A adaga foi roubada.

A última das portas tinha uma nova mensagem na parede.

“Esse é o primeiro discípulo, o primeiro clérigo do deus que dá poder ao Clã do Dragão Duplo que surgiu com Ascensão. Ele parece uma criança, mas na verdade é uma criatura que nasceu no antigo 1º Ciclo do mundo com mais de 800 anos. Não é elfo nem MaDon, sua raça é desconhecida, juntamente com seus poderes. Ele parece conhecer sobre tecnologia também e tem uma força sobre-humana.”

Todas as portas abertas – era estranho por que eram informações contra o clã e a respeito dele, livres ali. Depois das portas o lugar terminava. Sob a parede o menino sentado.

Aztaroth:

— Olá de novo fazia tempo que eu não o encontrava tenho 2 perguntas a fazer. Por que aqui esta tão livre como se quisessem que alguém visse, e por que eu ?

— Questionou a pouco tempo que não tinha conhecimento de nada. Lacramos o que não deve mexer e liberamos para que pudesse entender nosso passado. Faça as perguntas vou respondê-las.

Aztaroth:

— Onde posso encontrar as outras armas do diagrama ? Pelo visto minha adaga é uma das 5 que precisam, para formar uma maior, por que precisam desta maior e pra quê ?

— Não precisamos disso, já as temos, isso foi no passado, precisávamos desse lugar, só que os anjos o tomaram e o lacraram com feitiço, usamos 5 cobaias que abriram as portas – literalmente.

Aztaroth:

— Pra que precisam destas armas então ou precisavam?

— Elas podem ser uma ameaça para o nosso plano, foram todas recolhidas.

Aztaroth:

— Entendo, e o que vou ganhar, pois sempre ao chegar ao final de um caminho alguém me da alguma coisa, preciso de poder, será que pode me ajudar com isso ?

— Só recebe algo quando completa o que é pedido. Qual a última coisa que lhe pediram, não foi para entrar aqui, isso foi só conhecimento.

Aztaroth:

— Me pediram que fosse atrás de dois caras eu fui, lutei com um deles, e retornei então não me pediram mas nada, me diga o que fazer alias me peça e eu farei.

Symia

Arthlong despertava tentando avaliar o estado do seu corpo, conferindo se tinha todo controle dos seus membros, verificava também se haviam ferimentos visíveis, ainda se as duas almas estavam no mesmo corpo. Em seguida olha ao redor para saber onde se encontra e quem estaria ali com ele.

Um médico está ao seu lado e uma dúzia de pessoas em macas. Uma porta se abre e vê Abraão e uma Makkyn-na.

Arthlong:

— O que houve aqui? Onde estou? Quem é tu cof, cof, tossia e coçava a cabeça.

 Abraão:

— Onde você estava Kratos?

— Sou Franz Charcot, o curei da doença a tempo, meu nível de efetividade não foi dos melhores, mas fui o único médico que restou.

Arthlong:

— Franz… parece que tenho uma dívida contigo tem algo que possa fazer por tu, Franz esse nome não me é estranho aconteceu algo recente contigo….

Abraão:

— Do que esse cara ta falando? Fala em tom diminuído — Eu quero sair daqui onde e a saída?

Franz:

— Isso não importa agora só saber que estão bem e sim deixá-lo sair da cidade antes do pior.

Arthlong:

— Sim… Larissa agora me lembro de onde associei seu nome.

Franz:

— Conhece Larissa?

Arthlong:

— Não exatamente, estive investigando seu sumiço há alguns dias atrás. Ela continua desaparecida?

Franz:

— O ataque foi contido no 5º andar, mas a doença se espalhou. E eu tinha avisado procurando por Larissa, mandei uma carta ao governo dizendo que se os clérigos eram alvos, os médicos também deveriam ser. E olhe o que aconteceu.

Arthlong:

— Acho que agora realmente terei que achar sua noiva, estou em dívida e um homem sempre salva sua dívida não importa sua conduta. Por hora me deixe te ajudar com os demais infectados ou a lidar com a infecção se tiver como me ensinar aprendo rápido

Franz:

— Você que chegou, pode perguntar se tiver alguma dúvida.

Abraão:

— A mesma duvida de antes. Como eu saio desta cidade?

Franz:

— Agora só a pé. Ou se tiver magia pode teleportar quando sair da zona anti-encantamento

Abraão:

– Ate aonde vai a zona anti encantamento?

Franz:

— Não sei ao certo a distância.

Arthlong:

— E então Franz posso lhe ajudar? Gostaria de aprender como tratar essa doença, como lhe disse antes aprendo rápido.

Franz:

— E seu amigo que deseja ir embora. Não é uma boa hora para se separar.

Arthlong:

— Ele é sempre afobado assim. Abraão porque está tão afobado assim, algo haver com Lukael e a adaga?

Abraão:

— Só quero ir embora se quiser ficar, fique.

Arthlong:

— Tudo bem, se quer ir não posso te impedir, só lembre porque estamos aqui, sair por ai sem objetivo não ira leva-lo a nada… Não vê que aprender a tratar essa doença é de suma importância na nossa missão, bom agora é parcialmente minha já que tenho que encontrar Larissa para saldar minha dívida…

O paladino se vira e vai embora sem despedidas.

O médico segura sua mão. Não vou impedi-lo novamente, ensinarei o que sei de medicina e como tratar dos doentes e tudo que sei sobre o paradeiro de Larissa, incluindo um amigo que me ajuda.

 ENSINANDO MEDICINA

 Abraão (Após a luta contra Aztaroth)

Abraão após perder Aztaroth retorna para Symia para encontrar Kratos. O encontro como assistente do médico Franz Charcot.

Abraão:

— Vamos encontrar o grupo ou vai continuar aqui?

Arthlong:

— Ainda tenho que finalizar o meu aprendizado com Franz.

Abraão:

— Então vou indo na frente sem você. Cuida-se.

Sem meios de se locomover mais rápido o paladino e seu lobo realizam todo o trajeto a pé caçando quando conseguem e descansando para recarregar suas energias. Mal chega à cidade e sua primeira parada é no Templo de Tutte em busca de outro teleporte.

 — Olá senhor achou o que buscava em Symia?

— A que devemos seu retorno (fala um segundo clérigo)

Abraão:

— Já encontrei o que procurava, agora desejo retornar para meus amigos, podem-me teleportar, por favor?

— Aquela vez o ajudamos, mas antes teve de ser honesto, lembra? E agora tenho um, porém… Onde estão seus amigos?

Abraão:

— O amigo que eu fui para Symia , ficou lá terminando de aprender algumas coisas com um médico, e os outros ainda não sei mai acredito que estão na cidade das bibliotecas.

— Essa é a cidade da Biblioteca.

Abraão:

— Você viu por ai algum grupo de aventureiros? 4 pessoas para ser exato.

— Quase não saímos do templo. E Hanes não tem muitos aventureiros, por que só a Montanha e a Biblioteca de destaque.

Abraão:

— Onde fica a principal biblioteca?

— A única. Aponta para a biblioteca que ocupa boa parte da cidade e já visitou com os outros.

Quando penas começam a cair.

Lukael:

— Parece que voltou ao caminho certo. Posso ajudá-lo agora se entender o que se passou nos últimos dias.

Abraão:

— Ola Lukael, eu preciso que me guie ate os meus amigos.

Lukael:

— Antes precisa acostumar a responder perguntas e não só fazer pedidos.

Abraão:

— Pode perguntar então…

Lukael:

— O que o motivou a voltar a procurá-los, depois de abandonar sua adaga, um presente que ainda não compreende a importância, e quase ser abandonado pelo próprio Gamla.

Abraão:

— Primeiro eu não os abandonei. Fui procurar uma ajuda se caso sofrer novos ataques inesperados, fomos atacados, ficamos todos vulneráveis se o atacante quisesse nos matar teria feito, eu fui buscar uma ajuda pensando em todos não sei se você me compreende.

Lukael:

— Não o compreendo. Focou-se em vingança e acho que retornou seu foco, por que cumpriu esse desejo por sangue.

Abraão:

— Isso não e vingança e justiça.

Lukael:

— Justiça é pegar quem fez mal ao seu pai. Que está fazendo as pessoas morrerem de doença. Desviar dos seus companheiros, para ir com alguém que te abandona à primeira oportunidade e lutar com essa pessoa e se dar por satisfeito é vingança. Qual foi o motivo do seu retorno? Vencê-lo ou outra coisa?

Abraão:

— Eu nem imaginava que ele ia aparecer… Ia voltar se tivesse perdido ou o vencido, meu motivo e porque consegui o que queria que era as máscaras para meus amigos, e vou entregar para eles, e falar que o atacante ainda vai voltar a nos atacar e para ficarmos atentos e preparados…

 Lukael:

— Se acha que assim vou tentar criar uma ponte temporária para onde estão.

Ele foca suas energias e correntes prateadas saem de seu corpo e atinge o chão… ele estica as mãos… e está no meio de um corredor com um porta aberta e outra lacrada com a mensagem – O homem da natureza é mais veloz para fugir das presas.

Escuta vozes na parte de cima. E está sozinho… Lukael desapareceu. Vendeta está ao seu lado.

Abraão segue as vozes ate encontrar quem estava no local…

Rituais:

1) Uma foice com uma corrente branca (símbolo profanado da Deusa da Morte), um templo, penas, um braseiro, um livro de capa branca e por fim sangue num jarro.

2) Símbolo do deus das forjas riscado com um x vermelho, uma forja, uma espada de lâmina vermelha, sementes, uma pena, um livro de capa branca e fios de cabelo negros.

Os contos continuam a ser escritos.

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