Contos das Sombras – Teias de Ódio – Parte 1

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Substituindo a antiga sessão Um Novo Pergaminho na História de Inpergoh entra os resumos da segunda aventura que mestrei online, aqui como tenho um arquivo de todos os textos haverá mais diálogos completos misturados com narração.

No início ainda estaremos com vários cenários, devido ao grupo dividido em quatro a princípio e até linhas do tempo diferenciadas, até se cruzarem.

Essa primeira parte cobrirá o grupo que está no Santuário da Terra formada por cinco jogadores representando Dubhe, Mugen, Dante, o monge ou simplesmente Órfão e Rin e uma NPC chamada Sasaki.

CONTO DAS SOMBRAS

Dubhe, Dante, Sasaki, Mugen, o monge e Rin

No Santuário do Pântano dividido em dois grupos, Sasaki cura parcialmente as feridas de Rin, enquanto Dante e o monge tenham abrir novas portas e para isso decifrar outros enigmas no primeiro andar da Torre.

A sacerdotisa de Gamla pede que reagrupe para que Dante ou o monge curem completamente as queimaduras com suas magias mais potentes. Descendo a procura deles.

Sasaki: – Monge, Dante podem curar nosso amigo Rin, não sei o que ele fez direito, mas olha o estado dele.

Dante segue na frente e invoca os Anjos do Paraíso que além de curar completamente as queimaduras do grupo, ainda usam suas penas para remover as películas das Adagas de Prata. O último dos três anjos invocados, chamado Guardião é escolhido para proteger Sasaki.

TRÊS ANJOSA falta de sossego do monge o impede de ficar em grupo, ela volta a subir para o segundo andar e o bardo Dante o segue. Na verdade o serenge tigre ainda estava incomodado com a reação do grupo com o retorno de Aztaroth e Anya, de ouvi-los ao invés de atacá-los pelas traições que sabiam.

Retornando com um discurso.

Monge:
— Ta bom, todos ouçam de uma vez! Eu quero dizer que não confio em mais ninguém aqui, com poucas exceções! Há algum tempo apareceu um rapaz que nos atacou diversas vezes, ele apareceu lá falando algo que nem ouvi, então assim como ele fez eu o ataquei, antes que ele nos atacasse novamente e tentasse nos matar! E essa pessoa ai (apontando para Dubhe) o defendeu se colocando em minha frente, apoiada por Serena provavelmente movida por sua antiga amiga esta ali. Mas o pior, os outros nada fizeram a meu favor, nem uma palavra! Isso para mim é ser conivente com as atitudes de defesas para com ele. Então pergunto… PORQUE? Porque diabos fizeram isso? Não confiam em mim? Ou realmente o protegem… Gostaria de saber o motivo de vocês. Pois esse fato vale muito a mim, eu confiava em vocês.

Rin D. Law:

— Menino tigre… Olhe… mesmo que ele não tenha feita nada comigo mesmo assim o ataquei, mas Dubhe me impediu eu simplesmente subi no Drake e me retirei dali pois assim como você. Não entendi porque ela o defendeu, embora hoje eu vi que ela tem bom coração me ajudou tanto que foi a única a tentar me tirar daquela situação em que eu quase morri e está ferida…por minha causa.

Dante só observa a conversa a princípio.

Monge:

— Você é um dos que não estavam na lista dos que estavam limpos, mas só pelo fato de estarem com os outros poderia ter algo errado.

 Dubhe Pallanén:

— Monge, eu não poderia deixar você machucá-lo… há certo tempo atrás ele salvou minha vida e devo isso a Aztaroth sem falar que mesmo não tendo mais tanto contado assim ainda somos amigos… Mas da mesma maneira que eu o defendi, eu também defenderia você dele, nunca deixaria ele te fazer algum mal eu estando por perto… e eu defenderia não só você monge, eu defenderia todos os outros também… Se vocês dois brigassem ali, teriam que me tirar do caminho primeiro porque eu não permitiria… mesmo agora que eu sei que você não confia mais em mim, eu ainda defenderia você do mesmo jeito.

 Dante:

— Foi somente isso que a motivou a nos trair?

 Monge:

— Estava pensando o mesmo… isso foi a pior coisa que já vi na vida. ELE TE ATACOU! LEMBRA? E ainda é seu amigo, então se eu te atacar aqui agora tentar te matar ainda me defenderia? Não sei como descrever isso, a não ser aquela doença mental a qual rapaz o qual lhe confiou à adaga disse há tempos atrás.

 Dubhe Pallanén:

 — Ele não me atacou, na verdade eu que me preparei pra atacá-lo, mas não fiz isso.

 Monge: 

— E além disto, em todo tempo o qual estava conosco, escondeu o fato de conhecer alguém que nos atacava regularmente! – Range os dentes e aperta os punhos parecia mais irritado.

— Ele utilizou venenos em todos!

— TODOS! INCLUSIVE VOCÊ!

 Rin D. Law:

— Podemos voltar ao foco da nossa missão? – fala desconfortável com a situação

 Monge:

— Não, não podemos, isso é inaceitável.

 Dubhe Pallanén:

— Se ele nos quisesse mortos, nós já estaríamos mortos.

 Monge:

— Não posso ficar com uma pessoa que faria algo assim.

 Sasaki:

— Ela não escondeu o fato de conhecê-lo disse isso ainda no nosso primeiro encontro quando o protegeu do ataque de Anya.

 Dubhe Pallanén:

— Me querem fora do grupo? Não posso continuar com vocês se não confiam em mim.

 Dante:

— Concordo com o Orfão enquanto não resolvermos os impasses que existem entre nos não existe grupo

 Rin D. Law:

— Eu confio em você por salvar minha vida… então fique… e tigre ainda sim estou do seu lado pois o mais sensato era matar ele lá.

 Monge:

— Eu conheço muita gente, mas eles eram íntimos pelo que ela disse, ele salvou a vida dela. Isso não é coisa que se deixa de lado… o inimigo tal é bonzinho pois me salvou! Enquanto ela como uma serpente escondia o seu verdadeiro bote.

 SERPENTE DANDO BOTEMugen:

— Não queremos mais pessoas se isolando. Vamos lavar a roupa suja toda agora e depois continuamos é melhor assim. Como se fosse uma confissão aberta. Vou dizer um dos meus pecados… o tal Kainnos falou que me viu banhado em sangue saindo de um beco em Gaetano. Não lembro disso, mas sou um criminoso ou algo do gênero e por que confiariam em mim.

 Monge:

— Eu não sei os outros, mas até os seguintes fatos não confio! E desculpe, mas nem em você Sasaki nem em você Mugen, não fizeram nada.

 Rin D. Law:

— Eu massacrei uma vila toda por perder o controle de minha transformação! – diz isso se aliviando de ter escondido isso

 Monge:

— Eu entrei no grupo de coração aberto, sem nada a qual possa dizer que pudesse prejudicar, falei sobre minha relação com o médico o qual me ajudou, sobre de onde era, mas quando algo surge pessoas guardam para si!

Mugen:

— Não sei se lembra monge, não o vimos chegando estávamos no templo deixando uma mensagem para Abraão e Arhtlong.

 Monge:

— Eu lembro que senti como se algo me olhasse, como se quisesse me matar, e em seguida ele apareceu e defenderam ele. O pior dos inimigos é os que não pudesse sentir a vontade.

 Rin D. Law:

— Creio que já falei tudo sobre mim… tem certas coisas que ainda não estou pronto para falar.. então de mim vocês sabem praticamente tudo!

 Monge:

— Suas vidas passadas, o quanto ruim que sejam, não é de minha parte em si. Veja, eu me comprometi com algumas coisas, uma comigo, dois com meu amigo mestre, três com o médico e quatro com o grupo, e quando digo o grupo com todos vocês, porém quando fazem algo que é contra praticamente tudo de uma vez… a vocês já sabem entenderam.

 Dante:

— Eu entrei no grupo afim de me fortalecer e conseguir apoio em minha jornada pessoal, e nem por isso eu os abandonaria ainda mais por uma pessoa que nos atacou, me perdoe Dubhe mas sua desculpa não me desce a garganta, existe algo a mais e eu sinto isso…

 Rin D. Law:

— Também não concordo com o fato dela defender o inimigo mais se ele a salvou…. ela tinha uma divida com ele e guerreiros de verdade nunca esquecem suas dívidas… entenderam agora na próxima vez que eu o ver irei atacá-lo novamente entendeu Dubhe?

 Monge:

— Rin, se eu te salvar a vida e em seguida tentar te matar ainda me deve algo?

 Dante:

— Eu vi os dois se beijando.

 Dubhe Pallanén:

— Meu objetivo principal é matar essa tal de Mil Faces, até o dia que me colocaram nos grupos de busca para procurar um elfo que tinha sumido, nesse meio tempo eu conheci Nathan e prometi ajudá-lo a encontrar uma amiga dele, Mikaela… Eu realmente não queria prejudicar ninguém, e nem ofender ninguém quando o defendi.

 Dante:

— Ele me pediu um tempo para poderem ficar juntos sem ninguém os incomodando, estou mentindo?

 Rin D. Law:

— Ai já é amor…eu nem vou mais defender você Dubhe você está errada por completo agora… se apaixonar pelo inimigo?

Dubhe Pallanén:

— Ele quer de mim mais do que eu posso oferecer, não o amo… ele apenas é meu amigo.

 Monge:

— Beijando? Para uma pessoa que diz que só salvou a vida? Do jeito que esta parece que tudo foi premeditado. E somente veio pelo mando do mesmo.

 Dubhe Pallanén:

— Não vou mais ficar me justificando pra ninguém, já que não acreditam no que eu digo. – Pega as duas adagas de prata, a minha e a de Abraão. – — Peguem as adagas, elas são importantes e não tem porque continuarem comigo se vocês não confiam em mim.

 Rin D. Law:

— Pegue estas adagas logo eu não vou discutir com um grupo rachado…,capaz de eu larga isso de mão e sumir com meu irmão… ou vocês querem resolver isso logo? vamos logo! depois brigamos estou cansando disso tudo correria,mortes, eu quero só terminar isso tudo… – sobe as escadas para ver a porta dos guerreiros…

 Monge:

— Fugir… é isso que pretendes? Se realmente estivesse dedicada a seus fatos reais, teria ao menos tentando algo. Eu não posso mudar o destino e a decisão de ninguém, mas descobri a pouco que fugir nunca resolveu, mas se queres tanto ir ao encontro dele por seres revelada aqui faças. Isso só mostra a sua verdadeira vontade!

Mugen:

— Existe algum motivo para os 3 ganharem adagas, Abraão foi uma encomenda, a sua saiu do seu corpo e Rin apareceu com a dele não sei ao certo, como.

 Dante:

— Dubhe, se coloque em meu lugar, ele nos atacou sem motivo, e quando tínhamos a oportunidade de garantir nossa segurança com a sua morte, você nos impede, instantes depois eu os vejo se beijando enquanto dizem palavras de amor um ao outro e ele me pede um tempo para ficar a sós com você. E você somente garantiu sua segurança em troca de uma dívida, sendo que o mesmo também te atacou?.

Rin sobe ignorando a discussão. E chega ao 2º andar. O anjo some em meio ao tempo que passa.

Monge:

— Ou pelo menos captura… mas veja… o plano deles deu certo, no momento ele esta solto novamente e sua amiga foi ajudada e provavelmente algo ele ganhou com isso.

Dubhe Pallanén:

— Não vou fugir monge, só acho que elas não precisam ficar comigo se vocês não confiam em mim. Olha Dante, também não vou mais me explicar. Vou continuar com vocês, se quiserem é claro, mas vou manter certa distancia agora, se precisarem de mim estarei lá… Basta eu encontrar Mikaela e matar Mil faces e vocês nunca mais me verão. – Guarda as adagas já que ninguém pegou e vai atrás do Rin.

 Orfão:

. – Olhava agora como se estivesse certo sobre isto o tempo todo, porém um médio alivio consome seu peito por ter desabafado. Ainda faltava algo, os sentimentos ruins ainda lhe abatia! Mas neste momento lembrava! – — Acho que ela deveria tocar esta porta com a adaga e seus sangue! – Apontava a porta do primeiro andar que falava do sangue de ouro! – — Não me pergunte porque mas vi o sangue dourado na vinda do anjo.

Dante:

— Só me responda isso, caso ele volte, você o defenderia novamente? Você tem certeza que não guarda nenhum sentimento de amor por ele? responda com sinceridade e eu juro nunca mais tocar no assunto com você.

Dubhe Pallanén:

— Não o  amo  Dante, e se ele tentasse fazer algum mal contra vocês eu não o defenderia. Mas lembra que ele chegou e se rendeu e não mostrou nenhum tipo de resistência? Pois é, iriam mesmo atacar alguém que nem mesmo tentou atacar ou se defender? Na primeira vez eu deixei vocês imobilizarem ele e não fiz nada, o deixaram ir embora por vontade própria. Na segunda vez que ele apareceu e usou o gás ele só queria falar com a Serena e foi embora.  Mas se ele aparecer agora e tentar machucar alguém eu não vou poder ficar defendendo ele.

Orfão:

— Eu lembro que quando apareceu à primeira vez não tínhamos nada contra ele, eu não o deixei ir embora, foi levado pelos rapazes da torre os quais estavam nos ajudando e estava tudo um caos, a segunda vez o que garante que foi essa a intenção dele? Porque ele disse? Nem eu acreditaria nisto, a terceira eu iria o fazer desmaiar para podermos pensar no que fazer. Mas agora cansei disto, os outros estão perdoados.

E se eles confiam em você e a querem aqui, eu não serei contra pois são a maioria, mas não será como antes não és mais uma mulher nem homem, és uma pessoa a qual esta conosco por algum motivo e não devo me abrir para você ou me sacrificar pela mesma, pois a mesma não confia em mim no caso não confia em todos a não contar o que sabia sobre uma pessoa que atacou 2 vezes.

Dante:

— Como eu disse não tocarei mais no assunto, já tenho minhas próprias conclusões, porém ele usou o gás em mim, todos aqui sabem, eu não gosto de lutas mesmo não fugindo das mesmas eu prefiro um bom diálogo ao invés disso, mas me atacar, mesmo que seja “somente” me paralisar, é sim uma ofensa a qual eu não perdoaria, pelos deuses eu não o atacaria se ele viesse em paz sem me atacar uma bomba gás.

Dubhe Pallanén:

— Todos sabiam que eu o conhecia, nunca escondi isso, mas como vou falar dele se nem eu sei o que se passa com ele? Só não queria que o machucassem, mas nunca impedi um interrogatório. Mas façam como quiserem, o quanto antes terminarmos isso melhor.

Dante segue atrás de Rin.

A discussão se encerra de maneira forçada.

O monge fica no andar de baixo com Sasaki , Mugen e Dubhe. Depois de conversarem o serenge tigre novamente usa cura na porta “O clérigo prova a sua fé.”

A porta se abre novamente ao usar sua cura. E via que até agora abriu duas de quatro portas parecia mais convencido da sua função naquele lugar, mesmo que não gostasse de adagas ou não confiasse plenamente no grupo.

A porta leva a biblioteca com um livro sobre um mesa, que Sasaki e Mugen parecem reconhecer. Há uma escada para um segundo pavimento.

No segundo pavimento uma 7ª porta. As palavras “O mago não sofre só quando seu sangue é derramado.”

SANGUE PINGANDO RPGUtilizando força na porta “O homem de armas mostra sua força a todo o momento” Rin abre a porta com um encontrão.

Na sala, prateleiras com pergaminhos e um livro de capa marrom. Diário de Taulin – segundo volume.

O livro parece falar de como destravar as adagas – utilizando os rituais. Dante vasculha o resto da sala e não há nada nos pergaminhos, além de mapas antigos.

Todo ritual tem um símbolo alterado pela Grande Lufada. Zarandhes e agora Zarpho. Itens ligados aos deuses, o Braseiro e a Forja e a espada do próprio Zarpho. O livro que contém o conhecimento dos rituais, das adagas e etc. Penas de anjos. Fios de cabelo e sangue podem variar desde a pessoa que faça o ritual, a alguém em específico. Sementes são especiais trazidas de um outro “lugar”.

As próprias adagas que vão passar pelos rituais indicam o caminho certo até os itens e mostram uma aura avermelhada e um número que representam sua ordem entre as 12. Só entrar em determinados locais ou passar a adaga pelos itens já exercem efeito no ritual. Com exceções como sangue, fios de cabelos e semente que precisam se banhados/quebrados sobre as adagas a serem destravadas de fato.

Cada adaga tem um ritual e existe um genérico. Uma das adagas já estará destravada a com o Poder de Ver o Futuro.

Na sala da biblioteca duas pessoas chegam a Torre trancada. Anya e Serena.

Anya Vladesco diz:

– – Indo até o grupo. – – E aí… Muitos problemas sem nós duas? – – Sorrindo para eles.

Monge:

— Não se aproxima mais, não és confiável, estavas com o inimigo o qual a Dubhe defendeu há um tempo atrás!

Anya Vladesco:

– Já expliquei a situação… ele não é mal.. e me ajudou oras. Só vim ajudar… quanta ingratidão… não faço isso sempre não! – – Olhando meio incrédula para o garoto.

Monge:

— Ajude sem se aproximar, mesmo sendo mulher, não me conterei caso invente algo, já percebi que todas as mulheres que chegam próximo a aquele rapaz não são confiáveis nem dignas de proteção!

Anya Vladesco:

– Cruzes menino…. Você tem sério problemas sociais… deveria relaxar…sair mais… quem sabe beber? Beber faz bem… faz a pessoa ficar mais calma.  – – Brincando com órfão um pouco.

 Monge:

— Comece dizendo como chegou aqui. Só para começar!

Anya Vladesco:

– Serena… ela me ajudou a achar vocês… Não sei muito sobre o assunto… Na verdade, não pergunto tanta coisa para ela sobre isso, porque sei que ela não tem como responder.  Algo mais? – – Olhando para ele séria.

Monge: 

— E para que quer nos achar, fale seus verdadeiros objetivos, ou então arrancarei seu braço.

O monge tinha resolvido seus problemas com o grupo e isolado Dubhe, quando a aparição de Anya Vladesco só complica mais o cenário.

Continua.

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