Um novo pergaminho na história de Inpergoh – O jardim divino

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Muito próximo do final ou pelo menos assim o grupo imagina com a chegada ao primeiro ciclo. Lycan finalmente conta que realmente foi tomado pelas trevas, mas que o sacrifício de Agaren o trouxe de volta a luz a justiça e o tornou um dos Sábios de Antikhytera.

Descobrimos também que os próprios deuses não têm o livre-arbítrio das raças que o criaram sendo obrigados pelos seus criadores os Cinco Supremos a usar seu poder de criação para gerar monstros que não desejavam.

pergaminho RPG

 

O grupo surge no alto de uma montanha vislumbrando cinco dragões com as cores da magia: vermelho, azul, verde, branco e preto. Gravado no chão onde e quando estavam.

Reino de Shussan – Ano 004 do 1º Ciclo

Os cinco dragões cromáticos adultos conversam.

Vermelho: – O que viemos fazer aqui? Espero que não seja um encontro besta com draconianos fracos como vocês.

Branco: – Precisamos lidar com as esferas mágicas, na forma em que estão podem ser um risco.

Preto: – Fraco eu. Quer morrer hoje…

Azul: – Acalmassem todos. Não temos tempo para isso. Precisamos colocá-las em lugares de difícil alcance de qualquer humanóide de agora ou do futuro.

Verde: – E o que temos haver com isso?

Vermelho: – Só podia ser o mais burro entre os dragões, dragão verde… Somos os únicos seres viventes além de alguns deuses com poder para isso. E os deuses não podem interferir segundo as Leis dos Supremos.

Verde: – E nós podemos?

Vermelho: — É claro que sim. Somos superiores a qualquer raça frágil já criada, em magia superamos os elfos e os MaDons com uma distância que poderíamos atravessar o planeta cinco vezes.

Azul: – Interferir ou não, estamos fugindo da discussão. O que recomenda para prender as 12 Esferas?

Branco: – Fogo, Água, Ar, Terra, Trevas, Luz, Plantas, Animais, Espírito, Corpo, Metamagia e a Última Esfera.

Preto: – Recomendo lugares distantes, planetas, planos, lugares nada saudáveis a vida mortal.

As esferas são guardadas em lugares distantes.

CINCO DRAGÕES

Muito depois

Cinco homens são expulsos de uma cidade a pauladas.

Um deles mostra uma esfera.

— Consegui pegar isso.

O outro — Nossa uma esfera quase quebrada é o nosso prêmio por fazer um grande trabalho a cidade.

— A qual trabalho se refere? Falhamos no processo e quase matamos mais gente.

— Somos emprestáveis por natureza.

Uma voz diz. — Gostariam de poder?

— É claro. Respondem em coro.

A esfera é absorvida por um dos homens, a cidade explode as suas costas e seus olhos ficam negros.

Mais tarde

— Com o poder da magia encontramos as esferas, somos os únicos com tal poder.

Os magos riem criando efeitos com os poderes da esfera.

Até que os dragões os contêm num medalhão.

O Medalhão do Caos. Destruído por De Luca e reconstruído por Karsph.

As Esferas Dracônicas encontradas nos Quatro Planos Elementais que geraram a Última Esfera que foi ativada por Seth na Batalha Final e alterou a magia do mundo, ainda não sabem como, já que começaram sua jornada pelos Portões que continua.

O grupo é novamente arrastado no tempo até terras negras sem vida. No céu relâmpagos escrevem onde estão.

Reino de Glaven – Ano 003 do 1º Ciclo

Terras negras se espalham pelo mundo, desoladas, dragões voam no céu. Alguns homens andam pelas terras desoladas. Ullana e Zarpho param em determinado lugar e os outros deuses seguem viagem.

Zarpho: — O que achou desse lugar?

Ullana: — Ideal para a primeira criação.

Zarpho: — Por que nós fomos os escolhidos.

Ullana: — Não sou Tutte, então não fico me questionando, os questionando. Só aceito as bênçãos que me são concedidas e faço o que é ordenado pelos meus pais.

Zarpho: — Concordo com a minha irmã querida.

Ullana: — Não tem muitas irmãs, deve ser por isso que me prefere. Zarandhes e Aphnes são bem diferentes.

Zarpho: — É muito especial..

Ullana dá as mãos para Zarpho e a terra se abre e se preenche de lava. Que jorra sobre os dois.

Mais tarde a Ira de Ullana é temido pelos devotos como a Fúria de sua mãe

Ao lado do vulcão nasce Glaven, a primeira semente a brotar nas terras negras de Inpergoh.

VULCÃO

Algum tempo depois com a terra sem a coloração negra e sem a revoada de dragões.

Num grande terreno uma mulher de cabelos verdes e de pele morena que lembra casca de madeira anda pelo local que floresce. Ela encontra sentados em pedras ao final do caminho dois homens, um parece usar uma armadura prateada completa com olhos amarelados e outro um robe azulado com um cajado negro maior que sua altura.

-O que estão fazendo aqui? –pergunta a mulher

– Estávamos conversando. Tivemos uma ideia. – fala o homem de robe

– Usar esse local para um experimento, nossos superiores nos autorizaram, falaram que não é contra as regras.

– Que tipo de experimento?

O homem de armadura se levanta e linhas metálicas surgem no chão, criando uma cratera e dali paredes de metal.

– Fiz minha parte à outra é com vocês, não entendo esse tipo de… sentimento… na verdade não entendo o que somos uns dos outros.

– Irmãos. – diz o outro homem

– Sim irmãos. Ou algo muito próximo disso.

 – Ainda é estranho certos conceitos a minha pessoa. – ele começa a voar e some.

O homem do robe segura à mulher pelo braço e a beija, sete esferas coloridas surge ao redor dos dois entram no chão e o mesmo se fecha.

Mais tarde – 7 crianças nascem dali.  Do olho de uma delas sai uma chama azulada.

A criança também absorve o elemento antes de ser envolta em luz. A luz se expande pela terra e as placas de metal se multiplicam e começam a moldar uma espécie de cidade desenvolvida a partir da cratera. Já viram essa cidade em outra visão quando os Sábios de Antikythera falavam com Zero sobre o pergaminho.

Depois em Paikkhan

Cinco crianças chegam à cidade. Uma garota e quatro meninos. Os meninos têm biotipo igual, cabelo loiro e olhos claros. A menina não… é morena, só mantém os olhos azuis.

Rickmond:- – O que ela faz aqui?

— Não sei me trouxeram para cá. Para me ensinar.

Gilan: — Ensinar o quê?

— Não sei o padre falou que o primeiro estágio é entender o que eu sou, para saber usar os meus poderes.

Gilan e outro menino estão no lago, pegam um punhado de água nas mãos e a mesma se congela.

CONGELANDO Gilan: — Viu nossos poderes são parecidos.

Rickmond cria uma chama.

O quarto menino ergue pedras com o olhar.

O outro garoto sem ser Rickmond se apresenta. Sou Ahstan, prazer… os sábios disseram que meus poderes talvez se alterem faltam os manipuladores do ar, da luz e das trevas. Não pode ter dois da água.

 Gilan: — Pode sim, nós dois, como irmãos.

 Os sábios chegam, estão em seis.

Agaren: — Da luz não falta aqui está à pequena Marlene.

Marlene era a irmã de Maisa, a neta da mulher que o Primeiro Sábio da Luz salvou um ponto à frente no tempo. Revelando que as almas dela, Gilan, Rickmond, Ahstan e Zephaniah também se conectavam com as origens de Inpergoh.

Três anos para o início de tudo e um novo portão de luz se abre revelando o Início.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s