Um novo pergaminho na história de Inpergoh – Mestre de Armas

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Além do primeiro cális amarelo ser o Deus Nordeuar, descobrimos que Juren Lei escolheu Kallohime, o dragão serpente púrpura, único em Inpergoh para ser o líder supremos dos cális e deu lhe como primeiros discípulos, Valiance (o branco) descendente direto do Sábio da Luz e Kodhi (o preto) aquele que num mundo anterior roubou o poder de Mothan Joefhi, o verdadeiro Deus da Morte.

Fora isso num novo encontro com Marco De Lucca, um questionamento sobre matá-lo leva a diversas perguntas que colocaria toda missão e o próprio tempo em risco.

pergaminho RPG

Navios saem do porto rumo ao Grouass Leste. A seguir são virados por uma gigantesca hidra de gelo com 12 Cabeças. Piratas correm pelos navios para se salvar, ao saltar no mar são engolidos por um monstro que os devora e os navios.

O ar tremeluzente, efeito do calor, areias vermelhas escaldantes, a frente uma tenda, pessoas discutindo alto, escrito na tenda onde estavam.

Reino de Rhyfel – Ano 018 do 2º Ciclo.

No deserto quente, num acampamento em meio a Fornalha do Inferno. Homens estão nus dentro de uma barraca com uma gigantesca pedra de gelo.

Anão de barbas negras: – Eles falharam de novo General. Nada pode passar pelo oceano, aquele lugar é amaldiçoado.

General: – Nunca perdi uma batalha, se o Conselho de Fem me deixasse já teria ido para o mar.

Homem com presas de lobisomem: – E morreria nele. É um homem do deserto, seu turrão.

Arthlong

General: – E se elas seguirem para o resto do oceano, perdemos os caminhos do mar confiando só na magia. Eu não sou um homem que acredite só em magia.

MaDon com feições do oriente: – Deveria acreditar. Ou como acha que é possível um bloco de gelo resistir a esse inferno.

General: – Obrigado por me lembrar sempre. Fui obrigado a aceitá-lo aqui, não é?

MaDon com feições do oriente: – Sim. Ou teríamos todo morrido.

General: – Eu não morreria aqui.

Limpando o suor do rosto.

Mais tarde

General: – É o meu último recurso.

MaDon com feições do oriente: – Como mudou de opinião daquele dia para hoje.

General: – Precisei mudar.

MaDon: – O Senhor da Guerra abriu mão pela primeira vez.

O MaDon olha para o mar. Eles estão à frente de um navio com um cavalo de guerra esculpido a frente. As ondas sobem e criam um redemoinho. Que sugam muitos monstros marinhos.

MaDon: – Isso não irá bastar.

O General salta sobre a hidra de antes e monta uma espada gigante cortando toda suas cabeças e derretendo seu gelo com a temperatura do próprio corpo.

HIDRA DE GELO

General: – Agora pelo menos poder lutar, que era o meu desejo. Obrigado…

O nome do MaDon não pode ser ouvido pelo barulho das ondas.

MaDon: – Não tem de que Rhyfel.

No futuro Rhyfel funda o reino e a Armada Rubra. O exército mais temido até hoje.

Não tem nem tempo para pensar ou perguntar dessa vez, surgem dentro de uma caverna, o calor é menor que no deserto, mas ainda está quente. Gravado nas paredes.

Reino de Fem – Ano 016 do 1º Ciclo.

Um grupo de anões descarrega mochilas pesadas com ferramentas à frente de um grupo de cavernas.

Lá de dentro vem uma enorme fonte de luz.

Uma máquina gira rápida e some.

Anão 1: – O que foi aquilo?

Anão 2: – Não sei.

Anão 3: – Isso o assustou? Rindo.

Anão 1: – É claro que não, não sou do tipo assustado como você.

Anão 3: – E onde sou assustado.

Anão 2: – Isso é o de menos viemos aqui para encontrar o mineral que falaram, e o trabalho será longo.

Os anões começam a minerar e no chão separam várias peças únicas.

Anão 2: – Como eles disseram essa terra tem tesouros inimagináveis.

Anão 1: – Será que isso é natural, ou vem da bruxaria de antes?

Anão 3: – Bruxaria ou não. Vamos ganhar a vida e recomendo que fiquemos aqui e dominemos esse território sem dono, tomando conta das minas.

Anão 2: – Eu também.

Anão 1: – E qual o nome daremos?

Anão 3: – Pelo brilho dos seus olhos já vendo o fogo ardendo e as armas moldadas com esse metal chamaria de Fem.

– Um bom nome.

Diz um quarto anão de barbas vermelhas e todo sujo do trabalho.

ANÃO BARBA RUIVA

Anão 3: – Chegamos primeiro.

Zarpho: – Isso é relativo, mas… podem ficar. Só tomem cuidado com aqueles que vierem buscar os seus tesouros.

Muito tempo à frente próximo a Hefestus

Um vilarejo está em chamas e só restou uma casa com três pedras talhadas com o rosto dos 3 anões, em meio à destruição.

Aquela é a vila onde Fabregas nasceu, próximo da origem de Fem, os anões são os fundadores do local, a luz na caverna era uma ação da Máquina do Tempo de Sirius Lurzel ao deixar a primeira parte do TecV exatamente nesse ponto para que a saga do antigo cális negro começasse.

Continua além dos portões.

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