Um novo pergaminho na história de Inpergoh – O Senhor do Tempo

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Deuses entre nós literalmente, Ahstan descobriu que Nordeaur foi o primeiro cális amarelo de Inpergoh e os chamados avatares, os representantes dos Supremos no mundo de sua criação vão sendo revelados Maego de Aliester e Yuuhiko de Shiro, aquele que comanda “os jogos dos Portões” no 8º ciclo.

pergaminho RPG

Na imensidão branca surge um espelho que reflete um cenário que passaram a pouco, os dois Castelos (branco e preto) acima das Nuvens.  Na porta dos Castelos a informação de onde foram parar agora 

Reino de Tiakong – Ano 028 do 2º Ciclo

Um gigante de cabelos e barba feitos de eletricidade anda sob as nuvens até um castelo nas nuvens. Usando uma cota de malha reluzente.

GIGANTE DE ELETRICIDADE

Ele abre a boca e um trovão dispara, quando um dragão em forma púrpura em forma de serpente sai do centro do castelo.

Dragão: — A que devo sua visita Juren Lei?

Juren Lei: — Vim em nome dos meus irmãos em busca de um patrono para os cális, uma organização antiga no mundo que já serviu em diversas missões e os Supremos gostariam que tivesse um líder grandioso aqui.

Dragão: – E por que não os cromáticos?

Juren Lei: — Eles já precisam guardar as esferas da magia antiga de um mal que surgirá no futuro segundo os Sábios de Antikhytera e o pergaminho de Todos os Conhecimentos.

Dragão: — E o que preciso fazer?

Juren Lei: — Escolher os outros três. (Tirando duas esferas uma branca e uma preta) –Esses são os dois representantes iniciais Valiance e Kodhi. Treiná-los. Testá-los e obrigá-los a seguir os princípios: Morte, Sangue, Ganância, Natureza e Paz.

Dragão:– Aceitarei a missão para manter o Equilíbrio. Que as esferas se libertem.

Valiance e Kodhi surgem.

Valiance o grupo conhecia era o discípulo direto de Agaren, o Primeiro Sábio da Luz de Antikhytera e o antigo líder do cális que se sacrificou para que o grupo concentrasse na missão dos portões, numa luta como o Primeiro Sábio das Trevas.

Kodhi parecia alguém comum, mas o espelho que revela que ele no mundo dos Supremos roubou o poder do Descendente direto do Deus da Morte, Mothan Joefhi, outro cális negro em seu mundo. Os cális realmente eram mais importantes do que se podia imaginar a princípio e o papel de Fabregas tinha sido perdido em meio ao seu desaparecimento e o caos que gerou ao absorver a tecnologia.

KODHI

O espelho embaça, o cenário começa a se desfazer, ficando só a névoa até que revelam dentro de uma cidade com construções modernas feitas de pedra e metal e cercada por uma muralha gigantesca com grade.  Uma placa indica onde estão.

Reino de Imansiz – Ano 023 do 2º Ciclo.

Portão Norte o mais seguro.

O chão começa a tremer e uma esfera de luz azulada surge no lugar. Os Caçadores atacam a esfera, seus corpos queimam ao toque restando só poças.

Da esfera surge Marco De Luca e o grupo de criaturas infectadas. Dez delas, elas saltam o muro e começam a sofrer espasmos. De Luca fecha os olhos e com sua espada corta o pulso. Depois disso cria suas asas e voa tranquilamente até o Laboratório de Aventis.

Cientista: — Como uma criatura como você chegou até aqui, passando as defesas?

Marco De Luca: — Suas defesas são o de menos.

Cientista: — Guardas?

Marco De Luca só aponta a mão e os guardas ficam paralisados.

Cientista: — Como é possível. Monstros e magias funcionando aqui dentro normalmente.

CIENTISTA

Marco De Luca: — Vim fazer uma proposta. Daqui a mais ou menos 400 anos, seu exército se unirá a uma causa de uma organização conhecida como Lux Magna que tentará capturar 12 Criaturas, que seu laboratório conseguiu partes para estudo.

Cientista: – Antes de mais nada, por que eu o ouviria?

Marco De Luca: – Posso lhe dar vários motivos. Mas vou lembrá-lo de suas próprias palavras. “Como é possível. Monstros e magias funcionando aqui dentro normalmente”. Sendo um cientista tem curiosidade. Eu estou aqui para saciá-las e quando acabar fará o que disser.

Cientista: – Parece que tem certeza.

Marco De Luca: – E tenho. O que direi agora é o princípio do plano. Faça a aliança. Mas foque em algo distinto. Uma raça inimiga talvez. E esqueça o resto. Quando tudo terminar terá as 12 Esferas em mãos para trabalhar.

Cientista: – É uma promessa e tanto.

Marco De Luca: – Só aguarde.

Muito tempo depois:

Vocês veem um homem todo de negro com a cabeça baixa entregando algo em Imansiz.

Sirius: – Aqui está o prometido?

Outro cientista: – Nossa foi tudo verdade. Como conseguiram?

Sirius: – Quem precisava saber disso já sabe, só guarde muito bem isso e use na hora certa.

Ele vai embora e comunica por rádio com Marcos De Luca. – Estão entregues? Como planejou.

Marco De Luca: – Com isso a última peça chegará pelo portão e tudo correrá do jeito que desejo. Um caminho que se abrirá em dois.

O grupo novamente surge ao lado da “peça” mais importante na sua travessia pelos portões, De Luca.

Marco De Luca: – Nos encontrando novamente? Sim eu sei das outras vezes, por mais que na lógica elas tenham acontecido depois?

Zephaniah: – Por que não passa o meu machado no pescoço agora?

Marco De Luca: – Boa pergunta senhor bárbaro e sábio ao mesmo tempo. Poderia fazê-lo, mas o que ganharia com isso, eu morreria, ou só destruiria a própria lógica do espaço tempo, afinal se me matasse agora, como eu poderia ajudá-los daqui a 600 anos, se não os ajudasse conseguiram atravessar os Portões, ou tudo se resetaria em questão de horas? Vou deixar essas perguntas ressoando enquanto continuam.

Num forte clarão de luz imagens passam rápidas e param já no próximo portão.

Continua além dos Portões.

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