Um novo pergaminho na história de Inpergoh – Fonte Divina

POR LEONARDO ‘SILVERBOLT” DIAS

Seth descobre a origem de sua raça os MaDons e numa das passagens pelos portões, o grupo encontro o homem desconhecido pelos deuses, Marco De Lucca e o mesmo conta que se ocultou dos Pergaminhos para que nem tudo fosse resetado e eles vencessem o jogo, seu objetivo criar uma nova raça, a habilidade suprema dos Deuses em suas mãos “mortais”.

pergaminho RPG

A travessia os leva a placa de identificação de uma cidade/reino.

Reino de Carancasto – Ano 065 do 5º Ciclo

A cidade está cheia. As pessoas vão desaparecendo, até que ficam os primeiros prédios em construções. O maior entre eles é o da Casa Di Ventinni.

O órgão ganhou esse nome apenas 4 anos, antes se chamava Conselho dos Reinos. E tinha alta espionagem agindo lá dentro. Os alvos foram caçados e presos espalhados pelas mais diversas prisões. (Vendo uma manchete no jornal).

Wulfgan: Um senhor barbudo com uma túnica e cajado para se apoiar.

Zarandes: Uma mulher com cabelos negros trançados, olhos vermelhos, luvas de couro, saia negra com correntes, uma blusa cortada mostrando a barriga, morena. Com duas asas de penas negras.

ZARANDES

Wulfgan chega nessa cidade logo após o início da construção.

— Sinto que esse reino prosperará por curto tempo, depois entrará em queda. O sangue derramado por dentro das casas irá trazer isso.

Alguém o espionando.

Zarandes: — Isso não seria uma benção.

— Só a você. Esse reino deixará o mundo estático. Achando que esse é o lugar principal, quando na verdade está longe disse.

Zarandes: — Parece que sente o cheiro de morte mais do que a própria deusa da morte.

— Você não é a Deusa da Morte.

Zarandes: — De onde tirou isso?

— Eu não desloco só por ser o meu portfólio. E sim por outros motivos. Para conhecer as partes do mundo que desconheço. Criei só um fragmento desse lugar. E acredito que a ideia desse mundo seja essa. Sem deuses ditos criadores das raças, por mais que os seres acreditem que foram criados por a, b ou c. E sem deuses elementais. Pegando aspectos importantes, até mesmo na criação.

Zarandes: – Não respondeu a minha pergunta?

Wulfgan: – O deus da morte foi um dos primeiros entre os deuses. Muitos anos antes de pensarmos em existir. Ele é o real. Você é um só fragmento de pensamento para manter os mortos, os vivos e aqueles que estão na metade do caminho.

Zarandes: – Duvida do meu poder?

Wulfgan: – Se pensar é mais forte do que eu. Só sei a verdade porque busco a mesma. Esse é o objetivo da missão dos portões, a curiosidade, por pelo caminho terão tantas adversidades e mortes que o ideal aos heróis fosse desistir.  Só que eles também saberão que esse não é o caminho.

O grupo dessa vez continua ali ao lado da Deusa da Morte e do Deus da Viagem, como nos primeiros portões.

Zarandes: — Achei que a cidade estava vazia.

Wulfgan: — São os escolhidos atravessando os portões. Vendo importantes momentos da criação.

Zarandes: — Nossa conversa preguiçosa é um grande momento, quem escolheu isso?

Wulfgan: — Os Supremos ou a Fonte da Origem do Seu Poder.

FONTE DIVINA

Seth: — Quer dizer que há uma origem para os poderes divinos? Ela pode ser descoberta por um mortal.

Wulfgan: — Antes sim, era algo palpável, mas os Supremos viram o efeito que ia causou no seu mundo de origem e tornaram seus “deuses” pessoas com essência e corpo únicos, que não poderiam ser removidos por um blasfemador ou caçador de Deuses.

Zarandes: — O tal Deus da Morte que falou perdeu sua fonte de poder?

Wulfgan: — A história dele é muita mais complexa que isso, ele teve seus poderes usurpados…

Com uma rajada de ventos fortes tudo fica negro e um túnel se forma marcando um novo caminho, após a conversa com De Lucca o grupo não tinha muito a questionar, só seguir em frente, só o mago curioso que resolveu fazer perguntas.

Escrito no chão está o novo destino.

Reino de Wissen – Ano 060 do 4º Ciclo

Numa planície cercada por árvores grandes, ao sul é possível avistar montanhas de gelo, ao norte além da floresta há estradas de terra com marcas de uma caravana que passou recentemente, a leste perto de um rio tem um acampamento onde um grupo de aventureiros aguarda.

O grupo é formado só por elfos, no total de 6 deles: Maethor, Golwen, Saelvaethor, Naeret (a única elfa), Ithit e Fain.

Conversando com os elfos, o grupo descobre que eles vieram por algum tipo de portal foragidos dos Caçadores de Criaturas de Imansiz para cá, a caçada ordenada pelo Führer Reinheit. Seria o mesmo ou tem o mesmo nome? Alguma manipulação científica da cidade ou apenas a troca de alma igual Rickmond e Gilan.

Eles são conhecidos, os mesmos de quando voltaram no tempo, e agora sabiam não só para o ano 060, mas o para o ciclo 4.

Diferente de antes a conversa é interrompida e a cena segue.

Depois de um tempo os elfos levantam acampamento e seguem para Hanes.

Ao chegar à cidade irão ver que ela realmente está em construção e no caminho até lá descobrirão que um ponto específico no caminho faz uma rede de comunicação primária do mundo que mais tarde se transformará no Hoo Hoot Express e Asas de Fahrzeug. Dali mensagens são enviadas desde continente para o central ou para Kaupellinen e Fem através de aves treinadas para isso.

Na verdade o tal ponto se tornará a cidade de Kartes oficialmente no ano 061, sendo a primeira cidade do reino de fato, antes da conclusão da construção da capital em 063.

Nos territórios da chamada cidadela dos sábios não há aventuras, só trabalho pesado e informação sobre os reinos que já estão formados nesta época. O reino governante no ano 060 ainda é Benedetto, além dele a floresta e as montanhas congeladas de Glaven só faz fronteira com os mistérios do reino desconhecido de Imansiz. E pelo que parece Reinheit já e a família governante ou sempre foi desde a fundação do reino em si no ano 023.

Corujas voam pela cidade à noite parando no prédio que hoje é a biblioteca. Tutte observa tudo ao lado de Gamla.

CORUJA

Tutte: – Não entendo por que deseja me passar o bastão.

Gamla: – Os servos da luz ainda são poucos e enfrentamos um crescimento cada vez maior dos devotos de Ethor e seu culto secreto. Você não tem inimigo natural, é o patrono dos bardos e sábios do leste e juntos conseguirão cumprir a missão dos deuses.

Tutte: – Tem tanta pressa assim.

Gamla: – Não gosto de sofrimento em vão, mas também não estou apto a desafiar os desígnios dos Cinco.

Tutte: – Acho que vou desafiá-los?

Gamla: – Também não é por isso que acertei na minha escolha. Não é para lhe fazer nenhuma espécie de mal.

Tutte: – E acha que tenho alguma dúvida? É você afinal.

Gamla: – Eu sei.

No jornal é anunciada a abertura de Hanes e da Biblioteca no dia 7 Siroh do ano 063.

Novamente as corujas voam só que agora em pleno dia e o grupo parece se deslocar novamente no tempo.

Continua além dos Portões.

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