Recortes nº 2

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Essa matéria abre a semana do revival, porque algumas sessões que tiveram pouquíssimas edições, o que não é o caso de RPG – Hora do Teste com mais de 20 edições, volta a dar as caras.

Consegui colocar algumas das séries que assisto em dia e comentei na primeira matéria como esse nome, mas o tempo passou, elas irão voltar essa semana e ao invés de uma matéria semanal irei fazer um apanhado do que aconteceu desde a Season Premiere até o último episódio de 2013 dessas séries, se minhas previsões deram certos ou não, por exemplo.

Com spoilers de Marvel – Agents of Shield, Revolution e American Horror Story.

Supernatural continua firme e forte com os reviews e volta com o 9×10 no dia 14/01.

Recortes

American Horror Story: Coven (AHS) Já foram exibidos 9 dos 13 capítulos que compõe a atual temporada e o que comentei da coragem para matar personagens dos créditos mostrou-se um engodo afinal ninguém fica morto na série a todo tipo de morto-vivo: golem, fantasma, ressurreição “natural” feita pela Fênix, a personagem de Lily Rabe que renasceu das cinzas como a própria ave.

LILY RABE RENASCENDO

Continuo apreciando a série que cumpre a que veio de mostrar um horror semanal com conteúdo, usando clichês só que de uma forma convivente, só acho que a 3ª temporada ficou meio sem um objetivo central para seguir. A questão da Suprema, as vezes é abordada, depois esquecida, alguns plots são despertados e resolvidos tão rápidos e outros esquecidos por muito tempo até se misturarem com novos.

Evan Peters que brilhou na 2ª temporada tem sido insuportável no seu papel de Golem e com tanta bruxaria sendo executada ninguém tentou descobrir o porquê dele ter matado a mãe, que o bolinava cretinamente.

A beata da casa ao lado foi outra pouco explorada, quando ia ganhar novos contornos aceitando Nan por ser seu elo com o filho, o mesmo extrapolou tudo jogando os pecados na cara da mãe e sendo assassinado por ela, depois de escapar de um ataque de zumbi e de um tiro de Caçador de Bruxas. É mole.

Kathy Bates mesmo se destacando na série, tem um papel que fica menor a cada semana, proporcional ao seu corpo, ou melhor sua cabeça decapitada que estava no salão onde a série deu sua pausa, com o marido de Cordelia renegando as ordens do seu pai líder dos Caça Bruxas e matando as discípulas do Voodoo até ser controlado por Quennie e dar um tiro na própria cabeça.

CABEÇA DE KATHY BATES

Quem sabe os novos episódios a aliança entre as Bruxas do Coven e as discípulas do Voodoo dê um rumo principal para a série.

Revolution: Sendo sincero Revolution melhorou e muito na sua 2ª temporada, ainda sinto falta de Nora (a única dos mortos da 1ª temporada) com alguma relevância de fato, mas o elenco mais enxuto e centrada no número menor de cenários, a vila de Willoughby no Texas sob a tutela de Gene, pai de Raquel e do outro lado o Acampamento dos Sobreviventes das Nações das Planícies.

O Governo Norte-Americano surgiu com o novo vilão da série, lançando bombas, torturando, fazendo acordos para receber de volta o direito de governar o reconstruído EUA após blecaute. Só ainda não entendi o código em árabe, os símbolos e a versão dos super soldados, no qual Jason acabou se metendo, separado do pai que mentia mais uma vez, ele foi isolado e se tornou um recruta do governo, um soldado preparado para matar sem perguntas.

Na vila, Aaron morreu e reviveu, a explicação para isso veio da nanotecnologia que já estava presente na série, depois descobrimos que ele podia causar combustão espontânea usando os nanorobôs na atmosfera e no último episódio do ano, o motivo de escolheram Aaron, foi ele que os despertou quando reativou a energia por alguns minutos e meio que se tornou o “pai” deles, que renegou os filhos e com isso perdeu Cinthia, depois da mesma já ter sido ressuscita uma vez, pelo poder de cura que ele tem em mãos, ou tinha.

NANOTECNOGIA QUEIMANDO OU CURANDO

Rachel continua sendo a chata da série, Miles o herói que mesmo com uma mão quebrada vence exércitos, Charlie melhorou perdendo todo o romantismo da personagem e virando uma guerrilheira com o tio e o suposto interesse amoroso atual, Sebastian Monroe, sim há algo no ar entre o algoz de seu pai e irmão que agora ajuda os mocinhos, as vezes, e luta contra o Governo.

MONROE E CHARLIE

Neville ganhou status com o mesmo Governo para destruí-lo por dentro para vingar a mulher, quando também no episódio de Mid Season descobre ela viva e casada com um magnata e resolvem deixar tudo como estar e colocar em prática algum plano misterioso. Fora as cenas de ações aqui, ele e Jason estão muito desinteressantes ultimamente, a atuação de Giancarlo Esposito é monstruosa, mas as tramas são do nível da 1ª temporada.

Agora é ver para onde a série irá, com o Governo Americano derrubado no vilarejo por Aaron, agora sem “super poderes” e Raquel tendo de aceitar que o pai trabalhava para o inimigo. E provavelmente o grupo principal em modo de fuga novamente.

Marvel – Agents of Shield:  A série manteve os bons efeitos especiais, “alguns” personagens carismáticos e outro ponto que ficou idêntico a primeira matéria foi o mimimi dos fãs que desejavam uma série de super heróis e esqueceu que o nome era Agents of Shield, a Marvel já tem projetos para o Netflix cobrindo heróis “menores” do seu universo, aqueles que querem isso só esperar e assistir os próximos projetos.

A mitologia da série continuou se desenvolvendo no ápice no episódio que encerrou o ano com o projeto Centopéia e o Olho Espião se conectando ao inimigo liderado pelo Clarividente, o ex-militar resgatado e a mulher do vestido de flor, Rania.

RANIA

Outro ponto importante é que o episódio que iniciará 2014 com o nome Magic Place promete resolver o quebra-cabeças da ressurreição de Coulson, pelo menos em partes.

Ainda falta um background melhor de Ward e May principalmente e mais função para Skye, que é hacker um episódio sim e outro não. Mas a dupla Fitz-Simmons já ganhou a todos eu imagino com os episódios centrados neles que foram magníficos. Com a cena de Ward resgatando Jemma com uma que de James Bond.

Ward resgate

Falando em desenvolvimento de mitologia outras duas séries Sci Fi com menos ação que Marvel – Agents of Shield, ou MaoS como é chamado em vários sites, no caso X Files e Fringe tiveram primeiras temporadas que trabalhavam aspectos leves de sua mitologia e só foram crescendo ao longo do tempo. Precisamos deixar MaoS respirar e mostrar a que veio, assim como Revolution que se recuperou, a série pode passar a agradar gregos e troianos.

Continuo recomendando as três. Num top colocaria MaoS em primeiro, Revolution em segundo e AHS: Coven pela trama confusa em 3º.

Continua numa próxima matéria.

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