RPG online – Uma armadilha no meio da estrada

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Duas listas cheias de ingrediente e um caminho infinito de possibilidades ao grupo que acaba de ver o pesadelo que lhe espera com a enorme lista de indicados a Pilares como Finnias.

ARMADILHA

Após descobrirem as duas listas de ingredientes na Biblioteca Subterrânea de Hanes para rituais que ainda desconhecem o propósito, o grupo usa o rádio que Akim deu para informá-lo da situação e o mesmo conta seu breve encontro com Pietra, a antiga membro do Biedpolter, falando que a existência de Akim era um mal sinal.

Mesmo com a visão de Abraão a maioria dos ingredientes ainda eram inacessíveis, então o grupo prefere continuar junto quanto mais depois do que aconteceu com Nathan e resolvem se teleportar para Fem e procurar pistas do tal braseiro da lista, só Leon fica para trás para pesquisar.

A cidade dentro de uma montanha, extremamente quente tem uma população receptível que não conhece nenhuma história de braseiro, as adagas parecem servir de bússola para algum tipo de lugar ou objeto e o grupo se depara com um casebre que lembra a visão do paladino de Gamla, o monge acaba abrindo a porta destrancada e coletando o primeiro dos ingredientes sem maiores problemas. A casa continha um porta-retrato com 4 anões, mas não tinha sinal de que eles viviam ali recentemente.

CIDADE ANÃ

Ainda sem muitos lugares para procurar pistas vão até um Templo de Zarpho, outro dos itens na lista e lá chegando as adagas de Abraão e Dubhe tem uma reação, elas brilhavam em tom avermelhado, a de Abraão mostrava o número 1 e de Dubhe o número 2. E sentado num banco no meio do templo próximo a alguns anões quem trabalhavam em forja… estava Serena.

Serena: — Vim saber o que descobriram dos irmãos cantores?

Serena

Sasaki questiona onde está Kitty e Serena fala que perdeu tudo, Joseph pela doença, Kitty pelo amor e para a criança maligna e que sua única motivação é achar os tais irmãos cantores que menciona desde que surgiu nesse lugar saindo do caixão em Gaetano.

Sasaki: — Acho que posso ajudá-lo. Obrigado Dante… – Ela tira algo da mochila. Um porta-mapa, tira o pergaminho e começa  a ler.

“Minha querida neta, a Grande Lufada pesquisei até me esgotar e não encontrei nada, mas os irmãos cantores me perdi em várias tentativas até pensar no óbvio, os irmãos Bulan, Pengikut e Luna, membros do time que ajudou a abrir os Portões das Memórias Perdidas, um bardo e uma dançarina, ambos cantores e dançarinos. A questão é o que tal garota deseja com eles e onde achá-los”.

Dubhe se aproxima dos anões para questionar sobre o símbolo sagrado profanado e eles respondem que eram clérigos de Zarpho que depois que não só seu templo, mas como todos os outros, incluindo brasões dos deuses espalhados pelos 4 continentes de Inpergoh, perderam seus poderes divinos. Mas mantiveram sua fé e ajudam como podem quem chega ao templo, só que agora as pessoas os temem, achando que são amaldiçoados ao algo assim e eles usam seu tempo para se preparar para a batalha como é um dos lemas do seu Deus.

Com dois itens coletados o grupo contata Leon pelo rádio e retornam a Hanes para saber o que o mago conseguiu pesquisar nesse meio tempo.

Após uma discussão só para discutir o melhor lugar para que Leon conte as novidades eles seguem para a estalagem quando vão caindo paralisados, os únicos de pé são Arthlong, Órfão e Serena.  O monge sai da névoa e procura um lugar alto para ver de cima o que aconteceu – um cortina de névoa cobre o lugar que estavam e o vento começa a dispersá-la. Arthlong fareja Leon e Sirius e retira o mago do lugar com sua forma de lobo, enquanto Dubhe usa suas habilidades do atributo RES para remover o veneno do seu corpo e se levantar ainda debilitada.

NUVEM DE VENENO

Órfão salta do alto se tornado sua forma híbrida entre tigre e humano e acabando de dispersar a  névoa com um urro que revela o responsável pelo ataque: Aztaroth que toca no seu símbolo da pulseira e diz que conseguiu o que queria se teleportando para longe.

No meio do caos surge um lobisomem negro chamado Rin… E o grupo se dá conta que o monge agora estava com outra forma e com dificuldade para se comunicar, colocando mais “R” onde não havia antes pelas presas protuberantes na forma humana.

Todos desconfiam de Rin, mas Serena resolve ficar com eles e os animais enquanto o grupo se reúne para saber o que Leon descobriu.

O paladino começa a ficar em fúria e apoiado por Arthlong resolvem procurar uma maneira de ir ao reino da Alquimia – Symia – em busca de defesas contra Aztaroth que agora era um inimigo declarado, em oposição a vontade do grupo de continuar a busca aos ingrediente e permanecer juntos.

TORRE

Leon: — Vou começar com um detalhe. Lembrando que tudo isso vem desde que me chamaram pelo rádio e não ao ataque ou a aparição do dito guarda. Num templo de Tutte que visitei em Hanes foi possível descobrir a localização de um templo negro do Deus da Morte, fiz a pesquisa por que um dos itens dos rituais era o símbolo profanado de Zarandhes, a deusa da morte. O mais próximo fica além das montanhas acho que os portadores da adaga que precisam fazer uma visita. Além disso. Outras profanações coletivas em templos divinos.

Wulfgan agora tem pegadas na direção contrária; Juren Lei, a máscara rachada ao meio por um relâmpago e Sagramor todos os dez brasões banhados a sangue. Isso não pode ser efeito físico, por que todos os símbolos divinos carregados e gravados estão sendo modificados. Seis deuses afetados pelo que sabemos até agora: Zarandhes, Zarpho, Juren Lei, Sagramor, Wulfgan e Qlub. Todos menores e aparentemente sem ligação muito grande. Os profanações devem significar algo, como a 12ª cabeça negra em Qlub, ou o x vermelho em Zarpho.

Descobri também sobre as penas e as sementes, logo dividirei com vocês.

O que Kitty/Anya fez para se separar de Serena? O que Aztaroth queria durante o ataque? Respostas nos próximos resumos.

EXTRA:

Lista de ingredientes:

1) Uma foice com uma corrente branca (símbolo profanado da Deusa da Morte), um templo, penas, um braseiro, um livro de capa branca e por fim sangue num jarro.

2) Símbolo do deus das forjas riscado com um x vermelho, uma forja, uma espada de lâmina vermelha, sementes, uma pena, um livro de capa branca e fios de cabelo negros.

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