Um novo pergaminho na história de Inpergoh – O cubo mágico

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Após atravessar os portais o grupo se encontra com Noldian, o Deus das Máquinas duas vezes e com Aled, o Deus da Alquimia, um encontro inesperado sem as respostas que eles desejavam ter após tantos sacrifícios para chegar até aqui. Um novo portão se abre, qual será o destino?

pergaminho RPG

Além da fenda iluminada são jogados diretamente numa nova cena, uma placa dentro do túnel informa.

Reino de Khazart – Ano 086 do 6º Ciclo

Uma gigantesca caravana com mais de 50 carroças, com pessoas de todas as raças, cores, em sua maioria bêbada chega à cidade.

Uma mulher morena, de olhos verdes e cabelos castanhos encaracolados, com um vestido branco com girassóis, todo empoeirado e descalça desce da mesma.

Sonnia Khazart: – Gostei do ar nesse local. Que tal pararmos aqui?

Multidões: – Um banquete para comemorar.

Todos armam acampamento, preparam um grande banquete e comemoram naquele lugar. Sonnia anda pelo terreno deserto quase sem plantas.

Sonnia Khazart: – Por que será que não deram uso a esse lugar. Esse continente tem um deserto ao leste, um mar não navegável, montanhas demais ao oeste e só foi povoado do centro para cima com a criação de Carancasto. E isso já tem 21 anos e nada. Acho que vou parar depois de 10 anos de minha aposentadoria.

Anão Caolho: – Acho que Versch vai gostar de saber que fundou um reino.

Sonnia Khazart: – Fundar um reino eu disse só que iria me aposentar. Ou melhor, cancelar minha aposentadoria.

Elfo de Cabelos Verdes: – Até onde sei continuou sendo barda. Canta, dança e contas milhares de histórias diferentes.

Sonnia Khazart: – Nisso está certo. Só que quero algo mais. Quero meus nomes nos livros que leio. Talvez esteja certo amigo caolho… tenho um pouco de inveja de Versch e seu reino dos não humanos no meio da selva de Kalt.

Halfling de Cabelos Brancos: – Quer o que?

Sonnia Khazart: – Transformar esse lugar num ponto de encontro de todos. Livre. Com acesso ao maior número de lugares possíveis, com diversões para todos. Será que estou sonhando muito alto.

… (alguém brincando com uma adaga curva): – Acho que não, Senhorita Khazart.

Ele arremessa a adaga para cima. E veem a cidade construída. O parque temático. A Floresta Esquecida. A arena antiga. A Taverna de Voldenstrich. Uma mansão. A torre central. A estação e o porto.

TORRE CENTRAL COM SINO

Um elfo anda rápido pela rua, seus cabelos são naturalmente vermelhos. Ele chega à taverna e procura Brennan.

Elfo Ruivo: – Olá Brennan?

Brennan: – Você… o que está fazendo aqui? Já tive problemas há pouco tempo e agora que tudo se acalmou.

Elfo Ruivo: – Vim ajudar nossa amiga Adelaide a levantar o escudo?

Brennan: – E só?

Elfo Ruivo: – Claro que não. Vim visitar os amigos.

Brennan: – Amigos?

Elfo Ruivo: – Você, Adelaide, o seu segurança ali, os que sobreviveram.

Brennan: – Não deseja missões, não é?

Elfo Ruivo: – Já tenho muitas missões. Tenho uma para você.

ELFO RUIVO

Tira e lhe entrega uma pedra vermelha com um símbolo. Há pessoas presas nesse lugar contaminadas por uma doença nova.

Brennan: – E tenho cara de curandeiro?

Elfo Ruivo: – Sei que pode achar um curandeiro e curá-los. Antes que a mesma se espalhe e tenhamos uma nova raça.

Brennan: – O que está dizendo?

Elfo Ruivo: – Um mago chamado Marco De Luca criou uma doença de laboratório com a ajuda dos cientistas de Imansiz.

Brennan: – E como uma doença pode criar uma nova raça?

Elfo Ruivo: – Boa pergunta. Eu ainda não tenho a resposta. Iria pedir ajuda a nossa amiga invocadora, mas ela tem feito o papel de guia muito bem feito. Contando com a ajuda do grupo de Liu. Ela penou, mas talvez consiga concluir sua missão.

Brennan: – E o tal escudo é para que?

Elfo Ruivo: – Proteger seus empregados e os tesouros da mansão?

Brennan: – Tesouros?

Elfo Ruivo: – Coisas escondidas aos olhos dos curiosos.

O grupo finalmente está livre e surgem no meio da taverna, os mascotes desaparecem daqui para frente.

Ahstan: — Falou em Marco De Lucca? O conhece pessoalmente?

Seth: — Além dessas questões poderia nos dizer o que é isso de raça nova? Achei que só divindades tinham o poder de criação?

Elfo Ruivo: — Nem sei quem são e já chegam mexendo em ninhos de cobra. Que tal uma apresentação simples para começar, sou Nudriel, o ruivo.

Zephaniah: — Zephaniah. Mas seja breve antes que abra outro portão e quero saber de Morrigane, Slane e Gael.

Lycan: — Eles estão bem só que nos criariam mais dificuldades que já temos e ficaram em algum lugar seguro no meio dos portões. Sou Lycan, atualmente o Sábio das Trevas.

Brennan: — Façam melhor antes que prejudiquem meus negócios. Conversem aqui dentro.

O taverneiro e amigo pessoal de Nudriel os levam para uma sala de reuniões a princípio, com mapas sobre a mesa com diversas marcações, o grupo termina de se apresentar.

Nudriel: — Ok. Sei que o tempo de vocês é curto. E não vou deixar minha curiosidade de lado se estão dispostos a ajudar. Preciso de curandeiros, que possam curar doenças antes que elas atinjam um estado crítico e essas pessoas deixem de ser o que eram, em termos de raça e se tornem híbridos de demônios ou alguma espécie nova que não vive no Plano do Fogo.

Lycan: — Indicando posso ajudar e Seth e Zephaniah também tem magia de cura.

Jacques: — Sobre Marco De Lucca o que sabe a respeito dele?

Nudriel: — Parece um cientista e mago ao mesmo tempo, como Seth disse parece querer brincar de Deus, não sei o motivo…

Começa a cair flocos de neve na sala e subitamente estão numa área gelada de frente para várias cavernas esculpidas numa montanha de gelo. Seth e Zephaniah reconhecem Glace e os demais veem uma placa.

Reino de Glace – Ano 084 do 6º Ciclo.

Duas pessoas caminham pela neve que cobre o lugar e entram numa das dezenas de cavernas. Algumas delas soterradas.

Tirando o capuz que protegia do frio está um jovem loiro, de olhos verdes, cabelos curtos e mal cortados.

Rickmond: – Queria ser como você?

Gilan: – Eu posso protegê-lo.

Rickmond: – Eu prefiro resistir.

Gilan: – Então não reclame tanto. Logo iremos acabar nossa missão.

Rickmond e Gilan andam pela caverna quase sem iluminação e tiram um cubo da sacola

Rickmond: Por que o Ainur quer que nós escondamos isso? Você que é o mago de fato deve saber?

Gilan: – Você faz parte da Guarda Arcana.

Rickmond: E isso não quer dizer muito. Sou um soldado que serve o reino da magia, e guarda-costas pessoas de Ainur.

Gilan: – Ainur disse que o cubo se chama Item do Tempo Perdido. Que ele tem essências anteriores à criação desse mundo. Mas que sem o gelo para contê-lo, o mesmo poder entrar em colapso e criar fenômenos mágicos estranhos.

Rickmond: – Como o quê?

Gilan: – Lembra-se da Montanha de Gelo que existia nesse lugar onde só há as cavernas hoje?

Rickmond: – Sim.

Gilan: – Exatamente como isso.

Rickmond: – Algo mais?

Gilan: – A Fornalha, o efeito da magia verde em Versch, as criaturas do Groauss Leste só para ter alguns exemplos.

Rickmond: – E quem criou isso?

Gilan: – Isso ele não me falou.

Ele toca a parede de gelo criando uma abertura e congelando de novo depois.

GUERREIRO DO GELO

Gilan: – Se gelo o protege. Aí estará seguro.

Ahstan e Zephaniah reconhecem seus irmãos e pedem respostas, o mesmo fala que conheceram outro Ahstan quando eram jovens, os ciclos e os renascimento ofuscam tudo, eles evitam falar do cubo e de Ainur, não conhecem Marco De Lucca e tampouco jogos, guias e etc.

A cena em si parecia a mais sem propósito até o momento.

Quando novamente uma luz vinha do final da caverna e os dois sétimos filhos ficam para trás enquanto os demais seguem pelos portões.

LUZ NA CAVERNA

Que histórias eles vão visitar? O que Marco De Lucca faz há 200 anos atrás? Qual o propósito da criação de uma nova raça?

Continua além dos Portões.

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