RPG online – O começo para poucos e o fim para muitos

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Numa semana onde o 2ic parou para fazer uma manutenção no bug comentado na última matéria, vou só falar deles aqui e deixar “outros” bugs para próximas sessões.

RPG online 3

Voltando aos relatos das experiências on-line, aventura iniciada mesmo com dois jogadores dos quatro, aproveito para junta-los logo, por que não fazia sentidos dois turnos com dois jogadores por muito tempo e como Info e Schalleon se conheciam teriam uma sinergia independente de personagens.

O mago sabia que deveria ir ao centro do mundo – como diz o nome da aventura – para começar sua busca pelas memórias esquecidas e o soldado aproveita o primeiro passeio de barco, normalmente os que saíam daquela cidade eram com mercadorias para ir para longe. Ele era um condenado por julgamento militar, despejado sobre seus ombros uma culpa que não era dele.

soldado

Convites surgem em suas mãos num misterioso evento e o dono da embarcação era o terceiro jogador ausente – assim poderia encaixá-lo se resolvesse aparecer – o que fez na 3ª aventura – ou como npc temporário como discuti na outra matéria.

Começa a viagem de barco, com o soldado William Bardon (Schalleon) passando mais tempo em sua cabine, enquanto Gorgov (Info) e seu aliado o anão de barbas ruivas, Faris Nogrod buscando informações sobre a viagem, o destino final e até sobre as memórias.

Navio antigo

Visitantes da sala na primeira aventura voltam e pede para fazer personagens – numa peneira difícil de ser fazer – como comentei na matéria anterior e só com dois dos 4 jogadores abro espaço para eles, mas a partir daí tento mantê-los isolados a princípio para testar jogador por jogador, com raríssimas exceções como o caso que contei do jogador morto transformado em estátua de ouro.

Outro plot – do 4º personagem foi aproveitado com um dos novos jogadores, com os personagens Brom e Hadamant´s na verdade o plot mais complexo para o início de aventura. Baseado na coragem dos jogadores em entrar ou não numa cidade com toda a cara de “encrenca”.

Muro

Hadamant´s corria sua história em paralelo perdido no meio dos desertos de Rhyfel, desmemoriado, com um símbolo de madeira com o desenho de uma rosa e o sol (leia mais sobre Hadamant´s – aqui).  E Brom usava o plot do 4º personagem.

Na mesma aventura que os dois iniciam sua jornada, cada uma com uma duração diferente, Credan o terceiro jogador com o personagem Dan Sebastian, o dono do navio, ladino e militar com aposentadoria forçada ressurge. Naquele problema técnico de já te-lo usado na aventura de uma forma e quando o jogador o pega – a idéia que tinha em mente é completamente contrária a sua.

Para “transformar” PCs em NPCs quando necessário – por que sou contra a regra de sumir misteriosamente com eles ou fingir que não existem na ausência dos jogadores – prefiro ver com o PC age e tentar assumir esse lado quando o interpreto.

De qualquer jeito a trajetória de Credan na sala foi curta, na aventura 6, ele e o companheiro Ikki (Noah) o 4º jogador da sala tinha chegado e partido junto. Brom durou uma só aventura sendo encontrado mais tarde por outros dois jogadores de curta temporada.

Os dois disseram em encontros posteriores que acharam os personagens do sistema fortes demais no nível 0 – o que seria o nível 1 em RPG tradicionais. Problema esse por falha de interpretação de texto ou pelo texto ambíguo que não deixou claros que poderes de níveis mais altos não se tinham no nível 0 e devido ao entendimento de todos os 4 primeiros jogadores da regra errada – ficou assim até o final da primeira aventura quando consertei o erro e deixei claro que jogamos errado mesmo.

Aí a reclamação veio na contramão dos dois jogadores remanescentes da primeira aventura, falando que agora era muito mais difícil ter as habilidades. Só que a regra oficial sempre foi essa.

Outro fato curioso a se mencionar, mais de 50% dos jogadores, por que sou generoso nessa porcentagem preferem os personagens mais fortes e nunca reclamariam desse fato. Mas tanto em mesa como na experiência on-line tive jogadores que remaram contra a maré e não queriam o poder que tinham.

Até a próxima experiência.

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