Um solo feito fora do ritmo

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Com The Office com uma pausa sem hora certa para voltar, a sessão Resumo da Obra dá uma pausa e temos um review exclusivo de Supernatural, logo na semana que ele desce um pouco de qualidade. Fazer o que?

Com spoilers

Dean - interrogação

Supernatural – 8X15 – Quebrando um pouco, destaque para “pouco” a sequencia de episódios bons, esse episódio deixou um pouco a desejar, mesmo abordando temas como as Tarefas de Deus que foram iniciadas no 8×14 com a morte do Cão do Inferno. Vemos Dean preocupado com o irmão, ainda não confiando plenamente nele – e quem confiaria? – e Sam ao final com sinais de sangramento nasal. Realmente fechar os Portões do Inferno não seria simples.

Uma notícia boa antes de continuar o review. Misha Collins acaba de acertar o contrato para entrar ao elenco fixo da 9ª temporada, o Inferno até pode ser fechado, mas os anjos ou pelo menos nosso anjo favorito continua dando o ar da graça na série.

A ideia do episódio era um caso da semana relacionado a uma comunidade de bruxos, onde um ex-companheiro de um caso passado, o policial James – caso esse que só aconteceu por trás do universo da série – precisava de ajuda numa sequencia de assassinatos misteriosos que o tal James, agora também um bruxo parecia ser o responsável.

Ligando os Winchesters ao policial, que não os chamou para o caso está a sua Familiar, outro monstro novo introduzido na mitologia da série, alguns episódios depois do Golem. O tal familiar seria um animal com elo mental com seu companheiro/bruxo, que assume uma forma humana. Como é Supernatural, a forma é de uma mulher de coleira vermelha e vestida decotado, chamada Portia.

Portia

Portia consegue convencer Dean a lidar com James, mesmo ele sendo um bruxo agora, que é uma das criaturas que ele tem mais ódio. O resultado prender o policial na cama, tentar obter informações nos policiais de má vontade da cidade, e pesquisar se algum bruxo poderia controlá-lo para fazer o que lembra e não sabe se fez.

Depois de uma visita a um bar exótico – que me lembrou de Angel – só de bruxos e outras criaturas – familiares entre elas – descobrimos a possibilidade de James estar sob algum feitiço de implantar memórias. Usando de projeção astral eles vão a delegacia e descobrem que o gato familiar de Spencer, outro bruxo que se fingia de amigo de James era o responsável pelo caso da polícia que o ligava aos assassinatos.

Bar dos Bruxos

Resultado, um embate entre os bruxos, os Winchesters revisitando a cena da morte de sua mãe, o Inferno que os dois já foram em momentos diferentes.  Com o auxílio de Portia eles conseguem uma brecha para usar uma arma chamada “Mata Bruxo” que dissolve o vilão como se fosse feito de barro.

Matabruxo

O caso em si não teve nada de mais, valeu pela mitologia, efeitos das magias dos bruxos e pela familiar Portia e só, mas não tem como reclamar muito depois de uma sequencia de 5 episódios excelentes + renovação para a 9ª temporada e Castiel no elenco fixo. Que Supernatural já volte aos eixos antes de outra pausa no 8×16 dessa quarta-feira.

Até mais

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