Resumo da obra – nº7 – Versão Pocket

POR LEONARDO “SILVERBOLT’ DIAS

Tentando manter tudo atualizado até meados ou final da semana que vem. Vou resenhar os únicos dois capítulos que saíram na semana passada, com o feriado de Ação de Graças + pausas na TV Americana. São eles Dexter e American Horror Story.

Com spoilers

 

Dexter – 7×08 – Um episódio intenso, analisando essa temporada parece que os roteiristas acertaram em cheio ao esquecer um pouco da fórmula que Dexter tinha com o serial killer da temporada que começou na 1ª temporada, voltou na 4ª com Trinity e permaneceu até a 6ª com Travis Marshall.  Lembrando que pulei as outras duas temporadas de propósito, por que o foco da 2ª temporada, foi Dexter tentando entrar na reabilitação contra sua doença e conhecendo Lila e o jogo de gato e rato com Doakes – história revivida nessa temporada com a busca de LaGuerta.

Comecemos com ela, que está cada vez mais perto de juntar 1+1=2 e descobriu que o BHB ainda vive e trabalha na Homicídios, no que isso dará, em sua morte – dedos cruzados – quem sabe outra bomba maior no final dessa temporada para a próxima que até então será a final. Com Dexter sendo revelado a todos como serial killer e tendo que fugir, quem sabe para a Argentina do título do episódio.

Continuando com os personagens mais chatos temos Quinn, que está cada vez mais enrolada com a máfia ucraniana. Sua namorada/prostituta, coff coff, dançarina de boate e mula de drogas, só lhe dá trabalho, com a gravação de sua conversa ele precisa continuar trabalhando para George, agora o bambambã do pedaço já que Isaak se tornou um prego no sapato para os Koshka e sua cabeça está a prêmio.

A ironia quem o salvou, pelo menos até onde podemos prever foi Dexter que matou o outro assassino e deixou claro para o amante de Viktor –  eu achando que era uma relação de pai e filho – que a Koshka  quer sua cabeça, não podendo voltar para Kiev e com apenas Jurg, seu guarda-costas fiel do seu lado e a vingança contra Dexter. A conversa dos dois no bar gay com a revelação de sua relação real com Viktor foi o segundo melhor diálogo do episódio, cheio de diálogos excelentes.

 

Outros vieram das conversas mais do que francas entre Hannah e Dexter, falando naturalmente de assassinatos no café da manhã. E a surpresa dela em conhecer o filho e os enteados de Dexter que voltaram com o propósito de serem alvos de Viktor, LaGuerta e outros inimigos de Dexter. Só pode.

A cena mor ainda estava para vir era a declaração de Deb ao irmão, ao saber que ele e Hannah tinham um caso, e por isso ele não quis matá-la, depois da irmã se render ao Dark Passenger, no final do 7×07. Dexter fica ainda mais perdido que o normal e só prova o quanto a dupla de atores são excelentes em seus papéis.

E agora como se dará os embates marcados. Isaak  x Dexter e Hannah X Debby. Quatro capítulos a princípio para sabermos, se a trama não se estender para a 8ª e talvez derradeira temporada do nosso querido serial killer.

American Horror Story – 2×06 – Antes de falar do episódio em si. Senti falta da música https://www.youtube.com/watch?v=ObPsIckcKQM  e fiquei me perguntando durante o filme do episódio 2×03 desapareceram a Mexicana, morta pela irmã Mary possuída e dada de alimentos aos monstros da floresta – o que quer que eles sejam, Shelly agora um desses monstros ou muito próximo disso, mas por onde anda Pepper? A estranha criatura daquele universo desapareceu mesmo e não lembro de nada ter sido dito por ela. Falha no roteiro ou algo maior a ser preparado.

Reclamei que a irmã Mary Eunice não conseguiu brilhar nos episódios duplos, nesse ela veio com tudo, conversando com a menina assassina que tinha o mal natural e ensinando ela a se defender, o que custou a morte de toda a família da garota, em sua curta passagem por Briarcliff. Depois dançando com o vestido vermelho e uma de suas provações, outra levou ao desfiguração de outro internado que só cumpria o pedido de apreciar as partes íntimas da  freira ao seu pedido.

 

Além disso, ele mostrou suas garras ao judeu que pesquisava e confirmava a real identidade do Dr. Arden, Hans Grouper, ao assassiná-lo num banho de sangue digno da série. Tal cena pode ter levado, Irmã Jude, agora expulsa da diretoria de Briarcliff a descobrir que Mary Eunice não é mais a mesma freira de antes da visita do demônio.

Dr. Arden percebeu que a irmã tem outros interesses não amorosos, por o estar ajudando não só com os monstros da floresta, mas salvando sua pele agora com o pesquisador, só que guardando alguns documentos por segurança. O demônio incorporado fez muito bem, já que Arden conseguiu comprar o silêncio do Monsenhor, que de fato o ajudava, mas começou a questionar os trabalhos do cientista ao ver Shelly e matá-la para que seu sofrimento passasse.

Kid só deu as caras num curto telefonema para Dr. Thredson, descobrindo que o médico o denunciou mesmo e que não pretende ajudá-lo. O Bloodface contou sua história – de uma criança abandonada pela mãe, que conseguiu seguir a carreira médica e durante sua primeira autópsia se deu conta de que faltava algo em sua vida, o calor de uma mãe. Começando suas matanças, esfolamento e decapitações, até encontrar o reflexo materno em Lana Winters.

 

Que tentou fugir, mas para escapar da morte certa se rendeu a ser a mãe que o Bloodface do passado deseja. Por que o do futuro ainda está com a noiva, deixou os três adolescentes fake e o vocalista do Maroon 5 sem braço para a polícia e os avisou. Quem será o Bloodface do futuro?

Acho que a reposta está nas pesquisas de Dr. Arden na melhoria do ser humano  ou  quem sabe nos ETs. Outra que não deu as caras no capítulo foi a personagem que teve o último encontro com os monstrinhos verdes, Grace.

Até a próxima sessão

 

 

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