A verdade por trás da imortalidade e do provável apocalipse zumbi (hum…por trás…^^)

POR ROBERT R.R. ZUMBI

Atualmente, zumbis voltaram a ficar em foco pela mídia graças a seriados, filmes, jogos de videogames…whatever. Por isso mesmo, notícias sobre a possibilidade de se criar zumbis pipocaram na mídia assim como também a possibilidade de um (improvável) apocalipse zumbi.

Exemplo? No ano de 2009, em Uganda, crianças foram infectadas por uma doença desconhecida (chamada de “síndrome balançando” ou doença zumbi) aparentemente sem cura cujos efeitos provocam convulsões violentas, diminui a capacidade mental da criança, perdendo a habilidade de falar e fazem com que as mesmas percam a noção do perigo.

Em 2010, no vilarejo de Tana Toraja, região da ilha de Sulawesi, Indonésia, correu a notícia de que cadáveres são acordados de seu “sono” para que caminhem a pé até seus túmulos. Inclusive, existe um vídeo no site Youtube que mostra uma senhora supostamente morta sendo acordada para caminhar até sua sepultura (que aliás, não achei na hora de postar). Não se sabe se é verídico ou apenas uma forma de chamar atenção do mundo.

Essas notícias para alguns não são novidade. A massa mal sabe, mas no século passado já houve experimentos e criações semelhantes e elas podem estar mais perto de nós do que imaginamos.

Na 1ª Guerra Mundial, já haviam se iniciado os primeiros testes com a intenção de colocar nos campos de batalha, soldados que fossem, na teoria, incapazes de morrer ou pelo menos, mais resistentes.

Aparentemente deu certo. Os primeiros zumbis foram criados. Se ainda estão “vivos” é uma incógnita.

Já em 1929, uma nova experimentação se iniciou. O mundo todo estava desesperado com a queda da Bolsa de Valores de Nova York. Aproveitando-se dessa distração, vários corpos de jovenzinhos de diversos lugares do mundo foram capturados para experiências. Pobres e solitários jovenzinhos tendo seus corpos retirados de seu descanso eterno para pesquisas mal intencionadas. Puxa, que sacanagenzinha! Na verdade, poucos resistiram a esta nova pesquisa.

Sim, zumbis verdadeiros foram criados e caminham entre nós, sem chamar muito a atenção, exceto pela coloração de pele altamente pálida, ter um envelhecimento retardado, um peso corporal pouco abaixo do normal, a quase desnecessidade de dormir, entre outras características. Ainda preservam a habilidade da fala, não tem tremeliques súbitos aparentes e ainda tentam ser sociáveis (de certo modo).

Muitos podem perguntar como isso é possível e ainda mais naquela época onde a ciência e tecnologia não eram tão evoluídas como agora. Cientistas pesquisaram sobre um fungo chamado cientificamente de Ophiocordyceps camponoti-rufipedis, que foi encontrado em algumas formigas encontradas na floresta tropical atlântica do Brasil. As formigas são controladas mentalmente pelo fungo. Biologicamente falando, os fungos causam desconexões cerebrais e devido a tal, as formigas ficam sob “controle mental”.

Outra pesquisa também feita para o desenvolvimento de zumbis humanoides foi sobre um grupo de animais invertebrados da família Rotífera. Esses animais possuem uma capacidade especial denominada criptobiose. Esta capacidade consiste no “cessar” metabólico quando as condições ambientais não estão favoráveis e se manter assim por meses ou anos até as condições se reestabelecerem.

Sabendo disso, conclui-se que simulando a criptobiose, é possível manter o organismo em subfuncionamento sob condições adversas por anos, preservando e estendendo a “vitalidade” do indivíduo. Mas nem tudo é benefício. Em troca de uma suposta prolongação da vida ou “imortalidade”, o indivíduo têm algumas conexões cerebrais rompidas no processo (simulando o que o fungo comentado anteriormente faz com as formigas). Talvez isso explique porque os infectados atualmente percam a noção de certas coisas, inclusive pensando ser imortais, mas isso não passa de uma visão distorcida de suas condições de mortos-vivos. Registros dizem que, a fim de poder controla-los, essas desconexões cerebrais ajudariam a alcançar esse fim. Mas, por algum motivo, não saiu do jeito que esperavam. Os sobreviventes da pesquisa de 29, aparentemente não ficaram sob o comando de seus criadores (Será?). Para os olhos da grande massa, não passam de seres humanos normais, mas para aqueles que sabem da verdade, entendem os riscos da companhia de tal e procuram agir naturalmente perto da criatura. Os motivos são desconhecidos.

Outros foram criados depois (e antes também, óbvio), mas ainda não se sabe se foram usadas as mesmas pesquisas e os mesmos procedimentos.

“Tá, mas onde esses zumbis estão atualmente?”, você pode perguntar. Seus paradeiros são difíceis de ser precisados. Sabe-se que estão espalhados por aí, vagando pelo mundo, interagindo com os vivos. É bem provável que existam até alguns no Brasil (por que não?), mas como dito antes, não é possível confirmar tal informação. Suspeitas foram levantadas, mas nenhuma confirmada de fato.

E é isso. Zumbis já estavam à solta antes mesmo que a humanidade tivesse tomado ciência da existência de um. Então cuidado, você pode conviver, conhecer um e não saber.

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