Os verdadeiros super-heróis estão nos mangás

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Com o acúmulo de dois capítulos dos mangás que saem semanalmente é hora de falar dos excelentes capítulos de FT e Toriko. De Magico que retornou e estava indo muito bem até o final do capítulo 55 e de Silver Spoon que foi bem fraco.

Com spoilers.

FT (referente aos capítulos 283 e 284): Como imaginei teve um pouco de tudo na luta de Natsu x Gemma, protagonismo dele abatendo facilmente o tal de Dogenbal e ainda tendo a eletricidade de Laxus, se considerarmos que passou 7 anos, mesmo sem passar para eles. Mas talvez seja uma habilidade de Natsu não explicada para manter o elemento alheio.

A luta é interrompida por Minerva, a 5ª pessoa que transformou a Sabertooth, na guilda número 1 de Fiore, filha de Gemma, que abre os olhos do pai para o que aquela luta poderia custar com relação ao torneio.

Natsu é obrigado a se render porque Happy é capturado por Minerva, e não caberia sua lição com Nakamas, se não regastasse seu fiel escudeiro.

Agora Rouge fica mais mexido, acho que ele é o próximo a ir para a FT no final desse arco. Enquanto Sting fica ainda mais motivado a lutar com Natsu.

No segundo capítulo começa o 3º Dia dos Jogos. Yukino ainda está na cidade e bem, ou seja, Arcadias, que não apareceu nos dois capítulos, depois de ser o Robert do Mangá, ainda não decidiu sua estratégia para ter as 12 Chaves do Zodíaco.

Revemos Lahar do Arco da Ilha Tenjou e Doranbolt ou Mest que acabou se afeiçoando a FT quando se disfarçou no torneio do Mago Classe S, e foi obrigado a abandoná-los com Zeref e Acnologia há 7 anos.

Os participantes são escolhidos: temos Erza (Fairy Tail A), Cana (Fairy Tai B) substituindo Gerard que não pode participar pelo convidado do Conselho da Magia, Miliana, Hibiki, Obra (um dos todos poderosos da Raven Tail), Orga (outro épico da Sabertooth, que já provou isso em uma luta), Novally (o menos importante) e Jura. Olha o nível.

O jogo em si é o Pandemonium, uma construção com 100 monstros de Nível D a S, com poderes diferentes, mas que dão a mesma pontuação, o jogo é simples, um sorteio define a ordem, a pessoa escolhe quantos inimigos quer enfrentar, venceu todos pontua, se não fica zerado e dá a vez ao próximo.

Hibiki já planejava usar magia para calcular probabilidade, enquanto outros se empolgavam com as estratégias de lutar com muitos ou poucos inimigos. Até que Erza vence o sorteio e…

… escolhe lutar com todos os 100 Monstros. Mas estamos falando de Erza, e mesmo suando ela consegue vencer a competição sem deixar ninguém competir.

Épico. Só isso.

Toriko (referente aos capítulos 187e 188): Como um capítulo está diretamente ligado ao outro e Toriko voltou a evoluir como o mangá que era no início antes do escorregão. Vou falar dos dois juntos.

Primeiro temos Toriko revivendo como uma espécie de versão Sayajin ou Yusuke Demoníaco, própria de mangás shonen, um clichê que sempre funciona e imergindo na fruta bolha.

Só achei que Toriko sempre teve esse respeito à comida e depois do treinamento já estaria preparado para consumi-la, sem precisar morrer para que acontecesse de fato.

No Templo Shokurin, temos a antiga mestre Chiyo matando as pessoas só com sua aura de medo como foi o caso de Wagon. Uma ave que devora pessoas, mas sendo de osso não tem para onde ir, o golem formado por várias bestas, a cara do espírito que Toriko usa em modo de batalha. Mas é o traço de Shimabukuro, então deve ser só semelhante.

E o Mestre Chin deixando Toriko “comendo” e indo para o Templo ajudar o pessoal, afinal o nível estava muito épico.

O encontro de um Take-chan dominado que esfaqueia Komatsu. Só que na verdade é a técnica da Faca Revitalizante, que revive a pessoa, necessária para quem vai se aventurar no Mundo Gourmet. Take fala que a distância entre os dois só aumentou e que mesmo fazendo dupla com Toriko seu parceiro é ainda mais poderoso, porém ficamos sem saber já que o mestre Chin finalmente aparece.

As batalhas ficaram muito boas, tinha tempo que Toriko não conseguia explorar estas batalhas com personagens secundários e lutando com a Mestre Chiyo que pode arrancar a pele e músculo da pessoa, afinal o braço do cara ficou no osso, o Golem que cria crateras e tem a pele tão dura que anula a técnica de Shuu.

A luta é tão dura que parece que o Mestre Chin vai cair para o primeiro ataque perfurante de Chiyo, mas Toriko chega no seu modo Sayajin agora para ajudar.

Magico (referente aos capítulos 54 e 55): Até as duas páginas finais do 55 estava muito satisfeito com os capítulos de Magico, após a seca de várias semanas, onde nem em inglês eu me arriscava ler devido a trocadilhos em excesso. Mas não é toa que depois de alguns escudos caírem na Jump. Magico que parecia recuperado volta a dar sinais de que pode ser cancelado a qualquer momento.

A ideia do item mágico guardada nas caixas cheias de armadilhas poderiam render enigmas e até lutas como foi o caso do Mascote Coelho, mas uma luta só já é de bom tamanho. Com tantos inimigos esse arco só irá se enrolar como o do Festival. Indo por um péssimo caminho.

Gostei de Luu pedir para voltar a ação, a personagem é uma criança, mas é super forte, além disso a magia escolar de Raven ficou muito bem trabalhada e criativa. Além do fato do Shion assustado lembrando-se das lições de matemática.

Emma parece dividida entre a proteção de Raven e o amor que sente naturalmente por Shion, que agora corresponde menos que antes quando tinha memória. É a personagem faz novamente seu fanservice de sempre caindo na posição constrangedora no trem que leva ao parque que deverá ser o cenário não de alguns capítulos, de um possível novo arco. Pelo menos gostei mais da adição de Raven do que de Faust no anterior.

E falando nele, aquela no final não é Ain, “sua esposa” caçadora de dinheiro e portanto de tesouros. E o Sephiroth ficou esquecido nisso tudo?

Silver Spoon (referente ao capítulo 38): Tenho ainda menos para falar desse capítulo que fora a cena inicial e final foi todo focado em beisebol, que é um esporte que conheço menos que Hachiken e por isso não me agradou o capítulo.

Talvez se fosse mais rápido. Por ora vamos ver se Hachiken se inspirou para a atividade do clube equestre no festival que virá.

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