De volta a estrada

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Voltando aos reviews para fechar as três séries que consegui manter firme no blog, uma que se despediu por último e o review vem primeiro é Supernatural.

O episódio em si foi fraco, muita gente reclamou de tudo na temporada, eu achei a temporada mediana, gostei mais dos primeiros episódios onde os roteiristas conseguiram juntar a trama dos Leviatãs – fraca por si só – com os casos da semana. Depois eles foram esquecido, como é típico da série e até pela falta do que se desenvolver no plot.

Mas Supernatural ao invés de cair, recebeu algumas boas notícias na última semana, uma delas é o afastamento da showrunner Sera Gamble, já até comentado aqui, outra que a série agora passa a ser exibida lá fora as quartas-feiras saindo do cemitério das séries nas sextas após dois anos.

Eu gosto da série, e já que ela continuou pós planejamento que era de cinco temporadas vou continuar assistindo, porque a mistura de sobrenatural e comédia aqui é perfeita, me lembra Buffy e Angel que eram excelentes, mas já se foram, e seus genéricos agora Grimm e Once Upon A Time ainda não me encheram os olhos.

A primeira vi um episódio, um Supernatural  genérico só com o Sam, já que o protagonista é um péssimo ator, a outra ainda não parei para assistir, quem sabe no futuro mudo de opinião. Por ora continuo firme e forte com Supernatural, que soube como sempre deixar com gostinho de quero mais com seu cliffhanger.

Com spoilers.

7×23 – Survival of the Fittest

Agora focado no episódio em si. Primeiro ouvir Carry On My Wayward Son já é algo que sempre me agrada, independente do que virá pela frente, só ela já aumenta a nota do episódio.

Começamos com a negociata antecipada ao final do 7×22 entre Dick Roman e Crowley, um vendo as possibilidades a frente e o outro analisando quem seria seu inimigo que deveria derrubar agora, e mesmo assim entrando num possível acordo, onde o Rei dos Demônios ficaria com o Canadá, e entregaria o sangue de um demônio qualquer para os Winchesters falharem ao fazer o ritual para criar a Arma de Deus.

Aí já tem uma piada muito boa que se estende, primeiro Dick fala que não abre mão dos americanos porque eles são gordos, e depois cria uma droga para matar quem é magro e não os satisfarão.

Meg e Castiel voltam ao encontro de Dean e Sam, e Crowley chegando mais tarde, devido a conversa com Dick, acaba descobrindo que seus dois inimigos estão com mais dois inimigos. Crowley ameaça desfazer o acordo, conta da proposta de Dick, mas desiste de capturar Meg impediatamente e vê que Castiel está “quebrado”, deixando para confrontá-lo mais tarde.

 

Sem saber se o sangue é de fato de Crowley, mas sem opções, eles criam a arma com o osso de uma madre morta aos 83 anos, o justo em questão, só que sem palavras mágicas como Dean fala, e trovões e relâmpagos. Sem traços de que o ritual em si tinha dado certo eles seguem para a batalha.

Antes precisam deter o enfurecido Bob, que quase mata Sam, e vendo que estava se tornando um espírito vingativo, pede que destruam o frasco que o prende ao Plano Material, numa das cenas mais bacanas de despedida da série, só mostrando o frasco se destruindo e a cara de choro dos Winchesters.

Falando no  Bob, gostei da reveferência curta a Charlie, quando eles tentam invadir pela primeira vez a Sucrocorp.

Entendendo o que Crowley falou a respeito da necessidade de usar Castiel para descobrir quem era o verdadeiro Dick, após o mesmo se clonar usando o braço do Dick verdadeiro. Dean acaba perdoando o amigo e pedindo um favor.

Outra cena épica é o retorno do 3º Homem da Série. O Impala. Ao som de rock in roll que marca a trilha da série.

Impala que é usado na invasão da Sucrocorp – a definitiva, com Meg ao volante, cortando cabeças de Leviatãs e preparando o terreno, até ser levada por Crowley. Espero muito que o papel dele na próxima temporada seja maior e que tenha uma trama melhor do que a da 6ª temporada.

O confronto contra Dick acontece, parece que o osso não funciona, mas é tudo pegadinha do roteiro, o segundo osso no pescoço do líder dos Leviatãs é certeiro e o mesmo explode em sangue preto como o da abertura, levando Dean e Castiel com ele.

Crowley fala que a energia os levou embora, sequestro a profeta, coitado do Kevin, igual saco de batata, jogado de um lado para o outro, deixa o Sam ali com a cara de merda que ele sempre faz.

E Dean e Castiel estão aonde? No Purgatório cheio de almas de monstros para caçá-los e o anjo louco parece que vai embora e deixa Dean a própria sorte ou na melhor das hipóteses está procurando uma saída.

Queria que Supernatural se arriscasse a deixar os dois alguns episódios ali, o cenário nem precisa te dando efeito, parece uma floresta com árvores desfolhadas qualquer, daria para fazer isso e acho que funcionaria.

Agora é esperar até setembro.

Até a próxima temporada.

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