MMO’s Free: Pra Que Te Quero? – Parte 3

POR JOSÉ ALFREDO

MMORPG’s Orientais

Senhoras e senhores, chegamos a 3ª parte desse especial que trata sobre MMO’s grátis, agora sobre os tão famosos RPG’s online orientais. Ah, para quem quiser ver a parte 2 está aqui o link: https://vocevaientender.wordpress.com/2012/01/26/mmos-free-pra-que-te-quero-parte-2/

Como sempre digo, tudo aqui mencionado é minha mera OPINIÃO, baseado na minha experiência e conhecimento que tenho dos jogos. Se por acaso você possua uma posição diversa da minha, parabéns pra você. Você tem opinião própria e é justo que isso ocorra. Espero até que comente.

Agora comecemos a falar dos jogos onde todas as elfas são peitudas e o metrossexualismo e a androginia imperam… É.

Forsaken World

Quando estava tentando ver qual o segundo MMO oriental que resenharia (já que algo que prolifera mais que coelhos são RPG’s orientais), após uma extensa e profunda pesquisa meu amigo resolveu meu terrível dilema que fora mais ou menos assim:

Eu: Cara, fala um MMO oriental legal aí?
Amigo: Pra quê?
Eu: Responde logo. ¬¬
Amigo: Tá. Uma colega de uma amiga disse que Forsaken World é legal.

E assim foi decidido que Forsaken World seria o jogo.

Lançado em 09 de Março de 2011, Forsaken World é o sexto jogo desenvolvido pela Perfect World Enterntainment para o mercado ocidental. Talvez você já tenha visto o nome dessa Publisher em outro lugar, provavelmente no seu jogo homônimo trazido pela Level Up Games aqui para o Brasil.

Diferente dos outros cinco jogos lançados, este é o primeiro cujo cenário tenta seguir um estilo europeu (os outros apresentam um visual oriental, tanto no cenário quanto nas personagens) e este infelizmente é um dos poucos diferenciais que este jogo apresenta. O outro falarei mais a frente.

  • Gráficos – Algo de praxe em MMO’s orientais são os belíssimos gráficos que eles apresentam. Tamanha é a preocupação com isso que muitos deles acabam deixando de lado a jogabilidade e história em segundo plano em virtude do esmero na composição dos gráficos. Forsaken World, ao menos quanto aos gráficos, não é exceção a regra. Na verdade a qualidade de seus gráficos está acima do que vi em vários jogos. Seu visual europeu me agradou e me impressionou por ser uma novidade entre os jogos orientais. Os efeitos visuais das habilidades, brilho, detalhes são também bonitos e fluidos.

Infelizmente para por aí. Aos monstros não houvera tamanha preocupação. Digo até que em pouco tempo você nem reparará em como eles são. Isso se estende ao cenário. Pelo tempo que joguei não vi nada que fosse impressionante o bastante que me aguçasse a explorá-lo. Talvez mais a frente haja fatores que contradizem minha opinião, mas sobre isso falarei logo à frente.

Finalizando, aqui você ainda vai presenciar o fascínio que os orientais têm em sexualizar praticamente todos os jogos que criam. Roupas femininas com decotes gigantescos, pernas a mostra e afins. As Anãs do jogo eu diria que sua aparência é mais pra aguçar os pedófilos de plantão porque basicamente é uma menininha de uns 12 anos que anda com um trabuco (a única classe possível para Anões é Marksman).

  • Imersão do Jogo – Inspirado na mitologia européia, o cenário de Forsaken World ocorre no mundo de Eyrda e é meio europeu. É isso. Como muitos MMO’s, o jogo apresenta um pano de fundo muito raso o qual você precisa se esforçar muito para conhecer. Joguei com 3 raças (Human, Kindred e Dwarf) e o mais próximo de um background decente fora com o Human e nem era grande coisa. Senti que o jogo anseia que o mais cedo possível você chegue ao endgame e se foque em PvP.

A etapa de criação de personagens possibilita passar um tempinho elaborando a aparência de sua personagem. Você terá para cada raça inúmeras faces, detalhes nos rostos, escolha de cor de pele, cortes de cabelo (alguns estilosos, outros surreais) e trocentas variações de cor de cabelo o que possibilita personagens distintos entre os jogadores. Vai demorar um pouco até você encontrar uma exata cópia sua andando por aí.

Agora a interação com NPC’s ou jogadores é bastante simples. Sua raça nada influencia nos diálogos e em pouco tempo você estará andando em cidades compostas por jogadores de todos os credos. Até onde joguei quase todos os NPC’s se resumiram a me enviar para uma grind quest (termo esse adotado quando para sua personagem evoluir você precisa realizar excessivas e monótonas missões). As exceções resultaram em cutscenes e algumas narrações, mas nada que empolgasse.

  • Jogabilidade – Uma verdade seja dita, a Perfect World Entertainment aprendeu com os anos (tanto com seus jogos anteriores como quanto a outros MMO’s bem sucedidos cofcofcofWoWcofcofocof). O que você verá em Forsaken World é uma compilação de várias features vistas em outros jogos. Se você jogou World of Warcraft, nada de novo você verá em FW. O jogo apresenta Profissões (algumas até diferentes como Socialite e Astrologist), 3 árvores de talentos para cada classe, um sistema de mascotes e afins.

De inovador mesmo eu poderia pontuar a inclusão da raça Kindred que são basicamente Vampiros bem no estilo vitoriano,aproveite e faça seu Alucard também, os Stoneman que são… homens de pedra (aham, não existem mulheres, provavelmente por não ser sexy) e a possibilidade de 10 personagens num Server poderem se tornar Deuses. Para se tornar um Deus você deve ser o jogador que completou um certo requisito primeiro (por exemplo, para ser o Deus da Guerra você deve ter tido mais vitórias no PvP). Além de certas skills especiais, outros jogadores podem venerá-lo e estes podem receber buffs de você em virtude disso. Toda semana são selecionados outros “Deuses”.

Isso até seria uma ótima imersão ao jogo, mas infelizmente é puramente um título focado em receber bônus.

Agora, a maior novidade e que julguei de todo relevante por ter escolhido este jogo para análise fora com relação a feature de auxílio de quests. Gostei muito da praticidade. Ao receber uma quest na sua descrição você verá que o nome da pessoa ou local onde você tem que ir estará em destaque. É só você clicar nele que sua personagem se deslocará automaticamente para aquele local. Praticamente um GPS. Ajuda muito em certas confusões que todo jogador de MMO já teve. Está aí algo que eu não me importaria de ver acrescido a outros jogos.

Um fator que talvez agrade a uns e desagrade a outros fora a questão do leveling. Em 1 hora e 47 minutos, jogando assistindo a TV da forma mais descompromissada possível, eu peguei lvl 20 sem a menor dificuldade. Chegou a ser constrangedor, como se eu estivesse jogando no Very Easy.

O jogo, através de um tutorial baseado em quests, fornece ao jogador não apenas conhecimento sobre o jogo, mas itens (desde equipamentos e buffs que concedem cura, aumento dos atributos e principalmente 200% de bônus na experiência) que tornam o leveling ridiculamente fácil. Mesmo após o fim do período tutorial do jogo você ainda recebe regularmente itens e buffs através das Preces (uma skill que todos têm que de tempo em tempo você pode usá-la e receber essas vantagens).

Eu julgo como a etapa mais importante de um MMO são as áreas iniciais, pois são elas que irão incentivar o jogador a continuar jogando. Não importa se no endgame o jogo seja fabuloso, se durante todo seu progresso o jogo não lhe diverte igualmente, logo você se cansa. Forsaken World peca nisso e infelizmente não é o único que falha nesse quesito.

  • Acessibilidade – Os requisitos mínimos para jogá-lo são uma CPU de 1,5 GHz, 1 GB de RAM, 5 GB de espaço e uma placa de vídeo de 128mb.

Como todos os outros jogos da Perfect World Entertainment, Forsaken World é um MMORPG F2P (Free to Play) e como os outros, você pode comprar itens da loja virtual do jogo com dinheiro real. Muitos desses itens são cosméticos ou tem prazos de validade. Ao menos não vi nada que pudesse desequilibrar a gameplay daqueles jogadores que não queiram gastar com o jogo.

Enfim, você pode usufruir do jogo sem qualquer custo.

  • Conclusão – Acredito que a minha experiência com Forsaken World não tenha sido de todo satisfatória por não ter visto no jogo nada de novidade além das pontuadas acima. No passado, com certeza eu teria me empolgado mais com o jogo, mas hoje só um gráfico bonito não é o bastante nem para me prender por 2 horas. Para um jogador iniciante, FW é uma ótima alternativa para começar a ter gosto pelo estilo de jogo e poder se divertir durante um bom tempo, mas apenas o bastante para ter mais experiência e procurar outros jogos. O principal problema dos MMORPG’s orientais é que já em seu lançamento já estão fadados a extinção, pois não há updates ou atualização relevantes, já que logo que estréiam suas publishers (não é a toa que Forsaken World é o sexto jogo da Perfect World Entertainment) já estão elaborando outro jogo. Mas há exceções, como o jogo a seguir.

Lineage 2

Entre tantos outros MMO’s orientais a testar fiz questão que Lineage 2 fosse um dos que daria minha opinião. O porquê é sim. Meu primeiro contato com essa modalidade de jogo foi através de imagens de Lineage 2 numa revista e gostaria de dizer que fiquei impressionado que poderia haver um jogo com esse nível de gráficos e que ainda fosse possível jogar com milhares de jogadores, mas seria uma mentira. O que realmente me impressionou foi isso.

É, eu sei, mas é bem provável que muitos de vocês conheçam Lineage 2 e nem saibam. Em algum momento das suas horas e horas mexendo na Internet você deve ter visto alguma elfa negra seminua pululante por aí. Bem, era de Lineage 2.

Continuando, longe estava meu PC de possuir os requisitos para jogá-lo e o fato que o jogo era pago inviabilizou que eu jogasse. Isso de certa forma foi bom, pois acabei conhecendo outro MMORPG o qual joguei durante bons anos (e que hoje cuspo no prato que tanto me alimentei outrora. Oh, a hiprocrisia!!1).

Enfim, desenvolvido e lançado em 1º de Outubro de 2003 pela empresa NCSoft (conhecida também por Aion, Guild Wars, City of Heroes/Villains) para o mercado asiático e em 27 de Abril de 2004 para o mercado ocidental, Lineage 2 é a prequel de jogo original Lineage (jogo este que não nesta vida pretendo jogar) e sua história ocorre 150 anos antes.

  • Gráficos – Pra resumir, há jogos hoje que ainda não chegam aos gráficos das personagens de Lineage 2. Outros chegam, mas param por aí. Já foi dito aqui o quanto os orientais se dedicam demais aos gráficos em decréscimo a gameplay de seus jogos e Lineage 2 sintetiza muito bem essa filosofia.

Eu diria que tirando os monstros randoms do jogo (cuja aparência está bem aquém, propondo-se apenas a servir para seu propósito básico que é o de ser morto e ignorado aos montes), o detalhismo com as personagens, NPC’s e principalmente os Bosses do jogo em seu visual é impecável.

Na fase de criação de personagens, mesmo não sendo tão vasto quanto dos outros jogos já mencionados por aqui deu pra impressionar até este que vos escreve pela beleza. Eu diria que até em excesso, pois os Elfos homens do jogo são tão belos que eu diria que as mulheres Humanas são mais machos do que eles. Quanto aos Anões, lembram do que eu disse lá em Forsaken World? Se lá as Anãs pareciam ter 12 anos em Lineage 2 elas parecem ter 8. O que esse povo tem na cabeça?

Outra coisa “interessante” é o fato que as Elfas Negras do jogo são siliconadas. Como a imagem lá em cima mostra, os seios são desproporcionais ao corpo (como muitas brasileiras… não que eu reclame =P). Até as Orcs fêmeas que são bem grandes (e diferente de TODOS os outros jogos de RPG que eu conheço até que são bem jeitosinhas) tem seios menores (e proporcionais) que as Elfas Negras.

Quanto aos Bosses (ou Raid Bosses), cada um voltado para um Chronicle (como são chamadas as expansões do jogo) são um show a parte. Cada um mais impressionante que o outro.

  • Imersão do Jogo – Ao iniciar o jogo e passar pela etapa de criação de personagens, logo se início uma cutscene que prepara você para a situação atual do mundo e o perigo que a Goddess of Destruction (atual expansão) representa para a humanidade. Quando já ansioso para ver em que lugar desolado eu apareceria e apreensivo pelo tipo de adversidades enfrentaria me vejo numa cidadezinha no meio do nada envolto de várias pessoas com nomes como “Asdnofidnfs”, “soufodao” (sempre tem um brasileiro pra gente sentir orgulho né?), “derpherp123” e afins. Filtro minha mente e com um esforço gutural evito prestar atenção nisso e já na 1ª quest vejo o quão vazia ela e futuramente todas serão.

Estou falando isso não é a toa. Muitos MMO’s orientais são voltados unicamente ao grind (única forma de leveling é matando monstros sem parar) e seus jogadores curtem e apreciam esse tipo de gameplay. Já no ocidente, não enxergamos com bons olhos esse formato de jogo e devido a isso vários jogos são um fracasso quando vem pra cá. Lineage 2 é um daqueles que quando veio ao ocidente tentou se adequar ao tipo de gameplay jogada aqui e devo dizer que fez um trabalho bem pífio. O que foi feito pela NCSoft foi simplesmente acrescentar quests bem toscas pra resolver o problema. Ao invés de para você chegar do nível X ao Y, numa certa região do jogo, você ter que matar 200 monstros avulsos no mapa, com a quest é ordenado que você mate 50 monstros específicos. Enquanto você pensa que isso acelera seu leveling 4 vezes mais alguém mais esperto que você perceberá que o tempo em que procura apenas o específico monstro e entrega a quest ao NPC demorará praticamente o mesmo tempo.

Se ao menos as quests retratassem e trabalhassem com a história do jogo seria um ótimo incentivo para imergir no contexto do mundo, mas a maioria delas é um amontoado de palavras cuja relevância é zero.

Durante o tempo que joguei só houve uma série de quests numa dungeon que culminou com uma boa cutscene (vinda em boa hora, pois já estava desanimando com o jogo) e terminou num combate como um boss (fraco, pois era uma quest solo, mas ainda assim foi interessante). Esta sim relacionada a história do jogo.

  • Jogabilidade – Apresentando 6 raças (Humanos, Elfs, Dark Elfs, Orcs, Anões e os Kamael – estes possuem uma aparência angelical e possuem apenas 1 asa – ) e com um total de 36 classes (resultantes de ramificações das classes iniciais), Lineage 2 apresenta as sub classes que possibilitam a pegar classes específicas de outras raças, com certas exceções como um Dark Elf não poder pegar as sub classes de um Elf, por exemplo.

O jogo apresenta várias modalidades de PvP como o Coliseum (que é um death match entre equipes), Castle Sieges (que são combates entre clãs de jogadores pelo domínio de castelos no jogo) e tantos outros. Muitos jogadores fãs de PvP jogam Lineage 2 pela sua diversidade nessa modalidade.

Há o Reputation System que dependendo de como você age no PvP pode receber o título de Lawful ou Chaotic. Tendo uma alta reputação como Chaotic (obtido através da prática do PK – player killing ou por matar muitos players) pode haver até a possibilidade de quando ser morto seus itens serão dropados (em suma, serem perdidos).

Como muitos jogos antigos, o sistema de movimentação de personagem em Lineage 2 é baseado no point ‘n click, ou seja, você usa o mouse para se movimentar, logo é uma estranheza que muitos acostumados com os recentes jogos terão.

Creio que já acostumado com o formato atual de MMO’s (e logo repito que isso é meramente minha opinião) não gostei de forma alguma da interface do jogo. Bastante impreciso. Se há não encontrei, pois não vi de forma alguma uma maneira de deixar disposto na tela, o que tinha que fazer durante uma quest. Então sempre que tinha que ver quantos monstros já havia matado tinha que abrir uma janela e deixar a seta do mouse sobre o nome do monstro para saber quantos faltam.

  • Acessibilidade – Os requisitos mínimos para o jogo são uma CPU de 2 GHz, 1 GB de RAM, uma placa de vídeo de 256mb e módicos 20Gb de espaço.

Em sua última expansão Goddess of Destruction ocorrida em 30 de Novembro de 2011, o jogo se tornara F2P e vendendo itens pela sua Store que seguem o padrão de outros jogos, vendendo itens cosméticos, que dão um bônus na experiência obtida e afins.

Após 2 meses, Lineage 2 quadruplicou sua receita, teve um aumento de 800% no número de jogadores e os servidores duplicaram.

  • Conclusão – É aquela velha história: “Talvez se eu tivesse jogado naquela época eu teria gostado bem mais”. Enfim, decepcionei-me com o jogo. Talvez por ter tido a chance de jogar e ver outros jogos que acabaram seguindo a mesma premissa de Lineage 2, ter visto ele agora não foi uma boa coisa. É impressionante que ainda hoje, seus gráficos estejam a altura de jogos recentes, mas para por aí. Durante um tempo, Lineage 2 era o rival oriental de World of Warcraft, mas enquanto o jogo da Blizzard só crescia, adaptava-se e evoluía, Lineage 2 se estagnou trazendo mais do mesmo para o conformista mercado asiático deixando de lado o grande mercado ocidental, sempre sedento por novidades. Essa mudança para F2P é algo que tem sido muito bem sucedido, mas muito dessas estatísticas se devem mais ao fato que antes o jogo estava abandonado e que agora muitos que haviam desistido do jogo e outros que não jogavam devido a ser pago ou porque não havia forma de testá-lo antes sem ser por meios piratas (que em praticamente todas as vezes sempre mostram um jogo bem aquém do que é no oficial) voltaram.

É claro que a NCSoft esteja tentando tirar o máximo de lucro possível de L2, até porque já anunciaram Lineage 3 ou Lineage Eternal, mas talvez em virtude desse aumento súbito na renda, algo mais saia para Lineage 2. Vai saber.

Espero que tenham gostado. Os comentários estão abertos para vocês darem sua opinião quanto a matéria e quanto ao jogo.

Até a parte 4!

Uma consideração sobre “MMO’s Free: Pra Que Te Quero? – Parte 3”

  1. Po! Matéria muito bem redigida e com crítica bastante pertinente.

    Pena verificar que os MMORPGs de forma geral continuam sem alcançar um novo patamar evolutivo, na maior parte da vezes melhorando apenas os gráficos e esquecendo-se de -tentar- inovar em outras características. Quem sabe um dia…

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