Top 4 – Arquétipos do RPG Medieval

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Tenho tentado fazer tops que cobrem outros assuntos do blog assim surgiram os tops de filmes, HQs, animes, games, mangás e outros mais, esta semana seguindo esta mesma linha a ideia era fazer um top de RPG.  E a pergunta sobre o quê?

Não é que não exista temas para tops de RPG, sim existem aos montes, mas sem embasamento diferente dos outros que procurei fontes para escrever e dar apenas a opinião pessoal esse eliminou algumas das minhas ideias.


A primeira delas é fazer um top sobre personagens mais conhecidos dos sistemas de RPG, porém faltava quantidade de personagens ou informação para saber se um ou outro era de fato conhecido ou não, ideia descartada era seguir em frente.

Depois veio a ideia de falar de arquétipos de personagens, pesquisei e achei muitas curiosidades, só que todas voltadas para RPGs de videogame e nada dos chamados RPG de Mesa.

Então veio a terceira opção escolher os arquétipos por conta e risco e listá-los aqui, por isso a lista não é da maiores.

Vamos lá.

1) Anão Guerreiro/Bárbaro:  Talvez o arquétipo mais clássico de todos, quase todo que se arrisca a trocar de personagem já fez um anão guerreiro/bárbaro, parece que o sistema dá suporte para isso dando força e habilidades de combate para anão, resistência que ajudam demais personagens voltados para o combate. É até motivo de discórdia quando o D&D 3ª edição chegou e liberou as raças e classes para qualquer tipo de combinação o que não existia na 2ª edição e começaram as explicações para os magos anões, um absurdo para a maioria.

Já tive mago anão em uma das minhas mesas em questão de história é um personagem rico, mas o bom anão bárbaro não tem comparação.

2) Elfo Mago ou Arqueiro:  Depois do  anão, os elfos também são personagens que cobrem duas áreas, ou arqueiros com suas proficiência natural com as armas, e também por sua fragilidade, lembra que elfos em D&D até a 3ª edição perdiam Constituição, ficar de longe é uma excelente estratégia para personagens do tipo…covarde…coff…coff..brincadeira, o quero dizer personagens com vida baixa, como também é o caso dos magos.

Os magos são a outra vertente que os elfos normalmente escolhem, quantos elfos magos já viu em suas mesas de RPG é difícil contar.  E se parar para pensar, por mais que a história leve a isso, a raça em si não tinha nenhuma bonificação que os fizesse assim era mais um conceito antigo do que isso.


Com a criticada 4ª edição os elfos foram transformados em uma raça da natureza plena própria para arqueiros e foram criados os eladrins uma variação da raça – sem ser – que aí sim funcionam perfeitamente como magos por suas habilidades raciais.

3) Humano Guerreiro Sem Nome:  Com as melhoras na raça humana a cada edição do D&D, eles se tornaram mais comum do que antes, guerreiro classe padrão também melhorada e aí falta o que só a história do personagem, raça e classe escolhida. Qual a sua história?

E o pc responde:  – Sou um guerreiro desmemoriado que não tem nome, pode me chamar do que quiser, ninguém, guerreiro sem nome, número 1, etc.


Alguma vez já ouviu esta história? E quando não é assim o nome é qualquer coisa que ele lembrar ou um mesmo do seu último personagem, jogador é assim mesmo enquanto alguns se esforçam para fazer um histórico completo do personagem, tem gente que faz a escolha mais fácil. São raros os casos acima em que a falta de nome está incorporado a um histórico pronto, já tive exemplos disso, mas o guerreiro genérico é muito mais comum.

4) Halfling Ladino: Fala sério, o halfling mesmo inspirado nos Hobbits, que não são  exatamente ladinos, nasceram para isso. Eles são pequenos ganham bônus em diversas perícias relacionadas as classes, são perfeitos. A combinação de ouro ainda mais que os anões guerreiros.

Só não faz halfling ladino quem tem problema em pegar outra raça se não humano ou talvez meio-elfo, ou quem não gosta de jogar com ladino por que ele tem de fazer pelo menos 10 vezes mais testes que qualquer outro pc e quando falha em um fica ouvindo horrores, mesmo acertando em outros quinhentos.

Acho que estes são os arquétipos clássicos que passaram pela minha cabeça quando escrevi se tiver outro, ou outra opinião do tema, comente aí. A ideia é essa compartilhar histórias assim como no RPG.

Até o próximo TOP

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