Top – 10: Filmes Catastróficos 2011

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Continuando as listas de final de ano agora é a vez dos filmes, mas como todo mundo costuma comentar só dos tops de linhas. Vou falar daqueles que não desceram pela garganta. Usando como referências críticas reais.

Porque não entendo do assunto cinema e não tenho visto filmes há um bom tempo, mas escuto comentário e leio, fiz uma lista com alguns filmes mais conhecidos e críticas pesadas.

Opiniões de profissionais e um olhar leigo sob as histórias.

Agora é com vocês.

 

-1) Your Highness ou Sua Alteza: Tudo corria bem na vida do preguiçoso Thadeous (Danny McBride) e do valente Fabious (James Franco), irmãos e herdeiros do Rei Tallious (Charles Dance), até o dia em que a jovem Belladonna (Zooey Deschanel), paixão de Fabious, caiu nas garras do malvado feiticeiro Leezar (Justin Theroux). Agora, contra a vontade de Thadeous e na companhia da guerreira Isabel (Natalie Portman), os dois precisam enfrentar dragões e muitos perigos para salvar a bela noiva e impedir a destruição do reino.

É um claro exemplo do que não deveria existir, assim como voto proporcional e Coca-Cola Zero, durante muito tempo culparei a trinca James Franco, Natalie Portman e Zooey Deschanel por esse constrangimento (Natalie já tava meio sem moral desde SEXO SEM COMPROMISSO e THOR)” – Herculano Neto – blog homônimo.

O filme acima parece aquele clássico que junta artistas que estão acostumados com um time de gênero de filme em outro, Natalie Portman ganha o Oscar de Melhor Atriz por um Drama com ares de suspense/terror e o que faz…comédia. Só pode dar em tragédia. Lembro de Júnior com o Arnoldão, ponto.

-2) Thor: Thor (Chris Hemsworth) estava prestes a receber o comando de Asgard das mãos de seu pai Odin (Anthony Hopkins) quando forças inimigas quebraram um acordo de paz. Disposto a se vingar do ocorrido, o jovem guerreiro desobedece as ordens do rei e quase dá início a uma nova guerra entre os reinos. Enfurecido com a atitude do filho e herdeiro, Odin retira seus poderes e o expulsa para a Terra. Lá, Thor acaba conhecendo a cientista Jane Foster (Natalie Portman) e precisa recuperar seu martelo, enquanto seu irmão Loki (Tom Hiddleston) elabora um plano para assumir o poder. Mas os guerreiros do Deus do Trovão fazem a mesma viagem para buscar o amigo e impedir que isso aconteça. Só que eles não vieram sozinhos e o inimigo está presente para uma batalha que está apenas começando.

Qualquer pessoa que acompanhe notícias sobre o mundo do cinema pipoca já sabe que a Marvel Studios pretende lançar no próximo ano um filme com Os Vingadores. O filme, sendo uma adaptação da história em quadrinhos que inclui alguns heróis do Universo Marvel, contaria com a presença do Homem de Ferro, Hulk, Capitão América e Thor. E enquanto os filmes “solo” dos dois primeiros funcionam bem independentemente do que virá em 2012, Thor parece mais preocupado em preparar o personagem-título para se acomodar ao cenário de Os Vingadores do que possuir uma coerência independente. Falha número um”. – Breno Ribeiro – CineCombo

Coitada da Natalie de novo, nada contra ela. Thor tem aquele problema visual nota 10 de Asgard, e economia no “grande elenco” de Hollywood na escolha do ator principal e roteiro fraco.

-3) Sucker Punch: Babydoll (Emily Browning) foi internada em um sanatório pelo padrasto inescrupuloso, que encomenda uma cirurgia para destruir o cérebro dela. Mas a jovem descobre que seu refúgio pode estar dentro de sua mente e só assim ela poderá se libertar para sempre. Agora, vivendo esse mundo paralelo, ela enfrentar dragões, samurais, robôs e nazistas sobrenaturais, que a farão viver uma perigosa e fantástica aventura na companhia das colegas de internação Blondie (Vanessa Hudgens), Rocket (Jena Malone), Amber (Jamie Chung) e Sweet Pea (Abbie Cornish). Seria essa então a sua única chance de libertação?

“Aliás, “excessivo” é a palavra que dá o tom do filme. Tudo é grandioloquente, do sofrimento de Baby às batalhas de estética medieval. Sucker Punch enche os olhos e aguça os sentidos. Mas provoca uma overdose de sons e imagens que não encontrará, necessariamente, ecos de conteúdo ao final da projeção”. – Celso Sabatini – Cine Críticos

Sucker Punch ao meu ver, lembre-se leigo união de universo do Tarantino com o elenco de Taxi, o primeiro da franquia com a Gisele Bundchen desfilando de lingerie.

Nada a acrescentar.

-4) Besouro Verde: Britt Reid (Seth Rogen) está perto dos 30 anos e não quer saber de responsabilidades, dedicando sua vida à diversão. Até o dia em que seu pai morre misteriosamente e ele precisa assumir os negócios da família, ficando a frente de um grande e respeitado jornal. Milionário e entediado, Reid resolve criar um personagem junto com seu fiel funcionário Kato (Jay Chou), fera das artes marciais e grande inventor de máquinas revolucionárias. Cheios de vontade, surge então o Besouro Verde. Só que a cidade está nas garras de Chudnofsky (Christoph Waltz), um criminoso que busca meios der ser mais ameaçador para as pessoas.

Com um atraso pequeno, chega aos cinemas em 2D e 3D a adaptação Besouro Verde. Mesclando humor com cenas de ação, o filme perde pontos significativos justamente por não saber até onde esses dois elementos da narrativa devem se misturar, fazendo do longa uma grande desordem quase sem graça”. – Artur Melo e Henrique Marino – Pipocacombo

O EUA deveria ficar longe de certas coisa é só o que tenho a dizer. Tenho medo da adaptação de Akira.

-5) Padre/Priest: Há séculos humanos e vampiros estão em guerra, o que fez com que o planeta fosse devastado. Padre (Paul Bettany) é um guerreiro lendário que participou da guerra com os vampiros. Hoje ele vive na obscuridade, numa das cidades controladas pela igreja. Ele volta à ativa quando Lucy Pace (Lily Collins) é sequestrada por um grupo de vampiros liderados por Black Hat (Karl Urban). Ao lado do xerife Hicks (Cam Gigandet) e de Priestess (Maggie Q), uma integrante da legião de matadores de vampiros, Padre parte para resgatá-la.

Dirigido por Scott Charles Stewart, que vem do desastroso Legião Padre acaba sendo uma mistura apressada e sem personalidade, que ilude pela marca “3D” e pela pretensão de uma plasticidade visual, mas é tão econômico em termos narrativos que faz ser difícil que seu espectador não saia chateado com o que viu (no mesmo caminho de seu outro filme já citado)”. – Vinícius Carlos Vieira – Cinema Aqui

Aqui o tradução do nome já incomoda, um filme chamado Padre já pode deixar o espectador distante. Fora isso parece que quem conhece a história passa longe das telas.


-6) Um novo despertar: Walter Black (Mel Gibson) é o presidente de uma indústria de brinquedos. Ele sofre de depressão, o que faz com que se torne cada vez mais distante da esposa Meredith (Jodie Foster) e dos filhos Porter (Anton Yelchin) e Henry (Riley Thomas Stewart). Um dia, ao jogar o lixo fora, ele encontra o castor, um bicho de pelúcia no qual é possível colocar o braço. Logo em seguida Walter tenta o suicídio, mas fracassa. A partir de então, já com o castor, ele assume uma nova identidade e passa a se comunicar através do boneco. O castor permite que Walter volte à vida, no trabalho e junto à família, mas aos poucos ele passa a sofrer um conflito de identidades.

Filme que eu sabia que não eram interessantes, mas quis apostar com as estrelinhas do jornal. Outro desastre .” – Herculano Neto – blog homônimo

Fala sério final de carreira Mel Gibson!

-7) A Saga Crepúsculo: Amanhecer: Com três filmes já lançados, a base da série Crepúsculo está estabelecida, para o bem e para o mal. Há o triângulo amoroso envolvendo os protagonistas, vampiros e lobisomens vivendo às turras e ainda uma boa dose de romantismo idealizado. O filme não traz nenhum elemento novo à fórmula criada pela autora Stephenie Meyer. Muito pelo contrário, o filme é na verdade uma grande celebração de vários destes elementos.

Em meio a uma brega direção de arte, péssimas atuações e lições de moral torpes, o único meio de encarar os quase 120 minutos de projeção do quarto filme da “saga” é embarcar no humor acidental que o filme entrega”. – Tiago Siqueira – Cinema com Rapadura

Porque não terminaram de uma vez com esta merda.

-8) Lanterna Verde: Hal Jordan (Ryan Reynolds) é um audacioso piloto de aviões que foge de qualquer responsabilidade. É assim que mantém a amizade com Carol Ferris (Blake Lively), colega de infância e também piloto, que está prestes a assumir o comando da empresa do pai. Hal e Carol tiveram um caso no passado, que não seguiu em frente por causa dele. Um dia, a vida de Hal muda ao ser envolto em uma redoma verde e levado até um alienígena prestes a morrer, chamado Abin Sur (Temuera Morrison). O extraterrestre lhe entrega um estranho anel e diz que ele foi escolhido, além de alertar sobre as responsabilidades de possuí-lo. Ao usá-lo Hal torna-se o Lanterna Verde, tendo condições de moldar a luz verde da forma como sua imaginação permitir.

Se o Lanterna Verde já não é um dos heróis mais queridos, como um Batman ou um Superman, era preciso então uma boa história para aproximá-lo do grande público; mas não é isso que acontece. Por seguir à risca a cartilha de clichês para o gênero, o diretor Martin Campbell perdeu a oportunidade de aproveitar a composição diferenciada do universo de seu personagem principal. Do começo ao fim, é possível prever cada fala, cada cena e cada desfecho, e nem mesmo os efeitos visuais interessantes conseguem chamar a atenção nesse contexto. O que vale realmente a pena é a curiosa escalação do elenco e o significado por trás dos super-poderes do herói e do vilão” – Hector Homero – Cineplayers.

Do que vi do filme num primeiro trailer não gostei nem mesmo dos efeitos um outro trailer pareceu melhor, mas Ryan Reynolds, é outro ator sem qualquer credibilidade para o personagem. Tiro no pé da DC que parece que só tem Batman funcionando.

-9) Conan, o Bárbaro: O grande guerreiro Corin (Ron Perlman) sempre preparou seu filho Conan (Leo Howard) para ser um legítimo representante dos Cimérios, mas o jovem acabou testemunhando a morte do pai, vítima do terrível Khalar Zym (Stephen Lang), que usa o sobrenatural na busca incansável pelo poder absoluto e para ressuscitar a esposa. Mas o tempo passou e enquanto ele continua impondo seu reinado de terror, Conan (Jason Momoa) está pronto para vingar a sua gente e, principalmente, a sua família. Só ele pode salvar as nações de Hibória da maldade do exército de Khalar.

Conan é só violento mesmo, daquele tipo de violência-pipoca, que não serve de nada a não ser distração para um espectador pouco exigente. No mesmo nível de Solomon Kane – O Caçador de Demônios que, não por coincidência, é um personagem inventado pelo mesmo criador de Conan, Robert E. Howard.” – Heitor Augusto – Cineclick

Adoro o Conan, o Bárbaro original. Como eu disse os americanos cismaram em mudar tudo, porque não deixar obras icônicas quietas.

-10) Immortals : O filme dirigido por Tarsem Singh (A Cela) se passa em uma Grécia devastada por conflitos. O príncipe guerreiro Teseu (Henry Cavill) lidera seus homens, aliados aos deuses do Olimpo e uma sacerdotisa do oráculo (Freida Pinto), contra demônios e Titãs para impedir a erupção de uma guerra.

John Hurt (Hellboy)vive Zeus, Isabel Lucas (Transformers 2)será Atena. Kellan Lutz interpreta Poseidon, o rei dos mares. Mickey Rourke é o Rei Hyperion. Luke Evans, Stephen Dorff e Joseph Morgan também estão no elenco.

O filme é um projeto da Relativity Media e terá supervisão dos mesmos produtores de 300, Gianni Nunnari e Mark Canton. Immortals  estreia nos EUA em 11 de novembro de 2011. No Brasil, em 23 de dezembro.

Os exuberantes mitos da Grécia Antiga voltam a ser abordados e destroçados no cinema por “Immortals”, um sofrível blockbuster norte-americano que tal como “Clash of The Titans” (2010), oferece-nos uma história frívola e emocionalmente inerte, onde as lutas e batalhas entre Humanos e Deuses assumem-se como o seu único elemento de interesse”. – João Pinto – Portal Cinema

Efeitos de 300, trailer cheio de cenas se repetindo exaustivamente, tem cara de fail.


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