De volta a cena do crime

POR LEONARDO “SILVERBOLT” DIAS

Assim como demorei bastante tempo para voltar a falar de House e Supernatural, é hora de retornar a última série do primeiro post sobre seriados aqui do Você Vai Entender. CSI.

CSI como vocês estão cansados de saber é sobre casos semanais, quase sem nenhum ressoar da história em outros episódios. Pequenas menções e muito raramente o retorno de um personagem mais clássico.

Então os reviews vão ser um pouco diferente apresentação do caso em si, desenvolvimento e solução adequada ou fácil.

Vamos lá.

O post de hoje cobre os últimos três episódios do 6 ao 8. Se não viu e tem alergia a spoilers é hora de parar. Avisados.

CSI – 12×06 – Freaks & Geeks

Antes do review em si duas observações, fico orgulhoso de escrever o 12 marcando a temporada, CSI é a série de maior duração que vejo, não sigo a franquia Law and Order, e não sou do tempo de Dallas.  A outra é que não sou fico buscando erros de continuidade, igual determinadas pessoas que parecem que ficam vendo séries e filmes frame por frame só para isso. Só que ao assistir o episódio de novo para fazer o review vi um detalhe, comento ele daqui a pouco, mas faça o seguinte ao acabar de ver o capítulo volte a primeira cena. Por enquanto, é só.

Caso único esta semana, tem semanas que separam as equipes este por causa do tema ou sei lá todos ficaram cuidando só do caso da mulher encontrada enrolada num pano com agulhas de transplante de medula e para completar com um espeto de churrasquinho.  A grande questão é quem a encontrou? No meio do nada, não lembro de ter falado.

O pano que ela estava enrolado leva a circo de aberrações, onde a vítima era a Mulher Candelabro, acendendo velas pelo corpo e jogando sangue em si mesma, loucura total.  Eles encontram sua família e a irmã não dá a mínima para a morte da vítima, a sobrinha fica um pouco sentida. O caso avança e descobrimos que o dono do circo tinha licença para as agulhas e drogas porque é bodypiercing. E só para fechar que a vítima dormia com o Homem-Elefante do circo. Está aí a lista de suspeitos do episódio.  Os que são importantes.

No final o dono do circo é encontrado enforcado, a sobrinha da vítima está escondida no circo e é acusadas das duas mortes, aparece o Homem que rasga Lista telefônica, na verdade o irmão do Homem-Elefante, descoberto por causa de um mamilo que o dono do circo comeu antes de morrer.

Que confusão! É a na cena que ele conta como encontrou a vítima e mais tarde com a revelação da assassina que tem uma falha, no início do episódio olhem lá aquilo parece uma sessão de tortura e a mulher estava sozinha colocando as agulhas no corpo quando tcharan a irmã chega pedindo para se afastar de sua filha, e do nada finca um droga mortal nela, preparada para matar.

O fato de ser a irmã nem condeno, mas a maneira que o crime foi premeditado e a relação da droga só para chegar ao culpado achei um pouco forçado.

CSI – 12 x07 –  Brain Joe

O caso dos cérebros perdidos, num acidente triplo morrem três homens, mas sobra um cérebro e aí que começa.  De quem era o cérebro? Quem estava com ele? Logo descobre que um dos carros carregava um cérebro que tinha acabado de ser removido numa daquelas malas de transplantes.

Este caso teve alguns dramas isolados que valem ser mencionados, já que CSI faz pouco disso, o primeiro familiar de DB Russel, seu filho deu as caras e Catherine foi escolhida para uma promoção em Washington, sua saída da série já vem sendo divulgada desde o ano passado, pelo menos assim caso ela dê uma de Jorja Fox e resolva voltar o caminho estará aberto.

Falando em Catherine é com ela que fica o aparente segundo caso do dia, de um fuzileiro judeu que durante a noite tem sua cabeça cortada e seu cérebro roubado. Aí é só somar, cérebro sem dono de um lado e roubado do outro. Não. O cérebro do fuzileiro e o roubado tinham DNAs incompatíveis.

Gangue de cérebros? Para quê? Descobre-se um médico envolvido, que o cérebro encontrado era de um atleta que cometeu suicídio para e que tinha doado seu cérebro a universidade para fazer exames pós-morte e descobrir se ele tinha uma doença por causa das lutas.

Numa máfia na história, entre a esposa do atleta, seu ex-treinador, seu colega quer era um dos que morreram no início do episódio carregando o cérebro e o médico que ia fazer a troca do cérebro doente pelo do fuzileiro e acabou sendo alvejado no meio do caminho.

No final o caso se resume a traição da mulher do atleta com seu treinador, que acabou levando o atleta a morte, e para que não descobrissem que ele dava um suporte com esteroides para seus associados, fez uma troca com o médico, o que acabou vazando via acidente e levou a história do episódio.

Culpado o treinador e a mulher, ambos presos. Um pouco melhor que o episódio acima, mas ainda fraco.

CSI – 12 x 08 – Crime After Crime

O caso começa com um festa, magnata do ramo dos games, cenas típicas de CSI para colocar algumas mulheres seminuas e atrair atenção de alguns telespectadores esporádicos. Em CSI Miami tem isso em todos os episódios praticamente.

Dali vai para o pai da primeira vítima, que escapa com seu álibi depois de ganhar no cassino o dinheiro que veio cobrar do filho rico que abandonou aos 10 anos.

Segundo caso do episódio me lembrou Tropa de Elite, um corpo em meio a pneus, no maior estilo micro-ondas, leva a uma briga de gangues e depois começa a conectar com outra vingança antiga.

Se não bastasse outro caso de uma drogada qualquer, que depois é descoberto nela uma droga de um lote antigo.

Os casos vão se conectando a antigos casos arquivados por falta de provas, o primeiro supostamente matou uma criança com um peça de um jogo, o do micro-ondas queimou a filha de membro da gangue oposta e o terceiro vendeu drogas para uma menina que morreu. Os três inocentados.

Descobre-se que é um policial o responsável pelas vinganças, só que o policial em questão está hospitalizado, tendo a ajuda de outro policial. Dali fica aquele embate entre Brass a favor da vingador e de DB e sua equipe na busca pelo cúmplice.

Ao final do episódio a conexão é feita, com um policial coadjuvante da série meio hispânico – olha o preconceito – que na verdade estava na lista do vingador e acaba morto pela polícia ao tentar afogar a 4ª vítima.

O clima fica ruim e o episódio acaba assim. Com a morte de causas naturais do policial vingador que deixa uma carta explicando seus feitos para o departamento de polícia e Brass e DB numa situação ruim. Se fosse em outra série isso poderia ressoar nos próximos episódios em CSI não sei.

De qualquer forma este foi o episódio melhor amarrado, os três valeram pelo desenvolvimento, mas a solução foi fácil. Esse foi por outro caminho.

Como disse vou tentar fazer reviews semanais mais próximos das exibições com o retorno das séries em janeiro.

Até mais

 

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